Quarta-feira, 17 de Outubro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1009
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MONITOR DA IMPRENSA >

Seis repórteres já foram mortos em 2013

Por lgarcia em 17/01/2013 na edição 729

 

Seis jornalistas já foram mortos em todo o mundo desde o começo do ano, segundo o relatório “Death Watch”, do Instituto Internacional de Imprensa: dois no Paquistão e um no Brasil, Tanzânia, República Centro-Africana e Síria.

Os jornalistas paquistaneses morreram em uma explosão na cidade de Quetta na qual 81 pessoas foram mortas no dia 10/1. Saifullah Baloch e Imran Shaikh, respectivamente um repórter e um câmera da Samaa TV, foram mortos no ataque, feito pela organização Lashkar-i-Jhangvi.

No Brasil, Renato Machado Gonçalves – fundador e coproprietário da Rádio Barra FM, rádio comunitária em São João da Barra – foi morto a tiros em frente à sua casa, no dia 8/1. Ele já teria sido atacado durante uma reunião política em outubro do ano passado.

Na Tanzânia, o corpo do jornalista Issa Ngumba foi descoberto no dia 8/1, em uma floresta perto de Kigoma. Ele estava pendurado e havia um tiro em seu braço esquerdo, segundo relatório da In2EastAfrica. Ngumba trabalhava para a Rádio Kwizera e estava desaparecido há quatro dias.

Na República Centro-Africana, Elisabeth Blanche Olofio foi morta no dia 7/1, em um ataque rebelde à emissora de rádio católica comunitária na qual ela trabalhava, a Radio Be Oko, na cidade de Bambari. Desde então, a rádio deixou de ser transmitida.

Na Síria, Sohail Mahmud Ali, jornalista que trabalha para a TV Dunya, pró-regime, foi morto a tiros no dia 4/1, enquanto cobria protestos em Aleppo. Informações de Roy Greenslade [The Guardian, 15/1/13].

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