HQ & IDEOLOGIA

Violência na Turma da Mônica

Por Dioclécio Luz em 23/02/2010 na edição 578

Existe uma certa condescendência por parte da imprensa – e mais ainda da crítica – em relação à Turma da Mônica. Muito provavelmente por razões nacionalistas – não é de hoje que os quadrinhos brasileiros tentam se impor no mercado nacional diante das grandes empresas norte-americanas. Ocupar o mercado nacional, porém, não é mais problema para a Turma da Mônica – ela é hoje a revista infantil mais vendida do país, desbancando Disney e companhia.

Na verdade, a exemplo da Disney, a Turma da Mônica, há muito tempo é bem mais que um grupo de personagens de Histórias em Quadrinhos (HQ). Estamos tratando de uma marca fazedora de dinheiro de uma grande empresa – Maurício de Souza Produções – que se manifesta em brinquedos, sabonetes, xampus, fraldas, pentes, parques temáticos... Enfim, uma gigantesca quantidade de produtos infantis.

A questão, porém, não é a dimensão ou os negócios da empresa. Não é o que interessa no momento. Vai se tratar aqui dos personagens da Turma e, em especial, da relação desses personagens com a violência.

O principal deles é, claro, a própria Mônica. A garotinha tem uma característica: ela resolve as coisas na porrada. Tudo. Este é um elemento educativo complicado. Ao invés do diálogo, da negociação, apela-se para a violência. Quando está em apuros, é no braço, ou fazendo uso do seu coelhinho, que Mônica resolve. Moral da história: em situações de conflito, ganha o mais forte.

Hábito que aprendeu com o pai

A Mônica é exemplo de um fenômeno muito comum entre as crianças, em especial nas escolas: o bulling. Pode se dizer que o bulling é uma agressão verbal e sistemática à criança, quando se apelidos que a incomodam, pejorativos, nomeando-a por algo que ela não gosta. No caso, Mônica é chamada de "dentuça", "gorducha" e "baixinha". Isso a deixa irritada. E ela resolve, claro, na porrada. É evidente que, na vida real, nenhum psicólogo iria sugerir o método Mônica para resolver os problemas do bulling. Seria por demais primitivo. No entanto, espantosamente, ele está presente nos gibis da Turma da Mônica. Tudo indica (seria preciso uma pesquisa mais aprofundada) que a solução pela violência é o tema mais recorrente nas histórias em que a garotinha aparece.

Ao que parece, os adultos leitores ou pais de crianças que lêem os gibis da Mônica são condescendente com esta prática da violência. Afinal, para uns, "é uma menina". Isto é, violência feminina pode, masculina não. Na verdade, estamos transferindo para o mundo infantil uma cultura do mundo adulto. A lógica é: se o nosso mundo adulto é machista, com extraordinários índices de violência masculina contra a mulher, é bom que as mulheres reajam. Esse pensamento comete um erro grave: a violência contra a mulher não pode ser corrigida com a mulher também sendo violenta. Quando ela usa as mesmas armas do homem-machista está se igualando a ele. Claro, há momentos em que é preciso se defender, reagir, partir para a luta e aí vale tudo – porque pode ser uma questão de sobrevivência, inclusive. Mas não creio que seja bem aceita na sociedade a mulher que tem por hábito, como o homem violento e machista, resolver tudo na porrada.

De qualquer forma, esse é um problema do mundo dos adultos. Ainda não faz parte do universo infantil. Corrija-se: faz sim, quando as crianças observam os pais e como eles agem para resolver seus conflitos. Se o pai resolve na porrada, o filho ou a filha vão saber que é assim que deve ser feito. É desse modo que se constrói a personalidade. Enfim, numa leitura superficial pode se dizer que se a Mônica tem o hábito de resolver as coisas na porrada, a princípio, direta ou indiretamente, ela aprendeu isso com seu pai ou sua mãe – pela ação ou omissão, atos ou palavras. A princípio, porque teríamos que fazer uma análise mais aprofundada do seu caráter.

A ótica do hormônio

A Mônica, porém, não é um caso, uma personagem de gibi. Ela é um símbolo. Milhares de crianças lêem a Mônica. E o que estão aprendendo?

1) as coisas se resolvem na porrada;

2) a regra é olho por olho, dente por dente;

3) o bulling deve ser praticado;

3) a inteligência ou a sensibilidade não devem ser usados para resolver conflitos.

É o caso de se comparar a Turma da Mônica com outras turmas. Pode-se pensar na Mafalda, do argentino Quino. Mafalda é brilhante. Mesmo sendo uma HQ para adultos, os conflitos são resolvidos com inteligência e muita sensibilidade. Alguns personagens são cruéis, mas dificilmente alguém sai no tapa; não é comum, mas ocorre. Mas nenhum deles tem na violência sua marca, como é o caso da Mônica.

Outra turma brilhante é a do Calvin, do norte-americano Bill Watterson. Não é exatamente para crianças, mas elas também podem participar das histórias de um garotinho nada fácil que vive questionando as nossas regras morais ou sociais. Por exemplo, Calvin costuma fazer compras de bazucas e metralhadoras por telefone... Calvin tem uma "amiga", a Susie, a quem vive importunando. Quase sempre ele leva a pior. Mas, se observa, é uma questão de gênero – os meninos na sua idade não gostam de brincar com meninas. Eles pensam coisas diferentes do que elas pensam; cada qual vê o mundo diferente – pela ótica do seu hormônio. E, às vezes, ela sai no tapa com ele. Mas a violência não é um traço seu. Susie não é a mandona da rua ou da escola.

Desvios comportamentais

É importante registrar que Calvin e Mafalda são personagens com fundamentos sociais revolucionários; são filósofos – eles fazem o leitor refletir sobre o mundo, sobre a sociedade, o nosso modo de vida, a política, os costumes, e claro, a relação dos adultos com as crianças. A turma da Mônica não tem nada disso. Essa gurizada é extremamente conservadora e moralista. Reproduzem as tradições, os costumes, as modas e modos sociais, sem questionamentos. Talvez por isso, a violência com que a Mônica lida com os conflitos seja uma prática comum.

Na escola de Calvin há uma criança, Mool, um grandalhão que costuma bater nas outras crianças e resolver tudo na porrada. Mas seu autor, Bill Watterson, coloca-o no seu devido lugar: Mool é tratado como um grosso, sem nada na cabeça, um gorila. Ele é o resumo caricato de todo cara (ou instituição) que adota a força para se impor sobre os outros. No caso da Mônica ocorre exatamente o contrário: a palavra final, a decisão sobre os conflitos, quem dá é o personagem que tem mais força, isto é, a Mônica. E essa sua característica de violência é transformada numa virtude – devidamente premiada com a solução dos conflitos em que se envolve e a satisfação dos seus desejos.

O outro aspecto a se observar na Turma da Mônica é o abuso dos clichês. Pelo menos três personagens são clichês: Mônica, como se viu, a que resolve as coisas na porrada; Cascão, que odeia água; Magali, a comilona. Antes de tudo, note-se que são clichês negativos. Ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável, isto é, por qualidades humanas, por virtudes humanas. Na verdade, temos, mais uma vez, o incentivo ao bulling – esses três personagens trazem consigo motivos para discriminação e para serem agredidos pelos colegas.

O problema dos clichês nos personagens é que eles não existem fora disso. Cascão ou Magali (e a Mônica) não existem fora dessas suas "virtudes". As observações, as visões do mundo, as idéias, as sugestões, tudo isso que dá personalidade a um personagem, não existe na Turma da Mônica. A gente sabe que é Magali quando ela fala em comida; a gente sabe que é Cascão por seu ódio à água; a Mônica aparece quando é hora da porrada. Mas essas características de Cascão e Magali, como veremos mais adiante, não são exatamente traços de personalidade, e sim, desvios comportamentais. A violência da Mônica, sim, está mais próximo de um problema de personalidade.

Por que Magali não engorda?

A Magali merece uma observação mais cuidadosa. Ela é uma menina que tem obsessão por comida. E como as histórias da Maurício de Souza Produções abordam isso? Como algo normal. Ter obsessão por comer, para a Maurício de Souza Produções, não é problema.

Há uma confusão no discurso da Magali (o dela e o de quem a faz falar): a obsessão por comida é considerada um traço da sua personalidade, mas não causa efeitos negativos sobre a saúde. Esse é o problema. Se uma criança que tenha obsessão por comer se identificar com Magali, não vai se esforçar para romper com essa obsessão.

O que se percebe é que o assunto – o desejo de comer sempre mais – é muito sério para ser tratado da maneira como trata a Turma da Mônica. O Brasil tem uma população obesa de adultos que ultrapassa 50%. Entre os pobres, os percentuais podem chegar a 60%. No ano passado, o Ministério da Saúde fez uma campanha contra a obesidade das crianças. E obesidade é doença, reconhece a Organização Mundial da Saúde. Magali, porém, embora tenha essa obsessão pela comida, não é uma menina obesa. Isto é, os roteiristas e desenhistas eliminaram das histórias o que é consequência natural de quem come demais. Todo mundo que come bastante engorda. Magali, não. Porque a Maurício de Souza Produções eliminou essa parte da história da Magali? Pode-se pensar em várias alternativas: para focar no clichê da obsessão por comida; para não discriminar leitores e leitoras que têm essa obsessão; para não ferir os interesses comerciais da revista que costuma publicar anúncios de biscoitos e guloseimas para o público infantil. Seja como for, a abordagem é extremamente perigosa para o leitor, principalmente para aquele ou aquela que tem obsessão por comida.

As marcas das personalidades

A questão da personalidade merece mais atenção.

Observando os clássicos dos quadrinhos pode se notar que os personagens têm personalidade. Não é necessário olhar a imagem para distinguir nos balões se quem fala é Batman ou Robin, Tarzan ou Guran, Flash Gordon, Fantasma; Miguelito, Felipe, Mafalda ou Manolito. A bem da verdade, diga-se que Quino também usa clichês, como Suzie (que é tudo que a mulher passiva deve ser) e Manolito (o capitalista radical). Mas, está bem claro aí que esses personagens são símbolos caricaturados de uma proposta de sociedade que ele (o autor) condena. De fato, estes dois aparecem como representações semióticas do cenário político ideológico da sociedade criticada por Mafalda e sua turma. Seriam o contraponto ao mundo que Mafalda (Quino) pensa. E mesmo assim não se pode dizer que não tenham personalidade. Suzie e Manolito pensam e agem conforme a postura ideológica de cada um. Eliminem-se os desenhos na HQ e o leitor que costuma ler Quino irá identificar os dois. Eles têm opinião, idéias, posturas. Todos os personagens de Mafalda têm personalidade – cada um pensa diferente. As boas histórias em quadrinhos criam personagens fortes – e são considerados fortes porque se impõem pela singularidade, pela personalidade. Vide a turma de Hagar, o horrível, de Dik Browne; ou os personagens criados por Laerte (Piratas do Tietê, Zelador, Gato & gata) ou Angeli (Rê Bordosa, Rhalah Ricota), F Gosales (Niquel Naúsea); ou gibis mais antigos como Manda-chuva e Os Flinststones. Tira, cartum ou HQ, os personagens têm personalidade.

E quanto aos principais personagens da Turma da Mônica? Não têm nada disso. Quais são as marcas das personalidades deles? Não existem. A única que se sabe tem uma personalidade é Mônica, mas por seu desvio. Quando ela não está dando porrada, também não existe.

A demanda bélica do Pentágono

Podemos pensar em outros personagens. Chico Bento, por exemplo, revela a vida no campo, mas como clichê. As situações vividas por ele mais parecem narradas por um observador instalado na Rua Augusta, um urbanóide que nunca botou os pés na terra. Por isso, o meio rural é tratado como um outro planeta. E se alguém perguntar as características da personalidade de Chico Bento não vai ter resposta. No máximo vai fazer uso do clichê – que ele é um matuto, um caipira paulista, algo genérico. Chico Bento é uma visão burguesa – distante e elitista – do campesinato. Ele não existe, o que existe é o meio em que vive, forjando todos iguais a ele. (Ele não existe porque não pensa, tomando de empréstimo o cogito cartesiano.) Não pensa como uma pessoa chamada Chico Bento, mas como o protótipo de um ser qualquer, genérico, que vive no meio rural. A gente identifica Chico Bento por causa do ambiente, da roupa, do sotaque caipira. Mas Chico Bento pode ser qualquer um.

Esta visão de personagem que não pensa, não tem opinião, mas apenas age e, conforme o meio, vem dos anos 50, 60 ou 70 do século passado, quando a turma da Marvel já fazia sucesso. Além dos citados Batman, Tarzan, Fantasma, havia Hulk e uma enormidade de gibis de cowboys. No Brasil, a melhor experiência de HQ infantil foi a Turma do Pererê, de Ziraldo, que já ia além dos personagens clichês, fazendo-os ter personalidade.

Hoje são outros tempos. E os personagens mudaram. Batman ainda é cultivado pela garotada mais nova, porém avançou em traços mais exuberantes (Frank Miller, por exemplo) e adquiriu uma personalidade dark. O mesmo aconteceu com Hulk. E com a grande maioria dos antigos heróis. De fato, eles evoluíram porque o público também evoluiu. Os desenhos (e filmes) de Batman contêm muita violência, mas, regra geral, agora se tenta explicar isso como traço de personalidade (revolta pela morte de parentes). Isto é, Batman tem personalidade. Super-heróis puramente ideológicos, como é o Capitão América, criados para atenderem à demanda bélica do Pentágono, são mortos e depois revividos conforme os interesses bélicos do momento.

Um exagero na idolatria

Neste sentido, a Turma da Mônica é um retrocesso. É um monte de clichês, como era comum principalmente nos personagens de Walt Disney – sem opinião e naturalmente conservadores. Sim, Disney foi um histórico conservador, conhecido por delatar aqueles que lhe pareciam comunistas na época do presidente McArthur. Tio Patinhas é o símbolo maior da Disney.

A personagem Mônica não tem uma obsessão como a do Tio Patinhas (pelo dinheiro), mas os dois têm algo em comum – Mônica sugere que os conflitos do mundo devam ser resolvidos através da violência. E isso pode ser visto como uma postura bélica, característica histórica e cultural dos Estados Unidos. Afinal, o big stick, a solução de conflitos através da porrada, tem sido a forma diplomática dos Estados Unidos agirem nos últimos séculos.

Tio Patinhas, salvo engano, é de meados do século passado. Mas Tio Patinhas, mesmo assim, ainda é um avanço em relação a Cascão ou Magali porque, como o Manolito de Quino, a sua necessidade de juntar dinheiro é uma ideologia, e o medo da água de Cascão ou a fome de Magali, são apenas bullings reverenciados pela Maurício de Souza. É muito provável que Maurício de Souza tenha se espelhado em Walt Disney para criar os seus. Talvez haja um exagero nessa idolatria: há uma semelhança física (forjada ou não) entre o criador da Turma da Mônica e o criador do Pateta. Isso não explica o porquê da Mônica ser violenta ou dos personagens da sua turma não terem personalidade. Mas deixa o alerta sobre o que nossas crianças estão lendo.

***

Jornalista, escritor e pesquisador de rádios comunitárias e mestrando em Comunicação pela UnB

