Quarta-feira, 23 de Maio de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº988
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MONITOR DA IMPRENSA > TELETIPO

Programa de John McEnroe zera audiência

17/08/2004 na edição 290

‘Quando se tenta fazer algo tão único no horário nobre como nós estamos fazendo, é preciso dar um tempo para avaliar’, disse o vice-presidente sênior encarregado desta faixa de programação na rede americana CNBC, Bob Meyers, na tentativa de amenizar os desastrosos índices de audiência alcançados pelo novo programa do ex-tenista John McEnroe. A despeito da pesada campanha de divulgação, McEnroe, que faz parte de um esforço da emissora para colocar atrações no horário nobre que se distingam do noticiário financeiro que predomina no restante de sua programação, teve, em sua estréia, 0,3 ponto de audiência – o equivalente a 266 mil espectadores em todo o país. Desde então, surpreendentemente, o talk show conseguiu ir ainda mais fundo, alcançando a distinta marca de 0,0 ponto durante a convenção nacional do Partido Democrata, no final de julho. Os executivos da CNBC insistem que não estão muito preocupados com os índices do programa, segundo informa o Hollywood Reporter [12/8/04].



Para diretor, BBC jogou documentários em ‘gueto’

Eddie Mirzoeff, um dos documentaristas mais respeitados do Reino Unido, criticou com veemência a postura da rede pública BBC com relação aos documentários. Da lista de 72 filmes indicados ao prestigiado prêmio de documentários Grierson, apenas dois foram exibidos no canal BBC1. ‘É desastroso, absolutamente catastrófico. Pensava que as obrigações de serviço público da BBC a preveniriam de atirar os principais programas factuais num gueto’, disse a um jornal, criticando o fato de os documentários terem ficado relegados ao canal digital BBC4, perdendo espaço nos outros mais populares. Mesmo o BBC2, tradicional hospedeiro dos documentários na emissora, exibiu apenas 14 das produções indicadas. Mirzoeff atribui a culpa desse processo de ‘isolamento’ à ascensão do que ele chama de ‘novelas documentais’, séries como Airport, em que o cotidiano do trabalho de pessoas reais é acompanhado pelas câmeras. As informações são do Guardian [10/8/04].

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