Sábado, 25 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

PRIMEIRAS EDIçõES >   UFSCAR

A independência possível

Por lgarcia em 15/08/2001 na edição 134


CARTAS

TELEJORNALISMO

O telejornalismo pode ser independente? A quem ele serve: ao governo ou à nação? O noticiário de uma emissora de TV, por exemplo, pode ser considerado imparcial, isto é, compromissado apenas com a verdade, com a nação? No caso específico do Jornal Nacional, o de maior audiência, no campo político-econômico da esfera federal pode manter independência, imparcialidade ou mesmo ser fiel à realidade dos fatos?

Particularmente, eu acho muito difícil, apesar da dignidade e da competência incontestáveis dos profissionais responsáveis pela sua produção. Penso, como leigo que sou, que a profusão de propaganda do governo exibida pele Rede Globo é um agente inibidor, direcionando-o para o lado que interessa, isto é, o do governo. O jornalismo comprado e parcial se fragiliza. Daí a perder a audiência é um passo de anão. É uma escabrosidade fazer propaganda travestida de matéria jornalística. Agradeço por esta oportunidade. Por um Brasil mais justo e mais fraterno!

 

UFSCAR

Na última reunião do Conselho do Departamento de Artes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), realizada no dia 6/8/01, foi aprovada a elaboração de um manifesto a ser enviado tanto às instâncias internas da referida universidade como aos meios de comunicação em geral. O documento trata da impossibilidade de iniciar o semestre letivo (previsto para 13/8) do curso de Imagem e Som devido, principalmente, à decisão do Ministério da Educação de demitir todos os professores-substitutos do sistema federal de ensino. Note-se que há nove professores efetivos para 10 substitutos.

    
    
                     

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