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 Erik Paixão
 Enviado em: 23/02/2010 10:54:45
Turma da Mônica é uma HQ que foi criada antes dessa chuva de moralismo, onde o "errado", o experimentar as coisas é visto com maus olhos. A turminha ensina, de um jeito não padrão e não ortodoxo, a se respeitar as diferenças. Desde a improvável delicadeza da Mônica (liderança e auto-estima), a esperteza e criatividade do Cebolinha (inteligencia), a habilidade do Cascão em se divertir com qualquer coisa (liberdade), a importancia de se comer bem com a Magali (quantas criança, a exemplo de Dudu, não gostam de comer?). Isso fora a beleza de se divertir no mato e respeitar a natureza, ensinamentos esses que Papa Capim e Chico Bento fazem com maestria. Todas as crianças que leem a Turma se sentem identificadas com alguma personagem. Os que tem pais separados (Xaveco), os provenientes da web 2.0 (Bloguinho). Os pensamentos filosóficos também estão lá. Horacio desempenhou esse papel mais pensante por muito tempo. Agora fica mais a cargo do "matuto" Chico Bento e suas questões ambientais, um grave problema no país. Acho terrivelmente injusto comparar a Mônica à Mafalda ou Calvin. São públicos completamente distantes entre si. Você jamais verá uma criança de seis anos achar graça na Mafalda, o que não ocorre com a turma. Só com o que coloquei aqui posso dizer com certeza que a Turma é muito maior que uma baixinha gordinha violenta.
 Roger Delboni
 Enviado em: 23/02/2010 11:00:18
Seria melhor se você tivesse lido algum gibi da Turma da Mônica antes de escrever sobre ela... Falando sério, esse texto parece escrito por alguém que no máximo deu uma folheada de leve num gibi pouco antes de escrever. Como analisar uma obra de décadas com tamanho distânciamento? E mais: você compara uma obra destinada ao público infantil com obras que (como você mesmo apontou no texto) são voltadas para um público mais adulto, acho que uma comparação com a "Turma da Luluzinha" seria bem mais interessante e, principalmente, justa.
 Rosana Silveira Silveira
 Enviado em: 23/02/2010 11:36:10
Os gibis e personagens da Turma da Mônica alegram e estimulam o pensamento de milhares de criança e adultos. As crianças aprendem a ler com os gibiis da turminha. Todas as escolas estimulam a leitura das revistinhas. Apesar de os personagens apresentarem comportamentos negativos, as crianças aprendem a criticar tais comportamentos e não os imitam os seus ídolos, apenas se divertem e aprendem que devem se comportar de modo diferente. O Cebolinha f ala errado, a Mônica é dentuça, Magali, comilona, Cascão é fetido. Essa realidade faz parte do universo infantil e por isso mesmo a revista é motivadora. Divirto-me muito com as revistas e vivo brincando com os meninos:"hoje será o dia do Cascão, nada de banho antes de dormir"; "meu filho, essa brincadeira parece um plano do Cebolinha, nunca dá certo". Enfim, crianças que não sabem reagir aos personagens infantis precisam de ajudam psicológica, mas bem trabalhados, o universo da Turma da Mônica é maravilhoso. Pai, mãe e professores existem para desvendar e explicar a realidade. Maurício de Souza e seus personagens contribuem em muito com a construção da criança em um ser pleno. Viva a Turminha, um dos nossos maiores patrimônios.
 sergio ribeiro
 Enviado em: 23/02/2010 12:02:50
Parece que falta um pouco de pesquisa à autora. Só para dar um exemplo, o Tio Patinhas, originalmente chama-se Scrooge. É o mesmo sr. Scrooge sovina do famoso conto de Dickens, uma das histórias mais filmadas de todos os tempos: o velho pão-duro que convive com três fantasmas que lhe ensinam que não passa de um homem triste e sozinho no mundo.
 Carlos Diniz
 Enviado em: 23/02/2010 12:32:29
Mais uma vez o fantasma de Friedrich Wertham ainda assombra a discussão da influência "negativa" dos quadrinhos,rpgs,desenhos e videogames sobre o comportamento infanto-juvenil.Colocando tudo num mesmo cesto,não levando em consideração seus diferentes públicos e particularidades. Vamos proibir leitura de Tin Tin de Hergé também por que incentiva o alcolismo na figura do capitão Haddock? Não,não é esse caso.O problema é abordar o quadrinho somente por um viés,não considerando as outras qualidades e abordagens que o mesmo se propõe. O próprio Capitão América criticado pelo autor,é um exemplo de como os personagens evoluem com o tempo e fogem dos esteriótipos.Há muito tempo o personagem é descrito como uma anomalia ante a personagens ultra-violentos e amorais típicos dos anos 90 justamente caricaturas sem alma da revolução que aconteceu com o Batman.Assim como o Superman é a voz do diálogo,da moderação .Uma grande ironia. A própria Mônica poderia ser analizada por outro lado como representação da emancipação feminina na sociedade. Também sou a favor de um debate acerca do que as crianças estão lendo e assistindo,mas patrulhamento politicamente correto puro e simples é pura demagogia.
 Evandro Trigueiro Tavares
 Enviado em: 23/02/2010 16:01:04
1) A Mônica é inspirada em vários quadrinhos, na Luluzinha (o vestidinho vermelho), na Lucie (a menina autoritária do tira do Charlie Braun, aquela que sempre o sacaneia quando ele vai chutar a bola oval e que é apaixonada por Shcroeder o qual só pensa em Beethoven). 2) Concordo com o excesso de violência, o abuso de clichês. Falta à turma do Limoeiro às vezes uma simplicidade que a gente encontra num Chico Bento. Este sim é uma criança bem mais autêntica, talvez porque ele remeta à infância do próprio Maurício e as histórias a ele contadas por sua avó. 3) Na minha opinião, o melhor quadrinho brasileiro para crianças foi "O Sítio do Pica-Pau Amarelo" de Xalberto. Material que a Rio Gráfica Editora publicava nos anos 70 e que merece uma nova edição.
 fabricio moraes
 Enviado em: 23/02/2010 17:25:01
Até parece que eu, quase uma balzaqueano, que desde pequeno leio os gibis da Mônica, vou sair por aí batendo em todo mundo, não tomando banho, comendo com desvario.. é a mesma coisa de jogos eletrônicos: eu não saio dando porrada nos outros, não entro em shopping atirando, nunca pratiquei bulling... só quem tem a mente fraca é que pode correr esses riscos, eu sei muito bem diferenciar o real do imaginário. Mas cada um tem sua opinião e visão e tenho que respeitar a do escritor. Obrigado pela oportunidade e viva a Turma da Mônica!
 Rafael Rosemberg
 Enviado em: 23/02/2010 19:20:13
Acredito que - e não estou falando só de mim - milhares de pessoas cresceram lendo A Turma de Mônica, e ainda leem, e isto em nada as prejudicou. Por quê? Porque aquilo é simplesmente ficção, é entretenimento. Em outras palavras, não é a realidade, e somente pais muito omissos permitiriam que o comportamento presente ali fosse reproduzido por seus filhos. E se isto acontece, não é culpa da revista (como não é culpa da música, do filme, do video game, da série de TV), mas sim da própria omissão dos pais que não souberam educar os filhos, impor limites e mostrar o que é certo e errado. Culpar a revista (bem como a música, o filme, o video game etc etc) é fácil, difícil e prestar atenção no filho e "perder tempo" educando-o. Sem dúvida este foi um dos textos mais absurdos (e irresponsáveis) que li aqui OI. Alguém precisa dizer ao autor que a "teoria da bala mágica" perdeu sua eficácia há muito tempo.
 Carlos N Mendes
 Enviado em: 23/02/2010 21:30:08
Minhas principais influências culturais na infância foram Hanna-Barbera (a primeira fase), desenhos japoneses da década de 60 (um tipo de violência que muita vezes chegava a níveis bem elevados), Disney e Turma da Mônica. A violência japonesa chegava a me chocar, mas estranhamente a violência da Mônica passou e brancas nuvens - meu foco era o humor dos personagens. Será que os estudiosos do assunto "cultura infantil" levam em conta o foco? Será que, mesmo que a a criança se foque a violência, outras influências "benignas" (como Disney ou Calvin, por exemplo) podem contrabalançar o resultado final? Qual o peso das HQs e desenhos animados na formação da personalidade? Psicologia é uma das ciências mais novas e cruas, estamos engatinhando nesses assuntos. Acredito que, por mais influente que seja a Turma da Mônica, seu poder de influência sequer chega aos pés do que a vida real pode ter sobre essa criança - venha essa realidade dos pais, os amigos ou a escola.
 Marcos André Lessa
 Enviado em: 24/02/2010 14:37:03
Me desculpem, mas é muita falta do que fazer escrever um artigo desse tamanho criticando algo que nunca foi apontado como real em pesquisa ou estudo algum ( a influência das HQs da Turma da Mônica na infância brasileira).
 arnaldo boccato
 Enviado em: 24/02/2010 16:59:20
Se tudo que Ariel Dorfman e Armand Mattelart colocaram em “Para Ler o Pato Donald” pudesse provocar danos imperialistas de direita nas crianças, durante os anos da ditadura militar no Brasil, seriam milhões de brasileirinhos felizes por estarmos no “caminho certo” preconizado por Disney e seus acólitos no Departamento de Estado, no USIS, na Aliança Para o Progresso e na CIA. Não teríamos grande parte de uma geração aqui e em outros países da América Latina indo às ruas ou até pegando em armas para combater as ditaduras de direita então instaladas. Quando o chileno e o belga publicaram “O Pato...” a Turma da Mõnica tinha quase uma década de estrada, Luluzinha, Charlie Brawn outras tantas décadas – e não consta que os brigões das escolas públicas ou privadas dos anos 50, 60 e 70 tenham eleito esses gibis água-com-açúcar para consolidar uma pretensa ideologia de violência. O “Código de Ética” dos anos 60 não via mal na violência de Jerry contra Tom nem nos super heróis – estes “os suspeitos de sempre” pela violência explícita, mal-vistos igualmente por polícias de repressão de ditaduras de esquerda ou por ligas de senhoras católicas. A criança lida com o estereotipo no ambiente da HQ mas não precisa necessariamente assumi-lo. Cabe a discussão sobre a Turma da Mônica, claro, mas isso merece muito mais pesquisa e reflexão.
 arnaldo boccato
 Enviado em: 24/02/2010 17:00:25
Apenas para registro, Disney dedurou intelectuais e artistas até em artigo assinado – pra ele, “agitadores comunistas” - no tristemente célebre período do macartismo, liderado pelo senador republicano Joseph McCarthy, com Harry Truman presidente. O general MacArthur, controverso herói da II Guerra, até queria mas não conseguiu nem virar candaidato a presidente em 1952.
 José de Camargo Ribeiro de Camargo
 Enviado em: 25/02/2010 07:17:20
Não sei se A Turma da Mônica seria merecedora de tamanha análise. Porque desde criança sempre achei essa Turma um lixo, com suas historinhas vazias, roteiros idiotas, diálogos indigentes e um desenho espantosamente medíocre! Ou seja, a Turma tem a cara de seu criador. [ ] Só tenho, porém, uma correção a fazer: no parágrafo sobre a delação de Disney, o autor obviamente quis referir-se ao Macartismo, uma mostruosidade política e ideológica de clara inspiração fascista deflagrada pelo senador Joseph McCarthy, nos anos 50, com o intuito de eliminar os progressistas (para ele e seus acólitos, os "comunistas") da vida política e cultural dos EUA, e que por muito pouco não destruiu a democracia naquele país!
 Alexandre Carlos Aguiar
 Enviado em: 25/02/2010 10:50:49
Sinceramente, muito me incomoda a onda politicamente correta que assola a mídia e é repercutida por aí, como se fosse a verdade absoluta e quem não a seguir arderá no fogo do mais profundo inferno. Por conta disso até já me adverti a não mais declarar publicamente que sou heterossexual, uma vez que posso sofrer ameaças de grupos GLS (e todo aquele alfabeto que acompanha esta sigla) por ser "diferente" da maré. Também já me assustei com as velhas canções de ninar com as quais fui criado, ao saber (por doutos analistas) que estimulavam terror às crianças (Boi da Cara Preta), maus tratos a animais (Atirei o Pau no Gato), e até quem sabe pedofilia (Bicho Papão sai de cima do telhado), em razão de análises feitas à semelhança deste libelo insensato e absurdo disposto aqui no OI. Corroboro completamente a opinião de Rafael Rosemberg, Estudante do Rio de Janeiro aí abaixo. Na verdade a culpa não está nos produtos da indústria cultural, mas em pais omissos e educadores ausentes, até para dizer a algumas pessoas que tenham mais o que fazer ao invés de desancar HQs inocentes. Mas, apontar tais adultos como responsáveis também é politicamente incorreto. O problema está no etéreo, no intangível e não nas responsabilidades de cada um. Haja!
 Paulo Fessel
 Enviado em: 25/02/2010 11:02:57
Um verdadeiro amontoado de besteiras - e olhe que sou de esquerda! Se o autor se desse o mínimo trabalho de ler as histórias mais importantes do tio Patinhas, criadas por Carl Barks, verá lá que, apesar de amar o dinheiro, os conflitos são resolvidos normalmente com o uso da negociação e da inteligência. Por outro lado, me pergunto se o autor do artigo já viveu entre e com crianças. A imagem que ele faz delas é completamente idealizada: crianças convivem, discutem, se provocam e brigam o tempo inteiro, e as histórias só refletem esses aspectos do mundo infantil - aspectos esses que quase todos nós experimentamos. No mais, se o "bullying" (e não bulling, como grafa o autor) é a marca registrada dos personagens da turma, então como é que o personagem Humberto (o mudo) não é um de seus dos alvos preferenciais? Ao contrário, convive com todos os da turma e sua deficiência não é nenhum obstáculo para isso. E olha que desde que eu era criança o Humberto já estava lá, e isso já faz mais de 30 anos!Finalmente, quanto às críticas dirigidas ao personagem de Chico Bento, me pergunto se o autor do texto conhece o significado do adjetivo "idílico". Ou se leu as histórias do Jeca Tatu.
 Sergio Luiz Fernandes
 Enviado em: 25/02/2010 13:54:41
Dioclécio, algumas de suas ponderações têm relevância, principalmente em relação ao caso da Magali. Mas não concordo integralmente com as críticas. Aliás, discordo em muito de alguns pontos. Vamos ao primeiro: quando você argumenta que a personagem não engorda após comer muito, sua pretensão é de que a consequência de um procedimento errado aconteça no mesmo prazo em que ocorreria no mundo real. Nesse caso, você está transferindo para o gibi da Mônica um problema recorrente nos personagens com características negativas em todo o planeta. Vou citar dois exemplos, um local e outro internacional: o Augustinho, da Grande Família e o Homer, dos Simpsons. Os dois são malas e não aprendem com os próprios erros. Ora, eles são “escadas” para o desenvolvimento do enredo. Não podem se redimir, porque se não perdem o sentido na trama, que pode ser muito longa e durar anos. Sem entrar no mérito do mau hábito de saúde, este é o motivo pelo qual a Magali não deve engordar. Para continuar a ser a personagem que proporciona determinados “ganchos” nas tramas.
 Jorge Robespierre Tomás Japur
 Enviado em: 25/02/2010 15:18:30
(segunda parte) Nenhuma HQ substituirá o “certo” e o “errado” delimitado por eles. Nesse caso, Sr. Dioclécio, recomendo que o senhor, em vez de fazer críticas inconsistentes a HQ da Turma da Mônica, compre a revistinha e a utilize como desculpa para ficar mais próximo ao seu filho. Pode ter certeza que isso sim terá um impacto realmente profundo na educação dele.
 Jorge Robespierre Tomás Japur
 Enviado em: 25/02/2010 15:20:08
(segunda parte) Nenhuma HQ substituirá o “certo” e o “errado” delimitado por eles. Nesse caso, Sr. Dioclécio, recomendo que o senhor, em vez de fazer críticas inconsistentes a HQ da Turma da Mônica, compre a revistinha e a utilize como desculpa para ficar mais próximo ao seu filho. Pode ter certeza que isso sim terá um impacto realmente profundo na educação dele.
 Jorge Robespierre Tomás Japur
 Enviado em: 25/02/2010 15:56:16
(primeira parte) Considero pertinentes algumas das observações feitas no texto. No entanto, creio que o cerne da questão é exterior a HQ, e por isso a sua argumentação, apesar de válida, não reproduz o verdadeiro problema. Explico: as histórias da Turma da Mônica são voltadas para um público mirim, normalmente crianças que estão começando a ler. Nessa idade, ela está aprendendo a classificar, através da língua escrita (que está sendo aos poucos desvendada), as coisas que estão ao seu redor. Não é que a criança não tenha interesse em problemas filosóficos, a questão é que ela não está preparada para esse tipo de investigação (o que torna a sua sugestão da HQ se espelhar em gibis como Mafalda e Calvin absurda). Tendo isso em mente é possível que os estereótipos utilizados pela Turma da Mônica sejam – em vez de problemáticos, como afirmas - facilitadores do processo natural de desenvolvimento da criança. Como disse outro leitor: "A criança lida com o estereotipo no ambiente da HQ mas não precisa necessariamente assumi-lo". Discussão semelhante existe a respeito dos jogos eletrônicos, e da mesma forma creio que eles não são capazes de influenciar uma criança tanto quanto normalmente as pessoas julgam. Para mim, e isso digo por experiência própria – já que desde criança consumi gibis da Turma da Mônica e vídeo games – a principal influência da criança vem dos pais.
 Sergio Luiz Fernandes
 Enviado em: 25/02/2010 21:32:05
Demorei tanto para postar um segundo bloco de comentários, que o Jorge Robespierre já identificou abaixo muito bem outro problema em seu artigo. O fato é que você põe no mesmo saco coisas distintas, como os conteúdos destinados ao público infantil, infanto-juvenil e o juvenil. O público alvo das histórias da Mônica é o infantil. Outras produções de HQs e tirinhas de jornais que são citados no artigo, como a Mafalda, na são para este público. O público alvo da Mônica é sempre o mesmo, mas obviamente não é fixo, pois as crianças crescem. E, ao contrário do que você afirma, muita gente acha que as histórias coordenadas pelo Maurício têm qualidade (ele tem uma equipe para produzir), pois continuam lendo as histórias, mesmo tendo saído da infância.
 Sergio Luiz Fernandes
 Enviado em: 25/02/2010 22:19:01
Outro equívoco, na minha opinião, é você demonizar em tal nível a “violência” da Mônica. A Mônica usa a força, mas não é a vilã nas historinhas. Esse papel é desempenhado pelo Cebolinha e pelo Cascão. O uso da força, pelo herói, é recorrente na literatura. Os heróis sempre salvaram as donzelas de dragões, de bruxos e bruxas e de reis malvados na base da porrada. Nomear a situação de bullying invalida todo o mérito das histórias da Mônica? Tenho dúvidas. É uma violência da qual, na história seguinte, não se vê sequelas físicas. Já afirmar que as histórias da Mônica sejam propaganda subliminar das políticas americanas, é viajar naquele preparado a base de óleo vegetal, ovos, vinagre e suco de limão.
 Fábio Carvalho
 Enviado em: 25/02/2010 22:39:21
Os desenhos animados da minha infância, quase todos, eram violentos. Os maiores exemplos são o papa-léguas (que sempre se dá bem, mesmo quando ele emprega violência contra o coiote) e o pica-pau (que nem sempre se dá bem; às vezes, ele se dá bem sendo mau). Em diversos quadrinhos, bombas explodem, carros capotam em alta velocidade e personagens brigam de forma violenta (pow!) entre nuvens brancas. Popeye bate no Brutus para ficar com a bígama Olívia: nessa mesma turma, entre os personagens "bons", temos o Dudu, que não para de comer hamburguer (ele até é gordinho) e Alice, ultraviolenta. Minha mãe sempre recorria ao Popeye para me convencer a comer espinafre e eu nunca pensei em reivindicar o hamburguer do Dudu. Cito os desenhos porque estou seguro de que são muito mais assistidos do que a Turma da Mônica é lida. No mais, quando brinco com crianças, brinco muito de cair, fingir que me dou mal, que bati a cara na porta: elas morrem de rir, mesmo quando muito pequenas. O palhaço se ferra e a criança ri. Bem, eu não sei dimensionar os efeitos disso tudo, mas não "gostei" da tônica do alerta do autor, embora ela seja interessante como análise.
 Edmilson Fidelis
 Enviado em: 25/02/2010 23:11:42
Um adulto politicamente correto já é um porre.Tornar crianças politicamente corretas deveria ser crime!Imagine Chico Bento em caloroso debate com a Rosinha sobre o efeito dos transgênicos no metabolismo humano.Que criança acharia interessante a Magali avaliando o valor calórico de tudo que come? Imagine um "papo cabeça" entre a Mônica, Cebolinha e Cascão sobre a influência socrática nas conquistas de Alexandre, o Grande? O Penadinho discutindo questões pós-morte. Afinal ele é um fantasma e sabe o que é isto. Talvez o Astronauta pudesse mediar um papo sobre física quântica. Quem sabe o Franjinha poderia ajudar neste papo? Deveria também o Mauricio banir o Pelézinho e o Ronaldinho Gaúcho que adoram futebol? Tem também o Piteco e sua turma que poderiam sem melhor aproveitados e discutirem paleontologia e o surgimento do homo sapiens. Se bem que o Piteco ainda gosta de arrastar mulheres pelo cabelo. Ou o Horácio, meu preferido, poderia se aprofundar nas coisas jurássicas. Por sinal o Horácio é um filhote de T-Rex vegetariano. Seria isto um distúrbio psicopatológico a influenciar negativamente crianças indefesas? E o Papa-Capim bem poderia cuidar das questões indígenas. Como se vê a Turma do Mauricio não se resume somente às brigas da Mônica. O texto acima poderia até ser creditado ao Louco.Pensando bem, o Louco não é tão louco assim...
 Sergio Luiz Fernandes
 Enviado em: 25/02/2010 23:25:17
Para finalizar, acredito que o autor do artigo tenha escolhido o alvo errado para criticar no universo das atrações infantis brasileiras. Para mim, em termos de personagens, a “violência” vem sendo cometida pelos Trapalhões. Sim, eles mesmos. Gerações cresceram assistindo ao grupo. Em quem são? Um bando de vagabundos que não quer nada com o trabalho. Vivem enganando uns aos outros e não respeitam nem namorada de amigo. Pena que o articulista só viu perigo as nossas crianças nas coelhadas da Mônica.
 Roberto Pasqueto Junior
 Enviado em: 26/02/2010 15:26:42
Acredito que essa matéria trata-se mais de uma "provocação", fazer a pessoa pensar e tirar suas próprias conclusões. Conclusões são coisas íntimas, difíceis de entender, uns gostam outros não... O bicho homem é complicado mesmo. Pelo que conheço do Maurício, se ele pensasse nesse aspecto nunca desenharia essa simpática homenagem a sua propria filha, que era baixinha e invocada. Eu cresci lendo os giis da Turma da Mônica e nunca saí na porrada para me defender de agressões ou xingamentos... Naquela época existia o bulling, e daí? Não crescemos mesmo assim? Não conseguimos superar as diferenças? Posso nos meus hoje 44 anos de vida e posso garantir que na minha infância o fato de eu ser vítima de bulling me fez ser uma pessoa mais segura, pois tive na época (e tenho ainda) pais que ensinaram a me defender dessas situações que hoje são consideradas "absurdas". Seria por essa cultura superficial, fútil, consumista e de mídia sem conteúdo que hoje vivemos e pela incompetências dos pais que acham que educar os filhos é apenas matricula-los em caras escolas e levá-los a shopping para comprar roupas e presentes? Ou os dois? O que podemos mudar ou melhorar? A vida deve ser vivida e dividida com todos que a gente ama. Sejam felizes e vejam seus filhos crescerem a cada dia.
 Carlos N Mendes
 Enviado em: 26/02/2010 17:33:15
Ótimo comentário do Roberto Pasqueto. Vivemos a "síndrome da redoma": protegemos nossos filhos até de prefessores que dão "muita lição de casa". As bonequinhas-de-porcelana-de-apartamento que estamos criando, quando finalmente tiverem a coragem de sair de casa, lá pelos 42 anos, vão sentar na sarjeta e chorar por duas depois de ouvirem o primeiro "não" de suas vidas. Também acho que o artigo realmente é um balão de ensaio. É bom pensar sobre essas coisas.
 Marcelo Silvestre
 Enviado em: 26/02/2010 20:26:26
Acho o artigo um pouco exagerado. Vejo o artigo como um desabafo de alguém que simplesmente não gosta do gibi. Entretanto, acho bom pensar sobre essas coisas, pq às vezes alguém de fora (quem não gosta) enxerga algo que os de dentro (os que gostam) não enxergam. Assim, certamente tem algo válido nessa crítica. Mas acho que as propagandas de cerveja direcionadas ao público adolescente, por exemplo, são um problema muuuuuito mais grave.
 Luciana Luppe
 Enviado em: 26/02/2010 22:59:33
Bom, concordo com o Roberto Pasqueto, também crescí, e ainda cresço, lendo Turma da Mônica e tenho muito orgulho de ter o Mauricio como grande influência na minha vida. O texto é tão bom, que não conseguí terminar de ler. Não vale à pena!
 wilson silva
 Enviado em: 26/02/2010 23:45:12
