Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº959

CADERNO DO LEITOR > SOBRE O OI

Gostei da novidade

17/02/2004 na edição 264

Há muito tempo não vinha ao OI. Gostei da novidade de chamar as matérias ao longo das escolhas dos leitores. Ficou mais fácil de ler.

Vera Silva

 

Crédito indevido

Prezados, ficamos felizes quando o OI transcreve os artigos do nosso site, o . Entretanto, o crédito do nosso website tem sido ignorado, já que o material por vocês publicado é colhido no Comunique-se, como é o caso do atual "Sete dias sem TV", da autoria da nossa colunista Leila Cordeiro. Peço-lhes, por favor, que corrijam o erro. O copyright não é do Comunique-se, e sim do Direto da Redação. Abraço,

Eliakim Araújo, editor-chefe do DR

Nota do OI: O erro está corrigido no Entre Aspas desta edição.

Indevido

Prezados senhores, com relação à carta de minha autoria publicada neste OI, digo que o título nela colocado pela redação do OI ("Liberdade é para Cuba") não reflete o conteúdo da mensagem. No primeiro parágrafo da mensagem, apenas citei, como exemplo, um possível local para se abrir uma rádio comunitária, considerando-se os objetivos (luta pela liberdade, por exemplo) citados pela autora do texto objeto do meu comentário, em face da falta de liberdade existente em Cuba. Citei Cuba, como poderia ter citado qualquer outro país em que os habitantes tenham sua liberdade cerceada arbitrariamente por seus governantes. Afirmo que a liberdade é tão essencial como o ar que respiramos. Solicito a publicação deste esclarecimento.

Rinaldo Freire

Leia também

Liberdade é para Cuba – Canal do Leitor

 

Em prol da clareza e da ética

Sou estudante de Jornalismo e moro em Salvador. Diante do quadro atual do jornalismo brasileiro, gostaria de salientar a real necessidade de uma entidade como essa, que se mobiliza e trabalha em prol da clareza e da ética, características do bom jornalismo. Todos nós, certamente, que somos alcançados pela mídia, podemos nos posicionar ou como receptores inertes de toda carga e influência que nos é imposta diariamente, ou como agentes de uma nova sociedade. Uma nova sociedade, sim, que não se submete aos padrões da imprensa e da elite desse país, por mais vigorosos e inabaláveis que pareçam ser; antes, se dispõe a lutar contra os abusos dos detentores do quarto poder, que em sua maioria são covardes subservientes ao sistema. Enquanto formadores de opinião, é nosso dever agir de modo a sufocar a força desses que hoje detêm o poder.

Felipe Blanco

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