Domingo, 16 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1017
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Gelson Domingos e os limites da ação da imprensa

Por Alberto Dines em 08/11/2011 | comentários

 Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

O tiro de fuzil que matou o repórter Gelson Domingos acertou a imprensa em cheio e enluta toda a sociedade brasileira. Hora de prantear, louvar, hora de parar, hora de pensar.

O sangue que ficou no asfalto da favela de Antares, Zona Oeste do Rio, é sangue nosso – dos que fazem televisão e veem televisão, dos que se indignam contra a violência e dos que são obrigados a conviver com ela por dever de ofício. Hora de parar, hora de pensar.

O ministro Gilmar Mendes declarou em voto no STF que jornalismo não é profissão. Ele vem sendo desmentido diariamente há dois mil anos. O ai-ai-ai de Gelson Domingos, antes de morrer, contesta o supremo magistrado: jornalismo é mais do que profissão. É forma de viver.

Mas não deveria ser uma forma de morrer.

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