E o triunfo do tal psicologes nada serve nada pode encurtando o papo na decada de 80 o livro huckleberry finn de mark twain e moby dick de hermann melville que me deliciei na infancia foram criticados pelos politicamentes corretos porque um tratava o amigo do huck jim que era escravo muito paternalista e chamavao de negro, e moby dick porque era sobre caça de baleias crime ecologico. Agora é só plash, pum e zupt e papo idiota com robos.
 Cristiana Castro
 Enviado em: 27/02/2010 02:49:41
Bem, eu cresci lendo Turma da Mônica e nunca me dei conta de nada disso. Mas, com relação ao Bullyng, eu faria uma ressalva, qdo Cascão e Cebolinha xingavam a Mônica de baixinha, gorducha e dentuça, pelo menos, para mim, aquilo soava muito mal, ou seja, a gente aprendia, através da revolta dela, que aquilo magoava. O Chico Bento, tinha um primo da cidade, que acabava, sempre mais feliz na roça e, de novo, para mim, sempre ficava uma sensação de que aquela vida tb era boa. Ja Cascão e Magali, são o tempo todo criticados pelos amigos, por exagerar, um na comida e outro na sujeira. A Mônica se defende daquelas pragas, como qq menina de 6/7 anos se defende dos meninos da mesma idade,cuja diversão,depois do futebol, é implicar as meninas, até hoje é assim. Eles não param enquanto elas não saem corredo atrás deles pra bater e eles ainda ficam, de longe, morrendo de rir. São crianças. Me parece que o autor acerta em cheio na questão e equivoca-se qto ao alvo, na medidaem que os gibis ( TM ) não estabelecem padrões, englobam o universo infantil, na sua totalidade. O estabelecimento de padrões, que acaba alimentando o bullyng vem da televisão e não dos gibis, até pq tem um alcance, infinitamente, superior. O mundo televisivo, nem tangengia, a multiplicidade. O padrão é único, globalizado e imposto, descolado da realidade e, por isso mesmo, incentivador e legitimador de preconceitos.
 Ronald Costa Braga
 Enviado em: 27/02/2010 19:57:22
Infelizmente o que se vê, ou melhor, se lê, é um comentário feito de um adulto. Na verdade essas percepções que temos sobre a Turma da Mônica foram feitas de fora do "mundo infantil". Sinceramente falando, não vejo mal nenhum ali, pelo contrário, acho excelente termos no nosso país uma revistinha que vende muito mais que as americanas. Cresci rindo lendo essa fantástica turma e, como comentei acima: Não devemos levar ou tomar como exemplo o texto acima uma vez que ele foi feito com base em argumentação adulta. Uma criança lerá todas as "situações" que foram expostas e achará tudo engraçado e só. Caberá aos pais e a escola educá-lo da melhor forma possível, evitando que o mesmo se torne algum vândalo, agora se os mesmos não fizerem seu papel, ai sim estaremos perdidos. Volto a afirmar, ninguém virou marginal, teve desvios de conduta ou algo assim porque cresceu lendo a turma da Mônica. Quando criança nunca notei os itens listados no texto e nunca os vi como maldosos. Sinceramente, procure a opinião de seu filho, sobrinho ou outra criança qualquer sobre a Turma da Mônica e aí sim reescreva o texto sobre o que elas lhe dirão.
 Wallace Lima
 Enviado em: 27/02/2010 20:38:17
Inúmeros artigos que leio aqui no Observatório merecem bem mais que um breve comentário de 1400 toques, merecem uma dissertação, ou mesmo uma tese, ou antítese, mas de preferência uma síntese, no sentido hegeliano. É o caso desse artigo de Dioclécio Luz. Mas prometo que dessa vez vou me esforçar para não me estender por mais de um e-mail. Vamos lá. A violência de Mônica para mim sempre se traduziu em mau humor, exasperação hilária de uma menina cujos amigos conhecem bem esse seu traço irritadiço e gostam de provocá-la, mesmo que para tomarem umas porradas infalíveis depois da traquinagem. Isso é engraçado, não é "violento", não está dentro de um contexto condenável de violência; classificar isso como violência me parece tão forçoso quanto atitudes "politicamente corretas" apregoadas pela sociedade que Mafalda e Calvin costumam contestar. Nenhuma criança se tornará violenta por ler A Turma da Mônica, nem crescerá achando que deve resolver os próprios conflitos com violência só por ter lido que é assim que Mônica resolve os seus. Por outro lado, nenhuma que seja leitora assídua apenas de Maurício de Souza crescerá, é verdade, com o provável espírito crítico e contestador com que vão crescer as crianças leitoras assíduas dos autores de Mafalda e de Calvin. O público infantil aqui carece de autores de gibi nessa linha de Quino e Bill Watterson. Continuo no próximo e-mail.
 Wallace Lima
 Enviado em: 27/02/2010 20:39:21
Continuando: Mas Maurício de Souza para mim hoje tem um valor afetivo, assim como Manuel de Macedo, autor de A Moreninha. Mesmo depois do contato com esse nosso adorável abalo sísmico na literatura chamado Machado de Assis, Macedo ficou em minha memória afetiva de forma indelével. Affonso Romano de Sant Anna, em Análise Estrutural de Romances Brasileiros, faz uma distinção teórica interessante entre o que ele chama de romance de estrutura simples e o que chama de romance de estrutura complexa: este em geral é visivelmente contestador dos padrões dominantes estabelecidos, e às vezes simplesmente transcende esses padrões, o que também não deixa de ser incômodo para os padrões vigentes; já aquele, de estrutura simples, e não menos importante que o de estrutura complexa, necessariamente endossa esses padrões hegemônicos, reforça costumes e valores estabelecidos sem geralmente sequer esboçar uma vírgula de questionamento. E aí o autor engloba nessas duas classificações, obras da televisão e do cinema. Por exemplo: Superman e companhia, isto é, todos os super-heróis hollywoodianos, e o folhetim da telenovela brasileira, fazem a linha de estrutura simples, reiteram, na forma e conteúdo, valores dominantes estabelecidos. Maurício de Souza então, e isto sou eu que estou dizendo, estaria dentro dessa tendência simples, dominante. Claro que o seu público carece de outras tendências!
 Eduardo dos Anjos
 Enviado em: 28/02/2010 15:50:08
Isto tudo é tão exagerado que parece paranóia, primeiro porque o gibi não é tão violento como ele afirma segundo porque se lê muito pouco neste país e terceiro porque a televisão causa um estrago maior que qualquer outra mídia,que o gibi fica sendo o que ele é : brincadeirinha de criança. Se todos nós evitarmos que nossos filhos vejam o pica-pau já vamos ter contribuído de forma expressiva para contermos os ânimos no futuro. Abaixo o pica-pau e outros desenhos que mostram claramente a violência gratuita.
 Crestomanci Tássio Sam
 Enviado em: 01/03/2010 13:58:28
Fazia tempo que não lia um texto tão infeliz e tão sem conhecimento sobre o assunto. Não vou gastar muitas palavras neste comentário. Só um ponto que eu achei o mais estúpido de todos: a Magali come muito e não engorda porque a filha do Maurício chamada Magali come muito desde criança e não engorda. Isso se chama metabolismo rápido e não desvio comportamental. E a personagem Magali é uma crianaça esfomeada que se torna uma jovem preocupada com a alimentação. Acho que você, Dioclécio Luz, não vai gostar, mas depois desta a sua credibilidade (se existira) não existe mais.
 André Freitas
 Enviado em: 01/03/2010 17:24:07
[ ] ... até quando essa era do "politicamente correto" vai? Será que nos tornamos tão burros e nossas crianças tão bitoladas que não somos mais capazes de distinguir uma diversão sem compromisso de algo educativo? Sou de uma geração que cresceu vendo Tom & Jerry, Pica-pau, Pernalonga, entre outros desenhos violentos e extremamente divertidos. Li turma da Mônica durante minha infância, passei para os qudrinhos de super heróis até chegar aos quadrinhos adultos da Vertigo. Quando era pequeno minha mãe se preocupava com o tipo de leitura que eu me dedicava, mas foi o meu avô que fez minha primeira assinatura de HQ e me presenteou algumas obras como Cavaleiro das Trevas, V de Vingança e Elektra Assassina. Com o tempo comecei a buscar edições importadas e treinei meu inglês assim. Hoje leio de tudo um pouco, mas nunca perco a oportunidade de ler um gibizinho da Mônica quando estou em uma sala de espera. É engraçado ver o quanto as histórias em quadrinhos incomodam os falsos moralistas, outro dia foi o personagem gay na turma da Tina, hoje é a Mônica... onde isso vai parar? Talvez se a censura voltasse todos ficariam mais felizes, não é? Assim toda a produção artística poderia ser controlada pelos conservadores, hipócritas e carolas de plantão. Ao invés de ficar analisando a semiótica da turma da Mônica arranje o que fazer amigo...
 Plínio Sampaio
 Enviado em: 01/03/2010 17:56:04
Eu nem me dei o trabalho de ler o texto todo... pq achei que só falava abrobinha! Eu aprendi a ler em casa antes de todo mundo na escola, e minha mãe o fez com gibis da Turma da Mônica. Eu nunca briguei na escola. Hoje eu tenho problemas pra controlar o meu peso, mas não foi por que me identifiquei com a Magali, até pq era magro qndo criança. O grande problema é que as crianças tem que se espelhar nos pais pra construir um caráter, aprender o certo e o errado... e cada dia, o que mais se observa são pais que se dedicam mais ao trabalho do que à família. Meus pais sempre trabalharam, às vezes inclusive aos fins de semana, e ainda asism tenho lembranças de momentos em que a família esteve reunida. Mais lembranças desses momentos do que lembranças de qndo estivem com uma babá ou com a avó por exemplo. Se cada um tiver como base um ambiente sadio como eu tive, não vai crescer achando que se resolve tudo na pancada e que se vc comer tudo o que quiser o quanto quiser vc não terá problemas de saúde.
 Guilherme Heinzelmann Benta
 Enviado em: 01/03/2010 17:58:17
Não li os outros comentários e não tenho tempo para escrever tudo o que gostaria agora, sendo assim, fica aqui minha pequena mensagem: Turma da Mônica foi criada em 1959, pouco antes da ditadura militar; as inspirações foram os filhos, pequenos detalhes adicionados como máxima das personagens; o tempo passou mas as personagens não mudaram a personalidade, possivelmente por medo de perder o encanto ou coisa parecida; o cascão sempre foi do reciclo, é um cara que antes curtia lixo podre e nojento do lixão, mas agora adora material reciclado; o cebolinha "é" criativo. Falaram de inteligencia e tals, como não considerar todas as idéias para os planos? Abraços! Continuem escrevendo e lendo! Adorei o texto Guiga
 Rafael Kuvasney Marcolin Kuvasney Marcolin
 Enviado em: 01/03/2010 18:02:31
Espero que este texto todo seja uma grande brincadeira.
 Caroline Mancini
 Enviado em: 01/03/2010 18:10:17
Bulling não é um problema da escola, é problema da falta de uma educação sadia em casa, falta da presença do diálogo com os pais tornam crianças violentas e não revistas em quadrinhos que mostram de forma sutil o que é certo e o que é errado e estimulam o cérebro das crianças a analisar essas situações. Sou de uma geração oitentista que não tinha internet: tinha programas voltados à crianças na Cultura, tinha novela das 8 com a família reunida e tinha assinatura da Turma da Mônica. Sofri bulling na escola? Sofri sim, apanhei feio do menino que era criado pela babá e me odiava porque meu pai ia me buscar todo dia na escola. Será que ficamos tão CHATOS assim com o tempo a ponto de não podermos dar educação para as crianças DENTRO DE CASA? Será que ficamos tão HIPÓCRITAS a ponto de esquecer o quanto essas revistas fizeram a nossa diversão durante toda a infância? Sserá que ficamos tão BURROS a ponto de perceber que a TV e a internet praticamente não tem conteúdo de qualidade para crianças? E por fim, será que ficamos tão BITOLADOS no trabalho, na vida online e no nosso mundinho, que esquecemos de reservar um tempo pra cuidar dos nosso filhos? Pense sobre antes de escrever barbáries sobre quem fica "cuidando do seu filho" enquanto você trabalha.
 Marcio Caparica
 Enviado em: 01/03/2010 18:10:40
Um artigo sem alegria de alguém que não sacou que os quadrinhos são a área onde se PODE exagerar. E ignora todos os valores de amizade e justiça (e bom humor!) que a Turma da Mônica ensina às crianças faz tantas décadas. E, antes de se meter a escrever em inglês, aprenda: é bullying, com Y, não bulling. Volte pro Yazigi.
 Fernando Troller
 Enviado em: 01/03/2010 18:12:42
O que eu nunca deixarei uma criança minha ler seria algo deste senhor. O dito parte de clichês e panfletes de primeiro anistas do colegial, pseudo marxistas, que nunca conseguiriam passar da metade d O capital por não terem capacidades cognitivas para tanto. Enfim... o dito senhor parte dos clichês marxistas do seu escritório de funcionário público, que nunca passou perto do "campesinato" (LOL) para chamar o Maurício de Sousa de ... polimorfo de Walt Disney? Toda a cascata florista-socialista-pseudo-marxista tem tornado nossa sociedade um lugar mais lindo, agradável, onde todos se amam. E tudo isso por conta do fim da violência nos gibis! acreditam? A vida no Brasil, nos anos 50 era terrível! felizmente Fidel Castro desceu a terra para nos Salvar
 Rafael Marques
 Enviado em: 01/03/2010 18:13:00
Tem uma câmera escondida aqui!!? Pq esse texto só pode ser uma pegadinha do malandro! Sem comentários!!
 Matheus Simonato
 Enviado em: 01/03/2010 18:13:12
1 - Calvin uma vez imagina que explode sua escola com um F-4. 2 - Calvin repetidas vezes sai na porrada com Haroldo. 3 - Uma das diversões favoritas de Calvin é inventar apelidos pra Susie. 4 - Outra das diversões de Calvin é jogar balões d água em Susie. 5 - A maioria dos bonecos de neve de Calvin retratam situações violentas, como bonecos sem cabeça. Ou seja, você não faz ideia do que você está falando. Enfie sua cabeça num balde (algo que é repetido diversas vezes por Calvin).
 Fábio Marchi
 Enviado em: 01/03/2010 18:17:00
[ ] Meo Deos, estava demorando para essa onda de politicamente correto chgar na Turma da Mônica. Tenho 36 anos, cresci lendo esses quadrinhos, assim como todos os da Disney, assistindo os "violentos" Tom & Jerry e Pernalonga e nem por isso me tonei um pitbull ou um sociopata. Ninguém é retardado. O ser humano adora esterótipos para se divertir. Agora ficar pensando que uma criança vai querercomer como a Magali e não engordar como ela...ah, Maurício de Sousa é o responsável pela epidemia de anorexia no mundo, né? Afinal, as histórias da Turma são exportadas para dezenas de países, né? Na boa, cara. Vai pensar no que fazer. Ou então fique assistindo so Teletubbies - esse sim - tá mais para o seu perfil. Quanto mais politicamente correto o mundo fica, menos humano ele é.
 Ricardo Senise
 Enviado em: 01/03/2010 18:19:17
O mundo está mesmo muito chato, e este texto vem confirmar isso. Vamos acabar com o samba, pois madame não gosta que ninguém sambe. Vamos acabar com o humor, porque algumas pessoas não tem capacidade de entendê-lo.
 Anna anna.carol
 Enviado em: 01/03/2010 18:20:10
Sempre achei que os personagens da turma da monica eram mais sem-graca do que os que voce citou. Esses personagem sempre se encontram na mesma situacao. Cebolinha bolando planos infaliveis, cascao com medo do banho, monica batendo nos meninos. Se a historia foge disso, nao há historia. Ao contrario dos outros personagens, bem mais interessantes. Mas confesso que nunca havia pensado no sentido exposto no texto. Parabens pelo texto
 Luiz Nascimento Jr
 Enviado em: 01/03/2010 18:28:44
PELO AMOR DE DEUS!!! Como diria o Simão: QUEREM TUCANAR OS QUADRINHOS!??? A turma da mônica está a cada dia mais politicamente correta. Tanto que já está ficando chato. Alguém peça pro nosso amigo ler alguns dos mais recentes quadrinho? NEM PERCAM O TEMPO DE VOCÊS LENDO ESSE TEXTO! É um voto a censura, e aos bons e chatos costumes.
 Alessandra Neves
 Enviado em: 01/03/2010 18:28:57
Simples assim: cresci lendo e colecionando gibis da turma da mônica; sofri bulling na escola; nunca respondi com violência. que texto engraçado.
 iara avila
 Enviado em: 01/03/2010 18:30:57
costumo ser muito elegante nos meus comentários, mas devo dizer que nunca li tanta baboseira junta, parece psicologia da revista Nova. A turma da Mônica tem mais ou menos a minha idade, cresci lendo. A intenção do Maurício de Sousa era reproduzir o pr´prio universo infantil e a o das filhas, Monica e Magali, Cascão e Cebolinha como são personagens, e isso é recurso narrativo, exageram em características da 1ª infância, um não gosta de tomar banho, outro fala errado, ainda está aprendendo. Note que a turma nem está na escola ainda, naquela época só ia p/ escola depois dos 5 anos. Crianças pequenas são briguentas, a turma tem um mais mandão, etc. O termo bullying nem existia naquela época e as crianças já se chamavam de feias e bobas. Falta ao autor do texto conhecimento da história do autor dos personagens (o Maurício), de estruturação de texto ( exacerbar característica de personagem é comum para crianças pequenas) e de contextualização na época. Hoje na Monica há cadeirantes, outra criança com deficiência visual, antes disso houve o Gugu que ao contrário da Magali ñ comia nada ( comum em certa fase da infância). Tb houve o personagem do contra, comportamento comum em crianças até os 7 anos (fase de reafirmação da personalidade e quebra da simbiose com a mãe). Será que o autor do texto ia indicar que aplicássemos algum tratamento psicológico a fases comuns da infância?
 Nando Viana
 Enviado em: 01/03/2010 18:33:10
Mais um destes textos jornalísticos em que a tônica é encontrar polêmica em qualquer coisa.
 Daniel Angione
 Enviado em: 01/03/2010 18:35:16
A velha e clássica tentativa do pseudo-intelectual frustrado de tentar criar polêmica ao redor de uma receita de sucesso ([ ]) utilizando de algo que ele mesmo condena: Clichês. O que você trouxe aqui não é nada mais do que uma análise sem nexo forrada de clichês sociais sobre um artista que está num patamar muito, muito acima do seu. Sinto muito - por você.
 Marcelo Pimentel
 Enviado em: 01/03/2010 18:40:56
Sr. Dioclécio Luz, É uma vergonha uma faculdade ter alguma vez entregado um diploma a voce, considerando o senhor um jornalista, ou qualquer outra formação. Aqui sim esta a verdadeira crise na educação brasileiro, por artigos como este. O senhor não passa de uma verdadeira piada de mau-gosto, e é lamentavel artigos como este receberem espaço em um site que se diz ser o "observatorio da imprensa". A sua eficiencia e inteligencia jornalistica é comparavel a imprensa que cobre diariamente as "fofocas de artistas". Lamentavel e deploravel, Fica registrado meu repudio a este autor e este artigo.
 Bruno Alves
 Enviado em: 01/03/2010 18:41:13
Esse tipo de análise esquerdista circa anos 60/70 já saiu de moda e parece que esqueceram de avisar ao autor. Essas ligações mirabolantes da violência da Mônica com o incentivo ao bulliyng, com uma representação do imperialismo, de mascarar a obesidade... teoria da conspiração é pouco. Mas o que chama a atenção e desacredita o artigo é a falta de dados que comprovem suas afirmações. Houve uma pesquisa por parte do autor? De onde ele tira tantas verdades? Finalizando, entre amigos e familiares posso apontar pelo menos quinze pessoas que cresceram lendo quadrinhos, inclusive se alfabetizando através dos mesmos - como aconteceu comigo. E em nenhum deles esses aspectos funestos alardeados pelo autor vieram à tona.
 Fernando Troller
 Enviado em: 01/03/2010 18:42:16
Olha, ainda bem que não estou na tua banca de mestrado. Eu te mandaria de volta ao colegial. E mandaria ler 3x o Capital. Aliás, continuaria lendo até entender do que o livro se trata
 Felipe Bruni
 Enviado em: 01/03/2010 18:47:23
O Sr. Dioclécio Luz deve estar sofrendo de um mal muito grande de "falta do que fazer" pra escrever uma barbaridade dessas. Só isso justificaria tamanha besteira que acabei de ler agora. Cresci lendo as histórias da Turma da Mônica e nem por isso saí batendo nos outros para resolver meus problemas, nem comendo em exagero, nem trocando o R pelo L e muito menos deixando de tomar banho. Aliás, desconheço alguém que tenha feito isso. Se a intenção do texto era (e é óbvio que era) causar polêmica, conseguiu. Mas se a intenção do autor era NÃO se passar por ridículo, nessa ele falhou miseravelmente. O discurso do "politicamente correto" até que demorou a chegar aos gibis. Era só o que me faltava. Daqui a pouco seremos obrigados a ler gibis onde personagens são puritanos que frequentam a igreja diariamente, não comem carne, não poluem, não mentem... As pessoas precisam entender o limite entre o real e a ficção ou seremos obrigados a viver em bolhas daqui pra frente.
 Wallace Pereira
 Enviado em: 01/03/2010 18:50:07
Assim como quase todos aqui, eu cresci lendo histórias da Turma da Mônica e confesso que nunca parei para olhar por esse ponto de vista. Um pouco exagerado, segundo minha opinião, porém um ótimo texto. Parabéns!
 Edde Wagner Aguiar
 Enviado em: 01/03/2010 18:50:50
Quanta bobagem, meu Deus!!! O autor provavalemente não tem filhos. Ou é muito jovem, cheio de preconceitos!... Não podemos criar nossos filhos em uma redoma, não. Eles têm que resolver seus próprios conflitos, adquirir identidade. Mostrar só o argh politicamente correto é mentir para eles, pois o mundo não é assim!! Além do mais, opúblico da Turma da Mônica nã é apenas infantil, vide as comunidades no Orkut da turminha!...
 Hugo Ledig
 Enviado em: 01/03/2010 18:50:53
Embora você saiba defender com afinco seu ponto de vista, peca pela ignorância aos olhos dos mais observadores. "Ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo..." Franjinha e Zé Luís simplesmente não existem, no caso. "...sensível, cuidadoso, gentil, amável." Tudo bem que o Nimbus é um personagem pouco expressivo, mas só o seu desconhecimento sobre ele e os outros já denuncia uma visão rasa e parcial. Estou com preguiça de dissecar o resto, apenas ressaltei as falhas mais óbvias da sua argumentação. Além disso, por ser bem elaborado, o texto disfarça bem a intenção de troll.
 jose roberto Vieira
 Enviado em: 01/03/2010 18:52:54
eu já li coisas ruins na net, mas essa se superou
 Filipe Araújo
 Enviado em: 01/03/2010 18:54:04
Obviamente este artigo é uma brincadeira, né? Não pode ser sério não pode ser algo sério.
 Thais Paradella
 Enviado em: 01/03/2010 18:55:02
Cresci lendo Turma da Mônica...Nem por isso nunca fiquei sem tomar banho, nem trocando R por L, nem saí por aí com um coelhinho de pelúcia batendo nos outros...Mas como já disseram aqui: o texto é tão bom, q nem consegui terminar de ler. Não vale a pena e este texto é um grande amontoado de besteiras . Bem por aí mesmo!
 Thiago Schmidt
 Enviado em: 01/03/2010 18:55:50
Hahahahahahaha. Foi quase tão engraçado quanto o Ruy Goiaba: http://puragoiaba.blogspot.com/2004/06/para-ler-turma-da-mnica.html
 Roberta Machado
 Enviado em: 01/03/2010 19:00:53
Me entristece ler um texto tão precipitado e mal informado como esse aqui no Observatório. São casos como esse que acabam com a fama dos jornalistas e os fazem parecer reacionários críticos sem fundamentos. como dizer que "ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável"?! Franjinha é cientista, Marina, uma artista plástica talentosa, Cascão, além de não tomar banho, é um menino de origem humilde que ensina às crianças como dar valor ao que têm. Mônica é uma garota meiga, cheia de vontade de ajudar aos outros, e o Chico Bento é um menino esforçado, que ama a natureza. Quem leu qualquer revistinha da Turma da Mônica nos últimos 5 anos sabe que Maurício de Souza fez questão de dar personalidade até a personagens antes secundários, como o Xaveco. Importante frisar que Mafalda não pode de forma alguma ser comparada com a Mônica, já que não é feita para crianças. Crianças são assim: não gostam de tomar banho, comem e não engordam (acontece), brigam na rua. Isso faz parte da infância. A mensagem passada pela Mônica para as crianças sempre foi de amor e amizade, nucna de violência. Msotrar crianças diferentes (hoje há personagens até mesmo deficientes), não é incentivo ao Bullying, é valorização à diversiade.
 Márcio Garoni
 Enviado em: 01/03/2010 19:02:03
Dar exemplos politicamente corretos não é, nem nunca foi, função dos desenhos animados ou personagens infantis. Quase tudo o que o colunista disse faz sentido, mas colocar Turma da Mônica no pelourinho não faz muito sentido, comparando com outras coisas que vemos por aí. Mudando de assunto, eu prefiro o Snoopy ;)
 pablo gomes
 Enviado em: 01/03/2010 19:02:41
nunca leu Turma da Mônica. pra compensar: http://www.revistaogrito.com/page/2008/09/rainha
-do-maracatu-roubada-de-ouro-eu-amo-o-mauricio-de-souza/
 e http://www.revistaogrito.com/page/2008/10/rainha-do-maracatu-roubada-de-ouro-
carta-aberta-para-amantes-de-hqs-sobre-o-dia-em-que-mauricio-de-sousa-me-leu/
 
