Sábado, 16 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

IGREJA CATÓLICA

Sucessão do Papa

Por Alberto Dines em 19/03/2013 | Programa número 676 | comentários

 

Bem-vindos ao Observatório da Imprensa.

A mídia internacional foi uma das protagonistas da troca de pontífices e assim continuará daqui para a frente. Na verdade, a mídia é a protagonista em todos os negócios humanos mesmo que as motivações sejam espirituais ou morais.

Estavam na mídia as razões que levaram Bento XVI a abdicar. Foi a mídia que tornou pública sua convocação para a renovação após o inédito gesto. Foi a mídia que, em seguida à escolha de Jorge Mario Bergoglio, levantou as primeiras restrições oriundas da Argentina.

O secretismo que envolve a Santa Sé dificilmente será rompido, o significado dos seus comunicados continuará hermético mas, apesar disso, a mídia continuará sendo o palco onde transcorrerão todos os lances da história futura do menor e talvez mais visível estado do mundo.

Apesar da legião de vaticanistas convocados pela mídia para explicar e antecipar os acontecimentos, a verdade é que a mídia não consegue satisfazer a sede de saber daqueles que querem algo mais denso do que os 140 caracteres de um tuite. A cobertura isenta e objetiva da instituição mais antiga da humanidade e seus desdobramentos nas esferas política, econômica, moral e espiritual exige novos cânones de jornalismo. E estes cânones foram expostos pelo próprio Papa Francisco aos cerca de quatro mil jornalistas reunidos em Roma no último sábado: buscar a verdade, a bondade e a beleza.

Em matéria de jornalismo, o Papa está aprovado.

Será que ele assistiu a algum de nossos programas?

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