Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

OLIMPÍADAS 2016

O que esperar da imprensa

Por Alberto Dines em 13/10/2009 | Programa número 524 | comentários

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

Depois da euforia em Copenhagen, onze dias de folga. Agora chega, está na hora de trabalhar. O prazo de sete anos até 2016 não significa que devemos adotar a estratégia de sombra e água fresca.

Em primeiro lugar porque os sete anos até o início das Olimpíadas não são sete anos, são apenas quatro porque em 2014 o Rio de Janeiro vai hospedar a Copa do Mundo que vai abrigar alguns jogos e a final. Isso significa que parte das obras de infra-estrutura do Rio devem estar prontas dois anos antes dos Jogos Olímpicos.

Porém a obra mais importante, verdadeiramente precursora, será a criação de uma mentalidade na mídia fiscalizadora. Fiscalizadora ativa e não passiva. A mídia precisa saber antecipar-se em vez de seguir o que aconteceu ou foi dito.

O Brasil tem um time formidável de jornalistas capacitados e experimentados que cobrem há décadas campeonatos mundiais de todas as modalidades, temos jornalistas especializados em Olimpíadas, acostumados não apenas com a cobertura esportiva propriamente dita mas também com a organização do evento e a preparação das cidades e países.

O prazo de sete anos será suficiente desde que a nossa mídia o aproveite para mudar sua disposição, sua ótica e sua função. Antes de exibirmos ao mundo nossa capacidade organizacional conviria mostrar que nossa imprensa amadureceu e já não se contenta apenas em repercutir.

 

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