Sábado, 23 de Março de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1029
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MONITOR DA IMPRENSA >

Governo aperta o cerco a anúncios de remédios

18/02/2009 na edição 525

O governo da China proibiu atores e outros ‘profissionais não credenciados’ de participar de comerciais de remédios em que se passam por especialistas médicos, noticia Ian Ransom [Reuters, 17/2/09]. No mês passado, um internauta denunciou 12 ‘falsos especialistas’ vendendo medicamentos sob diversos disfarces e nomes na TV.


A Administração Estatal para Indústria e Comércio da China prometeu punir os responsáveis por estes comerciais, depois que hospitais locais e universidades negaram ter qualquer ligação com tais ‘especialistas’. Caso atores continuem a participar de anúncios do tipo, as licenças publicitárias das empresas serão revogadas e as ‘vendas dos medicamentos serão temporariamente suspensas’.


Escândalos comuns no país


Nos últimos anos, a Administração Estatal de Rádio, Filme e Televisão da China vem lutando para melhorar a reputação da indústria publicitária do país, impondo restrições a anúncios de medicamentos que não atingem o padrão requerido de qualidade. Ainda assim, remédios falsos e escândalos por conta da qualidade de produtos alimentícios continuam a acontecer. No mês passado, cinco pessoas foram presas por ligação com a venda de remédios falsos para diabéticos – o que ocasionou a morte de pelo menos duas pessoas. Em 2008, dois homens foram condenados à morte por vender leite adulterado, que resultou na morte de seis crianças e deixou quase 300 mil doentes.

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