Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1008
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André Schmid, nazista e racista

Por lgarcia em 20/09/1998 na edição 53

Edição de Marinilda Carvalho


Flávio Muller

 

Admiro muito o esforço da equipe do O.I. em discutir as questões da mídia. Nem sempre concordo com o que os articulistas escrevem, mas defendo o direito que vocês (e todos) têm de expressar sua opinião. No mínimo, me faz pensar sobre alguns temas, o que já está ótimo. Esse é o ponto. As pessoas deveriam ter direito à livre expressão de idéias, independentemente do momento político, da moral vigente ou da opinião-padrão da sociedade.

Quem pensa diferente tem o direito de se fazer ouvir. Se o público não concorda com a opinião expressa, é de seu direito. Ninguém é obrigado a concordar com uma opinião. Mas essa opinião, por mais estúpida, disparatada ou sem sentido que seja, deve ter livre trânsito. Um cidadão comum dificilmente se faz ouvir, pois a mídia tem seus filtros, interesses comerciais, postura editorial etc., o que inviabiliza, na grande maioria das vezes, a expressão de uma idéia. Eu conheço diversas pessoas que já tentaram a publicação de artigos sobre os mais diversos assuntos nos mais diversos meios e nunca conseguiram. Falta de talento? Texto ruim? Assunto chato? Talvez, ou talvez fossem mais interessantes que alguns artigos que lemos no Estadão, na Veja, na Folha

A Internet abre um espaço inédito para o cidadão. Como qualquer fenômeno, há pontos bons e pontos ruins. Um dos bons é a possibilidade de um cara qualquer criar uma home page e expor seus pensamentos, suas fotos e até sua história de vida. Quem quiser ler que leia. Independe de controle midiático, censura ou moral. Uma figura pode criar uma página exaltando a Igreja Católica; outra pode falar sobre o massacre do Carandiru; outra pode mostrar seu corpo nu e convidar as pessoas a um encontro; e outra pode dizer que é nazista e que defende a idéia de expulsar nordestinos. Qual a diferença entre as pessoas citadas?

Nenhuma! Eu tenho o direito de ser humanista e defensor dos ideais de fraternidade entre os povos. Então, por que o André Schmid Amaral Gurgel não tem o direito de pensar o oposto? Millôr: “Livre pensar é só”. Deixem o cara em paz. Se ele quiser panfletar na rodoviária para convencer as pessoas a devolver os nordestinos, o risco de ser hostilizado pelos passantes é dele (se bem que eu acho que as autoridades deveriam se prevenir e policiar a manifestação). Eu não sou nazista, não odeio raça alguma, creio que a alma não tem cor nem credo, não discrimino ninguém por ser diferente de mim.

Porque raios iria eu discriminar um cara que acredita nos ideais nazistas? Eu só discordo das idéias. Ele tem o direito de pensar e de divulgar seu pensamento, correndo o risco de ser ridicularizado (o que é ótimo) ou de ser hostilizado (o que é ilegal). Problema dele. Acho que leis anti-racistas são um absurdo, apesar de se poder enumerar várias atenuantes: o cara é despedido por ser azul, ou não pode subir no elevador social porque é verde. OK, lei antidiscriminação no patrão e no síndico. É justo. Porém, uma coisa é lei anti-racismo, outra é lei antidiscriminação.

Para mim, o tal André está sendo discriminado por pensar diferente, e defender seu ideal. Eu defendo o direito de ele expor suas idéias, mesmo sendo diametralmente opostas às minhas. Se ele passar a integrar os carecas do subúrbio e sair batendo em nordestino, cadeia nele. Se ele simplesmente contar para as pessoas sua visão de mundo, o máximo que a sociedade pode fazer é tolerá-lo. Façam piadas, chamem o cara de nazista safado, esqueçam dele, coloquem uma home page contra o cara, façam um panfleto desaforado e distribuam na porta da casa dele. Isso é ótimo e humano. Agora, proibi-lo é coisa de nazista.

 

Nota dos Observadores: Nazista n?o tem que ter liberdade de express?o. Quem
n?o aprende com a Hist?ria est? condenado a repeti-la. A Constitui??o ?
clara : (Art. 5, XLII) “A pr?tica do racismo constitui crime inafian??vel e
imprescrit?vel, sujeito ? pena de reclus?o, nos termos da lei”. N?o existe
liberdade absoluta, mas um sistema de liberdades. Na pr?tica, ? assim: d?
liberdade a um nazista e ele desanda a matar.

 

Fábio Metzger

 

É domingo. Mas parece um dia como outro qualquer. O tempo está nublado, ora garoa, ora venta. Não há nada de tão animador que se possa fazer. Andar no parque? Não. A preguiça é senhora. Sair com amigos? A solidão, às vezes, é a nossa melhor amiga. Então, quais são os planos de um mortal solitário que está farto de não fazer nada? Se não dormir, ele liga a televisão. É a tal da corrida da Bélgica. E durante a corrida, batidas espetaculares, agressões entre pilotos (já não se fazem mais ?ídolos? como antigamente…), informações e propagandas do tipo “Não perca a final do Concurso da Garota do Tchan”. A televisão virou um verdadeiro mundo alheio ao mundo em que realmente vivemos.

E aí vem essa história da Garota do Tchan que vai substituir a bela Carla Perez. É a maior perda de tempo da história da humanidade. O que é que vamos fazer de útil com essa garota, seja quem for a vencedora do Concurso? Pois é aí que está a resposta: nada. E é justamente por isso que elas estão lá rebolando, e nós, machões sacanas, aqui sentados, em frente à televisão, esperando por algo que, sabemos, não virá às nossas mãos, a não ser que os nossos desejos e fantasias alimentem nossa imaginação. Somos escravos de nossas mentes. E enquanto isso acontece, mais uma vez a figura da mulher é corroída, sem que qualquer um (ou qualquer uma) manifeste toda a indignação em relação a tamanho desrespeito.

