Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

MONITOR DA IMPRENSA > TELETIPO

Projeto resgata antigas publicações americanas

23/11/2004 na edição 304

O governo dos EUA, por meio de sua agência National Endowment for the Humanities, anunciou que disponibilizará na internet, em 2006, um arquivo com 30 milhões de páginas digitalizadas de jornais americanos, do período entre 1836 e 1922, informa a AP [16/11/04]. A Biblioteca do Congresso, parceira no projeto, já colocou uma amostra do trabalho na rede, a versão digital do jornal Stars and Stripes, publicado entre 1918 e 1919 para os soldados em combate na 1ª Guerra Mundial. A Biblioteca tem um programa maior para a preservação de periódicos, que inclui publicações dos primórdios da imprensa americana, no século 17. No entanto, o projeto do National Endowment é restrito aos anos entre 1836 e 1922 porque as tipografias anteriores dificilmente são identificadas por programas de computador e porque as publicações posteriores a esse período ainda são protegidas pela lei de direitos autorais.

Morre fundador da AIM

Morreu, em 16/11, Reed Irvine, fundador da conservadora Accuracy in Media (AIM), mais antiga organização de monitoramento da mídia americana. Irvine era economista e tinha 82 anos. Há 35, criou a AIM e desde então confrontava e enfurecia executivos e jornalistas de grandes veículos da imprensa dos EUA. ‘Acho que ele foi o primeiro a realmente denunciar a inclinação liberal da mídia’, diz Michael Hoyt, da Universidade de Columbia, em Nova York. Em todos esses anos, Irvine criticou a parcialidade de nomes de peso, como o âncora Dan Rather, da CBS, e o correspondente Peter Arnett, que, durante a Guerra do Golfo, em 1991, trabalhava na CNN. Além de fundar a AIM, em 1969, ele criou também a Accuracy in Academia, em 1985, para lutar pela ‘precisão política’ nas universidades. Irvine era editor do AIM Report, escrevia uma coluna semanal, apresentava um comentário diário chamado Media Monitor, junto com o jornalista Cliff Kincaid, para cerca de 150 estações de rádio nos EUA. Ele também costumava aparecer como convidado em programas de TV, como Crossfire, Nightline, Good Morning America e The Larry King Show, entre outros. Informações de Patricia Sullivan [The Washington Post, 18/11/04].

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