Quinta-feira, 21 de Junho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº992
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MONITOR DA IMPRENSA > IRAQUE

Pouco tempo, muitas mortes

04/07/2005 na edição 336

Mais jornalistas mortos no Iraque. Em 22/6, Jassim Al Qais, do diário al-Siyada, foi assassinado a tiros junto com seu filho quando viajava por uma estrada ao norte de Bagdá. Dois dias depois foi a vez de Yasser Salihee, correspondente do grupo de mídia americano Knight Ridder, atingido por um tiro na cabeça quando dirigia perto de sua casa, em Bagdá. Salihee, que estava de folga, passava próximo a uma patrulha formada por soldados americanos e iraquianos. Não se sabe quem disparou o tiro.

Em 26/6, Maha Ibrahim, editora do canal Baghdad TV, foi morta a tiros quando ia para o trabalho na capital iraquiana. Mais dois dias se passaram e foi a vez de Ahmed Wael Bakri, da emissora al-Sharqiyah, ser assassinado a tiros por tropas americanas, acusado de não parar para dar passagem a um comboio dos EUA. Os reais motivos dos crimes são desconhecidos.

Na sexta-feira passada (1/7), foi seqüestrado e morto na cidade de Mosul o produtor da emissora de TV pública al-Irakiya Khaled Sabih Al Attar. Ele trabalhava em um programa que satirizava a negligência dos membros do governo do país. Segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras, o assassinato de Attar elevou para 61 o número de jornalistas e assistentes de mídia mortos no Iraque desde o começo da guerra, em março de 2003. Informações do Comitê Para a Proteção dos Jornalistas [30/6/05], Repórteres Sem Fronteiras [24/6, 28/6 e 1/7/05] e Knight Ridder Newspapers [29/6/05].

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