Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

MÍDIA E SAÚDE

Como anda a saúde da cobertura de saúde?

Por Alberto Dines em 19/07/2011 | Programa número 602 | comentários

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

Quem não gosta de sentir-se bem? Quem não se esforça em parecer mais jovem? Quem não sonha com o bolo de aniversário com cem velinhas? E quem inventou a perversa sensação de estar correndo riscos?

A mídia mundial é hoje um verdadeiro pátio de milagres com promessas constantes de saúde eterna. Ser saudável, bonito e, se possível, imortal tornou-se uma obsessão que não aconteceu por acaso. O culto irrestrito da ciência e da tecnologia converteu a humanidade em escrava das bulas de remédios e das páginas de medicina e saúde da mídia.

Quem está ganhando com isso é a indústria farmacêutica que não pode prosperar sem o suporte da imprensa. A função da imprensa é informar, mas ela não pode distribuir informações e sintomas sem um contrapeso crítico. Sem a percepção de suas responsabilidades.

A capa da revista, a matéria do jornal, o programa de rádio ou de tevê não podem substituir os médicos que, por sua vez, não devem recorrer à publicidade para dramatizar estatísticas, criar alarmes e distribuir falsas esperanças.

Esta edição do Observatório da Imprensa pretende chamar a sua atenção para algo muito importante: a sua saúde pessoal é um problema de saúde pública. Se você não quer ser tutelado, não se entregue às sutis manobras de quem só quer vender remédio.

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