 Allan Carvalho
 Enviado em: 01/03/2010 19:04:08
O texto é de um exagero homérico. O fato da violência ser ou não citada nos gibis de Mauricio de Souza, não impede que ela exista. Cresci lendo Turma da Mônica e sofri bully na escola por muito tempo... nunca tentei resolver ou me defender NA PORRADA. A "face violenta" de Mônica, só me remete a bons fatores... de mulher forte, que não aceita o que lhe é imposto. Afinal, apesar de ser baixinha, dentuça e briguenta, ainda arranca suspiros de uma possível paixão secreta por parte do Cebolinha. Por favor, deixem as crianças serem crianças, nunca incentivaria meus filhos (quando os tiver hahaha) a passar horas a fio na Internet lendo Calvin ou Mafalda. Acho que alguém andou se empolgando demais na hora de pensar...
 William Aoqui
 Enviado em: 01/03/2010 19:06:44
Ao ler este texto percebi que a pessoa não conhece a fundo a Turma da Mônica focando apenas em alguns estereótipos sem levar em conta o conteúdo de toda obra do Maurício. Quando o autor fala "O outro aspecto a se observar na Turma da Mônica é o abuso dos clichês. Pelo menos três personagens são clichês: Mônica, como se viu, a que resolve as coisas na porrada; Cascão, que odeia água; Magali, a comilona. Antes de tudo, note-se que são clichês negativos. Ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável, isto é, por qualidades humanas, por virtudes humanas..." - ele prova que não conhece a turma da Mônica falando que "ninguém da turma" é conhecido por aquelas características listadas. Basta citarmos o Horácio que é um dinossauro bastante sensível e coerente com suas reflexões e pensamentos; o Franjinha que é conhecido pela sua inteligência em inventar coisas; o Cebolinha que é bastante criativo fora as divagações do Dudu... Além de muitos outros exemplos. Acho que antes de divulgar um artigo desta envergadura na net espera-se que pelo menos o autor saiba a fundo sobre o assunto que escolheu discutir...
 Paulo Santoro
 Enviado em: 01/03/2010 19:14:45
Nossa! O autor já está passando tanto vexame que eu não vou acrescentar mais nada! É importante, sim, criticar o senso comum - com coerência. Desse jeito, só dando vexame...
 Caroll Marinho
 Enviado em: 01/03/2010 19:20:18
Gente... esse texto infeliz não merece nem comentário. Se a turma da mônica realmente tivesse má influência na vida das crianças praticamente 80% dos brasileiros seriam psicopatas violentos que não gostam de tomar banho. Ah! Faça-me o favor!
 Allan Carvalho
 Enviado em: 01/03/2010 19:21:22
Em caso de textos como esse, é de extrema importância, a leitura dos comentários. Estou lendo aqui e muita GENTE apontou ótimos pontos que me fizeram encarar o tema por diversas visões diferentes. Assim se forma a opinião. O irredutível converge a ignorância.
 Fred Lin.
 Enviado em: 01/03/2010 19:44:56
Toin! Pluft! Plact! Não acho tão válido tecer um comentátio tendo a mim mesmo como próprio exemplo. Mas como eu li muitos quadrinhos da Turma da Mônica na infância e hoje defendo muito os princípios da não-violência, dou-me a liberdade de fazê-lo. Eu nunca vi tanta forçação de barra em tão pouco espaço. Um artigo com uma sequência de sofismas e preconceitos.... Lamentável mesmo. Fico imaginando se o senhor tem filhos e se dá para eles apenas brinquedos educativos, só os leva a passeios educativos, só tem conversas educativas, se só os apresenta para pessoas educativas, só os deixam comer alimentos com sabores educativos, se pintou a cor do quarto deles com um tom bem educativo, se as roupas deles são educativas e se já pensa em levá-los a um terapeuta só por que eles chegaram em casa contando a histórinha do lobo mau. Mas se essa coluna foi mesmo de brincadeirinha, adorei, pois gosto de sarcasmo e ironias, quando bem empregados. Semana que vem, escreva um texto sobre o Chaves. A Chiquinha bate no Quico, coitadinho. E o Chaves, tão pobre, vive num barril, bem diante da bruxa do 71. Olha, daria uma tese!
 Pedro Palazzo
 Enviado em: 01/03/2010 20:08:14
É preciso não ideologizar tudo, caro senhor Luz. Sua ótica parece decretar o fim da infância.
 Marcos Napier
 Enviado em: 01/03/2010 20:14:57
Concordo com tudo o que foi dito aqui, principalmente com o que disse o Edmilson, também daqui de BH. Depois ainda se discute a necessidade de diploma para o curso de Jornalismo. De que adianta um diploma, quando se escreve tanta besteira quanto o que foi escrito nesse texto, besteiras essas respaldadas por um diploma qualquer? Me parece que o autor, seja lá por qual motivo for, resolveu escrever um artigo "moderno", e escolheu uma palavra que está na moda, e salpicou aqui e ali alguns comentários "fora Yankees do mal", pra que a turminha do boteco de jornalistas o respeite e ao menos termine de ler o texto. Já vi gente escrevendo sobre BBB e outras bobagens com muito mais capacidade do que esse cidadão, sinceramente.
 Naicke Lopes
 Enviado em: 01/03/2010 20:48:59
Se a intenção era fazer rir o senhor Dioclécio conseguiu. Imagino o texto que ele faria se resolvesse falar do desenho Pica-Pau. Quanta baboseira!!!! Nunca foi criança Dioclécio???
 Isabelly Trancoso
 Enviado em: 01/03/2010 20:54:30
Acho que esta Cart Aberta ao Sr. Dioclécio Luz (por Rob Gordon, JORNALISTA) detalha tudo muito bem: http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/03/carta-aberta-ao-sr-dioclecio-luz.html
 Marco Antonio Araujo
 Enviado em: 01/03/2010 21:07:07
O autor, por alguma motivo desconhecido, tenta de todas as maneiras desqualificar e desmoralizar a obra brasileira. Porém, o que me causa estranheza, é que ele não conhece a fundo seus personagens e traça perfis superficiais, na tentativa de polemizar. Na Turma da Mônica há personagens inteligentes, criativos, sensíveis e tudo mais. Será que ele não conhece o gênio Franjinha? Talvez desconheça também o perfil gentil do Anjinho ou até das atitudes independentes de uma mulher moderna como a personagem Tina. A própria Mônica mostra-se uma personagem carinhosa, que valoriza a amizade e só reage violentamente quando insultada. Comportamento inspirado no de sua própria filha - homônima. Há ainda o respeito aos animais e Chico Bento é um dos mais simpáticos personagens, e usa de vários artifícios honestos para conquistar Rosinha, a bela garotinha do campo também. Acho que o autor desta coluna cometeu vários equívocos e mostrou-se desconhecedor da obra, causando constrangimento para os admiradores da Turma da Mônica e demais trabalhos do empresário-cartunista.
 Pedro Lucas Vasconcellos
 Enviado em: 01/03/2010 21:23:46
Nunca li tanta besteira junta em um texto só, li por alto os comentários, e não vi nenhum favorável ao texto... Não sei se o sr, Luz é jornalista, se for, me envergonho de também se-lo. Uma resposta a esse texto está em um excelente blog: http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/03/carta-aberta-ao-sr-dioclecio-luz.html Vale a pena ler. Posso rebater ponto por ponto, mas não tem necessidade, espero que seja uma brincadeira.
 Marcello Mussarela
 Enviado em: 01/03/2010 21:27:09
Minha nossa, tinha tanta coisa para dizer depois de ler esse texto, mas fico feliz ao ver que tudo que senti e queria expressar já havio sido feito em diversos comentários. A Turma da Mônica fez parte da minha infância, a considero um orgulho brazuca e faço questão que meus filhos a conheçam.
 claudia pires
 Enviado em: 01/03/2010 21:29:12
Cresci lendo as revistinhas da Turma da Mônica e sou contra a violência. Meus sobrinhos adoram as historinhas e nunca tiveram problemas com violência. Dizer que uma revistinha em quadrinhos vai forjar o caráter de alguém é dar muito valor para uma mídia em detrimento de outros fatores como família, escola e amigos. Ao mesmo tempo, é dar pouco valor à complexidade do ser humano que não tem sua personalidade formada apenas pela leitura de revistinhas, videogames, filmes ou música. Crianças problemáticas e violentas, que o sejam por qualquer motivo como falta de unidade familiar, agressões e abusos por parte de adultos, ou problemas mais profundos, não terão seus problemas resolvidos pela simples leitura de historinhas politicamente corretas, mesmo porque, na maioria dos casos, essas crianças têm problemas de concentração, impedindo que fiquem lendo qualquer coisa. Da mesma forma, uma criança bem estruturada sabe diferenciar a fantasia das historinhas da realidade. Dizer o contrário, como eu já disse, é diminuir a capacidade da própria criança.
 Rafael Rodrigues
 Enviado em: 01/03/2010 21:56:28
Muito me admira o Observatório da Imprensa dar espaço a um artigo tão ridículo como esse. É triste.
 Renato Marsolla
 Enviado em: 01/03/2010 22:32:16
Desconheço o autor citado na matéria. Conheco sim Mauricio de Sousa (sem acento e com "s"), este sim criador da turma da Mônica. Não faz mal a ninguém se informar antes de escrever qualquer coisa.
 Marcelo Silvestre
 Enviado em: 01/03/2010 22:50:48
Na verdade, amigo Rafael, acho que o OI tinha a obrigação de publicar esse artigo. Isso expôs o autor e o obrigou a ouvir o contraditório. O que mais me incomoda no OI e em outros sites da Internet é que a seção de comentários existe justamente para que se crie um debate. Mas RARAMENTE o autor participa desse debate, rebatendo as críticas e esclarecendo seu ponto de vista. Acho que o autor do texto poderia muito bem se manifestar por aqui depois de tantos comentários criticando-o. Isso sim enriqueceria o debate.
 Luis Carlos Ferreira Teixeira
 Enviado em: 01/03/2010 23:03:38
Desculpe, não consegui ler este troço até o final. É muita vontade de aparecer. A não ser que isso seja uma brincadeira, como o do Ruygoiaba. Mas não creio que seja. Como o OI deixa publicar um troço desse? Isto não é polemitizar, isto é bancar o palhaço.
 Isabella Ianelli
 Enviado em: 01/03/2010 23:12:05
Caro Dioclécio, Tenho muito a escrever sobre seu comentário, mas realmente prefiro falar sobre em meu blog... Sugiro que o senhor, que também é acadêmico, leia os estudos feitos por Ilan Brenman. Ilan é doutor em educação pela USP, contador de histórias e estudou, entre outras coisas, o politicamente correto nas canções de ninar e nas histórias infantis. Um panorama de seus estudos e você já entenderia toda esta questão que citou em seu artigo no universo infantil... Sua importância etc. Isabella http://www.isabellices.com
 Raquel Sodré
 Enviado em: 01/03/2010 23:35:41
Desde quando o OI deixou de ser um site sério e começou a abrir espaço para tamanho impropério? Falando diretamente ao Sr. Luz: meu caro, julgo ser pretensão de sua parte e também inapropriado o título de Jornalista para alguém que usa das palavras para defender uma ideia sem a menor preocupação com a pesquisa, com a apuração. Não vou começar aqui uma discussão sobre a tal objetividade jornalística, pois acredito ser um tema muito avançado para alguém com nível tão básico de conhecimentos na área, mas sugiro veementemente que o senhor comece a se interessar pelo tema. Já com relação ao artigo, digo apenas que não mereceu em absoluto o tempo que gastei - sim, o termo é "gastar", já que não me acrescentou em nada - para lê-lo. Cada frase, cada ideia pode ser rebatida com argumentos muito mais fortes e cabíveis. Além disso, não entendi o gancho do artigo e de onde o Sr. Luz retirou as informações usadas para escrever a "obra", visto que não foi das histórias de Maurício de Souza. Por fim, afirmo que aprendi a ler com a Turma da Mônica e fui assinante da revista por 14 anos. Atualmente, sou uma das pessoas mais centradas que conheço - com perdão da falta de modéstia.
 Airon Souza
 Enviado em: 02/03/2010 00:09:08
Poucas vezes li um texto tão equivocado como este. Ele é tão desprovido de nexo que nem me darei o luxo de tecer comentários mais aprofundados sobre estas falácias. Em todo caso, alguém mais paciente teve a luz suficiente para destroçar isto que o Sr. nomeia como "artigo", ponto a ponto. Sugiro uma leitura atenta: http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/03/carta-aberta-ao-sr-dioclecio-luz.html
 Alexandre Montagna
 Enviado em: 02/03/2010 00:17:09
Achei interessante o trabalho de dissertação do autor Dioclécio Luz. Entretanto, devo registrar minha opinião de que há uma dose de exagero. Há, vejo, um excesso de zelo pelo que é politicamente correto ou adequado. Cresci lendo abundantemente Turma da Mônica e jamais tive quaisquer desvios ou problemas comportamentais por isso. Defenderei arduamente o desenhista Maurício de Souza porque ele fez um trabalho excelente com sua arte, e também porque ele é nosso, é do Brasil. E qualquer brasileiro que ofenda ou apenas não incentive este respeitado desenhista cai no meu conceito. Em tempos de autoafirmação sócio-econômica e cultural do Brasil perante as Américas e o restante do mundo, é de se surpreender que fiquemos buscando chifres defeituosos em nossa cabeça de cavalo nacional. Maurício de Souza exporta arte brasileira para fora, e isso não é pouca coisa! Devemos prestar uma aceitação quase (quase) incondicional a ele por isso, afinal, "os irmãos devem ser unidos, senão, devoram-nos os de fora" (Martín Fierro). Entretanto, quero também deixar claro que não crucifico o autor. Todos têm direito à uma opinião e, mesmo quando ela é rechaçada quase pela totalidade dos ouvintes, ela pode ter um ponto parcialmente válido, e deve ser - ainda que dificilmente - respeitada.
 Elton Carvalhal
 Enviado em: 02/03/2010 00:36:41
Lamento muito uma abordagem como essa que foi feita. Ela me leva a crer que seu autor ou não leu os gibis que citou ou simplesmente tem algo contra a Mauricio de Souza Produções da qual tanto falou. A prioridade de uma revista em quadrinho é divertir e não educar. Educação é um processo muito mais complexo. As influências das personagens não podem ser descartadas, mas jamais superestimadas como o texto faz. Fui criança, adolescente e sou adulto. Jamais deixei de ler os quadrinhos da Mônica. Sempre adorei a todos. Por que? Porque as crianças de Mauricio de Souza são as nossas crianças. Não há um só personagem da turma que em algum momento não se pareceu (ou parece) com alguém que conheci ou conheço ainda. Sobre lições de caráter? Leia mais a revista. Vai ver muita boa relacionada a aprender com erros, a respeito aos pais, a amizade. É uma turma. Uma turma de amigos. A Mônica, valentona e espancadora, o Cebolinha com sua dicção ruim, o Cascão com seu fedor e a Magali com sua gula estão em harmonia. Diferentes cheios de altos e baixos, mas sempre amigos e fieis as amizades. Turma da Mônica jovem. Esses desvios que tanto criticou foram bastante amenizados na nova turma. Ah, sim, leio e apoio a leitura. A Mônica me ensinou a gostar de ler e faz o mesmo com minha sobrinha. Seja a menina ou a adolescente. Leia mais a revistinha. Depois repense o que disse.
 Cristiana Castro
 Enviado em: 02/03/2010 00:53:12
Essa onda do politicamente correto é esquisita mesmo pq acaba criando situações hilárias. Há um tempo atrás li algo sobre o Pato Donald não usar calças. Céus, eu tenho 44 anos e NUNCA tinha me dado conta do quão pornográfico era o pobre do pato mal humorado. Batman e Robin, tb tiveram problemas, hummmmm o menino morando com o cara e nem é parente nem nada,aí tem... Eu pergunto qual de nós, algum dia imaginou que Batman desse uns pegas em Robin? o pessoal tá meio confuso, é como se tivessem a obrigação de dar conta de uma falta de educação absoluta sem, no entanto, fazer referência a educação básica. A culpa vai ter que ser de alguém ou de alguma coisa. Como já comentaram aqui mais de quinhentas vezes, bullyng é trazido de casa. De qq forma, o texto é bom pq,procura localizar a origem de um problema. Se já sabemos que não está na Turma do Limoeiro, ótimo. A investigação, continua.
 liandro brito
 Enviado em: 02/03/2010 08:56:35
a minha infancia inteira foi lendo as historinhas da turma da monica. tenho a certeza que não aprendi nenhum dos seus "supostos" ensinamentos como: tudo se resolve na porrada. acredito que o autor está bem equivocado ou ele foi o único que sofreu algum trauma na infancia ao ler as historinhas.
 Bianca Coelho Machado
 Enviado em: 02/03/2010 09:10:20
Salvem as crianças da má, ou melhor, péssima influência da Turma da Mônica... Mas espera aí, eu SEMPRE E ATÉ HOJE li e leio a Turma da Mônica e nunca fui influenciada a resolver tudo na porrada... Pelo contrário, sempre tive a turminha como exemplo, por sinal, aprendi a gostar de ler com eles e incentivo os filhos dos meus amigos a ler a turminha... Dioclécio, acho que você é meio louco, ops, uma personagem da turminha. Desculpe, não queria lhe "destratar" desse jeito... Salvem a internet de textos assim...
 rodrigo mello campos
 Enviado em: 02/03/2010 09:12:40
Até que enfim alguém com coragem de falar o que pensa sobre o Império da Mauricio de Sousa Produções. Poxa, não dá pra falar que o cara é oportunista, só faz as crianças repetirem velhos discursos sem base, do tipo: Jogue lixo no lixo mas nunca questione porque alguns paises industrializados não assinaram o protocolo de Kyoto. A grande sacada do Mauricio é ter criado uma mega empresa, [ ]. E a falta de incentivo para publicar HQs com temas diferentes no Brasil? E os terríveis entraves a distibuição da literatura. Acredito que ao invés de ficar somente idolatrando a Turma da Mônica, o brasileiro e sua mídia deveriam procurar e incentivar os novos artistas. Só o que falta o pessoal falar que a HQ da "Xuxinha" tem importância intelectual...
 Marcela Gomes
 Enviado em: 02/03/2010 09:16:32
Li e leio os gibis da turma da Monica, desde sempre. Foi a primeira revista que comprei para os meus filhos, que também lêem. De modo algum me tornei algo "ruim" por ler as histórias do Maurício de Souza e, como eu, meus amigos e colegas também são excelentes seres humanos, que cresceram com valores éticos, passados, sim, por essas revistas. Espero que meus filhos os apreendam, também, com a ajuda das histórias da turma da Mônica. Dito isso, nunca li uma crítica tão absurda, tão sem fundamento... essa onda do "politicamente correto" parece cegar até aqueles que se julgam visionários, que julgam ver além do que os "pobres mortais" enxergam. Uma pena.
 Felipe Fonseca
 Enviado em: 02/03/2010 09:56:11
A vantagem da Turma da Mônica é que não há realismo ali, pois anjos convivem com humanos, não há sangue, tudo é fantasia [que eu considero da melhor qualidade]. As história não são refinadas como as do "Calvin & Hobbes", mas estão mais próximas das crianças, têm apelo mais infantil. Não vejo como mau exemplo. Aliás, se eu tivesse filho, ele com certeza leria os gibis da Turma da Mônica, prática que herdei de minha mãe e que me introduziu no mundo da leitura.
 RafaelMedina
 Enviado em: 02/03/2010 10:36:46
Antes de mais nada, acho um desperdício o Observatório abrir espaço para um texto como esse. Mas enfim, bem-vindas são as diferenças. Não quero me alongar muito, mesmo por que muita coisa que gostaria de falar já foi dita. Mas o que é relevante reforçar é o caráter tosco do texto em ser moralista e politicamente correto... ARGH!!! Veja bem, referente a violência da Mônica, acho muito mais saudável, didático e legítimo a personagem utilizar um coelho de pelúcia para se defender de agressões verbais e, dessa forma, se posicionar contra tais atitudes do que se esconder pelo canto e levar essa dor para longe. Dor esta que certamente acarretará em traumas tardiamente, provocando atitudes "piores" que simples coelhadas. Ah, mas você gostaria que ela convocasse o Sr. Cascão e Sr. Cebolinha para discutir o assunto, correto? Ora, Sr. Dioclécio Luz, será que o senhor nunca foi criança??
 Renato Félix
 Enviado em: 02/03/2010 10:40:21
O ser humano sempre me surpreende com o grau de ridículo ao qual consegue chegar. Esse texto vai para a coleção dos mais-mais bobalhões da internet.
 Vinicius Duarte
 Enviado em: 02/03/2010 10:46:24
Consertando a Turma da Mônica, uma "releitura" de Dioclécio Luz: Mônica: por seu comportamento explosivo, seus pais a mandam para uma terapia alternativa, à base de Florais e comida macrobiótica; ela se converte ao Hare Krishna e brinca com os filhos de Nando Reis. Cebolinha: após incontáveis sessões de fonoaudiologia, passa o tempo todo imitando Galvão Bueno no campinho da Rua do Limoeiro. Cascão: submetido a tratamento hipnótico, perde a "hidrofobia" e sonha em ser médico sanitarista. Chico Bento: estimulado pelos professores, entra para o MST e confisca a goiabeira capitalista do Nhô Lau. Magali: após ser flagrada vomitando o almoço no banheiro, sua mãe descobre a razão de sua magreza e a encaminha para a reabilitação contra bulimia. Bidu e Floquinho: após uma temporada com Cesar Millan (o encantador de cães), voltam com "comportamento calmo e submisso".
 Rafael Arbulu
 Enviado em: 02/03/2010 10:59:51
Sério que existe espaço pra gente assim? Nossa, Turma da Mônica incita violência...desvios comportamentais, wah, wah, wah...daqui a pouco ele diz que é pornografia disfarçada porque a Mônica anda de vestidinho curto. Recomendo ao Sr. Dioclécio que leia o material a ser discutido antes de começar a falar de algo que obviamente não conhece. Opinões sem fundamento como a sua são a razão para que puritanos retrógrados subam ao poder e impeçam uma evolução mais contundente do Brasil. É o mesmo que dizer que videogames são ferramentas de destruição e "emburrecimento" da mente humana. Lamentável é o fato de que o OI dê oportunidade para uma pessoa expor ideias tão mal elaboradas. Outra recomendação: cuidado ao dizer "bullings reverenciados pela Maurício de Sousa". Independemente da referência ser à pessoa ou à empresa, isso pode abrir precedente legal para processo judicial contra você, algo que praticamente todo jornalista tem, mas nenhum gosta de levar. Cresça, e evolua, Sr. Dioclécio. Sem argumentação, simplesmente não rola...
 Luciano Luíz Dos Santos
 Enviado em: 02/03/2010 11:03:22
Hum... que texto mais exagerado... eu fico pensando então o que esse jornalísta escreveria a respeito da minha série em quadrinhos: SAMURAI TCHÊ. Dá uma conferida no blog: samuraitche.blogspot.com Ou no Orkut: Samurai Tchê E divirta-se amigo!!! Pois viloência de verdade, não se encontra nas páginas da Mônica e sim no ST!!!
 Felipe Muanis
 Enviado em: 02/03/2010 11:04:21
Texto infeliz e, este sim, cheio de clichês. Parabéns pela sua leitura de Frederick Wertham e Ariel Dorfman. Aprendeu bem!
 Rafael Arbulu
 Enviado em: 02/03/2010 11:04:48
Faço meu o comentário de Eric: se você cita a Magali como mau exemplo por comer demais, porque não citou o Dudu, que come de menos? Convenhamos, o nosso exemplo é melhor do que o seu, uma vez que corresponde com mais coerência à realidade: quantos pais você conhece que tiveram de segurar os filhos por se empanturrarem? Aposto que não é a mesma quantidade de pais que eu conheço por fazerem seus filhos encherem a pança na marra. Eu mesmo fui uma criança difícil de lidar com comida... Com o perdão da sinceridade, faltou raciocínio aí, hein?
 Fernando Troller
 Enviado em: 02/03/2010 11:54:15
O próximo texto do ilustríssimo será sobre videogames e sua influência nefasta na juventude perdida. Aliás, lembra-se do Aristófanes... No "As Nuvens" o pai reclama que o filho só pensa em cavalos e em arrumar o cabelo... Ah, esse gregos. Sempre prafrentex. Quem observa o observatório? p.s. No quesito caça aos comunistas e defesa do império, prefiro o Capitão América. Isso sim que é hoooooooooomi! p.p.s Dio, depois poste sua dissertação aqui. Pra gente dar mais risadas.
 Bob Mussini
 Enviado em: 02/03/2010 12:05:49
Dioclécio leu a resposta do blogueiro Rob Gordon ? champ-vinyl.blogspot .com Leia, Sr. Dioclécio. E manifeste-se a respeito, se tiver dignidade! É bem pontuada....perfeita! http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/03/carta-aberta-ao-sr-dioclecio-luz.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+champ-vinyl+%28Championship+Vinyl%29
 Jade Meira
 Enviado em: 02/03/2010 13:18:12
Você é o próprio tiozinho chato do politicamente correto menosprezado pela Turma da Mônica. Então Chico Bento pode ser qualquer um? Que mundo maravilhoso vivemos já que todos se preocupam com o meio ambiente, têm a iniciativa de ajudar os outros e se revoltam quanto a injustiças cometidas contra os animais. Isso só para tocar em um de todos os pontos absurdos e superficiais mencionados pelo senhor. Dica: antes de emitir sua opinião, faça uma pesquisa a fundo sobre o assunto. Quando isso não acontece o resultado inevitável são textinhos medíocres e hipócritas como esse que, infelizmente, perdi meu tempo lendo.
 Rodrigo Galhano
 Enviado em: 02/03/2010 14:29:17
Artigo lamentável. Em vez de ler Turma da Mônica, acho que vou incentivar meus (futuros) filhos a assistirem Teletubies e não se tornarem uma pessoa violenta como seu pai, que cresceu lendo esse gibi extremamente violento.
 silvio selva
 Enviado em: 02/03/2010 14:43:31
sou uma das 300 pessoas que leram sua interessante e profunda crítica , penso que neste exato momento, Maurício e toda sua equipe estão pensando em como pedir desculpas para um douto tão culto como o senhor...
 Jefferson Cara
 Enviado em: 02/03/2010 14:51:18
"...há muito tempo é bem mais que um grupo de personagens de Histórias em Quadrinhos (HQ). Estamos tratando de uma marca fazedora de dinheiro..." _____________________________________ Todo talento tem seu preço. O Mauricio de Sousa está apenas fazendo o que muitos fazem. Publicidade. Todos fazem publicidade no Brasil de seus produtos. Curioso a Globo fez propaganda de um estilo musical tão inteligente e interessante para os nossos adolescentes nas suas novelas, o Funk e agora o tal do Rebolation e não aparece nem um jornalista especialista no assunto para falar a respeito.
 Carolina Lindoso
 Enviado em: 02/03/2010 16:20:41
É lamentável ler esse tipo de texto no Observatório. Tio Patinhas como símbolo maior da Disney? Alguém matou o Mickey e não me avisou? E um autor que escreve "salvo engano", numa clara demonstração de falta de informação, ou mesmo uma simples pesquisa (oi, Google?), não merece minha atenção.
 gabriela lima
 Enviado em: 02/03/2010 16:26:41
certamente quem escreveu esse artigo não lê turma da monica. se lesse, não faria um relato tão superficial. todo mundo sabe que a mônica é uma menína altamente sensível e todo mundo sabe que ela gosta do cebolinha, e vice-versa. todo mundo sabe que a magali é uma ótima ouvinte e que o cascão brinca com a imaginação, desprezando brinquedos caros e valores consumistas. todo mundo sabe que o chico bento tem um coração enorme e dá um grande valor a sua família. cada personagem tem suas nuances, e eu poderia descrever aki mesmo a personalidade de cada um. voce fala de bulling, mas ñ sabe que existem personagens deficientes ( um cadeirante, uma cega e um mudo ) e tudo q se mostra é compreensão por parte da turma violenta e sem personalidade jamais sendo discriminados. sinto muito, mas há de se pesquisar mais antes de abortar um tema tão complexo.
 Leonardo Costa
 Enviado em: 02/03/2010 16:35:34
Parece que o autor nunca leu as revistas da turma da Mônica. Fora a falta de pesquisa na elaboração do artigo. Um ponto que não foi citado nos comentários é o fato da Mônica não pratica o bullying, que o autor tanto gosta de citar, na minha opinião ela sofre e se defende. E vamos parar de tratar agora tudo como bullying, crianças são violentas mesmo, se agridem fisíca e verbalmente o tempo todo. A jornalista Érika dos Anjos escreveu um protesto no blog O Quarto Elemento: "Você também leu Turma da Mônica durante toda a vida e não é delinquente? Então, faça como eu e proteste em O quarto elemento!" Acesse www.oquartoelemento.com.br
 Airton Krauniski Krauniski
 Enviado em: 02/03/2010 16:39:54
SR Deoclésio; Repita comigo: Não fui feliz dessa vez. Prometo ser mais feliz na próxima vez... Alguém disse "Fazer sucesso no Brasil é ofensa pessoal" .
 Carol Sousa
 Enviado em: 02/03/2010 16:53:46
Que tristeza de artigo! Melhor ler os HQs da Marvel cujos personagens, ditos super-heróis, são figuras simples e sem nenhuma patologia psicológica! Antes de falar da Turma da Mônica, produto genuinamente brasileiro, vc deveria ao menos ler as histórias! Proteção do meio ambiente, aos animais, o valor à amizade, à família... são uns dos temas que o gibi aborda, sabia? Pois é!
 Ludmila Toledo
 Enviado em: 02/03/2010 16:55:36
É revoltante saber que um senhor que se diz jornalista não teve coragem de fazer uma simples pesquisa para saber se seus argumentos contra as historinhas da turma da mônica são válidos. Aprendi a ler com os gibis, e muitos de meus amigos também e tive a oportunidade de reparar se crianças como meu sobrinho de 10 anos agiam errado por causa das histórias, e nunca conheci algum que tivesse algum tipo de comportamento inadequado por conta das criações do Maurício de Sousa. É mais revoltante ainda saber que instituições como a UnB, mais especificamente a Faculdade de Comunicação deixa alunos como eu, que estou no 3° periodo, assistirem aulas que presumem que sejamos éticos na hora de exercemos nossas profissões, com pessoas como o senhor, que não seguem as premissas básica do jornalismo, que é a apuração dos fatos e a pesquisa. Espero mesmo que isso só aconteça porque querem que não sigamos o exemplo do dignissimo senhor. Sinto vergonha pelas aulas de ética que tive semestre passado, nas quais o Professor Luiz Martins cedeu espaço a alguém que se presta a um desserviço que é esse artigo. Como já disseram, bastava ter lido mais de um gibi pra saber que absolutamente nada do que o senhor escreve condiz com a realidade.
 Fernando Silva
 Enviado em: 02/03/2010 17:13:48
Fico indignado com certos intelectuais que conseguem escrever um "artigo" preconceituoso e tendencioso que apresenta dados incorretos apenas para fazer valer a sua idéia de revoltado. Alguém me fala quando que o Tio Patinhas virou símbolo maior da Disney, por favor? É como um amigo já disse, esse aí deve ser um dos que levantaram a bandeira contra o Pato Donald por que ele não usa calça. Sei que um artigo ruim desse não merecia tanto comentário mas não dá pra ficar calado com gente assim que além de tudo tem espaço para escrever aqui.
 Cláudio Rangel de Oliveira Borges
 Enviado em: 02/03/2010 17:28:35
Dentre os poucos comentários equilibrados que li, estão os da advogada Cristiana Castro, do cartunista Rodrigo Mello Campos e do músico Wallace Lima. É curioso notar que a maioria aqui defende ideias com base na propalada "liberdade de expressão", mas destila enorme intolerância para com o articulista. Já li Turma da Mônica e tenho dúvidas se uma pessoa vai se tornar "má" ao lê-la, mas vamos deixar de hipocrisia: a produção de Mauricio de Sousa há muito tempo é medíocre! O fato de ser "bom" termos um cartunista "do Brasil" não faz com que o profissional seja automaticamente bom, por isso. ("Em terra de cego...") A equipe dele está tão sem ideias que já inventou um site chamado Fábrica de Quadrinhos, para as pessoas mandarem roteiros para eles, de graça (!). Em janeiro de 1987, quando houve a mudança da editora Abril para a Globo, já se pôde perceber nitidamente uma queda da qualidade gráfica e do roteiro. Em janeiro de 2007, quando da mudança para a Panini Comics, vi na primeira história uma cena em que a mãe de Mônica trabalhava com design, algo assim, e estava apressada para ir à gráfica imprimir um trabalho. Fiquei surpreso e achei que a personagem tornar-se-ia mais interessante: "Agora, ela trabalha!", pensei. Mas que nada! Como escreveu Wallace Lima, o enredo da Turma se baseia na reiteração de valores dominantes, o "status quo", e as mães das crianças ali continuam...
 Cláudio Rangel de Oliveira Borges
 Enviado em: 02/03/2010 17:32:30
