Quinta-feira, 24 de Maio de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº988
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MONITOR DA IMPRENSA > TELETIPO

Rússia restringe propaganda de cerveja

10/08/2004 na edição 289

O parlamento da Rússia deve aprovar uma lei que proíbe propaganda de cerveja na televisão entre as 7h e 22h e em capas e contracapas de jornais e revistas. Também ficarão proibidas as propagandas que sugiram que a bebida ajuda a atingir objetivos, melhora a saúde ou serve para matar a sede. A razão para a lei é a preocupação com o aumento de crianças menores de 14 anos dependentes de álcool no país. Para os russos, mesmo as cervejas com 10% de álcool são consideradas bebida leve e, por isso, são vendidas com menos restrição que a vodca e o uísque, por exemplo. Seu consumo tem aumentado muito. É comum ver latas nas mãos de pessoas a caminho do trabalho ou saindo da escola. As cervejarias rejeitam a proibição de propaganda, alegando que seria muito mais efetivo proibir a venda do produto para menores de 18 anos. Os russos consomem em média 15 litros de álcool puro ao ano, uma das médias mais altas do mundo. Acredita-se que esse seja um dos motivos pelos quais a expectativa de vida no país tenha caído abaixo dos 60 anos após a desintegração da União Soviética. Com informações do Guardian [3/8/04].



Forbes.com embute publicidade em matérias

O sítio da revista econômica americana Forbes experimenta a associação entre publicidade e palavras de sua matérias, usando o sistema IntelliTxt, já adotado por outras 200 publicações online de menor destaque. O sistema funciona de modo que determinados termos, que aparecem com duplo-sublinhado, fazem abrir janelas com links para anúncios quando o usuário passa com o cursor sobre eles. A novidade não é definitiva – a equipe do sítio ficará atenta à sua aceitação pelos leitores. Esse tipo de mistura entre conteúdo editorial e publicitário sempre é alvo de críticas. ‘Do ponto de vista do assinante, acho que as pessoas ficarão confusas com a propaganda que aparece sobre as palavras das matérias’, comenta a vice-presidente de publicidade do portal concorrente Wall Street Journal Online, Randy Kilgore. Larry Kramer, presidente do sítio CBS Marketwatch, levanta a hipótese de que o próximo passo poderia ser escrever matérias com mais palavras ‘vendáveis’. Com informações do New York Times [3/8/04].

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