Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº969

MÍDIA E FAVELA

A mídia e a cobertura nas favelas

Por Alberto Dines em 22/06/2004 | Programa número 290 | comentários

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.


Estamos aqui na famosa favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Mas não vamos falar de tiroteio, narcotráfico, balas perdidas, assassinatos. Viemos para perguntar por que a mídia não sobe o morro e como é que o morro faz a sua mídia?


Se a favela faz parte da cidade por que razão a cidade não toma conhecimento do que se passa na favela? Se as favelas e as periferias devem ser urbanizadas para converterem-se em bairros por que razão estes bairros só aparecem no noticiário quando corre sangue?


E, no entanto, existe vida na favela, vida intensa. As pessoas trabalham, estudam, fazem negócios, prosperam, divertem-se, organizam-se, produzem cultura e geram informações. Tal como nas outras partes da cidade.


Esta edição do Observatório vai tratar desta contradição, uma das muitas da nossa mídia: raramente subimos o morro e nem queremos saber o que o morro faz enquanto nos distraímos com os desfiles de moda e outras banalidades.


Assista ao compacto desse programa em:
www.tvebrasil.com.br/observatorio/videos.htm

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