Sábado, 23 de Junho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº992
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200 ANOS IMPRENSA NO BRASIL PARTE 2 – CORREIO BRAZILIENSE

Os enigmas e as injustiças na história da imprensa no Brasil

Por Alberto Dines em 10/06/2008 | Programa número 465 | comentários

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

A história da imprensa brasileira tem muitos enigmas. Alguns deles: o que levou um dos mais bem sucedidos tipógrafos de Lisboa, Antonio Isidoro da Fonseca, a vir para o Rio de Janeiro, montar uma tipografia numa colônia onde as tipografias estavam proibidas?

Outro mistério relaciona-se com os prelos comprados na Inglaterra: por que razão não foram desembarcados em Lisboa e ficaram nos porões da nau Medusa que os trouxe para o Rio?

Um terceiro mistério é mais recente e, por isso, ainda mais intrigante: por que razão a maior parte da imprensa brasileira ignorou tão ostensivamente a sua festa dos 200 anos, há 10 dias, no dia primeiro de junho?

Que pecado cometeu Hipólito da Costa para ser esquecido numa data tão gloriosa? O que há de errado na sua biografia para incomodar tanto os donos da verdade? Só porque era maçom, só porque combateu a censura e a inquisição, deve Hipólito ser condenado ao esquecimento?

Dois prestigiosos jornais, os únicos que não aceitaram o pacto de silêncio em torno dos 200 anos, poderiam oferecer alguma pista a respeito desta censura histórica ou histórica censura. Com a palavra, a Folha de S. Paulo e o Correio Braziliense do Distrito Federal.

Assista ao programa na íntegra em:
www.tvebrasil.com.br/observatorio/videos.htm

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