Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

MONITOR DA IMPRENSA > VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS

Mais uma repórter morta no Iraque

02/11/2004 na edição 301

Os Repórteres Sem Fronteiras [28/10/04] condenaram o ataque fatal feito à jornalista iraquiana Liqaa Abdul-Razza, que, segundo a organização, ‘carrega traços de uma execução’. O intérprete da repórter e o motorista do táxi também foram mortos e uma amiga ficou ferida no mesmo ataque.

O jornalista da estação de TV Al-Iraqiya Abdel Salam Dhari disse que Liqaa estava a caminho da base americana de Eskania, no distrito de Al-Saydia, ao sul de Bagdá, para tratar de assuntos pessoais. Liqaa tinha acabado de dar à luz uma filha e tinha um filho de seis anos. O marido da jornalista, que trabalhava como intérprete para as forças armadas americanas, foi morto há dois meses.

Ela trabalhava para a emissora de TV iraquiana Al-Sharqiya, que faz parte do grupo de imprensa Al-Zaman, e tinha um contrato com a emissora Al-Iraqiya, que é financiada pelo governo americano.

Para os RSF, o Iraque continua sendo um dos lugares mais perigosos do mundo para a imprensa. Pelo menos 30 jornalistas e 15 funcionários de mídia foram mortos no país desde o início da guerra, em março de 2003.

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