Segunda-feira, 18 de Junho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº991
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CADERNO DO LEITOR > TABU NO CAMPO

Quem quer ouvir o MST?

27/04/2004 na edição 274

Ótimo artigo, que aponta para algo essencial na nossa luta: não é só dividir a terra, não é só mais gente usando a terra. Também. Mas é jeito de usar. O que o MST defende é respeito ao meio ambiente, cuidado com a Terra, que antes de ter dono é mãe de todos nós. E a melhor vida possível para seus filhos – com terra, justiça e educação, entre outros –, principalmente os mais excluídos da sociedade dos seus irmãos. Só discordamos num ponto: nossos métodos não são, em hipótese alguma, violentos. É a não-violência que nos faz respeitados em todo o mundo. Ocupamos terras improdutivas ou que não cumprem sua função social – que não respeitam leis trabalhistas ou ambientais, de acordo com a Constituição Brasileira. Estamos abertos a discutir nossa luta com quem queira ouvir nossa voz!

Taís Peyneau, assessora de imprensa do MST no Rio de Janeiro

Stédile e a ‘manada midiática’ – Floriano Filho

Obrigado, MST – Cândido Grzybowski



PROCURADOR/PROMOTOR
Melhor para o leigo

Entendo legítimo que a procuradora da Republica Ana Lúcia Amaral prefira que seja mantida a nomenclatura tradicional dos integrantes do Ministério Público Federal. Agora, argumentar que eventual mudança de nomenclatura significaria um início de desconstrução da República brasileira, no mínimo, constitui um exagero infundado, que somente pode ser justificado pelo corporativismo reinante na instituição.

Nomenclatura é apenas um detalhe, que em nada afeta a atuação dos membros do Parquet. E, de fato, para o leigo é muito difícil concluir que o procurador da República exerce em nível federal a mesma função do promotor de justiça em nível estadual. Nesse sentido, a mudança seria interessante, nos mesmos moldes em que existem o juiz federal e o juiz de direito.

Karla Simões, advogada da União, Campina Grande, PB

A identidade que a vingança quer apagar – Ana Lúcia Amaral



GOLPE DE 64
O melhor apanhado

Esse artigo sobre 64 de Afonso Caramano está uma maravilha. O dele, o de Alberto Dines e o de Gilson Caroni Filho, mais os depoimentos, formam o melhor apanhado que algum veículo de imprensa publicou. Por que vocês não reeditam todos juntos? O Caramano se diz poeta e funcionário público. Está escondendo o jogo. Ele é um belo ensaísta.

David Gonzaga Mattos

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