...convencionais, não trabalham fora e fazem comida para depois esperarem o marido - já vi essa cena inúmeras vezes com as mães de diversos personagens da turminha! Não estou dizendo que isso é necessariamente "terrível"... mas termos isso como referência de produção de quadrinhos?? Do pouco que li de Quino, vi que ele está a anos-luz de distância, para melhor. Quanto aos "cabeças" que repudiam com tanta raiva e veemência o que chamam de "policamente correto", nenhuma novidade: está na moda ser "neocon", e o Observatório tem sido freqüentado por vários deles. Querem continuar a trucidar e aniquilar as minorias: simples assim. Dizem que são contra um suposto "patrulhamento", mas são tão ou mais patrulhadores do que aqueles a quem criticam. Outra situação, que mostra o conservadorismo/racismo (e não sou negro, viu?) nas historinhas de Mauricio de Sousa: só há um negro (Jeremias), totalmente descontextualizado, não tem pai, não tem mãe, não tem qualidades ou defeitos, nada. Na hipótese mais otimista (dando o benefício da dúvida), o nosso artista em questão não teve competência/coragem para criar mais tipos que representam fortemente uma parcela bem grande da população brasileira. E não venham dizer que isso é "reclamação à toa", blá, blá, blá etc, o que apenas irá reforçar o caráter reacionário de vocês. Saudações a todos.
 Edvaldo Acir Lino da Silva
 Enviado em: 02/03/2010 17:43:23
Gostaria muito de ouvir uma resposta da Mauricio de Souza Produções e da Editora responsável pela publicação dos quadrinhos da Monica e sua turma. Sugiro um contato do Observatório da Imprensa para dar a eles o "Direito de Resposta" para avaliarmos quem, afinal de contas, está com a razão.
 Eduardo Magno Cooper
 Enviado em: 02/03/2010 17:47:45
Fancamente, isto é uma piada! Jornalista? Escritor? Que tipo de jornalista e escritor teria a capacidade de escrever uma matéria assim? E como o Observatório da Imprensa permite que uma matéria ridícula como esta seja publicada?
 Priscilla de Carvalho Nunes
 Enviado em: 02/03/2010 18:52:39
Esse foi o terceiro melhor texto escrito analisando quadrinhos na história. O primeiro fica com o Sr. Fredric Whertam na década de 1950; o segundo com o livro Fadas no Divã e o 3º de fato é seu. Para completar, eu só perguntaria: se sente bem? Porém, não me prolongarei muito por aqui... Como cresci assistindo muito Pica-pau, devo obrigatoriamente correr para descer uma catarata num barril - porque afinal de contas, como todo leitor de turma da Mônica sou incapaz de diferenciar uma história em quadrinhos da realidade ou mesmo contextualizá-la em relação a minha vida.
 Arthur Ankerkrone
 Enviado em: 02/03/2010 19:01:43
Caro Dioclécio, que creio ser jornalista, me perdoe, mas seu artigo envergonha a classe jornalistica. É um ataque sem fim a uma obra - que sem dúvida é comercial, claro - bem longe de qualquer imparcilidade dita jornalistica. As comparações e clichês usadas são no minimo, fáceis, sem um estudo atual destas HQs e de seu legado, abusando de comparações e conclusões absurdas. Acho que a última do artigo explica com maestria o tamanho do absurdo... "há uma semelhança física (forjada ou não) entre o criador da Turma da Mônica e o criador do Pateta". Estamos falando do mesmo Mauricio de Sousa e do mesmo Walt Disney? Perdão, mas não faz sentido nenhum! Leio HQs da Disney, da Marvel, da DC, e é claro, da MSP há quarenta anos, e suas conclusões são um primor de ilógica e um ajuntamento de lugares-comuns. Grande abraço!
 Luiz Henrique Azevedo
 Enviado em: 02/03/2010 19:23:47
Comecei a ler mas me recusei a terminar. Impressionante como alguém realmente perdeu tempo escrevendo uma estupidez dessas. Trechos como "o Chico Bento é uma visão burguesa do campesinato" são dignas de algum moralistasinho decepcionado com a própria existência! Trata-se unica e exclusivamente de uma revista em quadrinhos para crianças. Os personagens são FICTÍCIOS, não necessariamente devendo apresentar correlação com a realidade. Fosse isso necessário, não haveria filmes ou desenhos sobre extra terrestres, contos de fada ou histórias fanstásticas. A pessoa que escreveu esse texto não deve ter mais o que fazer e decidiu reclamar de algo popular pra ver no que dava. Impressionante... meu caro, vá fazer algo produtivo!
 Rafael Dourado
 Enviado em: 02/03/2010 19:34:14
Há alguns anos, um site de humor postou a "verdade" sobre a Turma da Mônica, fazendo graça dos aspectos "absurdos" que envolvem o ambiente onde as histórias se passam. Nesta onda, um vídeo de relativo sucesso no youtube mostrou o que teria acontecido com cada um deles, de maneira trágica. E uma terceira produção, com atores, mostrava a adolescência da turma com brincadeiras com o "sujo" do Cascão e uma possível anorexia da Magali. Todos claramente fazendo graça com um ícone cultural brasileiro. Algumas até de mal gosto, como as vezes acontece com o humor. Mas direcionado a adultos. O texto não tem as características que se espera de um texto humorístico, pode ser que seja tão sutil a ponto de ninguém ter entendido a piada. Se a crítica se fez de maneira a esperar-se séria, há sim vários problemas em relação ao que foi colocado. Mas eu seria tão tendencioso a defender quando o autor deste texto foi em atacar, já que de Turma da Mônica, sou fã, inclusive com assinatura e uma valiosa coleção de revistas, a quais devo também minha iniciação ao mundo da leitura. Contudo, cabe uma correção: Maurício de Sousa é com "s".
 Rafael Arbulu
 Enviado em: 02/03/2010 19:35:09
Amigo Cláudio: ninguém aqui esta questionando a qualidade dos produtos Mauricio de Souza Produções. De fato, essa nova onda "teen" da galerinha do bairro do Limoeiro é, para ser educado, uma desculpa mixuruca para se ganhar dinheiro com algo que não deveria ser alterado. Mas esse texto faz ataques diretos, porém inconclusivos e sem pesquisa: Tio Patinhas como símbolo máximo da Disney? E o Mickey? Tarzan e Fantasma como produtos Marvel? Fantasma, nos EUA, era publicado em jornais! A questão aqui não é o que ele escreveu, mas como escreveu: todas, eu disse todas, as suas teorias são infundadas, e baseadas em erros. Falta um Google na vida desse homem. Ele, em nenhum momento, cita o defensor da mata, Papa Capim - isso para me manter no universo da Turma da Mônica. Chico Bento é uma caricatura de acordo com a visão dele: insípida, inodora e incolor. Mas que tal reconhecer o outro lado, ou seja, o menino trabalhador do campo, que ajuda os pais em casa e vai para a escola? Opinião é algo que todos tem, sem dúvida, mas a forma como ela foi exibida nesse texto é algo nada menos que vexatória. Faltou conhecimento sobre o assunto, algo indispensável até mesmo para quem vai falar mal.
 Luiz Gustavo Abrantes Carvas
 Enviado em: 02/03/2010 19:40:51
Sem dúvida, esse é o artigo mais infeliz que já li na internet. É como dizem: "O papel aceita tudo" (no caso, a tela). O problema de pretensos intelectuais é querer teorizar sobre tudo e da forma que lhe vem à cabeça. O autor, sendo um professor, deveria publicar algo mais produtivo ao invés de falar besteiras. "PORQUE NÃO TE CALAS?"
 Renata Damasio
 Enviado em: 02/03/2010 21:00:42
Juro que tentei, as não conseguei ler o artigo todo. Comparar Turma da Monica com Calvin é totalmente equivocado. E você, que acredito ser jornalista, escreveu esse artigo todo baseado em clichês que não fazem o menor sentido. Muitas histórias da turma passam menagens muito bacanas, principalmente as do Horácio, que não sei se você sabe, é o instrumento que o Maurício usa pra expor sua ética e moral. Eu, assim como muitas crianças aprederam a ler com a turma, até mesmo pq, era (e talvez ainda seja) a única revistinha em letra bastão. E convenhamos, você realmente acha que alguém vai virar anoréxica pq lê gibi da Magali? Ou deixar de tomar banho, por causa do Cascão?
 Gian Danton
 Enviado em: 02/03/2010 21:10:43
O artigo é um amontoado de clichês que se foca apenas no que interessa ao autor, jogando para debaixo do tapete tudo que não interessa à argumentação. Por exemplo: O Batman violento de Frank Miller é bom para as crianças, mas as coelhadas da Mônica estimulam o bulling... Lamentável. O Observatório deveria ter mais critério na seleção de textos.
 Rafael Trovão
 Enviado em: 02/03/2010 21:19:54
Favor procurar um terapeuta para tentar resolver seus traumas de infância. Não procure pelo em ovo caro colunista entediado...quanta besteira...e ainda compara com outras criações que não tem nada a ver! Escute, eu passei minha infância acompanhando turma da mônica e nem por isso batiaou ameaçava meus colegas de escola, deixava de tomar banho, comia demais ou achava bacana falar errado. Melhor você arranjar melhor e mais pensado tema da próxima vez...
 Paulo Eduardo Furtado
 Enviado em: 03/03/2010 00:08:23
Infelizmente, o artigo vai ao encontro de certas tendências contemporâneas, no que concerne a verdadeira "patrulha ideológica" que experimentamos. Já vi psicólogos criticarem "Atirei o pau no gato", os contos de fadas, alguns ditos populares... Para essas pessoas, a arte deve ter sempre um papel "pedagógico", que adeque, ou melhor "adestre" o indivíduo à ideologia, algo típico (sem clichês) de regimes ditatoriais, que se arvoram em definir e impor os padrões de "certo" e "errado". Eu, com grande orgulho, sou "politicamente incorreto", rsrss.
 Ana Elisa Poubel
 Enviado em: 03/03/2010 00:41:20
Sinceramente,foi a pior coisa que li na internet nos últimos tempos.Seu texto parece que foi cuspido , pois nota-se de cara que ele não possui nenhuma base de pesquisa.Ou o senhor não tem capacidade de entender as coisas, ou realmente tem algum grave trauma de infância que necessita ser tratado urgentemente. Seu texto é todo sem coerência com os fatos que realmente ocorrem,que facilmente,irei desmentir muitos fatos ditos como verdade pelo senhor.Primeiramente,os personagens da Turma da Monica,inclusive o Chico Bento,têm personalidade sim.A Mônica não é só uma menina forte e durona,ela é meiga,carinhosa,respeita os pais,romântica,e principalmente ama todos seus amigos.Se bate neles,é por que foi provocada pelos meninos,que são danados .Ora, Cascão,esperto,vivo,criativo,gosta de esportes,jeitoso,cria brinquedos com material reciclável.Cebolinha,inteligente também,sonhador,entusiasmado,um verdadeiro projetista .Eu leio Turma da Monica há 21 anos e já foi explicado por que a Magali não engorda por várias vezes:ela não engorda por que o desenhista não deixa.Isso fica claro pra criança e pra qualquer um com um mínimo de neurônios que o fato dela comer muito e não engordar só tem possibilidade de acontecer num universo imaginário,como os quadrinhos,fato este que muitas vezes os próprios personagens brincam com essa realidade de mundos irreais paralelos.Voce precisa ler mais.
 Ricardo Pinheiro
 Enviado em: 03/03/2010 01:32:27
A respeito da quadrinhos baseados nos personagens dos estúdios Disney: - O Tio Patinhas (1947) não é uma criação de Walt Disney, mas sim de Carl Barks, desenhista de quadrinhos estadunidense (1901-2000). - Carl Barks desenvolveu personalidade aos patos, nos quadrinhos: Donald é batalhador, embora azarado, e tenta se erguer na vida. Tem pressão alta, insônia, dívidas, vários problemas; o Prof. Pardal é um cientista maluco, no sentido simpático da palavra; o Tio Patinhas é sim, obcecado por dinheiro, mas demonstra generosidade em vários momentos nas suas histórias. - Quadrinhos Disney não fazem sucesso algum nos EUA há pelo menos 30 anos. A última editora que os publicou, faliu. São quase todos criações européias. A Itália, em particular, tem uma produção de quadrinhos Disney, assim como Dinamarca e Noruega. Desenhistas estadunidenses especializados em Disney (como Keno Don Rosa) trabalham para o mercado europeu. Logo, comparar os quadrinhos Disney com a política norte-americana pura e simplesmente é algo que carece de informação mais apurada, principalmente o primoroso trabalho de Carl Barks escrevendo quadrinhos nos anos 50, 60 e 70. Sua influência foi desde Steven Spielberg (com a homenagem em 2 cenas de "Os Caçadores da Arca Perdida") a cidadãos que decidiram ser arqueólogos, motivados pelas aventuras do Tio Patinhas e seus sobrinhos pelo mundo. Grato.
 Vinicius Macedo
 Enviado em: 03/03/2010 03:25:53
Artigo impossível de se ler até o final! Uma filosofia de boteco entediante. O objetivo maior da Turma da Mônica é entretenimento. A Mônica foi embasada em uma pessoa real, que o desenho transformou em personagem . Em um país aonde tudo pode, criticar um desenho nacional, que definitivamente eriquece e fomenta a cultura é mais do que um erro. Isso sem citar os personagens de baixa renda, cadeirantes, deficientes auditivos, homossexuais, entre outros vêm sendo incluídos há tempos nas histórias. Que a Maurício de Sousa Produções (como toda e qualquer empresa) é uma máquina de se fazer dinheiro, ninguém duvida. Agora, se fossem levar em conta todos os comentários deste debate, como sugestões, esta seria a fórmula ideal para a HQ mais chata e sem demanda produzida até hoje.
 Tiago Cardoso
 Enviado em: 03/03/2010 03:49:24
Se for por isso eu devo ser um dos caras mais desumanos desse mundo depois de ler tanta revistinha da Mônica. A última manchete diz UM EXAGERO NA IDOLATRIA. E eu diria com relação ao artigo: UM EXAGERO QUANTO AO BULLING. Descabido, exagerado. Ver jornal televisivo então deve ser entitulado: APRENDA A SER MARGINAL. Viver numa redoma? Acho que tudo isso não passa de incentivo para se educar melhor e perceber que quadrinhos são quadrinhos, diversão é diversão e educação é educação.
 Raphael Tsavkko
 Enviado em: 03/03/2010 15:14:03
Texto lamentável... Eu devo ser então um cara extremamente violento, quase um psicopata, afinal, colecionei mais de 3 mil revistas da turma da mônica na infância! Gente, patrulhamento estúpido este, querer encontrar cabelo em ovo é mais eficaz que achar que a Turma da Mônica é revista violenta! Aliás, o autor deve ter lido uma ou duas revistas para achar que realmente tudo se resolvia na porrada ou que ficava por isso mesmo... vergonhoso! tsavkko.blogspot.com
 Valdemar Biondo Junior
 Enviado em: 03/03/2010 18:25:28
Só tenho a dizer que o Sr. Dioclécio Luz perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado. Seria cômico se não fosse trágico este tipo de material, o que me leva a pensar realmente sobre a qualidade do conteúdo colocado na internet e se pessoas assim merecem este espaço. E ainda reclamam de que blogueiros não poderia estar postando material. Não sei se aparece link aqui neste comentário mas lá vai http://champ-vinyl.blogspot.com/2010/03/carta-aberta-ao-sr-dioclecio-luz.html . Caso não apareça procurem por um blog chamado Cham Vinyl Att. Valdemar
 Panthro Samah
 Enviado em: 03/03/2010 22:25:03
Porque, né? O mundo seria muito melhor se todo mundo fosse perfeito, não batesse nos amiguinhos, não falasse errado, não desmunhecasse, não comesse demais, tomasse banho, votasse "certo" (ou seja, em quem eu acho que deveriam votar)... Pra vc, poesia. De repente vc pega a idéia: "Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo." É assim que as crianças se sentem. Os adultos são maiores, mais fortes e perfeitos. Ver alguém que é destemperado, comilão ou sujismundo dá a tranquilidade de saber que não são as únicas a terem defeitos. E essa é a razão pela qual o Homem-Aranha ou o Batman trunfam o Super-Homem em qualquer dia da semana.
 Felipe Martinelli
 Enviado em: 03/03/2010 22:43:31
o clássico infantil da TV Cultura Rá-Tim-Bum tinha um quadro em que a atriz Iara Jamra interpretava uma criança chamada Nina, que contava aos seus pequenos espectadores as descobertas da sua infância... uma turma de chatos questionou o quadro afirmando que "uma adulta se passando por criança vai ferrar com a cabeça da molecada" - muita saliva se gastou nessa discussão até que resolveram consultar as próprias crianças pra saber o que elas entendiam do quadro: elas declararam que o quadro se tratava de uma adulta "brincando" de criança, falando e agindo como uma. citei isso só pra dizer o seguinte: muitos intelectuais de esquerda querem porque querem convencer quem quer que seja que o ser humano despolitizado (neste caso, as crianças) são um vaso vazio que aceita tudo que se coloque nele... e eles querem convencer o mundo disso pra eles mesmos encherem esse vaso com lixo esquerdista. (por sinal, esse artigo só pode ser uma provocação... nunca vi uma "leitura crítica" tão rasteira)
 Sidney Simões
 Enviado em: 03/03/2010 23:13:34
O Dioclécio escreve um texto eivado de raiva contra o que são simplesmente personagens de uma história em quadrinhos. Ora todo personagem tem uma ideologia, toda história contada é ideológica. Na história original do chapeuzinho vemrelho, o Lobo fazia sexo com chapeuzinho e a obrigava a comer carne da avó. Eram tempos duros na Europa naquela época a historia tinha uma certa função. Hoje se transformou em uma historinha para criancinhas. O SuperHomem em sua revista número um, salvava uma mulher que apanhava do marido. Se hoje em dia for criado um super herói atuando assim a revista não venderá sequer um exemplar. Pelo visto ele leu muito pouco as histórias do Maurício, parando no tempo, não acompanhou a evolução dos personagens e os assuntos modernos que são abordados. A turma do Maurício, conta historinhas de crianças que pensam como crianças e não mini adultos angustiados como a Mafalda, ou como os personagens do Charlie Brown. Quanto ao seu alerta, tenho certeza que os pais lêem as histórias, e ficam felizes que seus filhos a leiam.
 Thiago de Oliveira
 Enviado em: 04/03/2010 01:03:18
Texto lamentável. Assim como outros comentários abaixo, devo ser hoje um psicopata enrustido, um assassino adormecido, pois, li turma da mônica desde os meus 6 anos, assinatura dada de presente por minha mãe. Colecionei milhares de exemplares. Lia turma da mônica por diversão. Assim como lia gato e gata, do Laerte e niquel nausea, do Angeli. Assim como passei a ler Lourenço Mutarelli na minha fase adulta. Os personagens não me inspiravam a ser como eles, nenhum!! Atacar os desenhos criados por Maurício da forma como foi, me leva a crer que o autor de tal texto em 1o lugar, se leu 2 gibis da turma da mônica para escrevê-lo, foi muito; 2o deve ter sido obrigado a ler os gibis do argentino quando era pequeno, e, por ter uma incapacidade de diferenciar realidade de ficção, adotou a personalidade da personagem mafalda, uma criança enrustida, que acha que é adulto e por isso não viveu sua infância da forma devida. Apenas finalizando, quando meus filhos crescerem, assim como eu, lerão turma da mônica sem achar que não devem tomar banho, comer demais ou resolver tudo na porrada, assim como lerão Julio Verne, sem achar que existem um oceano dentro da terra.
 Pedro Elisio
 Enviado em: 04/03/2010 01:25:49
Ah, sim...qualquer um que não defenda abertamente uma ideologia- e normalmente quem faz isso são esquerdistas- é automaticamente "consevador e reacionário". Faça-me o favor, abra os olhos e procure alguma coisa mais importante para lhe incomodar do que personagens de histórias em quadrinhos...incomoda Maurício de Souza não estar catequisando- e nunca ter pensado nisso- futuros revolucionários? Ótimo...é por isso que ele vende tanto...
 Luiz Franco
 Enviado em: 04/03/2010 08:05:39
Putz... por essas perseguições politicamente correta o mundo fica cada vez mais idotizado e chato! Não pode mais Turma da Mônica, Pica Pau etc... só pode Teletubies, até os 16 anos. Que saco seria o mundo se ele fosse controlado por pessoas como vocês.
 Jefferson Cara
 Enviado em: 04/03/2010 10:52:57
Crianças ñ fazem “bulling” por maldade. Elas ainda ñ têm noção do que certos xingamentos e rotulações podem fazer na cabecinha do colega. O fato da Mônica responder com agressividade aos xingamentos, ñ quer dizer que ela é violenta. Conheço e vejo muitos casos assim. Se ñ houvesse ocorrido o tal "bulling", termo exagerado para definir tal situação, pois ñ se trata de "bulling", mas de uma brincadeira de criança, as coelhadas ñ ocorreriam ou pelo menos ñ com tanta frequência. Uma ação gera uma reação. Um detalhe que ñ pode deixar de ser mencionado. Os pais ACOMODADOS das crianças. Onde estão? Onde entram? Por acaso eles conversam com os filhos sobre essas situações? Posso afirmar por experiência própria que poucos o fazem. E pode-se concluir, quando são chamados na escola, porque seu filho age de maneira agressiva ou desrespeitosa para com os colegas. Muitos pais são omissos na educação de seus filhos, quando se fala em impor limites e ensinar valores morais aos pequenos. Resultado? O q poderia ser feito em casa pelos pais, fica sob responsabilidade ÚNICA da escola. Ñ se pode culpar 1 personagem em quadrinhos pela possível violência das nossas crianças em razão de uma possível influência que elas podem sofrer sem um diálogo mais aberto e bem orientado com os pais.
 Alex Mamed
 Enviado em: 04/03/2010 13:50:46
Fazia tgempos que não li tanta baboseira acerca de um tema que nos é tão presente: o politicamente correto. Essa patrulha ideologica tenta a todo custo, moldar o mundo pela forma que desejam, corrigindo supostas imperfeições, as quais desagradam seus membros. Isso tá fazendo com que as pessoas percam a peciencia! Lamentável, muito lamentável!
 Cássio Sales Costa
 Enviado em: 04/03/2010 15:27:55
Os questionamentos levantados pelo jornalista quanto à natureza dos defeitos dos personagens da Turma da Mônico e seu efeito nas mentes dos leitores é válida, mas ele superestima essa suposta "influência". Dizer que as personagens de Maurício de Sousa não tem personalidade além dos seus respectivos "desvios" é demonstrar um julgamento superficial, ainda mais ao comparar com outras criações como Hagar, Calvin e Mafalda: estrangeiros cuja origem, contexto e público são completamente diferentes. Esse artigo é mais uma pregação do "politicamente correto", que denigre uma manifestação humana espontânea e sincera, como os quadrinhos da Mônica, e quer usar isso para catequizar os incautos.
 André Luz
 Enviado em: 05/03/2010 01:03:47
Frederic Wertham reencarnou e se chama Dioclécio Luz.
 Nicolau Chiavenato
 Enviado em: 05/03/2010 01:15:57
Parabéns! Conseguiu chamar a atenção que queria. Agora sabemos que você é o "intelectual" que se acha no direito de estragar a infância de milhões de brasileiros. Ridículo...
 André Santana
 Enviado em: 05/03/2010 01:32:42
Existem melhores maneiras de criticar uma expressão artística como os quadrinhos, principalmente no Brasil. Todos temos direito a opiniar, mas na sua posição no OdI, deve estar preparado para receber réplicas como as aqui postadas. E na minha posição de pesquisador de HQ s e jornalista (não diplomado), apenas digo que seu texto remete a uma época em que os quadrinhos eram taxados como nocivos para a população. Aqui, você é comparado com Fredric Wertham; mais de uma vez. Pense nisso. Eu poderia escrever sobre o quanto você pode estar errado, mas é óbvio que a sua percepção das HQ s como expressão artística é quase nula. Abordando-o diretamente, só posso supor que falta a você sensibilidade, análise, hábito de leitura de HQ s como entretenimento e o mais importante: SENSO DE HUMOR. Deve levar tudo muito a sério e crer num sistema perfeito de formação de consciência social; isso é triste. Se está preocupado com os bons constumes e o senso politicamente correto , por favor, faça como tantos outros: denuncie nossos políticos, o culto desnecessário a certos programas da TV aberta, à falta de renda e educação. Como as outras formas de arte, as HQ s refletem o que se passa no imaginário coletivo. Eles são um dos poucos laços que rebuscam nossos valores mitológicos - Campbell, Morin e Jung aprovam isso. A Turma da Mônica ajudou e ajuda muitas crianças a ler e sorrir. Reflita nisso.
 Sara Rodrigues
 Enviado em: 05/03/2010 07:51:27
Se fosse assim como você realmente descreve como seriam as crianças que leem os quadrinhos da Turma da Monica, eu seria uma gorda descontrolada, sairia dando porrada em todo mundo q eu visse na rua, seria preconceituosa com quem vive na roça. Ou seja, existiria varias geraçoes de adultos pertubados pelo Brasil. dá pra perceber que esse senhor nao teve infância!
 Maurício Santos
 Enviado em: 05/03/2010 09:15:25
Relaxa, cara, e se diverte! Eu cresci lendo a turma da mônica e meus valores não são distorcidos! Vamo se preocupar mais com ganhar dinheiro pra poder se divertir do que ficar procurando bobeira onde nem tem!
 david prado
 Enviado em: 05/03/2010 09:35:13
Caro Dioclécio. Respeito sua opinião como pesquisador(???)...é isto que você é, não é?!??. Porém sou obrigado a discordar totalmente da validade do seu texto já que não é fruto de uma pesquisa controlada e isenta. Por outro lado, digo que, com mais de 40 anos, cresci tendo as HQ da turma da Mõnica sempre ao meu redor, num tempo em que o valentão da escola era um cara que ninguém queria brigar, e não um reflexo da violência que tomou tal tamanho que ganhou até nome: "bulling"...Meus filhos, que tem entre oito e quinze anos também assistem a desenhos e lêem gibis da Mõnica e sua turma. Para eles é pura diversão, dão muita risada e logo em seguida vão cuidar da vida, em nenhum momento passou pela cabeça deles que tudo se resolve pela violência. Por que? porque acreditamos - minha esposa e eu - que a persnalidade da criança é moldada pela estrutura familiar sólida, por conceitos que os pais passam com diálogo e principalmente com exemplos...e não deixar a criança solta no mundo para a escola, a rua , o video game e a internet fazer o papel que é dos pais por definição. Mas agir assim dá trabalho, coisa que a maioria dos pais de hoje não quer ter...e depois reclamam...
 Jefferson Carlos Ferreira
 Enviado em: 05/03/2010 09:41:34
(modo ironico ligado) Isso mesmo! Agora, falta acabar com essa mania do povo de dar a opinião que quiser. Onde já se viu que pessoa que não tem faculdade, que não tem anos de estudo falarem o que bem entendem? Somente com uma força dos bons costumes e do que é correto poderemos colocar esses "pensadores" em seu devido lugar! (modo ironico desligado)
 Jota Abreu
 Enviado em: 05/03/2010 10:19:27
Acho pobre demais imaginar que apenas ao ler a história em quadrinhos uma criança irá tomar uma atitude para sua vida. Ainda que criança, ela tem em sua formação outros aspectos como a família, religião, cultura, entre outras coisas. E os quadrinhos do Maurício de Sousa são apenas entretenimento. Se toda produção de entretenimento tivesse que mostrar o "mundo ideal", certamente teríamos cidadãos bitolados, babacas e vulneráveis ao que realmente se encontra na vida: as imperfeições. E francamente, acredito que as imperfeições façam a vida muito mais charmosa e divertida. Entendi seu ponto de vista. Chaves também tem "violência". Mas criança bate por bater. Briga e no segundo seguinte já tá "de bem" de novo. Infelizmente você errou feio na sua análise adulta de um produto infantil. Ao ler "Turma da Mônica", seja mais criança e menos pseudo-intelectual.
 Iana Mota
 Enviado em: 05/03/2010 10:51:18
Bem se vê que você nunca leu, de fato, as HQs do Maurício de Souza. Primeiro de tudo cresci lendo tais revistinhas e nunca tive nenhum desvio comportamental. Segundo que somente pelo início do texto percebe-se o despeito e inveja que provavelmente sente dos negócios de Maurício de Souza. Terceiro que nenhum dos personagens tem uma única característica. A Magali já foi parar no hospital por conta da alimentação. A Mônica já pediu desculpas ao Cebolinha por tê-lo machucado. O Chico Bento adora os animais e ajuda seus pais a cuidar da roça. E por aí vai, os personagens não precisam ser tão politicamente corretos ao ponto de serem uma utopia e não a nossa realidade. Espero que repense seus valores e seja tanto mais patriota quanto possa reconhecer o valor dessa produção nacional em específico.
 Daniel Vergara
 Enviado em: 05/03/2010 10:58:52
Pelo discurso que faz em seu artigo, meu caro Dioclécio Luz, percebe-se que você deve ter sido uma criança reprimida pelos pais e tremendamente infeliz. Tenho 27 anos e conheço a turma da Mônica desde os meus 4 anos. Desde que aprendi a ler me divirto com as histórias e, nem por isso, me tornei uma pessoa agressiva nem adepta do bullying em meu período escolar. Muito pelo contrário, nunca gostei de "resolver as coisas na porrada", como você destacou várias vezes em seu texto. Aprenda com seus próprios erros: passe a ler as histórias da famosa turminha e divirta-se com elas, pois esse é, e sempre foi, o único objetivo. Um grande abraço.
 Daniel Castelo Branco
 Enviado em: 05/03/2010 11:08:28
Todos os dias leio as histórias do Maurício de Sousa para minhas filhas. Do mesmo modo que os contos dos Irmãos Grimm, Charles Perrault, La Fontaine, Wall Disney e tantos outros. De comum entre eles? Nenhum é "politicamente correto". João e Maria, por exemplo, conta a história do pai que abandona os filhos no meio da floresta por falta de dinheiro para criá-los. As crianças acabam sendo sequestradas por uma velha, que planeja devorá-las. Os dois queimam a idosa no forno e saqueiam a casa. Levam a fortuna aos pais e vivem felizes para sempre. Evidente que essas histórias estão abarrotadas de absurdos que deixam minhas estratégias pedagógicas no buraco. Mas a graça é justamente rir do absurdo, do contraditório, do nonsense. A leitura – e isso inclui as maravilhosas histórias em quadrinhos – é uma das atividades mais prazerosas que existe. Diferente da TV e outras formas de entretenimento, ela permite muitos momentos de parada e reflexão. Posso conversar com minhas filhas, brincar com as histórias, reinventar. A Turma da Mônica tem sim personagens que resolvem tudo na porrada, uns que comem demais, outros de menos, alguns não gostam de banhar e tem muita gente que fala errado. A questão é que isso não muda em nada a personalidade da minha filha. No fundo é só uma história. O mundo está cheio delas. http://migre.me/mg9m
 Diego Jose Lima Silva
 Enviado em: 05/03/2010 11:38:39
Não conordo com oque foi dito no artigo, porque acho que existe uma certa confusão a respeito do assunto. Não acho que o que a Mônica faz seja bulling. Colocando um pouco da minha experiência, eu quando era criança no colégio tinha uma amiga que eu provocava, e saia correndo, exatamente como a Mônica e o Cebolinha, e ela também me"batia" de certa maneira, mas isso era mais uma forma de demonstrar um sentimento infantil ou até mesmo uma forma de ter contato físico com uma pessoa do sexo oposto. (Como dizem pancada de amor não dói). Quando acontecia isso e alguma professora estava perto vendo, elas não diziam que a menina estava sendo violenta comigo nem a repreendiam, elas diziam: "Isso vai dar casamento.." E é claro eu detestava. Acho que se alguém observar um grupo de crianças juntas vai perceber que os meninos fazem isso pra atrai atenção das meninas, porque são muito crianças prra tentar atrair de outro jeito. E acho que está claro e óbvio em todos esses anos que a Mônica e o Ceblonha se amam. Claro, porque outro motivo eles se importariam tanto com a opnião um do outro? Porque "incomoda" tanto o Cebolinha a Mônica ser a dona da rua e porque "Incomoda" tanto a Mõnica oque o Cebolinha fala? Olha só falando assim ate pareçe que eles não são personagens tão superficiais não é? Talvez a relação deles tenha detalhes sutis demais que o escritor do artigo náo percebeu.
 Breno Tupy Caldas Araújo
 Enviado em: 05/03/2010 12:50:02
Não ficou claro no texto a definição de bullying. Até onde eu sei a vítima do bullying é a Mônica. Achei interessante as citações a outros quadrinhos mas na hora de analisar o objeto de estudo do artigo faltou muita informação e aprofundamento. Os quadrinhos, as tiras de jornal, as charges usam de estereótipos e exageros em suas características para passar suas mensagens, observando pelo ponto de vista do pensamento crítico eles são apenas instrumentos de uma ideologia mas não de uma verdade. Nenhum dos exemplos citados foge a essa regra e deixa de apresentar defeitos de personalidade e caráter. Acredito que o autor do texto fez mais um juízo de valor quanto aos quadrinhos preferidos do que um aprofundamento da questão.
 Ricardo Arini
 Enviado em: 05/03/2010 15:47:37
Prezado Dioclécio: achei seu artigo simplesmente perfeito! A análise dos personagens é realmente bastante coerente. Destaco a questão da violência da Mônica ser tolerada (e até incentivada) pelo fato de ela ser menina. Já imaginou se fosse o contrário: o Cebolinha, por exemplo, batendo em todo mundo, inclusive nas meninas? As feministas iriam derrubar um caminhão de melancias na sua cabeça. Mas como quem bate é uma menina e quem apanha sempre é um menino... tudo bem!! Aliás, as reações raivosas de muitos internautas que postaram comentários aqui mostra que você realmente colocou o dedo na ferida...
 Camilo Albertini Viggiani
 Enviado em: 05/03/2010 19:12:00
