Terça-feira, 21 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

A bela da CNN

Por lgarcia em 26/06/2002 na edição 178

TELETIPO

Daljit Dhaliwal, ex-apresentadora da rede estatal britânica ITN, foi contratada para ancorar os programas World News e World Report do canal CNN International. Daljit, londrina descendente de indianos, já esteve na lista das 50 pessoas mais bonitas do mundo da revista People e foi citada pela Esquire como uma das "mulheres que amamos". Como reporta a AP [11/6/02], os dois programas de que participará são exibidos fora dos EUA, mas um porta-voz da emissora disse que ela poderia também ganhar espaço na programação voltada para os americanos.

Relatório do CPJ (Comitê de Proteção aos Jornalistas) publicado em 6/6 revela que 77% dos 389 jornalistas assassinados no mundo entre 1992 e 2001 em decorrência da profissão foram mortos em represália por alguma reportagem e 62 ? 16% ? foram atingidos em fogo-cruzado. A organização constatou ainda que apenas 20 dos supostos mandantes desses homicídios foram presos e processados. No período analisado pelo estudo do CPJ, 1994 foi o ano mais violento para os jornalistas ? 66 morreram. A AP [10/6/02] reporta que, em 2001, foram 37, incluindo nove que cobriam a guerra no Afeganistão.

A Hearst Corp. lançará na América Latina, em 1/7, um canal de TV por assinatura baseado na revista Cosmopolitan. Cinco milhões de lares, a maioria no México e na Argentina, terão acesso à programação em espanhol. O negócio, que deve consumir de US$ 10 milhões a US$ 15 milhões em cinco anos, foi viabilizado por parceria com a Pramer SCA, subsidiária da Liberty Media International. A TV Cosmopolitan, que já existe há dois anos na Espanha, pode ganhar versão também nos EUA, mas ainda não está definido em que idioma ? se espanhol ou inglês. A Hearst, de acordo com The Wall Street Journal [17/6/02], espera ter 10 milhões de assinantes latino-americanos do canal até o fim do ano.

O Beijing Evening News, maior diário da capital chinesa, admitiu a gafe de reproduzir matéria satírica do jornal nova-iorquino The Onion, como se fosse verdadeira. O artigo dizia, entre outras coisas, que os congressistas americanos planejavam se mudar de Washington caso o governo não providenciasse um Capitólio mais luxuoso. Apesar de publicar nota admitindo o erro, o jornal chinês criticou o Onion, dando a impressão de que não entende a proposta de humor do diário americano. "Alguns pequenos jornais americanos freqüentemente fabricam notícias anormais para enganar as pessoas, com intenção de ganhar dinheiro. É o que The Onion faz", queixaram-se os chineses, segundo o Los Angeles Times [13/6/02].

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