Quarta-feira, 16 de Agosto de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº954

MONITOR DA IMPRENSA > JORNALISMO FINANCEIRO

‘Wall Street Journal’ comemora 125 anos

Por lgarcia em 15/07/2014 na edição 807

Tradução: Jô Amado, edição de Leticia Nunes. Informações de Gerard Baker [“WSJ Editor in Chief: A Letter to Readers”, The Wall Street Journal, 8/7/14], John Steele Gordon [“125 Years of Change in the U.S. Economy – and the Dow”, The Wall Street Journal, 7/7/14], e Chris O’Shea [“WSJto Celebrate 125th Anniversary”,FishbowlNY, 7/7/14]

Há 125 anos, o Wall Street Journal surgiu como um vespertino de quatro páginas, contou Gerard Baker, editor-chefe do jornal, numa carta aos leitores para celebrar a data. Foi criado por três jornalistas da área financeira – Charles Dow, Edward Jones e Charles Bergstresser – que percebiam a crescente necessidade de informações objetivas numa nação que se industrializava rapidamente. Na primeira edição, os editores diziam que o jornal “terá como firme objetivo ser um veículo de notícias, e não de opiniões”.

Nos últimos 125 anos, o Wall Street Journal vem cobrindo a evolução do ecossistema econômico e de negócios norte-americano. Assim, o jornal registrou o período mais extraordinário de mudança e crescimento econômico na história do mundo. Em 1889, surgiam poderosas tendências que iriam remodelar radicalmente o mundo empresarial. A mecanização dos locais de trabalho é um exemplo. O telefone, que obtivera patente em 1876, fora rapidamente adotado pelas empresas, principalmente as corretoras, que precisavam das últimas cotações. A máquina datilográfica, nascida no início da década de 1870, já era prática comum na década seguinte. A calculadora da Burroughs foi patenteada em 1888. Na virada do século 20, o barulho das máquinas datilográficas e calculadoras invadira os escritórios norte-americanos e assim continuaria até surgir o microprocessador, na década de 1970. Na virada para o século 21, o microcomputador substituíra as máquinas datilográficas e as calculadoras e, graças ao e-mail, muitas chamadas telefônicas. Os escritórios ficaram muito mais silenciosos – e mais produtivos.

O jornalista Chris O’Shea, doblog FishbowlNY, lembra que o editor-chefe do WSJ disse que, atualmente, “o alcance do jornal é global e sua pauta de notícias vai muito além dos negócios, cobrindo política, entretenimento, arte, cultura e muito mais”. Ainda segundo Gerard Baker, “permanecemos fiéis aos princípios fundadores: oferecer o relato mais preciso, mais inteligente e mais objetivo das notícias que movem os mercados, definem a história e mudam a vida”.

Em sua carta aos leitores, Gerard Baker refere-se à edição comemorativa do WSJ: “Também olhamos para a frente com uma reportagem especial, The Future of Everything. Ela está disponível na edição impressa e online e contém revelações sobre o mundo de amanhã feitas por um amplo espectro de especialistas e pensadores.”

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