Como muitos já criticaram o texo (dizendo exatamente o que pensei), só ficou uma dúvida: o que levou o autor a fazer este texto e ter dado uma opinião tão forçadamente ruim? Escreveu coisas altamente mentirosas (como do Chico Bento) e escondeu concorrentes que fazem sucesso no mundo todo e são horríveis... "Forçou a barra" dizendo que "esse tem violência mas é legal; esse daqui não"... Fica a pergunta: Te pagaram por fora pra falar mal? Ou fez só de curtição e na verdade vc gosta da Turma da Mônica? Ou fala bem em outro site só pra comparar?
 Douglas Felix
 Enviado em: 05/03/2010 21:18:31
Caro Dioclécio Luz, discordo de vários pontos de sua argumentação. Mônica é vítima de bullying, e ela simplesmente reage às provocações (ainda que de uma forma não muito amistosa). Seria melhor se ela simplesmente corresse para um canto e começasse a chorar toda vez que fosse chamada de "dentuça"? Ou então guardar suas mágoas para um dia extravasar todo o seu ódio contra o Cebolinha de uma vez? As reações "violentas" da Mônica (embora eu acredite que humilhar alguém seja muito pior que ser atacado por um coelho de pelúcia) são um manifesto contra o bullying, e não o inverso. Você afirma no seu texto que os personagens "trazem consigo motivos para discriminação e para serem agredidos pelos colegas". Não existem "motivos" para discriminar esta ou aquela pessoa. Pensamentos como este permearam regimes racistas ao longo dos séculos. E com relação aos estereótipos, eles são comuns no mundo dos quadrinhos. Exigir maior profundidade psicológica de uma revista em quadrinhos destinada às crianças é um exagero. E acho que o "alerta" deve ser feito sobre o que nossas crianças estão vendo na televisão e na Internet... Se duras críticas são feitas à "violência" presente numa revista inofensiva como a da Turma da Mônica, então quadrinhos como os do Wolverine (que são igualmente acessíveis às crianças) deveriam ser banidos das bancas...
 João Paulo Silva
 Enviado em: 05/03/2010 22:16:22
Maurício de Souza apenas retrata, com acentuações e é lógico, ficção, o universo infantil. Crianças não são anjinhos em todo o tempo. Crianças também são más. Batem nos colegas porque não entendem o poder do diálogo, assim como nós, adultos; Crianças também têm obsessões, comem bastante para poderem brincar e...não engordam! Crianças são inventivas. Criam, inventam e imaginam coisas e "planos infalíveis". Mas, como o Senhor deseja, Mauríco de Souza devesse retratar a realidade como ela é. garanto-lhe que seria chocante: crianças batendo uns nos outros, falando palavrão, desobedecendo os pais. Chico Bento seria um menino sujo e sem acesso à escola. Tá bom assim?? Enfim. Nunca vi maldade nos quadrinhos da Turma da Mônica. Tampouco me deixei influenciar. Nunca escolhi uma "Mônica" para fazer de alvo de bullyng. Também nunca me bateram, pelo menos com um coelho de brinquedo. É errado esse pensamento simplista de que a mídia corrompe as pessoas, de forma tão óbvia como vejo muita gente falar. Somos o resultado de nossos atos. Não acredito que a vida imita a arte.
 Mure Farias Mendonça
 Enviado em: 06/03/2010 01:54:18
O tal Dioclécio Luz deve viver num lugar muito melhor mesmo para se preocupar com esse tipo de coisa. Que artigo triste... Que falta de qualidade e bom senso...
 Luiz Franco
 Enviado em: 06/03/2010 02:50:54
Já fiz um comentário anteriormente mas gostaria de comentar alguns pontos em particular: - Em geral, textos como este são de origem "esquerzóide" e provém de algum intelctual que se considera acima de qualquer suspeitas e, como aqueles estudantes da FFLCH-USP (da qual fui aluno também) gostam de "vencer o debate". Com xerteza, por mais que o critiquemos aqui, você não irá rever sua posição, como a grande esmagadora maioria dos intelectuais esquerzóides por aí. Como, em geral, a grande proposta de quem só critica e não dar proposta alguma, o que você nos recomenda? Um mundo de uma leitura só, no caso, Mafalda? Sincerament,e apesar de gostar muito de Calvin e Haroldo, não o julgo propriamente para ciranças. O que você, como conhecedor da pedagogia recomenda para nossas crianças e adolescentes, porque com certeza não será nenhum gibi, HQ, filme da Pixar e etc. Esses alarmismos me lembram aquelas crianças folgadas, que xingam e saem correndo pra dentro de casa, típicos filhos mimados, não que este seja o caso, mas me lembra. Por acaso o objetivo é somente este. Alarmas, xingar e sair correndo? Agradeço pela oportunidade comentar mais uma vez estas linhas tão além da imaginação que são o seu texto, assim como são além da imaginação muitos dos gibis e HQs.
 Anderson Oliveira
 Enviado em: 06/03/2010 08:27:34
"na época do presidente McArthur" Afinal quem é esse tal de presidente McArthur???? Seria algum apelido para o presidente dos EUA na epoca???? Um pouco de leitura para o senhor que escreveu o texto ajudaria bastante...
 Eurico Souza
 Enviado em: 06/03/2010 09:20:46
Franjinha é o nerd da turma. um super-herói que resolve as questões dos menores pela inteligência. Para as questões filosóficas adultas o Maurício tem o Horácio, que diz o que uma criança de seis anos não diria. Violência, Higiene, Alimentação e Dicção são os conflitos da vida quotidiana de uma criança de seis anos. Toda criança tem traços de todos os personagens... são arquétipos infantis.
 Paulo Shiotsuki
 Enviado em: 06/03/2010 14:01:32
Ridículo. Analisar a Turma da Mônica como se analisa uma bula de remédio, usando de argumentos furados, incoerentes e tendenciosos por analisar apenas a parte que convem ao "Jornalista, escritor e pesquisador de rádios comunitárias e mestrando em Comunicação pela UnB" é de absoluto mal gosto e desnecessário. Se algum psiquiatra analizar o texto, encontrará vários sintomas de problemas decorrentes de uma infância não vivida, apenas sobrevivida. Lamentável o fato de não conseguir delimitar a imensa linha que existe entre a fantasia de uma HQ e a realidade. Só um comentário sobre o Capitão América, que recentemente foi morto em sua HQ (e já ressucitou, como tantos outros), evento máximo de uma trama em que o ele se opôs completamente ao governo americano, lutou contra outros heroís e foi morto sem chance de defesa diante um tribunal de justiça.
 Adriano c. wada
 Enviado em: 06/03/2010 17:09:38
Minha infancia era normal, até que um dia resolvi ler o Gibi da Monica. Rapidamente eu já estava dando porrada no meus amigos, comecei comer compulsivamente, tornei-me um obeso e sem tomar banhos. E trocava o R pelo L . Li tio patinhas, e hoje sou um pão duro e gosto de sair pelado da cintura p baixo, culpa do Pato Donald. Com a Turma do Bolinha aprendi que homens devem ser machistas. Adora ver brigas c/ animais, isso me lembrava Pica pau sacaneando a todos. Tornei-me um cachaceiro aos 9 anos, culpa do Mussum com os trapalhoes. Aos 12 anos me joguei do segundo andar pensando que ia voar igual ao Superman. Aprendi com o Zé carioca e o Pernalonga a passar a perna em todo mundo. Comecei a fumar maconha, graças ao (Hippie) Rolo da turma da Monica. Ai veio os Simpsons que era um apanhado de tudo que é ruim dos gibis, e pasmém era em video. Mas já era tarde, eu já era um badboy, obeso, preguiçoso, alcolatra, drogado,machista, imundo, avarento,sacana, pilantra e safado.(e nem citei family guy) Se nao tivesse lido os gibis, hoje seria uma pessoa pura, com valores e conceitos. Agora estou numa clinica de recuperacao, tentando uma segunda chance. Depoimento de Adriano Wada, ex viciado em gibis. So bincando mesmo. * repeito seu direito de se manifestar Abcs!!! www.leituradequinta.blogspot.com
 Nick sith
 Enviado em: 06/03/2010 18:49:24
Vc não entende nada de quadrinhos! Mafalda e Calvin sequer são voltados para o público infantil... é cada um que me aparece!
 Luis Carlos almeida
 Enviado em: 07/03/2010 12:26:55
Relaxe cara. Compre uns gibis, leia algumas piadas, dê algumas risadas....
 Paulo Falcão
 Enviado em: 07/03/2010 12:37:02
Acho que o Sr. Dioclécio não teve infância. É um dos textos mais pretensiosos que já li, e um dos mais ridículos. Tem um cheiro de naftalina misturado com ranço comunista. Olhe bem para os lugares em que este tipo de ideologia predomina e repare: nestes países você poderia ser preso por ter opiniões "conta o sistema". Leia novamente os gibis com e espírito desarmado e quem sabe desta vez você entenda alguma coisa.
 Milton Costa
 Enviado em: 07/03/2010 12:51:03
Dioclécio, este certamente deva ser o pior ensaio que já li em todos os tempos. Preconceituoso, paupérrimo do ponto de vista da pesquisa e autoritário até a goela. Esta última faceta, aliás, não combina em nada com a democracia que, um dia, será plena por aqui. Democrático é, sim, ter de conviver com uma opinião tão reacionária quanto a sua, mas confesso que me assusta esse tipo de pensamento na academia. De doer. Leia mais que passa. Ou tenha um filho, por exemplo.
 Lana Montes
 Enviado em: 07/03/2010 14:18:30
Meu querido, parece que você nunca leu um gibi da Turma da Mônica para fazer essa análise. Se as histórias se resumissem à Mônica dando porrada, à Magali comendo o tempo todo, ao Cascão fugindo de água e ao Cebolinha falando "elado", não teriam encantado gerações inteiras de leitores. Essas histórias já ajudaram muitas crianças a cultivar o gosto pela leitura. Mafalda e Calvin são geniais, mas uma criança que acabou de ser alfabetizada não se interessa por eles porque as piadas são para adultos. E ninguém se torna violento ou obsessivo lendo quadrinhos. Seus filhos vão aprender a ler com Kafka? Dá licença.
 Sergio Prado
 Enviado em: 07/03/2010 14:24:27
Quantos anos tem a Tuma da Monica, 50. Há quantos anos existe o Bulling, 5 anos na imprensa mundial, 10 na especializada. Há quantos existe violência, temos casos claro de violência na Bíblia desde antes de Cristo, Caim e Abel, José no Egito. Será que a intenção do autor seria esta mesma, ou apenas divertir as crianças. Será que o autor do texto tem razão ou apenas enxerga o que quer vê, será que lhe contaram muita estória de bicho papão quando criança, [ ]. O que sei é que muitas coisas que hoje esta na midia, já existia na minha época de criança.E as crianças são crianças. Quem deturpa o pensamento é o adulto.
 Marcos Santos
 Enviado em: 07/03/2010 14:29:19
Uma sugestão prezado Sr. Dioclécio Luz vá ter um filho se já não o tem. Deixo-o assistindo ao "Big Brother Brasil" ou deixe-o vendo a falsidade das imagens do SBT.
 Cesar Tavares
 Enviado em: 07/03/2010 14:43:37
Menino, vai ler gibi!
 Pablo Santos
 Enviado em: 07/03/2010 16:18:37
Lamentável. O senhor faz relações surreais: como compara, ainda que assinalando os públicos-alvo, HQ s da Mafalda e Turma da Mônica no que tange às suas simbologias? A impressão que dá é da falta de conhecimento do objeto do qual se está falando, ou seja, o senhor deve ter "lido" algumas (poucas) revistas e formatado uma espécie de verdade absoluta. Estes textos (cheios de brechas, carentes de pesquisa séria e aprofundada (coisa, inclusive, colocada entre parênteses no corpo do seu texto)) servem apenas para reforçar uma personagem tão achincalhada (daqueles que não concordam com o estabelecido): o atuante do esquerdismo burro e intransigente. Recomendaria que escrevesse algo mais consistente, como o tema do bullying, diga-se de passagem, pessimamente abordado nas linhas acima.
 Luciana Canavez
 Enviado em: 07/03/2010 17:05:48
Desconheço crítica mais infundada, Acredito que você, Dioclécio, não pesquisou ou leu o suficiente antes de criticar a Turma da Mônica e o Mauricio de Sousa. Acredito que você desconhece as campanhas que são introduzidas nas crianças por meio dos gibis, como exemplo as campanhas pelos deficientes visuais, pelos deficientes físicos, campanha do agasalho, a tão antiga e conhecida (mas acredito que você, cego de ignorância não conheça) revistinha que alerta sobre todos os riscos da rede elétrica e que conscientiza as crianças a não desperdiçarem água e economizarem energia. Enfim, esse seu texto só mostra o quanto você é ignorante nesse assunto, e o quanto pediu os holofotes para de alguuma maneira chamar atenção. Aprenda, leia, estude e saiba mais a respeito.
 Ronaldo Ruiz
 Enviado em: 07/03/2010 22:00:28
Eis o nosso Frederich Werthan tupiniquim...quase cem anos atrasado. Sofri com bulling na escola. Eu lia Turma da Mônica. Aqueles moleques não liam era nada. Antes de se preoucupar com o que eles andam lendo, pense primeiro se eles ESTÃO lendo.
 Jansen Albuquerque
 Enviado em: 08/03/2010 00:06:58
"Presidente MacArthur" foi fogo. Acho que o autor confundiu o general estadonidense famoso com o infame senador Joseph McCarthy da "caça às bruxas" nos anos 50 e misturou os dois para gerar um presidente imaginário.
 Clóvis Gruner
 Enviado em: 08/03/2010 02:55:04
Texto lamentável que revela uma leitura, além de superficial e desinfomada, preconceituosa do objeto de análise. Lembra os estudos dos anos 70, althusserianos, que dois autores (acho que chilenos), fizeram dos quadrinhos do Tio Patinhos. Que HQs, assim como qualquer outra forma de arte e cultura, contém porções de "ideologias", sendo representações de valores, crenças, etc..., saber ler e interpretar estes conteúdos simbólicos exige um pouco mais de atenção e cuidado, o que autor do texto não demonstrou. Minha sugestão: procure ler alguns autores, do Brasil e de fora, que há alguns anos vêm pensando e repensando as HQs. Há muito o que aprender com eles. E, fundamental, leia mais quadrinhos - inclusive e principalmente "A turma da Monica" - antes de escrever sobre quadrinhos. É cultura de massa, é indústria cultural, é tudo o que a crítica elitizada e culta diz que ele é. Mas ainda assim é arte, e tão intensa, rica e complexa quanto qualquer outra. Até a turma da Mônica - aliás, responsável por formar, ao menos no Brasil, gerações e gerações de leitores. O que já é um mérito.
 Itamar Carvalho
 Enviado em: 08/03/2010 10:09:13
A partir de hoje, caso eu leia um outro artigo de Deoclécio Luz, certamente me lembrarei deste, pois a partir dele é que tomei conhecimento da qualidade deste senhor como "jornalista": alguém desinformado, que não consegue ao menos juntar informações corretas sobre o seu objeto de comentário e muito menos consegue fazer uma análise adequada e imparcial do que se propõe a analisar. Além das inúmeras informações incorretas sobre os personagens da Turma da Mônica (incluindo a total ausência de comentário sobre a Turma da Mônica Jovem, já em sua 19ª edição) e de vários outros personagens como os da Marvel. Sua análise é pobre e superficial. Vejo a Mônica como uma menina que gosta de brincar de bonecas e casinha com seus amigos, que por ser a mais forte da turma, acaba por ser uma líder deles, inclusive defendendo seus amigos de outros garotos maiores que vêm de outras ruas, e que de vez em quando é chateada pelos garotos, que a chamam de baixinha e dentuça e acaba reagindo a isto, de uma forma "violenta" (mas bate neles com um bicho de pelúcia, o que é muito menos violência que a maioria dos quadrinhos). Enxergo muito mais "dimensões" de personalidade tanto na própria Mônica quanto em todos os outros personagens, que este pseudo-jornalista que tentou escrever sobre assunto que não domina.
 bebeto_maya maya
 Enviado em: 08/03/2010 11:50:55
Mais um petardo politicamente correto. Depois de proibir pistolas de plástico, cigarrinhos de chocolate e biscoitos recheados, os engenheiros sociais das "ciências humanas" e seu marxismo gramsciano mesclado com a versão capenga da escola de Frankfurt, resolvem proibir...Turma da Mônica.
 DJota Carvalho
 Enviado em: 08/03/2010 16:58:15
O artigo me parece raso, preconceituoso e fruto de desinformação. O autor deveria ler mais sobre o bullying, bem como sobre quadrinhos. A ignorância sobre o tema pode ser constatada tanto em erros básicos de informação - nome de um presidente americano errado, não saber quem foi o criador do Tio Patinhas e citar um personagem secundário inexistente de Calvin (Mool? Achei que fosse erro de digitação, mas com a repetição comprova o desconhecimento) - quanto em conceitos anacrônicos e já derrubados há muito tempo. No intuito de colaborar com uma formação mais ampla de Dioclécio, caso ele queira mesmo estudar o tema em vez de emitir teorias caolhas e superficiais sobre ele, sugiro a leitura de "Para reler quadrinhos Disney" (de Roberto Elíseo dos Santos, pela Paulinas Editora) e "Brincando de Matar Monstros" (Editora Conrad, no qual Gerard Jones explica a importância da violência de faz-de-conta na vida das crianças e quais seus efeitos). Há outras obras importantes na área que ajudariam o autor a ampliar seus horizontes, mas essas duas seriam um bom começo. DJota Carvalho - jornalista, escritor, mestre em Educação pela Unicamp e autor do livro A Educação está no Gibi (Papirus Editora)
 simone goncalves
 Enviado em: 08/03/2010 21:59:08
Nao e preciso ter filhos para observarmos que criancas na sua grande maioria reagem qdo contrariadas de forma politicamente incorreta...primeiro elas choram qdo acham que esta sendo amoladas depois elas gritam e qdo nem assim lhe dao ouvido elas batem!!!!Fico imaginando como foi sua infancia....Ja fez alguma dessas coisas?E vc lia Turma da Monica tbem? Mauricio de Souza nasceu em minha cidade e acredite sua inspiracao veio apenas em suas criancas.Se ha maldade deve ser nos olhos de quem le...Ainda bem que a grande maioria de leitores sao criancas!!!!!Inocentes criancas que ainda nao sabem o bombardeio de inflencias que sofreram durante a vida. Nao concordo em jogar a culpa na Monica.
 LUIS EDUARDO
 Enviado em: 09/03/2010 12:21:40
Eu aprendi a ler por causa da Turma da Mônica,li Kafka e Camus porque tinha lido Turma da Mônica e sou dramaturgo porque um dia li Turma da Mônica.Hoje incentivo omeu filho a ler a Mônica também e ele começou a ler por causa dos gibis da Mônica e não enxergo nenhum retrocesso. "Ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável, isto é, por qualidades humanas, por virtudes humanas." Desculpa, mas onde fica a inteligência do Franjinha, as histórias do Horácio, do Penadinho, do Astronauta, porque não cita eles,...bom recomendo que vc leia AS TIRAS CLÁSSICAS DA TURMA DA MÔNICA. Leia, mas leia direito pra depois não sair por ai falando besteira. A turma do Limoeiro agradece. Meu blog: http://killmetender-killmetender.blogspot.com/
 Eugênio Petter
 Enviado em: 09/03/2010 16:53:46
É realmente lamentável a falta de bom senso para quem se diz jornalista. Muito tendencioso o artigo e deveras incompleto. O autor sequer sabe os nomes dos personagens Suzanita é da Mafalda e Susie é do Calvin. Moe deve ser o Mool que ele tanto cita. Então, quando um autor sequer sabe retratar o que fala, que dirá de suas ideias... Cito ainda a falta de falar de quadrinhos tão importantes como TEX (que é publicado há 60 anos ininterruptos) que criticam justamente o modo de como os EUA colonizaram o oeste e toda perseguição aos indios e a falta de caráter dos que apenas usaram essa exploração para tirar proveito próprio - qualquer semelhança com governo, poder legislativo e judiciário (anteriores e atual) não é mera coincidência, visto que retrata os EUA por volta de 1850-1890. O surfista prateado é outro exemplo de caráter universal, a Marvel explora muito isso com X-men, 4 fantasticos entre outros.Eu tbem li turma da Monica e meu estímulo a leitura veio disso, assim como a turma do Gordo, Pererê e na adolescencia Niquel Nausea, Angeli e Glauco (mesclando revistas e autores). Como foi falado, não reconhecer Penadinho, Astronauta e Horácio demonstra uma total falta de imparciabilidade e uma enorme tendência de querer mostrar algo que só é cristalino aos olhos do aculturado jornalista sem noção de quadrinhos. Fica o toque de que errar é humano, não admitir aí simé do egoísta.
 William Ribeiro
 Enviado em: 09/03/2010 16:56:30
Bom nosso amigo Dioclécio Luz criou uma nova turma da mônica , me moustrou uma lado que nunca tinha visto, não só eu como a maioria dos adultos e crianças, acho que a mairoia das pessoas que leram este artigo acompanham turma da mônica desde a infância. Se esse gibi passasse o ponto de vista do nosso amigo Dioclécio Luz acho que o mundo hoje dia seria algo bem pior.
 Rafael Soares
 Enviado em: 09/03/2010 17:27:47
Um exagero na idolatria??? Nossa, o que achei exagerado foi a proporção dada pelo autor em cima desta demonização da Turma da Mônica. Os argumentos, forçadíssimos... artigo infeliz, escrito por alguém que parece ser, literalmente, infeliz. Deve ter sido trauma de infância.
 Rachel Villar
 Enviado em: 09/03/2010 17:33:28
Ah, não! Chega até a ser ridículo o artigo difamando a Turma da Mônica! Por diversas partes eu me peguei rindo dos argumentos utilizados! Me parece que o acesso às revistinhas foi negado ao Sr. Dioclécio quando ele era mais novo e por isso "criou raivinha" do Maurício de Souza. Eu SEMPRE li Turma da Monica, SEMPRE vou ler e espero que as revistinhas estejam em circulação quando nascerem meus filhos. O senhor foi muito infeliz em suas declarações, muito mesmo. Ainda bem que a parcela da população que pensa como o senhor deve ser de 1%, já que a Mauricio de Souza Produções é uma das maiores entidades no assunto. A Turma da Monica (como o senhor mesmo fez questão de frisar) é sucesso absoluto há muitos e muitos anos. E, se Deus quiser, a tendência é só crescer. Eu praticamente considero o Mauricio um pai e penso na turminha como um bando de amigos meus. Deve ser um pseudo-filósofo recalcado que adora ler Nietzsche. Você sim deve ter sofrido bulling na infância.
 Jorge Paes
 Enviado em: 09/03/2010 17:39:53
Caro Dioclécio Luz, opinião foi feita para ser respeitada e respeito a sua, mas seu texto me faz crer que você nunca leu não mais do que uma revista da turma da Mônica. Azar o seu. Vai ver Big Brother rapaz!
 Juliana Vaz Fernandes Kawashima
 Enviado em: 09/03/2010 18:38:28
Achei um exagero!!! Sempre li esses gibis, aliás, lembrar da minha infância é lembrar dessas historinhas. E no entanto, não me tornei violenta, (comilona talvez), e nem deixo de tomar banho por isso! Triste é o perfil de muitos pais e mães de hoje em dia que não orientam seus filhos adequadamente, e que o único referencial ao alcance de seus pequenos seja as historias de gibis, ou o Big Brother na televisão, com todos seus maus exemplos, este sim, um motivo muito mais grave para que nos preocupemos.
 Raphael Menezes
 Enviado em: 09/03/2010 21:07:16
Na boa, Dioclécio. Você perdeu minutos, talvez horas, escrevendo tal artigo, mitigando fatos relacionados às historinhas da turma da mônica que REALMENTE são verdadeiras. Porém são verdadeiras para VOCÊ e outros adultos. Nenhuma criança possui o pensamento evil e maléfico como o senhor. Eu nunca pensei em armar um plano infalível contra a minha irmã há 20 anos atrás, nunca pensei em parar de tomar banho, quiçá pegar um coelho e meter a porrada na minha irmã. São pensamentos que crianças ainda não desenvolveram, apenas acham engraçado um moleque arteiro, como o Cebolinha, tomar umas bordoadas da Mônica, pois é o justo. Todos os HQs possuem certo nível de violência, como Batman, por exemplo, onde existem milhares de SOC, POW, TOF, BLAM. Você está procurando fogo aonde não tem.
 Alan Purificação
 Enviado em: 09/03/2010 21:43:32
Felizmente, as réplicas anteriores, sintetizaram com muita competencia, o que penso a respeito do texto. Afinal, também me formei leitor através dos quadrinhos da Turma da Monica, a ao que me consta, nunca saí agredindo quem quer que fosse, verbal ou fisicamente, após ler o gibi. Aliás, em minha inocencia de criança, confesso que nunca sequer pensei em estar diante de algo "violento". Fico feliz que a maioria das pessoas que comentaram, também não. Mas não desqualifico as idéias do autor do texto, pois trata-se de uma opinião, que deve ser respeitada, antes de tudo. Mas convido-o a refletir melhor, diante de tantos bons argumentos contrarios a sua idéia.
 Ricardo Badini
 Enviado em: 09/03/2010 22:11:26
As pessoas que aqui criticam na grande maioria defendem pela ótica do que a Turma representou em suas vidas e isto está tão defasado quanto o conteúdo da Turminha nos dias de hoje. Os personagens hoje representam comportamentos improváveis ou inofensivos no nosso tempo . O mundo mudou e muito, hoje falamos de preconceito entre crianças na escola. Hoje meu filho não pode encostar a mão em outro garoto que periga ser processado. Muitas crianças de 6, 7 anos simplesmente não respeitam professores. E estamos aqui achando muito natural que um personagem bata sistematicamente no outro quando se acha ofendido apenas porque nós não nos pervertemos com isso anos atrás! Pensem numa menina real como a Mônica e quero ver alguém achar lindinho dentro da sua casa. Pensem numa Magali real e a intriga de que a garota sofre de alguma doença grave correrá solta. As crianças lêem a revista e ouvem as realidades nas casas, escolas e ruas. Acho que se o Mauricio, de forma comercialmente oportunista, criou a Turma Jovem, com todos os seus dilemas (e muitos pais criticaram em reportagens), qual a dificuldade de renovar o pensamento dos pequenos e nos ajudar na condução do que interessa, ou seja, do que acontece hoje em dia?
 Mauro de Abreu
 Enviado em: 09/03/2010 22:17:19
hahahaha! "Chico Bento é uma visão burguesa – distante e elitista – do campesinato" - foi a melhor parte, estou rindo até agora! Meu deus, esse foi de longe o pior texto sobre quadrinhos que eu já li na minha vida.
 Nadia Mattos
 Enviado em: 09/03/2010 23:56:21
Sr. Dioclécio Assim que aprendi a ler, virei fã da Turma da Mônica (bem, na sua visão virei uma consumidora). E consumia mesmo! Não tinha o apetite da Magali, por isso aprendi a economizar o dinheirinho do lanche da escola para passar na banca toda semana. E era gratificante ver uma personagem com o mesmo "problema" que eu: dentuça! Há 25 anos (tenho 33 agora) não "havia" bulling, mas assim como ela eu era bastante importunada. A diferença é que eu não batia em ninguém por isso. E continuo assim até hoje, acredite. Mas tive meu período de Cascão... como toda criança de subúrbio, de um tempo em que podíamos brincar na rua, o terror era a hora do banho! Pois era a hora em que a brincadeira acabava; depois do banho ficava em casa para não me sujar, e aproveitava para ler gibi. Hoje tenho certa nostalgia ao lembrar dos personagens masculinos jogando bolinha de gude, ou puxando um caminhãozinho com barbante, por exemplo. Chico Bento subindo na goiabeira... Acho que as crianças não fazem mais essas bobagens... ou ficam na frente da TV ou do computador. Já temos reflexo disso, como a obesidade infantil. Por que será que a Magali não engorda? A turminha toda era bastante ativa... Sua análise, como toda opinião, é válida. Não concordo, mas respeito. Mas tente ser menos rancoroso e mais profundo na sua pesquisa. No seu afã por criticar, seu texto ficou cheio de clichês.
 Rafael Gimenez
 Enviado em: 10/03/2010 00:48:38
Vou ser sucinto: Seu artigo é deprimente, porque parte do pressuposto de que crianças são seres estúpidos, influenciados por qualquer absurdo que se apresente diante delas. E elas não são. Eu passei minha infância toda lendo Turma da Mõnica e praticamente fui alfabetizado com estes quadrinhos. Hoje tenho 26 anos, sou um pacifista convicto, tomo banho todos os dias e sei a importãncia de uma alimentação balanceada.
 André Moraes
 Enviado em: 10/03/2010 07:48:33
Este artigo propõe procurar pelo em ovo. Polemizar com o vazio. Daqui a pouco voltaremos àquela besteira de tocar o disco da Xuxa ao contrário para ouvir frases de adoração ao demônio.
 Daniel Almeida
 Enviado em: 10/03/2010 07:54:22
Realmente, depois de velho eu deixei de achar graça em muita coisa da Turma da Mônica. Vejo a Mônica como mal humorada (odeio mau humor) e a Magali como mal educada mas talvez eu tenha perdido minha inocência infantil mesmo. A Mônica não só resolve tudo na porrada, ela tem a porrada como primeira resposta para tudo, até para enganos e não chega a ser como a Dona Florinda do Chaves que bate no Seu Madruga a qualquer momento. Lá somente ele é vítima dos tapas dela que está sempre superprotegendo o filho mimado. Mas discordo em parte quando você diz que a Mônica se defende do bulling com porrada ao invés de conversar. Eu sofri bulling e infelizmente crianças não entendem ironias, não dialogam, não mudam sua opinião sobre outra facilmente. Só escapei das perseguições quando usei mais os punhos do que a palavra.
 eduardo chaves oliveira
 Enviado em: 10/03/2010 08:02:36
Vou falar daquilo que ninguém tem coragem, nem o autor: O cascão, se a imagem de um negro sujo não é racista, o céu não é azul
 Janaina Moura
 Enviado em: 10/03/2010 08:54:03
Cresci lendo Gibis da Turma e nem por isso saí por aí batendo nos outros, não tenho problemas com alimentação e nenhum outro reflexo dessa leitura, como mencionado no seu texto. Acredito que crianças bem educadas pelos seus pais, sabem muito bem a diferença entre ler a Monica e ser a Monica... Tenho o hábito da leitura justamente pq meus pais me permitiam ler gibis e revistas infantis... Seus filhos gostam de ler a Barsa??
 Márcia Carvalho
 Enviado em: 10/03/2010 09:17:45
O que é que é isso? Meu Deus, essa moda do "politicamente correto"é um retrocesso mesmo!!! Agora tudo precisa ser justificado, explicado, rotulado, carimbado... Tenha dó!!!
 Sergio Henrique
 Enviado em: 10/03/2010 10:51:52
É um tanto defasada a ideia de a mente de uma criança ser uma tábula rasa. Que Mônica e outros personagens do assim chamado universo infantil tenham comportamento questionável, OK, só que é muita falta de sensibilidade crer que as crianças vão replicar em seu dia a dia o que está contido em universos francamente fantasiosos. O autor do texto — e quem o apoia — nunca viu meninos brincando de luta? São “raios”, “golpes”, “ataques especiais”, toda forma de violência... só que alegórica! Isso funciona como válvula de escape, que nem a adrenalina ao torcermos por um atleta ou time esportivo. No mais, como já foi exposto por outros comentaristas, o autor do texto comete erros grosseiros de informação e análise. Ele nem sequer teve o trabalho de conferir como se escreve o nome de Maurício de Sousa e a palavra “bullying”. E ainda me confunde Joseph McCarthy com “presidente McArthur”. Desleixo lamentável para um jornalista, escritor, pesquisador e mestrando...
 Jorge Leonardo Soares dos Santos
 Enviado em: 10/03/2010 11:08:26
Mesmo respeitando a opnião do autor do texto,acho um absurdo o que foi externado pelo mesmo. Parece que o autor gostaria que a Mônica,uma criança de 7 anos,utilizasse da dialética de Platão,Sócrates e Aristóteles para resolver suas brigas com o Cebolinha. Ao utilizar Mafalda e Calvin para embasar sua tese,ele demonstra a fraqueza de seu argumento,pois ambos possuem um público alvo cuja idade é mais elevada do que o leitor alvo de Turma da Mônica (apesar de muito adulto ainda ler o quadrinho). O gibi de Maurício de Souza demonstra sim uma compreensão singular do universo infantil,pois todos personagens,mesmo possuindo características predominantemente pejorativas (dentuça,comilona etc.) e brigando constantemente,como toda criança,não se largam,são amigos de verdade,coisa que atualmente está cada vez menos frequente até mesmo nas crianças. Esse pensamento de policiamento por parte do autor,refletido nos pais de hoje,torna cada vez mais comum a existência de bulling nas escolas,pois as crianças estão cada vez mais reprimidas e com mais responsabilidades,de forma cada vez mais prematura,resultando numa pressão que elas não sabem lidar,partindo deste modo,para toda essa agressividade que vemos nos dias de hoje. Pra mim este artigo só demonstra o porque dos adultos enchergarem apenas um chapéu no desenho da cobra engolindo o elefante no livro O Pequeno Príncipe.
 Leonardo Borges
 Enviado em: 10/03/2010 12:45:30
Esse artigo deveria estar no Kibeloco ou qualquer outro site do gênero.
 Emerson Braga
 Enviado em: 10/03/2010 14:04:17
Esse artigo é sério? Por favor, alguém me esclareça, o autor está sendo irônico? Perdoem minha ignorância mas não conheço ninguém( nem eu) que ja tenha lido essa tal de Mafalda? Garanto que nenhuma "criança" com menos de 15 anos lê Rê bordosa. O autor deve ter abusado na maconha, texto mais fora da realidade, só mesmo o outdoor do metro do Rio, dizendo que as últimas mudanças beneficiaram 1 milhão de usuários. O nosso amigo Dioclécio realmente não entende nada de criança, nem da vida, se aqueles meninos americanos tivessem se imposto e até mesmo dado uns sopapos em alguns colegas, alguém ficaria de olho roxo, mas ninguém seria baleado por colegas de escola.
