Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

MONITOR DA IMPRENSA > TELETIPO

Indonésios libertados no Iraque

01/03/2005 na edição 318

Um jornalista e um cinegrafista indonésios, seqüestrados há duas semanas no Iraque, foram libertados, segundo informações do Ministério das Relações Exteriores da Indonésia. O braço televisivo da AP recebeu, de fonte anônima, um vídeo e fotografias que mostram o repórter Meutya Viada Hafid e o cinegrafista Budiyanto – que trabalham para uma emissora de TV a cabo indonésia – trocando um aperto de mãos com um militante. Nas imagens, o seqüestrador lê uma declaração de soltura dos dois. Não se sabe o paradeiro de Hafid e Budiyanto, mas, segundo Todd Pitman [AP, 21/2/05], eles estariam deixando o Iraque. O governo de Jacarta não apoiou a invasão do país, liderada pelos EUA, em 2003, e se recusou a enviar tropas.



Africanos presos por panfletos suspeitos

Dois quenianos e um sudanês foram presos na Somália, na semana passada, em posse de panfletos que continham detalhes sobre o assassinato da jornalista britânica Kate Peyton, há três semanas. Kate, que trabalhava como produtora para a BBC em Joanesburgo, África do Sul, foi morta a tiros durante uma viagem de trabalho à capital da Somália, Mogadício. Segundo informações da AP [21/2/05], a polícia fazia uma checagem de rotina quando descobriu os panfletos – alguns escritos em árabe e inglês – sobre a morte da jornalista e as comemorações depois do crime. Os responsáveis pelo assassinato ainda não foram identificados.



Repórteres ameaçados deixam Zimbábue

Quatro jornalistas deixaram o Zimbábue depois de sofrerem ameaças policiais, informa Terry Leonard [AP, 22/2/05]. Há duas semanas, policiais fizeram uma busca no escritório dividido por Angus Shaw, Jaan Raath e Bryan Latham, que trabalham como freelancers para diversos veículos internacionais, como AP, Bloomberg e Times. Na semana anterior, o produtor de TV freelancer Cornelius Nduna passou pela mesma situação. As autoridades zimbabuanas acusam os jornalistas de transmitirem ‘material prejudicial ao Estado’, de não terem licença de trabalho e de agirem como espiões.

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