Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

MONITOR DA IMPRENSA > CUBA

ONG pede libertação de jornalistas independentes

05/03/2010 na edição 579

O Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), com sede em Nova York, fez um apelo ao governo cubano para que liberte jornalistas independentes – ou, ao menos, melhore as condições das prisões. A organização também alertou para a responsabilidade das autoridades sobre a saúde de um repórter da oposição que está em greve de fome, noticia Paul Haven [AP, 4/3/10].


Hoje, Cuba tem 22 jornalistas em suas prisões, ficando atrás apenas da China e do Irã em número de profissionais de imprensa detidos. ‘Jornalistas cubanos pagaram um preço extremamente alto por exercer seu direito à liberdade de expressão. Estas sentenças são cruéis’, afirmou Carlos Lauría, coordenador da organização no continente americano. O país considera os dissidentes ‘mercenários a serviço dos EUA que recebem dinheiro para tentar desestabilizar o governo cubano’ e também acusa entidades como o CPJ de atuar como agentes dos americanos.


O jornalista independente Guillermo Farinas recusa-se a comer e a beber água há mais de uma semana, em protesto pela morte do dissidente político Orlando Zapata Tamayo, que também fazia greve de fome. Farinas pede, ainda, a libertação de 33 prisioneiros políticos que estão com a saúde debilitada. Ele chegou a perder a consciência e foi hospitalizado, mas liberado em seguida. Os médicos afirmaram que não poderiam fazer nada se ele não quisesse se alimentar.

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