 Avelino Bego
 Enviado em: 10/03/2010 14:12:26
Cara, eu não consigo encarar este artigo como sério!
 Evandro Monteiro
 Enviado em: 10/03/2010 14:33:07
Lá pelas tantas o texto diz assim: "Estamos tratando de uma marca fazedora de dinheiro de uma grande empresa". E qual é o problema? É "pecado" alguém criar uma personagem de HQ e ganhar lucros com isso? Feito de forma honesta, o que que tem? Pior seria se o Maurício de Souza obtivesse dinheiro enfiado na cueca, coisa que o mensalão demo-petralha fez.
 Clelio Toffoli Jr
 Enviado em: 10/03/2010 15:46:36
Ninguém vai defender o Dioclécio? Isso é bullying eletrônico. No mínimo ele fez a mais engraçada peça de humor involuntário de todos os tempos.
 Carolina Medeiros
 Enviado em: 10/03/2010 16:31:27
eu, durante toda a minha infância, li a Turma da Mônica. Nunca usei a Mônica como parâmetro pra resolver minhas pendengas escolares. tudo pq minha criação era outra, este é um fator a se levar em questão. tinha até um pouco de dó do Cebolinha, ou seja, tinha consciência de que a Mônica era muita taxativa nas suas coelhadas. Aonde quero chegar é que, as HQ s do Maurício não precisam ter o estilo do Quino ou do Bill Watterson pra serem educativas. Se, durante a leitura, as crianças, auxiliadas pelos pais seria melhor ainda, se derem conta dos comportamentos de cada personagem da Turma da Mônica, vão poder tomar como base o que é excessivo ou não. A gente tem por ex. uma hq da Magali em que ela auxilia a mãe do Dudu, um menino que não gosta de comer nadica de nada, a fazer o menino comer. Ah, tem também o Franjinha, menino-cientista super inteligente, faz muitas engenhocas tecnológicas, é um personagem típico da inteligência. Essa foi uma leitura feita por vc acerca das hq s, mas eu consigo enxergar além de meros exemplos educativos. Acho que a hq, enquanto Arte, tem em primeiro lugar a oportunidade de apenas entreter seus leitores, cujo papel é importantíssimo para a leitura de uma hq.
 Gallinucci da Silva
 Enviado em: 10/03/2010 19:24:54
Cogito ergo cartesiano com Chico Bento? Dioclécio, você tem alguma ideia do que está escrevendo? Está no tópico Jornal de Debates, mas não dá nem pra debater. Deveria estar no tópico Jornal de Risadas. Honestamente, isso só pode ser fruto de uma rixa pessoal com o Maurício de Souza. Ninguém escrever isso por opinião, mas pra tentar derrotar algo.
 sergio pimentel
 Enviado em: 10/03/2010 19:42:37
O Chico Bento, por exemplo, que você afirma ser “unidimensional”e " uma visão burguesa – distante e elitista – do campesinato" (sic) ensina humildade, respeito, lealdade aos pais, avós, amigos, ecologia, valores éticos, perdão, trabalho, alegria da vida. È muita coisa pra um personagem unidimensional , não? Outra coisa:Tio Patinhas simbolo maior da Disney??? Mickey é o que? Estagiário? Mauricio ensina enquanto conta historias. Fez e faz isso muito bem, sem ajuda de órgãos de estado e influencia política (coisa que comunistas invejosos não conseguem viver sem). Por isso ninguem leva esquerdistas a serio no pais. Esse "observatório da imprensa" é uma piada. Um antro de viuvas do comunismo que nao tem a humildade de perceber que eles dedicaram a vida toda em estudar e defender um conceito IDIOTA e ERRADO.
 Rynaldo Papoy
 Enviado em: 11/03/2010 09:38:31
Maurício de Souza sempre este ciente destas questões, como ele próprio revelou em incontáveis de suas histórias, mas não pode mudá-las, pois matariam os personagens. O autor do texto esqueceu de citar personagens como Astronauta, Franjinha, que resolvem as coisas através da inteligência.
 Juliano Portela
 Enviado em: 12/03/2010 11:04:15
Já se escreveu neste espaço de comentários muito sobre o monte de bobagens que escreveste (nunca antes na história deste país vi tantas). Vou só engrossar as estatísticas dos que acham o pior texto já escrito sobre o tema. Não, pensando bem como peça de humor é realmente válido. Acho que meu filho, que tem 10 anos, não gosta muito de tomar banho porque desde os 5 anos lê as historinhas do Cascão...
 Osni Winkelmann
 Enviado em: 12/03/2010 19:50:19
Este artigo vem confirmar que o veto a lei que obrigava a se ter formação de jornalista para poder trabalhar em meios de comunicação foi correto. E foi o próprio Observatório da Imprensa que o demonstrou. Alguém deve estar distribuindo o livro do Wertham gratuitamente pois estes tipos de artigos estão se popularizando. A pouco o Dimenstein andou falando besteira sobre quadrinhos não serem cultura, agora este monte de bobagens. Há algum tempo participei de uma palestra de um edducador conceituado que cita os mesmos textos dos anos 70 e perdeu a oportunidade de manter sua boca fechada e não falar tanta besteira. Acho que estou ficando paranóico mas me parece que há uma grande conspiraçÃo contra os quadrinhos em geral pois muitos educadores modernos e respeitados os estão utilizando em salas de aula. Com pesquisas sérias e não com os preconceitos dos Werthams tardios - A Sedução dos Inocentes é dos anos 50 e falava principalmente sobre os quadrinhos de Crime e Horror . McArthur foi um general americano em operação no Pacífico na 2a GG, popularizou os óculos Ray Ban e foi interventor americano no Japão do pós II guerra. MCCarthy foi um senador americano que perseguia comunistas e eu aprendi estas coisas lendo Gibis. Como alguém que se diz jornalista pode ser tão desinformado e presunçoso e como o Observatório da Imprensa deixa passar um texto desses? Não há editoria nesta empresa?
 Paulo Rená v
 Enviado em: 12/03/2010 20:40:55
É uma pena que esse texto seja sério. É uma crítica equivocadíssima. A comparação é inadequada. É como comparar Simpsons e Flinstones. As diferenças são maiores que as semelhanças. E o pressuposto de que o que criança ler será uniformemente absorvido. Acho isso o pior. Achar que a leitura de Turma da Mônica gera pessoas violentas e que abusam dos demais. Outro pressuposto errado é o de que as histórias não questionam a si mesmas. Volta e meia o argumento brinca com as características da TdM. Lembro-me da série "situações impossíveis", por exemplo. O texto é extremamente superficial e vai longe sem lastro nem nas histórias que comenta nem nos efeitos psico-sociais que imagina. Espero que o mestrado em comunicação esteja no início e que você possa revisar suas referências de análise.
 Maria Luiza Silveira de Oliveira
 Enviado em: 14/03/2010 00:54:15
Chega a ser repetitivo o que vou escrever, mas sinceramente a Turma da Mônica merece defesa desse [ ] . Dou aula para crianças da idade da turma da Mônica e elas reagem exatamente da mesma forma que a Mônica quando são importunadas, tanto meninos quanto meninas. Se esse Dioclécio leu bem as histórias da turma, deve ter percebido que Mônica só bate quando precisa reagir da ofensa ou ataque de alguém, e fora isso ela é muito carinhosa e leal com seus amigos, inclusive com Cascão e Cebolinha que vivem armando planos mirabolantes contra ela. Magali realmente come muito, mas é uma criança que brinca bastante e come muitas frutas e alimentos saudáveis. Sua imagem mais marcante a mostra com uma melância mordida na mão. Cascão não toma banho, mas há várias histórias em que ele é criticado por isso, mostrando a impotância da criança manter sua higiene e mesmo sendo um "porquinho" ele não gosta de ver o meio em que vive sujo e poluído. Cebolinha apanha mas apronta bastante, e é um personagem muito inteligente e carismático (seus planos mirabolantes são maravilhosos, mas sempre são descobertos pela Mônica. Talvez porque ela também use o cérebro não só o braço? Sem contar que tudo isso acontece porque um tem uma quedinha pelo o outro e vice-e-verça). Seus argumentos são vazios e carecem de uma pesquisa realmente séria...
 Maria Luiza Silveira de Oliveira
 Enviado em: 14/03/2010 01:30:02
Continuando...Seus argumentos são fracos e carecem de pesquisa séria senhor Dioclécio. Esqueceu de citar personagens como Franjinha e Astronauta que se destacam pela inteligência, Horácio e a turma do Penadinho que se destacam pela sensibilidade! Aprendi a ler com a Turma da Mônica, que foi muito importante na primeira fase de minha vida, mas isso não quer dizer que desenvolvi desvios comportamentais graves até porque tive outras diversas influências negativas e positivas. Dou aula para crianças que sofrem todos os tipos de abusos principalmente por parte dos pais e responsáveis e que infelizmente nunca tiveram a oportunidade de ler Turma da Mônica. Não ter uma boa estrutura familiar é o que desenvolve problemas de violência e obssessão compulsiva em uma criança e não uma história que utiliza do exagero típico da fantasia para retratar situações comuns do universo infantil. Além disso, comparar Turma da Mônica a Mafalda e Kalvin chega a ser ridículo, pois como o próprio "jornalista" comentou em seu "artigo" Turma da Mônica é voltada para um público diferente de Kalvin e pricipalmente Mafalda. Crianças não se interessariam tanto pelas críticas sociais apresentadas de forma genial em Kalvin e Mafalda, e sim mais pelas situações de fantasia e brincadeira, o que é normal e perfeitamente saudável.
 Carlos Matheus da Silveira
 Enviado em: 15/03/2010 00:30:28
Meu caro, me desculpe falar isso mas vc entrou na sua nave espacial e viajou bonito por dezenas anos luz. Mauricio de Souza criou a turma da Monica com base em antigos amigos que tivera na infância. Vc está procurado argumentos infundados para se promover. A realidade que vivemos hoje é fruto de pai e mãe que não sabem educar o filho direito e o deixam fazer o que quiserem sem puni-lo de forma adequada. História em quadrinhos não fazem a cabeça de criança e, mesmo se fizesse, não seria uma simples história ou um simples personagem que iria mudar seu pensamento. Se, seus filhos não são hoje em dia o que vc sonhou pra eles, por favor, não culpe as personagens de Maurício de Souza. Culpe sua própria incompetência de educa-los. Atenciosamente...
 Ruy Saraiva
 Enviado em: 15/03/2010 20:54:44
Infeliz. Infeliz o artigo, com ares de cientificismo, preconceito e falta de informação. Infeliz o autor, com sua jactância, seus argumentos defensáveis, suas opiniões dispensáveis e seu preparo capenga para comentar um assunto que tem tudo para ter interessante, mas que se torna meramente risível dada a impropriedade de seu argumentador. Se o autor estiver certo, que volte a Censura, proiba-se Tom & Jerry, Chaves, Pernalonga, Piu-Piu & Frajola, Papa-Léguas & Coiote ou quaisquer outras formas de entretenimento infantil em que se faça rir pela simples graça de se saber que aquela violência ali contida é ficção. Se o autor estiver certo, façamos mais: proíba-se o riso. Se o autor estiver certo, vivamos somente da brutalidade real e permitamos publicar unicamente as desgraças cotidianas e então ensinemos nosssas crianças a ser sérias desde de sua tenra infância, eduquemo-as para que elas vejam sempre problemas em tudo o que lêem, criemos infantes paranóicos que busquem sempre ver a "mensagem subliminar" em todos os escritos. Se o autor estiver certo, aproveitemos que ele nos abriu os olhos para este tão relevante problema, este câncer social que nos consome sem que percebamos e façamos o que ele agora faz: sejamos estúpidos, intolerantes e falsos intelectuais, então, por fim, matemos de vez qualquer esperança no futuro, vigiemos todas as formas de pensamento e sejamos infelizes.
 Rodrigo Maia
 Enviado em: 15/03/2010 22:20:53
Parabéns, sr. Dioclécio, acaba de atingir a unanimidade. NINGUÉM concorda com o seu texto. Feito e tanto, hein???
 Eric França
 Enviado em: 15/03/2010 23:25:26
O conteúdo deste texto soa como aquela conversa possibilista e manjada que às vezes travamos pra rir do absurdo:"Ei, cara, você nunca tinha reparado que A Turma da Mônica é pura sacanagem?".O que se segue é uma miríade de meias verdades, engenhosamente destituídas de seu contexto original, que constroem um discurso compreensível, mas não coeso.E a graça de se fazer isso está em justamente comprovar o absurdo a cada ponto da argumentação do discurso propositalmente falacioso.O autor deste texto, em contrapartida, parece ter levado a brincadeira a sério, ter realmente acreditado que há uma deturpação moral acontecendo perante nossos olhos e que ele é o único ser lúcido disposto a nos provar a verdade, por meio de uma argumentação em tom sério, mas que nem por isso ensombra a falta de propósito e até certa inocuidade de sua empreitada. De fato, o discurso é bem engendrado e traz no momento certo as figuras e alegorias necessárias pra reforçar o seu tom de denúncia e de esclarecimento sobre algo que, ao que parece, pairava incógnito sob nossos narizes .Mas, talvez, por querer abarcar mais do que pode e querer promover um amontoado de meias verdades , transformando-as em verdades absolutas, é que o autor comete o erro que ele mesmo condena: usa-se de clichês a todo momento, quando diz algo e ignora maiores ponderações a respeito do que defende; o avesso do pensamento crítico.
 Marcio Shimabukuro
 Enviado em: 16/03/2010 02:29:15
Esqueceu-se de fazer críticas sobre o Cebolinha, que também faz parte desta turma, tão importante quanto a Mônica, Cascão ou Magali. Esqueceu-se também do Franjinha, Xaveco, Humberto, o Bidu, Horácio, Penadinho, Louco, Pelezinho, Ronaldinho Gaúcho, Marina, Nhô Lau, Zé Lelé, Capitão Feio, Zé Vampir, Frank, Rosinha, Hiro, Do Contra, Nimbus, Mingau, Piteco, Papa-Capim, Tina, Astronauta, Raposão, São Pedro, ANJINHO... só pra citar os que vêm à cabeça, lembrando que estes também fazem parte da turma da Mônica. Logo percebemos o quão tendenciosa é esta matéria, e o quão incompleta também é esta pesquisa. A análise do Cebolinha teria sido fundamental (25%, se considerar só os 4 da turma da Mônica, excluindo seus pais também, que participam de muitas das histórias) Sugestão: http://pt.wikipedia.org/wiki/Turma_da_Mônica Não sou fã do Maurício de Souza, mas isso não me parece jornalismo . Isso não explica o por que deste texto não ter personalidade. Mas deixa o alerta sobre o que nós estamos lendo. Uma pena.
 Julio Cesar
 Enviado em: 16/03/2010 03:13:22
Cara, muito bom o seu texto. Embora esse forçe um pouco aqui ou ali, no geral eu concordo com sua opinião sobre a revista. O que eu não concordo é a relevancia que você dá a essa revista como formadora de caráter, com tantos estímulos, a criança quese deixa educar exclusivamente por uma revista tem problemas muito mais importantes pra resolver. Um moleque normal vive a vida na sua totalidade, não é um autista. Quanto a qualidade e o adesismo que envolve a revista, nada a discordar.
 marcio costa
 Enviado em: 16/03/2010 18:28:03
Presidente McArthur? ele nunca foi presidente... foi uma general fodão deles e para por ai... o caça às bruxas foi maior no governo do presidente Dwight D. Eisenhower. Você falow tanto de cliches... seu próprio texto esta cheio deles.
 Lulli Clasen
 Enviado em: 17/03/2010 00:29:49
Além de concordar com tudo o que já foi dito nos comentários, devo dizer que a Turma da Mônica é um facilitador de diálogo entre pais e filhos. Minha mãe lia os gibis pra mim antes de eu ser alfabetizada, nunca ouve bloqueio da parte dela neste tipo de literatura. Faltou MUITA pesquisa da sua parte, Sr. Luz, parece que o sr. nunca leu os gibis da turma NA VIDA! A Mônica aprende que a violência não é a saída, na maioria das vezes com a Magali, a "personagem sem personalidade". A Magali é delicada, é exemplo pra Mônica. Se eu pudesse, falaria de TODOS os personagens, mas aqui não cabe. Fique à vontade para me mandar emails com esse tema. Por fim, mesmo depois de tudo o que o sr. escreveu, só fica a prova de que a turma é exemplo de tolerância e aceitação das diferenças. Cada um tem sua predileção, cada um é único e, ainda assim, todos são amigos. Aprendi na escola (e na faculdade também) que a gente deve conhecer o tema sobre o qual está escrevendo. #FIKDIK! Depois de ler tantos gibis quanto nós, fãs crescidos, aí sim o sr. pode criticar o Maurício de Souza e sua família (sim, porque esses personagens foram baseados nos filhos do próprio, ou sua pesquisa mequetrefe não te informou isso?) Pesquisa isso aqui no dicionário de inglês: LAME! É o que esse artigo é.
 Alexssandro Duarte
 Enviado em: 17/03/2010 01:09:36
Tudo que pensei em escrever já foi escrito por outros. Fico feliz em saber que o pensamento do Sr Luz não encontre eco na maioria. Francamente Sr. Luz, quadrinhos foram feitos para divertir, graças aos quadrinhos da Turma da Monica peguei gosto pela leitura e se leio grandes clássicos da literatura, biografias ou livros de ciências sou muito grato as criações do Mauricio. O texto que escreveu não passa de uma má requentada critica do tipo Para Ler o Pato Donald, uma visão absolutamente distorcida do que são historias em quadrinhos e principalmente uma vingancinha contra o sucesso financeiro do Mauricio. Claro que criticas ao estilo editorial do Mauricio são cabíveis, não dar o credito para desenhistas e roteiristas é uma pratica ultrapassada, mas querer enxergar a glorificação da violência e de outros aspectos negativos nas historias da Turma da Monica é tratar as crianças como idiotas. Que mundinho triste e sem graça viveríamos se as opiniões ideologicamente retrógradas como a desse infeliz artigo fossem seguidas, felizmente podemos curtir em paz nossos amados personagens e seus geniais criadores. Sr Luz, cresça um pouco, vá ler um bom gibi, quem sabe um Carl Banks lhe mostre como misturar mitologia com ficção cientifica e um certo pato capitalista pão duro, ou um Stan Lee lhe ensine que com Grandes poderes veem grandes responsabilidades.
 Rafael Souza
 Enviado em: 17/03/2010 15:58:08
Parabenizo a equipe d’Observatório da Imprensa por inaugurar a seção de humor com um texto tão divertido. Fazia tempo que não ria assim. A iniciativa merece encômios: a credibilidade, afinal, não decorre da sisudez, mas da seriedade do trabalho.
 Claudinei Longo de Jesus
 Enviado em: 18/03/2010 15:38:54
Mas quem é esse Dioclécio? Deve ser a única criatura da face da Terra que já nasceu com 55 anos de idade. Querido Dioclécio, uma amiga minha perdeu um seio num acidente de carro por estar usando cinto de segurança. Proponho que me ajude numa campanha contra o uso do cinto. O que tu acha, vamos? com tanta incoerência num só texto sobre um assunto tão leve e gostoso como nossos gibis, acho que vc entraria na minha campanha.... Faça-me o favor Dioclécio, reveja seus conceitos, rápido. Ah, e aproveite pra ler uns gibis, vai te fazer ter uma infância, ainda que tardia.
 Henrique Oliveira
 Enviado em: 18/03/2010 18:19:18
É esse tipo de pensamento retrógrado que gosto de ver, como comentado anteriormente, vejo que foi inaugurado aqui a sessão de humor, queria conhecer esse tipo de gente, ter uma conversa franca, uma "troca de idéias", se fosse possível, com alguém que provavelmente já leu tais revistas comentadas e diz com tanta eloquência e perspicácia tais opiniões, será que eu deveria mudar de faculdade, e optar por Filosofia ao invés de Jornalismo por causas tais comentários?? Tenho me decepcionado bastante com a imprensa nacional, seja desse modo ou do outros que não me cabe aqui dizer, mas acho mais pernicioso alguém usar um termo estrangeiro, tipo o bulling, no caso, que vem se tornado quase uma moda, parece a língua francesa em décadas atrás, mas isso não vem ao caso. Mas me parece que a primeira grande idéa que se vem a cabeça de alguns profissionais dessa área por vezes simplesmte vem e não são melhor trabalhadas, prova de que muitas vezes nesse país nem sempre é feito uma seleção tão rigorosa assim, ou carace mesmo de uma qualificação, vai saber. Ou simplesmente devam ter a vontade de se criar uma polêmica, ou chega a ser o básico: o auge de da imprensa chega a ser criar uma polêmica, apenas apontar, criticar não de uma maneira positiva, mas beirando ao negativismo deve ser um dos pilares de muitos dessa que pra mim e muitos, nos pareçam tão controversa.
 Bruno Melo
 Enviado em: 21/03/2010 13:50:20
Bom, eu acho que muita gente não compreendeu o artigo do Dioclécio da forma que ele tentou reproduzir. Quando ele falou que o Tio Patinhas era o maior símbolo da Disney, quis traçar um paralelo com o sistema capitalista. A Disney é apenas uma das empresas norte-americanas que querem impor seu domínio, equivalendo aos quadrinhos e filmes o que é o McDonald s para a alimentação (muito ruim, diga-se de passagem). Aliás, o autor menciona a obsessão por comida, assim como a violência gratuita, a aversão ao banho, a falta de opinião, tudo refletido nos gibis da Turma da Mônica. Quem é esperto, como eu era já na infância, poderia muito bem ler tais gibis sem que suas "ideologias subliminares" nos alterasse psicologicamente. Mas eu conheço muitas crianças que seguem aquilo que leem, assistem ou jogam. No caso de Calvin, Hagar, Mafalda e outros, os desenhistas/roteiristas mostravam tudo de forma irônica, e de brinde criticavam a sociedade, as tradições, os dogmas. Eles questionavam as coisas através de atitudes iconoclastas. "Porque não fazer diferente", talvez pensassem. Já em revistas mais sérias, como Tarzan, Batman e Robin, Fantasma, etc, os problemas pessoais eram refletidos através do conceito de ação e reação, ou seja, se havia violência, não era por simples vontade de espancar os outros, no processo denominado bully, mas consequência de algum fato que o modificou.
 Gian Danton
 Enviado em: 21/03/2010 17:10:28
A melhor resposta a esse texto é o Porra Maurício: http://porramauricio.tumblr.com/. “O que a gente fez foi desnudar, fotografar e radicalizar os argumentos do autor para mostrar o ridículo da situação. Queremos provar que com um pouco de má intenção qualquer um pode ver malícia em qualquer coisa, por mais inocente que seja. O segredo é tirar do contexto. Um fragmento da história sem situar o leitor, um frame do desenho animado sem mostrar seu porquê. Aí fica fácil achar pelo em ovo ou chifre em cabeça de cavalo” Pablo Peixoto.
 Diego Barbosa
 Enviado em: 21/03/2010 18:30:12
Quanta baboseira junta! Prefiro meus filhos lendo a Turma da Mônica a perderem tempo com esse artigo besta. Opinião é uma coisa. Opinião inútil é outra: um desserviço.
 Adriano Tardoque
 Enviado em: 21/03/2010 20:09:36
Mesmo o Observatório da Imprensa pode conter textos de qualidade duvidosa. Infelizmente quando embebidos pelo mundo acadêmico, alguns, ao não encontrar algum objeto para direcionar seu estudo, criam. O jornalismo, tão bem coberto por esta instituição tanto me ensinou, inclusive ao ver a "pseudo-rebeldia" de jornalistas como esse. Absolutamente previsível e clara sua intenção de bater de frente com um "símbolo" para obter respostas diversas e aplicar conceitos metodológicos , bem como conseguir um brilho em sua aura. Mediocre e de contextualização pífia.
 Bertoldo Fonseca
 Enviado em: 24/03/2010 17:28:57
Fique tão espantado com o texto que fui obrigado a fazer meu comentário, mesmo sendo apenas para reafirmar todos os comentários que eu li sobre o texto. Nunca li uma bobagem tão grande. Que total perda de tempo parar pra escrever uma coisa dessas sobre a turma da Mônica.
 Tatiana Salomão
 Enviado em: 25/03/2010 14:20:25
"Ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável, isto é, por qualidades humanas, por virtudes humanas." Vc conhece o Franjinha? A Marina? O Nimbus? O Anjinho? Eu cresci lendo a turma da Mônica. Aliás, eu e todas as pessoas da minha idade e até mais velhas. Duvido que alguém tenha se tornado uma pessoa violenta por causa da Mônica, ou glutona por causa da Magali, ou nunca tenha tomado banho por causa do Cascão, ou falado errado por causa do Cebolinha... Aliás, quantas vezes a Mônica já levou broncas por bater nos outros? Quantas vezes vimos a turma se afastar do Cascão por causa do seu cheiro? Quantas vezes vimos a Magali passar mal de tanto comer? E quantas vezes vimos essa "gurizada" ajudando uns aos outros? Quantos de nós não nos emocionamos quando vemos aquele quadrinho em que a Mônica pede: "Promete que nunca vai embora?" e o Cebolinha responde: "Plometo. Eu plometo.". A Turma da Mônica me divertiu, me distraiu, me ensinou a ler, me ensinou a gostar de ler, me ensinou a estar do lado dos meus amigos sempre, em qualquer circusntância. Maurício de Sousa é um gênio.
 Carlos Navarro
 Enviado em: 25/03/2010 18:19:15
Faço das palavras do amigo abaixo as minhas palavras também. O que faltou dizer é que além de tamanha perda de tempo em escrever este texto que é pura bobagem eu tenha perdido meu tempo em lê-lo...tsc tsc.
 Nancy Zeitone Zeitone
 Enviado em: 26/03/2010 18:42:23
Muito interessante essa análise. Nunca parei para pensar nessa ações desses personagens, achando-os, apenas, engraçados. As histórias de Hulk, por exemplo, me faziam rir muito, pois ele se transformava num monstro que assustava a todos e botava pra correr quem se portava de modo inaceitável. Era o sujeito perseguido e incompreendido.
 Joana Queiros
 Enviado em: 27/03/2010 01:39:24
Nem perdi meu tempo em ler. Li sim, o comentário do Diogo e vim aqui só para conferir as respostas e me surpreendi.
 Arthur Petrola
 Enviado em: 29/03/2010 00:35:37
Perdoe-me os divulgadores desse texto, mas ele é no mínimo falacioso. Sou psicólogo, e discordo em todos os graus possíveis. O autor do texto quis apresentar uma série de clichês, mas acabou por ser ele mesmo o grande reprodutor de clichês. Não tem o mínimo de coerência teórica sobre os "distúrbios comportamentais", sem nenhum aprofundamento psicológico, apenas uma série de achismos redudantes e pretensiosos. Li os gibis a minha vida inteira, compreendo o poder influenciador que qualquer tipo de mídia pode ter sobre nossas escolhas, mas é ignorante acreditar que a ideologia apresentada nas revistas seja tão preponderante nas escolhas que fazemos ao crescer, até porque a ideia não é demonstrar o mau exemplo, mas mostrando-o saber que o comportamento não é tao aceitável, por isso, as personagens são repreendidas tão constantemente, e as ações "erradas" são passíveis de punição. Fico sem entender, na verdade, qual era a intenção do autor do texto. E talvez nem necessite, mas assim como muitos, nas páginas de comentários, reservo-me a abominar e discordar da opinião dele.
 Thiago Cantaalupo Cantalupo
 Enviado em: 29/03/2010 01:27:18
Ele tem razão, afinal está provado que todos os esquizofrenicos tiveram contato com Calvin e que os Vikings adoravam Hanggar por isso eram tão horriveis digo terriveis. Eliminar a Mônica e seus comparsas seria uma maneira de fazer um mundo melhor. Ps: Parabéns pelo seu texto ele é muito engraçado.
 Paulo Vieira
 Enviado em: 29/03/2010 01:58:00
Fico feliz em ver esse gigantesco número de comentários contra esse texto de conteudo fraco. Não tenho muito a acrescentar após ler boa parte deles, apenas queria destacar um personagem notável que é o Horacio. Essa figura pré-historica tem um intelecto superior a qualquer outro personagem contemporâneo, uma das principais caracteriscas dele é seu amor por filosofar e aproveitar as pequenas boas coisas da vida. Acredito que esse pequeno personagem já destrói boa parte dos argumentos levantados pelo autor do texto.
 valdir souza
 Enviado em: 29/03/2010 08:04:59
Sr. Dioclécio, fica dificil não notar em seu texto um certo ranço com as historias de mauricio de souza. Claro que as histórias não possuem conteúdo político e psicológico de um "Calvin e Haroldo", mas tem sim sua validade enquanto história PARA crianças. Corre na internet uma tira especial sobre a amizade, baseada no cebolinha e no cascão. Caso nunca tenha lido, vale a referência. http://www.cirilovelosomoraes.com.br/2009/05/29/cascao-e-cebolinha-em-amizade/
 Raquel de Souza Pereira
 Enviado em: 29/03/2010 09:01:17
Eu cresci lendo a Turma da Mônica e vejo algumas falhas na sua análise. Primeiro: A Mônica sofre o bulling pelo Cebolinha e pelo Cascão! Chamar uma menina infinitamente de "dentuça, abridor de latas, gorducha, elefante, baixinha, pintora de roda pé" é bulling! São dois meninos contra uma menina! As vezes mais até! Então você espera que crianças de seis anos conversem sobre o assunto para resolver o problema? Se fosse outra, sairia chorando pra casa. Ela, como menina, age emocionalmente e parte pra agressão como forma de se defender. E ainda sim não impede que o Cebolinha e o restante da turma façam planos infalíveis contra ela. Aliás a inteligência é usada sim, mas pra elaborar planos para desmoraliza-la. Quanto a Magali, ela come sim. Antes isso do que uma criança pensar em dieta. Vale lembrar que a marca registrada da Magali é uma melancia, uma fruta. Em relação a personagens pensadores e com ética existem sim: são o Horácio e o Bidu respectivamente. Dizer que o gibi da Turma da Mônica faz com que as crianças sejam violentas faz tanto sentido quanto dizer que os videogames as levam pro mesmo caminho. Ridículo.
 Caio Vinícius
 Enviado em: 29/03/2010 09:45:21
É engraçado até aonde a paranóia e o falso moralismo das pessoas é capaz de chegar. Aposto que o autor do artigo jamais leu a turma da mônica quando criança, para saber se isso acontece de fato, ou já conversou com alguma criança para verificar se suas conclusões procedem.
 Douglas Donin
 Enviado em: 29/03/2010 09:48:27
PRESIDENTE MCARTHUR? Santa ignorância, Batman! Finalmente o Brasil ganha seu "Para Ler Pato Donald". Melhor que esta, só aquela monografia sobre como o desenho do Bob Esponja é doutrinação velada para o capitallismo.
 Caê Kokubo
 Enviado em: 29/03/2010 10:06:47
Matéria escrita com linguagem formal e acadêmica, porém SIMPLISTA, baseada em argumentos teóricos (ou melhor, exemplos quase sinônimos), como toda monografia ou tese. É assim que se manifestam pseudo esquerdistas revolucionários. Com um texto quase sempre infeliz. A sociedade está se infestando de loucos assim, e é por eles que iremos à ruína. Esse senhor Luz deveria perder seu tempo escrevendo ficções, e assim, não tocaria fundo numa ferida que tem outros melhores remédios...
 Thiago Hernandes
 Enviado em: 29/03/2010 11:00:54
"inguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável, isto é, por qualidades humanas, por virtudes humanas. " Acho que o autor nunca leu as historias mesmo neh... Nunca ouviu falar do Franjinha...
 Lorde Lobo
 Enviado em: 29/03/2010 11:03:48
Caro Dioclécio Luz... O que o senhor está fazendo, muitos e muitos empre tentaram: culpar as histórias em quadrinhos por problemas da sociedade ou seja lá porque mais... Chegaram a criar, nos EUA, um código... Bem, antes de qualquer coisa, devo corrigi-lo em um ponto: o nome do criador da Turma da Mônica é Mauricio (sem acento no "i") de Sousa (com "s" e não com "z"!). Antes de qualquer coisa, penso que deverias tomar mais cuidade em relação ao nome correto do teu "alvo" Mas o ponto principal é que ficar cobrando lógica ou comportamente politicamente correto de personagens de HQs é algo extremamente idiota! Parece - e me desculpe agora - coisa de quem não tem o que fazer! Com tantos problemas reais em nossa sociedade, como na política, na polícia e em tantos outros campos, ficar achando motivos para criticar histórias em quadrinhos, é mesmo um tanto absurdo. Apenas pense: qual seria a graça em termos uma turma de personagens extremamente corretos politicamente, educados, contidos e sóbrios... qual a graça nisso?! Qual o problema dos clichês?! Se são usados com sabedoria, funcionam sim! Sabe: ser crítico de HQs que cobra o politicamente correto de personagens já virou um tanto clichê! Francamente...
 Breno Peck
 Enviado em: 29/03/2010 11:04:04
Chaaaaaato... Dioclécio, muitas vezes é complicado criticar uma coisa sem conhecê-la, e você claramente não conhece o que critica. O contexto das historinhas da Turma é muito mais rico do que esse maniqueísmo gagá que você coloca aqui. Não deixa de ser irônico, por outro lado, que você critique a Turma como algo repreensível para crianças e exalte as (fantásticas) obras de Larte, Angeli (e por tabela, as do saudoso Glauco), que são tudo menos infantis. Também não deixa de ser curioso criticar violenta Mônica e deixar de notar que os heróis americanos também resolvem tudo na porrada -- e essa desculpa de "falta de personalidade" não cola.
