Quinta-feira, 18 de Julho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1046
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Gripes, pestes e o papel da mídia

Por Alberto Dines em 21/07/2009 | comentários

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

Começou como Gripe Mexicana, passou a ser Suína, logo ganhou o código de H1N1 e finalmente foi carimbada como ‘A’, designação nada animadora, sinal de que em breve teremos a gripe B, C, Y, Z – tal como acontece com os tufões que já completaram o abecedário diversas vezes.


Os progressos da medicina não conseguiram espantar os fantasmas das pestes. A peste Negra e a Bubônica ainda não foram varridas do imaginário da humanidade, lembram castigos divinos. Quando se fala em gripe, logo recordamos a Espanhola, praga que matou cerca de 40 milhões de pessoas, mais do que o número de vítimas da Primeira Guerra Mundial.


Apesar do gentílico, ela não nasceu na Espanha, lá talvez tenha encontrado as condições para reforçar sua virulência e letalidade. O mesmo poderia acontecer com o atual surto que, embora começado na América Central, multiplicou-se na Argentina e, através dela, está se infiltrando no sul do país.


Ao contrário do que aconteceu com a Gripe Asiática de 1957 que matou um milhão de pessoas, a Suína encontrou a Organização Mundial de Saúde muito bem preparada e articulada, pronta para converter os surtos anuais em exercícios de prevenção para o ano seguinte.


Qual o papel da imprensa diante do retorno do fantasma das pestes? Quem vai responder a esta questão é o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.


Assista ao compacto desse programa em:
www.tvebrasil.com.br/observatorio/videos.htm

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