Sábado, 21 de Setembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1055
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Como está, não dá para ficar

Por Alberto Dines em 28/07/2009 | comentários

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

Estamos na avenida Rio Branco, no prédio onde funcionou entre 1909 e 1960 o Supremo Tribunal Federal, a nossa Corte Suprema. E esse cenário foi escolhido para ouvir uma figura muito importante que, embora minoritário em duas votações, conseguiu, de certa forma, criar uma consciência de que não adianta votar certas coisas quando não há algo para oferecer em troca.


Esse ministro que nós vamos ouvir, discutir e aprender com ele, é o ministro Marco Aurélio Mello. Foi minoritário na votação da extinção da Lei de Imprensa em 30 de abril e foi minoritário, aliás, o único, que votou contra o fim da obrigatoriedade do diploma, em 17 de julho.


Esse é um momento importante porque nós temos que respeitar as decisões do Supremo, são irreversíveis, mas nós temos que nos conscientizar que assim como está, não pode ficar.


O Observatório da Imprensa tem uma posição histórica em defesa da profissão do jornalismo, da especificidade do jornalismo e por isso escolhemos a edição de hoje para ouvir, antes de tudo, o professor Marco Aurélio Mello.


Assista ao programa na íntegra em:
www.tvebrasil.com.br/observatorio/videos.htm

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