Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1067
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MONITOR DA IMPRENSA >

Policial acusado de matar comentarista de rádio

03/07/2009 na edição 544


Um policial filipino foi acusado de matar o comentarista de rádio Crispin Perez Jr. na cidade de San Jose, no mês passado. A mulher de Perez, Irene, reconheceu Darwin Quimoyog como o homem que assassinou seu marido na porta de casa, em 9/6. Segundo ela, Quimoyog teria fingido querer um conselho legal antes de atirar. Irene conta ainda que tentou agarrar o assassino enquanto ele fugia em uma moto.


Perez era advogado, já havia atuado como vice-governador da província de Mindoro e tinha um programa na estação de rádio DWDO. Segundo Irene, o policial suspeito já trabalhou como guarda-costas para um político local cuja companhia foi criticada por seu marido no programa de rádio.


O subsecretário de Justiça Ricardo Blancaflor, que lidera uma força-tarefa governamental que investiga assassinatos com conotação política, afirmou que Quimoyog está detido na delegacia regional. Ele será intimado a depor. Blancaflor não quis, entretanto, especular sobre o motivo do assassinato do comentarista.


As Filipinas são consideradas um dos países mais perigosos para o trabalho jornalístico. Pelo menos 79 jornalistas foram mortos desde a saída do ditador Ferdinand Marcos do governo, em 1986. O Comitê para a Proteção de Jornalistas, com sede em Nova York, lista as Filipinas em seu ranking dos 14 países onde casos de violência contra a imprensa costumam acabar sem solução ou punição. O mais recente ataque a um jornalista filipino ocorreu na semana passada, quando um homem matou a tiros o comentarista radiofônico Jonathan Petalvero na cidade de Bayugan. Ninguém foi preso. Informações de Oliver Teves [Associated Press, 3/7/09].

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