 Clauber Magalhães
 Enviado em: 29/03/2010 11:14:48
Falar mal da Turma da Mônica é sacanagem... cresci lendo as estorinhas da Turma, nunca cresci com disturbios e nunca fui influenciado por causa delas.... Só formos falar de estórias em quadrinhos que inflenciam o mal comportamento, ficariamos horas debatendo isso... Calvin - Menino lunático que conversa com seu tigre imaginários que deixa seu pai e sua mãe louca, além da sua professora. Recruta Zero - Um soldado folgado que apronta com seus superiores, e seu superiores mandando nos soldados. Podemos citar tb os personagens do Glauco (Que Deus o tenho), como o Geraldão (um cara bebado com o pipi de fora), além dos personagens do Angeli (Escrotinhos, Rê bordosa, Wood & Stock). Isso sem contar os personagens da Marvel em que a maioria tem problemas psicológicos.
 Estefferson Torres
 Enviado em: 29/03/2010 11:49:05
Acredito que isso seja exagero. Eu mesmo adorava ler historinhas da Mônica quando criança e acredito que a violência seja o último recurso para resolver uma situação. Tudo depende da educação que a criança recebe.
 Gisele Alves
 Enviado em: 29/03/2010 11:55:21
É espantosa a falta de coerência e percepção do autor deste artigo. Ter uma opinião é necessário, mas a falta de argumentação lógica empobrece qualquer tipo de crítica. A mensagem transmitida pelos roteiros da Turma da Mônica não é de violência, nem de bulling, nem de que o olho por olho seja válido na vida de uma criança. Falta a percepção de que ela retrata o cotidiano das crianças com mensagens corretas, embora INFANTIS... as crianças tem seu universo próprio..de brincadeiras traquinagens e APRENDIZADO... não se vê crianças correndo sujas e emporcalhadas dizendo querer ser o Cascão. Elas fogem do banho desde que o mundo é mundo..e nem todas. Algumas são mais fortes, outras não. Vale ressaltar que as tiras foiram criadas na década de 60, onde correr, brincar,pular provocar e brigar eram coisas normais, até a década de 90. Quem cresceu nessa época sabe bem que não se falava em hiperatividade, bulling, ou outras "doenças" criadas pela censura hipócrita criada recentemente. As histórias do Maurício de Sousa mudaram muito, tentando acompanhar os dias de hoje, mas a essêwncia dela é essa, e as crianças lêem por se sentirem parte desse universo à parte! Creio que extremismos não existem no mundo infantil...complicar e difamar é coisa de adultos!
 Giovanni Bagatini Cachuço
 Enviado em: 29/03/2010 12:44:51
as vezes viajam loooonge... tsc tsc tsc... Maurício de Souza na verdade é um robô... e adivinha quem está controlando ele? Claaaro! O Pinky e o Cérebro... eles querem dominar o mundo...
 fernando Castro
 Enviado em: 29/03/2010 13:29:52
Amigo, sinceramente, você deve ser mais um destes religiosos fanáticos que veem o diabo em tudo. Eu cresci lendo a turma da Mônica e nem por isso saio "metendo a porrada" em todo mundo, nem tampouco não tomo banho. É curioso como vocês críticos interpretam as coisas de maneira totalmente distorcida das pessoas normais. As histórias da turma da Mônica sempre retrataram o universo das crianças da maneira mais singela possível, e sempre terminam com uma lição de moral, cidadania ou bons costumes, diferentemente das porcarias produzidas lá fora e cultivadas aqui(desenhos animes por exemplo) que tem uma única intenção: vender produtos e pornografia.
 Giselle Nog
 Enviado em: 29/03/2010 13:49:47
Ahhh, tenha dó! Esse texto só vem a corroborar o estado de neurose em que a humanidade vive hoje... É proibido ver as coisas com inocência. Todo mundo explica tudo.
 Patrick Azevedo
 Enviado em: 29/03/2010 14:11:52
Atitude infantil é jogar em personagens de uma história em quadrinhos como A Turma da Mônica a culpa sobre possíveis desvios de personalidade de seus leitores. Cresci lendo A Turma, assim como Homem-Aranha e X-Men. Em ambos os casos, nunca me deu na telha parar de tomar banho ou tentar subir pelas paredes e lutar perigosamente contra criminosos. Dizer que personagens da Turma da Mônica são "perigosos" e "desviados" (que sejam!, o que importa nas histórias não é isso) é adotar uma ótica velhaca, careta e conspiratória; e é supor má-fé dos autores da Turma. Vá lá! Será que não temos muito mais coisas para nos preocupar e nos ocupar em vez de gastar verbo com elocubrações "inteligentes" deste quilate? Não vivemos mais na Guerra-Fria! E muito me admira um veículo como o Observatório da Imprensa dar espaço a um disparate como este artigo, muito "inteligente", por sinal, se vivêssemos nos anos 1960 e se tivéssemos algo contra a Turma da Mônica e Maurício de Sousa. Temos?
 andre graes
 Enviado em: 29/03/2010 15:15:52
muita paranóia. pela tese, o mundo deveria estar repleto de crianças agressivas, gulosas e encardidas, já que muitas delas tem contato com os 3 personagens em intensidades proporcionais. pura neurose. as crianças estão expostas a esses personagens há pelo menos 40 anos e, se de um tempo para cá as crianças vêm apresentando distúrbios comportamentais, a culpa é da preguiça dos pais em educar, e não da exposição às histórias da turma da mônica. o autor tentou criar polêmica para gahar notoriedade, mas conseguiu, quando muito, pagar um tremendo mico.
 Ale Santos
 Enviado em: 29/03/2010 18:04:35
Ótimo post, aliás um dos melhores que já li. Deixa bem claro que a mamãe do Sr. Dioclécio não deixava ele ler os gibis da turma da mônica, criando no autor essa revolta interior contra algo tão divertido e bobo como uma simples revista em quadrinhos. Bate o pézinho no chão que talvez a mamãe deixe você ler algum gibi meu filho.
 Joatan Preis Dutra
 Enviado em: 29/03/2010 22:17:55
(Na última parte do texto) O certo é SENADOR Joseph McCarthy, não "presidente McArthur". Erro crasso para quem quer intelectualizar um produto de cultura de massa...
 Dandara Codognato
 Enviado em: 30/03/2010 11:52:27
Estes comentários são bem plausíveis quando ao invés de uma criança você cria um gravador que só recebe e repete. O mundo adulto é cheio de crueldade sendo plausível que a criança conviva com um certo nível de violência.Pra quem já foi criança há de concordar que no final as ações que prevalecemna nossa eduação é a dos pais. Pela perspectiva adotada pelo artigo não podemos se quer contar os contos de fadas para nossas crianças, a não ser que tiremos o lobo mau, e as bruxas das hitórias. Também devo pontuar que o artigo coloca informações sem citar fontes, tenho dúvidas sobre algumas pontuações de discussãoes anteriores que talvez só existam na cabeça do autor. Apenas um nome: Frederic Werthem, quem entende quadrinhos sabe muito bem o que este nome significa, e também sabe a discussão proposta nãonenhuma novidade.
 Silvio Cláudio Bueno
 Enviado em: 30/03/2010 11:59:08
Pronto Dioclécio. Já teve os almejados 15 minutos de fama. Agora, por favor, volte para as catacumbas desse seu pensamento tacanho. Teu texto é falacioso, mentiroso, preconceituoso e muito mal escrito, inclusive com erros crassos, como os já apontados pelos demais comentarista. Um cursinho básico de redação no Senac ia bem. Incrível como alguém com esse sobrenome, não consegue sair das trevas.
 William Antônio Siqueira
 Enviado em: 30/03/2010 12:51:51
Meu Deus.... Se isso fosse realidade, como não estaria o Brasil hoje? Acredito que muitos conheçam os Gibis da Turma da Mônica, lembro que até na escola tinha para ler... Me parece algo muito teórico o ponto de vista desse artigo...
 Carlos César Santos
 Enviado em: 30/03/2010 14:27:58
Quero congratular quem conseguiu ler o texto até o fim. Fui um moleque normal em minha infância: bola de gude, futebol, pega pega, mãe na mula, polícia e ladrão, e muita, digo muita, tiração de sarro e zoeira com todos os amigos e amigas. Crianças são assim, brincam, brigam, zoam, divertem-se, amam da maneira mais transparente. Criança não faz média. Se gosta gosta, se não gosta, não gosta. Se acha engraçado, ri. Se acha estranho, diz. No mundo cujo o autor do infeliz texto se criou, as crianças brincam de ser adultos. Adoro Mafalda, é única. Adoro Calvin, é único. Adoro Turma da Mônica, é única. Nacionalismo ?!? Sim. Sou mais saci perere do que halloween, muito mais. Identifico-me com o comprotamento da Turma da Mônica, porque nosso comportamente (meu e de meus amigos de infância) era muito parecido. Muitas vezes, igual. As brincadeiras de rua...Nenhum de nós tornou-se amargo, violento, problemático devido a este comportamento na infância. Nosos pais sempre estiveram próximos, nos orientando, nos educando. Você é um cara triste. Isso é muito triste. Faltou algo lá atrás, algo muito importante. Talvez uma Turma da Mônica no seu bairro, no seu quarteirão. No meu tinha. Que bom !!!
 Thiago Fiorotti de Carvalho
 Enviado em: 30/03/2010 15:59:52
Deoclécio, você mesmo diz em seu texto que, para certas informações, teria que ser feita uma pesquisa mais aprofundada. Só isso já invalida todo e qualquer argumento escrito neste texto. Mais bizarra ainda foi a comparação entre a Turma da Mônica e, por exemplo, a Mafalda. A Turma da Mônica é arte para crianças e a Mafalda é arte para adultos. A Mafalda é uma criança justamente para chamar a atenção para o fato de que ela, sendo a criança que é, se dá conta e se importa com fatos que 100% dos adultos já não ligam mais. A Turma da Mônica é uma das referências da infância para qualquer criança nascida nos anos 80 e 90, e infelizmente para as crianças dos anos 2000, esta Turma é uma realidade distante, pois cada vez mais a infância de hoje fica presa dentro de casa, dando margem para as neuroses e aumentando o senso de individualidade, onde o eu é mais importante do que o nós. Tomara que algum dia a Turma da Mônica volte a ser realidade para as nossas crianças, pois assim saberemos que o mundo está mais fácil e afável.
 Thiago Fiorotti de Carvalho
 Enviado em: 30/03/2010 16:08:12
Deoclécio, já que você tem tanta coragem em denunciar podres, porque você não vai desmascarar os gatunos de Brasília?
 André Silva
 Enviado em: 30/03/2010 17:20:37
Ê vontade de procurar pelo em ovo. Vergonha alheia de você por causa desse texto. Seria mais ou menos como falar que Mario é um jogo violento pq ele põe fogo nos inimigos soltando uma bolinha pela boca!
 Laís Helena
 Enviado em: 30/03/2010 17:51:04
Cara, texto bastante contraditório. Você critica a violência da mônica, mas apoia a violência do batman, por ser questões de vigança, a da mônica também é uma forma de vingança. Aliás todos esses heróis estadunitenses são tão ruins quanto a mônica se você for parar pra analisar.O que salva mesmo é a Mafalda.
 Alysson Carvalho
 Enviado em: 30/03/2010 23:18:57
Nunca vi um comentário tão ridículo. A turma da Mônica, mais um pouco, foi a razão do surgimento da Jirad islâmica. Abusrdo total!!! Se não bastasse a falta de investimento de criação para o público infantil, ainda aparece um xarope prá criticar!!! Chato!!!
 Silvio Barreto de Almeida Castro
 Enviado em: 31/03/2010 10:14:17
Concordo com o texto. Apenas questiono o final, quando o autor cita Disney e o Macartismo. A origem da caça às bruxas em 1950 é do Senador por Wiscosin Joseph Raymond McCarthy e não do Gal. Douglas MacArthur, que jamais foi presidente norte-americano.
 Daniel Camargo
 Enviado em: 31/03/2010 10:15:05
Se você está preocupado com a violência em gibis deveria se focar em gibis como x-men, super-homem, etc... que tem muitas crianças que os lêem. Eu cresci lendo Turma de Mônica e nem por isso sou um comedor compulsivo, ou fico sem tomar banho e muito menos resolvo as coisas no soco!
 Domingos Alves Dias
 Enviado em: 31/03/2010 12:45:39
Sua análise com relação aos quadrinhos da Turma da Mônica é doentia. Estivesse você comentando à respeito dos diversos mangás, animes e/ou desenhos americanos em que a violência é o principal atrativo dos personagens, eu não moveria uma vírgula do seu comentário. Mas neste caso é no mínimo patético. Tente se lembrar que a turma da Mônica foi criada a muito tempo, numa época em que a prosopopéia politicamente correta não tinha o espaço que tem hoje na mídia em geral. Além disto, a estória da turminha é cativante, justamente por falar de coisas simples, comuns à minha infância e da grande maioria das pessoas. É uma bobagem recorrer à neologismos em voga para querer validar seu ponto de vista. As pessoas perderam a noção do limite que existe entre o incentivo à violência e a simples menção à fatos simples do cotidiano. Na mesma linha da Turma da Mônica estão desenhos animados como Pica-pau, Pernalonga e tantos outros clássicos imortais. Acredito que tem coisa muito pior sendo exibida gratuitamente e em horário livre na tv e é com estas coisas que pessoas como você deveriam se preocupar.
 Fabio Cosman
 Enviado em: 01/04/2010 15:22:25
Você reconheceu e ao mesmo tempo se equivocou: não tem base de pesquisa para metralhar assim os quadrinhos. Sendo assim, opinião é igual bunda: todo mundo tem a sua. E ao meu ver a sua expressa essa babaquice do politicamente correto, do recalque, do reacionário. Queria ver você fazer o mesmo sendo sério...
 Murilo Gonçalves
 Enviado em: 01/04/2010 18:45:04
Pegando carona em um trecho de seu texto: Milhares de crianças lêem a Mônica. E o que estão aprendendo? 1) as coisas se resolvem na porrada; 2) a regra é olho por olho, dente por dente; 3) o bulling deve ser praticado; 3) a inteligência ou a sensibilidade não devem ser usados para resolver conflitos. Quero dizer que diversas pessoas leram o seu artigo; e todos aprendemos que: a) Há pessoas que enxergam maldade em qualquer coisa (até onde não existe) b) Há estudantes de comunicação, de 5ª categoria, que aplicam sobre qualquer assunto, frouxos conceitos de seu curso, sem ter um mínimo de sensibilidade, ou até mesmo senso de que estes conceitos não se encaixam ao assunto abordado (patético) c) Há (projetos de) jornalistas que, em prol da sustentação de uma tese que estão desenvolvendo, pervertem e manipulam informações, mesmo que isso signifique deturpar os fundamentos de uma idéia inicial alheia (a Turma da Mônica não foi criada pensando no bulling, ela foi criada "muito antes" do termo bulling, e sem dúvida, muito antes de você começar seu "mestrado" em comunicação) d) O único desvio comportamental nessa história deve ser o de sua pessoa, pois não sei se você percebeu, seu artigo foi publicado em 23/02 - e ainda hoje, mais de um mês depois - encontro manifestações diárias de revolta contra sua absurda opinião. PS: Você é tão fraco e usou nos tópicos, o 3) duas vezes
 silvio correa
 Enviado em: 05/04/2010 10:51:37
Ao articulista: Fiquei apavorado com a mistura de crítica a uma empresa misturada com tese de mestrado, somada à desinformação... Explico: Passei minha infância lendo quadrinhos da Turma da Mônica, que em torno dos 12 anos troquei por super-heróis. Meu histórico de brigas na escola, durante todo o ensino fundamental, secundário e universitário se resume a duas ou três brigas, a última na quarta-série do antigo primeiro grau... Deve ser parte da influência nefasta da Mônica... Quanto à desinformação: o período conhecido como Macartismo teve seu batismo em referência ao SENADOR Joseph McCarthy. Fiz uma consulta rápida na internet e não localizei nenhum presidente dos E.U.A. chamado McArthur... Lamentável, sem contar uma comparação injusta e simplista entre um quadrinho destinado a crianças (pode-se dizer que não devemos subestimar a inteligência dos pequenos) e outros, como Mafalda e Calvin, que o próprio articulista credita (com razão), voltados a um público adulto, inclusive por sua crítica social... Também foi esquecido (de propósito???), um tema que não é raro nas histórias da Turminha, nas referências à cooperação e solidariedade entre os pequenos, que vivem às turras , mas seguidamente se ajudam. Sobre as críticas ao Chico Bento, nem vou comentar nada...
 Patrícia Carvalho
 Enviado em: 06/04/2010 18:13:04
Faço minhas as palavras do último comentário: "Fiquei apavorada com a mistura de crítica a uma empresa misturada com tese de mestrado, somada à desinformação...". Pior ainda saber que vem de um profissional da comunicação, mais especificamente, jornalista. Dioclécio, Vc n viu todas as teorias da Comunicação na Universidade? Ficou restrito à Escola Funcionalista? Até quem n passou pelos bancos de uma universidade de comunicação sabe q nenhuma mídia, em sua mais ousada linguagem, é determinante para as ações de um consumidor, mas q ela reflete o q existe e tb sugere. S-U-G-E-R-E. Um ladrão n rouba um tênis só pq acabou de ver uma propaganda da Nike. Da mesma forma q ninguém começou a trair pq assistiu um capítulo de "Viver a Vida" e se sentiu influenciado. A Turma da Mônica fez parte de minha vida (vez em quando ainda leio alguma revistinha), inclusive, de minha alfabetização. Nem por isso falei "errado" por ler Chico Bento. Aliás, um dos motivos colocados pelo mercado norte-americano para não abrir para circulação da revista no país. Obviamente, uma desculpa para o protecionismo. Sugiro Dioclécio, para você,a leitura do livro: "Teorias da Comunicação: Conceito, escolas e tendências" - HOHLFELDT, Antônio; MARTINO, C. Luiz; FRANÇA, Vera Veiga (orgs), editora Vozes. Á p. 73 HOHLFELDT cita o mito da caverna, de Platão, numa historinha de Piteco, q faz parte da Turma.
 WIlliam Alves de Lima
 Enviado em: 10/04/2010 16:29:42
De longe a coisa mais ridícula que eu já lí na internet. Seria bom se o OI avaliasse melhor os textos que são postados para evitar esse tipo de constrangimento.
 Diego Luiz
 Enviado em: 10/04/2010 16:47:55
Você é paranoico vendo maldade onde não há... Se você queria chamar atenção com o seu post, parabéns, você conseguiu.
 Felipe Freitas da Silva
 Enviado em: 26/04/2010 21:35:56
Eu, tendo meus 15 anos de idade, consegui ler esse texto tão chulo, ralé e ridículo que tú, Sr. Dioclécio, escreveu. Isso que foi escrito sobre a Turma da Mônica não tem nenhum sentido! Vejamos: Primeiro: Você diz que TDM (Turma da Mônica) é um gibi que diz as crianças sobre a violência e o bulling (só constar que o termo "bulling" foi e está sendo usado durante esta nova geração aqui no Brasil.), ensinando as crianças a se esmurrar; Segundo: Diz, também que, Batman, mesmo sendo um gibi com muita pancadaria é "liberado" por ser um vingador que quer fazer a justiça da morte de seus pais com muita pancadaria e; Terceiro: Ainda diz que Mafalda é sim, um exemplo de bom gibi, mesmo que, pela sua mentalidade adulta (se é que posso assim dizer), seja reservado ao público adulto. Enfim. Se você, Dioclécio, alguma vez já leu ou simplesmente folheou esses gibis irá encontrar muitas, mas muitas coisas boas mesmo. Leia algum dia, pesquise mais sobre o assunto, que eu acho que, se você estiver vendo esse post, vai perceber que é praticamente a família e amigos do Maurício de Souza que estão nesses gibis. Sem mais, Felipe Freitas da Silva
 Ulysses Freire da Paz Jr.
 Enviado em: 30/05/2010 11:50:50
Em Textos Judaicos pondera-se ” “MAIS CULTURA, MAIS VIDA” As taxas de mortalidade de causas não naturais no Brasil alertam para a real espécie de VIRADA CULTURAL – HÁ MUITO NECESSITA OCORRER NESTE RINCÃO, em cujo hino - “a PAZ está no futuro e a GLÓRIA no passado.”
 Andrey Aragão
 Enviado em: 06/06/2010 15:38:06
Eu vou bater na mesma tecla com este comentário, eu sei, mas francamente: nunca li tamanha estultice na minha vida. Se as historinhas da Mônica fossem assim tão danosas quanto você as coloca, nunca elas seriam lidas, e teríamos geração após geração de crianças "problemáticas" - eu incluso, visto que as revistas da Mônica auxiliaram na minha alfabetização de forma inefável. Além disso, a ideia da Mônica não é mostrar que tudo se resolve à base do tabefe - se fosse por isso, o Cebolinha nunca mais bolaria nenhum plano infalível. A ideia, sim, é mostrar uma visão fantasiosa do universo infantil - algumas crianças comem muito para compensar a energia que gastam nas brincadeiras. Ainda há algumas que preferem continuar a brincar do que tomar banho, pois essas pensam que, para se manter limpas e asseadas, não deverão sair para brincar depois do banho. E é apenas natural que as crianças impliquem umas com as outras, pois elas são sinceras para com seus semelhantes. A questão é saber educá-las, e é aí que entram os pais (figuras que você parece ignorar). O exagero destes traços é justamente para dar o tom fantasioso que histórias infantis exigem. E, baseado neles, sempre haverá uma lição a ser dada no final de cada história. E é essa lição que deve sempre ser aproveitada. Quanto a você, aconselho que pare de caçar pelos em ovos e dedique-se a coisas que valham a pena.
 Bruno Lourenço Reis
 Enviado em: 30/06/2010 13:43:26
Meu Deus, nem pra se esforçar um pouco e escrever o nome correto do Maurício de Sousa!!!!
 Ângelo Luís
 Enviado em: 21/07/2010 13:39:12
Meu Deus. Fui direcionado para esse texto através de um link num blog. Achei que o blogueiro estava exagerando a respeito do texto mas não exagerou não. Como o senhor é um sujeito muito preconceituoso e maldoso. É isso que dá ser politicamente correto. Bom, não vou falar mais nada, até porque o Lucho já falou tudo o que eu penso nesse texto (http://blog-do-lucho.blogspot.com/2010/07/porque-o-politicamente-correto-e-maior.html), no qual eu concordo plenamente. Não se esqueça senhor Fredric Wertham, o texto é esse (http://blog-do-lucho.blogspot.com/2010/07/porque-o-politicamente-correto-e-maior.html). Aprecie-o.
 Denise Manfio
 Enviado em: 28/07/2010 21:05:51
Achei interessante o artigo, entendo o autor ao examinar somente alguns personagens, afinal é uma breve explanação. Lamento a quase unanimidade de comentários tecidos negativamente em que a maioria dos "críticos" se esqueceu da polidez e da educação pregada também nos quadrinhos em questão. O autor não teve a intensão de fazer uma análise "completa" sobre todos os HQs citados, mas sim ressaltar alguns pontos de comparação. À unanimidade peço ponderação nos comentários, entendendo que esse texto representa o início de um questionamento e não a totalidade, se é que isso pode ser determinado. Outro ponto importante em relação aos comentários: a experiência pessoal de ter lido os gibis em questão, não invalidam os argumentos do autor, somos influenciados a vida toda por fatores que muitas vezes desconhecemos, e mesmo admitindo que não tenhamos sofrido influência deste ou daquele fator, não significa que ele não exista e não exerça influência. Parabenizo o autor pela análise, acredito que ele foi ponderado e não sugeriu que se queimassem os gibis em questão, apenas apontou como tudo na vida, os paradoxos inerentes à condição de existência de tudo o que existe. Vivemos imersos em contradições e aceitá-las não significa sermos coniventes, mas sim, conscientes e ativos. Tudo necessita de transformação, basta agora reformarmos conceitos conservadores que assombram nossa sociedade.
 Teruo Sano
 Enviado em: 29/07/2010 21:28:45
Eu concordo com um comentário previamente postado. O senhor ignora totalmente a presença dos pais como agentes da moldagem e do desenvolvimento da mente pueril, sustentando a opinião de que as crianças formam suas personalidades a partir de uma simples literatura voltada ao lazer. Imagino e torço para que, a essa altura, o senhor já tenha repensado a sua opinião acerca da Turminha.
 Rogério Souza
 Enviado em: 29/09/2010 13:33:03
Gostei muito da abordagem com respeito a violencia infantil . Realmente , a personagem Mônica formenta em seus leitores , principamente , nas criancas , um comportamento equivalente ao qual é praticado no gibi . Como não possuem uma personalidade totalmente definida e solida com base em em determinados valores , tudo o que se vê ou é lido , na infancia , contribui para sua posterior personalidade e comportamento , tanto em ambito familiar como social . Acredito que deveria haver um estudo mais sério dos pros e contras de historias e gibis que contenham discaradamente ou , entre linhas , conteudos relativos a violencia , drogas ou pornografia , os impactos que causam ou irão causar , pois em uma sociedade capitalista , na maioria das vezes , a obtencão de lucro é mais importante que qualquer dano causado a sociedade civil .
 Lúcia Rangel
 Enviado em: 16/10/2010 11:12:37
Este artigo é muito interessante porque me ajuda a entender vários aspectos do comportamento da nossa sociedade, inclusive das crianças. A gente lê as aventuras desta turma como se fossem neutras, sem atentar para todos os valores que estão sendo transmitidos para as nossas crianças. E depois nos espantamos com atitudes super conservadoras de nossa sociedade, como a discussão do aborto na campanha presidencial, com a violência contra a mulher, com o machismo, entre tantas outras. Vou retomar as histórias com minhas alunas da Pedagogia. Parabéns ao autor ou autora. Estou colocando nos meus favoritos e vou reler outras vezes, além de indicá-lo para as minhas alunas de Pedagogia. Se houver tempo, vamos discuti-lo em sala de aula ainda este ano. Muito bom mesmo.
 Joaquim Borges de Oliveira Neto Borges
 Enviado em: 05/11/2010 23:20:52
Sr. Dioclécio, Algumas considerações se fazem necessárias nesse seu artigo: - a afirmação de que todos os personagens da Turma da Mônica somente tem marcas negativas não é verdade. O Franjinha é considerado inteligente pela turma, assim como a Rosinha é uma criança amável etc.; -os personagens não foram criados se espelhando em Walt Disney. Todos sabem que os personagens são inspirados em pessoas que fazem ou fizeram parte de alguma etapa da vida de Maurício de Sousa. Mônica é sua filha na vida real e ele é o próprio pai da Mônica nas histórias; -os personagens de Walt Disney são bons exemplos onde? Zé Carioca é o típico malandro, que odeia trabalho; Pato Donald é um eterno mal-humorado; Tio Patinhas é o capitalista extremado... Ao que parece, o sr. não se aprofundou o necessário para escrever o artigo. A Turma da Mônica traz mensagens de proteção à natureza, solidariedade etc. Sinceramente, tenho a impressão de que seu trabalho foi patrocinado por alguma editora rival à que publica a Turma da Mônica.
 Thiago Neto
 Enviado em: 04/04/2011 01:07:12
Sr. Dioclécio, das duas uma: vc é um perturbado ou quer apenas seus 15 minutos de fama. Como a grande maioria aqui, tb lia os gibis da Turma da Monica quando criança, e nem por isso tenho uma mente deturpada. Quando tiver meus filhos ele vão ler sim TDM, e os filhos deles e os filhos dos filhos tb, pq seus argumentos são absurdamentes doentios! Mas de uma coisa eu tenho medo: de que no futuro os politicamente corretos dominem e tornem o mundo um verdadeiro saco!
 Sergio Henrique
 Enviado em: 26/04/2011 01:20:39
Que me perdoem os defensores desse texto, mas trata-se de um artigo ruim porque seu autor comete erros básicos de pesquisa. O desleixo é tanto que ele erra até o nome do criador da Turma da Mônica e a grafia de “bullying”. E já virou piada por confundir, numa de suas referências, o senador McCarthy com um “presidente McArthur” que nunca existiu na história dos Estados Unidos...
 Lucas Magalhães
 Enviado em: 28/09/2011 16:30:40
O autor demonstra intenso desconhecimento do que está falando. Não conhece a fundo a Turma da Mônica e ele é o verdadeiro estereotipador. Acha que Turma da Mônica é só Mônica, Cebolinha, Magali, Cascão e Chico Bento. Errado, amigo. Por exemplo : quando diz "Ninguém da turma é conhecido por ser inteligente, criativo, sensível, cuidadoso, gentil, amável, isto é, por qualidades humanas, por virtudes humanas." Isso não é verdade. Franjinha é considerado um gênio, um cientista empírico, não só entre seus amigos, mas por todo o bairro (sociedade, na visão da Turma). Desenvolve inúmeros avanços que muitas vezes ajudam (e algumas vezes frustram, para dar o tom de comédia) a vida da Turminha. Também o Zé Luís é visto como um intelectual, um estudioso, inteligente. Por fim, temos o Nimbus, que é um culto sobre diversas áreas. Lamento a publicação de uma crítica tão mal fundamentada.
 alice wonderland
 Enviado em: 10/12/2011 04:37:37
eu gostei do texto, mas discordo de 2 coisas: 1) a sua enfase em criticar a reação da monica, mas ser condescendente com o bullying que ela sofre. ESSE, sim, é o maior problema. o gibi deveria mostrar ela chorando e sofrendo, pq é isso q acontece com crianças q sofrem bullying. 2) a sua explicaçao sobre ser natural para o homem determinadas posturas agressivas "em razão dos hormonios". isso é bem questionavel. se a mulher violenta não é aceita pela sociedade, o homem tambem nao deve ser! violencia é algo terrivel, primitivo, animal, tem q ser combatido a todo custo. no mais, parabens pelo texto, tb prefiro mafalda e calvin e deixei de gostar da turma da monica quando fiquei adulta e vi a historia com outros olhos.
 Washington Oliveira dos Santos
 Enviado em: 14/12/2011 17:31:46
E os senhores que estão indo contra o artigo, o que tem a dizer sobre as paavras que aparecem no DVD da turma da Monica. Como, por exemplo, a palavra "VADIA"?
 josé giovanni basilio
 Enviado em: 03/08/2012 19:00:47
Meu comentário e dizer que temos que leva estas matérias para o Rádio só assim despertamos os pais crianças e adolescentes gostaria deste material Deoclécio em Áudio para colocar em varias programações.
 Fernando Nóbrega
 Enviado em: 23/02/2013 09:56:28
Análise interessante, porém muito simplista e que revela certo desconhecimento do universo das histórias em quadrinhos. Comparar Mônica com Malfada não faz muitosentido. É coisa de quem acha que histórias em quadrinhos são um "gênero" e não uma arte em si, e que portanto devem ser todas iguais.
 Caio Ramos
 Enviado em: 28/02/2013 21:51:21
Em primeiro lugar,a turma da monica é, de longe, a maior expressão artística infantil que o Brasil conhece, então por favor não compare ela com quadrinhos para adultos, porque afinal, "espírito revolucionário" ou "análises sociais" não são coisas que crianças(pelo menos normais) costumam ter ou fazer, por isso sugiro conhecer melhor o público-alvo das histórias do Maurício de Souza. Segundo lugar, nem todas as pessoas do mundo estão interessadas em ler sobre personagens filósofos, sociólogos, ou pelo menos, não querem ler isso em todos os momentos, e há muitas pessoas também que tem uma visão mais conservadora em relação a infância, portanto identificam-se mais com esse tipo de história. O que o senhor nitidamente quer é um conjunto de histórias em quadrinhos de crianças socialistas, revoltadas com o mundo, falando das suas reflexões filosóficas, mas, como felizmente nem todo mundo é de esquerda, acho melhor o senhor ou aceitar as opniões alheias, ou então reformular a turma da mônica, mudar o nome para "turma do marx", "turma do chê", à seu critério, aproveita que a Mônica usa vestido vermelho já e coloca só a cara do Chê estampada nele.
 Cristhian Suematsu
 Enviado em: 09/11/2013 19:35:45
Como um adulto que fez parte da geração que aprendeu a ler com os gibis da Turma da Mônica posso garantir ao senhor, que a análise apresentada neste texto está deveras equivocada. A Mônica nunca me incentivou a dar porrada em ninguém. Se alguma vez o eu criança quis bater em alguém, foi porque ela quis, estava brava com a outra criança, e não porque a Mônica me disse pra fazer isso - ela nunca incentivou o leitor a fazer o que ela faz, nunca disse que era legal bater no Cebolinha. Nenhum desses personagens me passou a idéia de que o que elas faziam era legal. São apenas personagens estereotipados fazendo coisas de criança. O sentimento que esses personagens estereotipados (sim, são estereotipados) despertavam no eu criança era o sentimento de identificação: quem nunca bateu ou quis bater naquela outra criança que o provocava? Quem nunca fez maldades de criança - e eventualmente foi punida moral ou fisicamente? Quem nunca foi uma criança gulosa? Ou quem nunca odiou a hora do banho porque queria brincar por mais tempo? Quanto ao Chico Bento, eu cresci no interior paulista, e nunca ninguém da "Cidade Grande" me tarjou de caipira. Existe sim gente rural, "caipirão" como o Chico Bento, mas o gibi nunca me fez pensar nisso como algo debochável.

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