Pois esta é uma sociedade morna, passiva, fragmentada. A fantasia do entretenimento se tornou irresistível, frente aos crescentes problemas que a civilização fin-de-siècle enfrenta. Ficou mais fácil ser cínico. Ficou mais cômodo ser grotesco. A baixaria vende. E o mundo se rende. Talvez este seja um tempo de reflexão para as sociedades de todo o mundo, descrentes e vazias de ideais.

E, se cada vez mais se consome, cada vez mais se prova do bom e do melhor… e do ruim e do pior. Assim, a imprensa e a mídia, em geral, por mais que tentem e resistam heroicamente às forças dessa sociedade de consumo, sucumbem ao imediatismo de quem compra e adotam o imediatismo de quem vende. Jornais, revistas e televisões, todos estão submetidos à lógica da sobrevivência de quem responde melhor, mais fácil e rápido. É uma dinâmica em que o discernimento entre o bem e o mal praticamente desaparece. A visão de futuro se torna utópica… ou, para alguns, trágica, pois afinal a tragédia vende mais…

E mesmo que nenhum de nós, sobreviventes dessa sociedade pós-moderna, possa admitir, estamos vivendo o mal-estar de uma grande epopéia que é a Revolução Tecnológica Global deste fim de milênio. E ainda que não se trate de um apocalipse, o consciente coletivo ainda não tomou corpo para reagir e adaptar essas novas circunstâncias a uma vida mais saudável. E, para tanto, é imprescindível que a imprensa e a mídia em geral fiquem atentas a isto e se posicionem como grandes forças no debate político e social contemporâneo. Pode ser que isto seja pedir muito, mas o tempo não espera ninguém.

 

Zeca Martins

 

Tenho visto há anos, tal qual milhões de brasileiros o fazem, o horário eleitoral gratuito, este clássico dos horrores (impossível não emitir algum juízo de valor). Lá, partidos maiores dispõem de mais tempo; partidos menores, menos. O princípio para esta distribuição desigual, dizem, é a representatividade proporcional deste ou daquele partido nas câmaras parlamentares. Representatividade hoje.

Porém, eleição serve para que sejam montadas as bancadas futuras de representação dos interesses nacionais. Pressupõe-se, portanto, que a eleição sirva para que seja tudo “zerado”, e a sociedade possa manifestar-se novamente de acordo com o desenrolar dos fatos, as alterações de credibilidade dos partidos etc. etc. etc. Tudo, enfim, que possa contribuir para a movimentação do cenário político latu sensu.

Sendo assim, aceitando e tomando a eleição como determinante do futuro, e dando à população o direito óbvio e sagrado de mudar tudo ao seu bel-prazer, a distribuição de tempo deveria ser absolutamente igual para todos os partidos, independentemente do tamanho da representatividade numérica das bancadas. Se a regra do jogo é programar o futuro unicamente em função do agora, exala-se o odor do casuísmo de sempre.

Impede-se, pela via da manobra, que a possibilidade de mudanças seja ampla. Casuísmo mais bonitinho e ordinário, só made in Taiwan.

Vá lá que deve ser duro suportar o agora bombástico-radioativo Enéas por mais tempo. Ou o Quércia fazendo pose de galã à la Victor Mature. Ou o Maluf psicografando Adhemar de Barros com a nova retórica do “não é nenhum santo, mas faz.”

Mas este &eacuteeacute; o jogo democrático. Democracia não é ação entre amigos, em que só se manifestam aqueles que nos são simpáticos, para que possamos ouvir apenas o que nos encanta. De uma certa forma, a distribuição do tempo no horário eleitoral – que se supõe democrático – deve estar baseada no raciocínio de campeonato de futebol, onde um time começa nova temporada sem ganhar pontos extras por suas glórias passadas. E onde não vale gol de banheira.

 

Rafael Leiras

 

As redes de televisão estatais têm nas mãos a oportunidade de iniciar uma revolução na mentalidade do telespectador brasileiro. Parece exagero, mas as TVs públicas, mesmo com sua pequena audiência, poderiam se propor a lançar a pedra fundamental de uma nova forma de pensar a realidade brasileira e mundial, o que iria gerar profundas mudanças no ideário do povo.

Os canais mantidos pelo governo devem investir e mergulhar fundo na produção de programas jornalísticos de alto nível – que retratem a realidade, e não uma mistura de novela, atração de circo e campanha (re)eleitoral a que nos acostumamos a ver nas emissoras comerciais. Para isto, bastaria que as TVs estatais utilizassem a prerrogativa de serem entidades sem fins lucrativos, investindo unicamente na sua incumbência de levar educação, cultura e informação ao povo. Os lucros poderiam ficar para a Globo e o SBT, assim como o rótulo de manipuladores da vida real.

Aos poucos, conquistando o público pessoa por pessoa, estes programas seriam assimilados, transformando a massa de manobra em massa crítica e, portanto, influindo diretamente no futuro do país.

Nesta batalha entre a verdade e a mentira, os benefícios de uma improvável – mas não impossível – vitória das TVs estatais sobre as comerciais seriam inestimáveis. O ideal seria que a concepção adotada pelas redes de TV públicas se refletisse nas emi$$oras, modificando também a pauta delas. Mas, para alcançar esta façanha, aquelas teriam de conquistar a maioria da audiência e, por conseqüência, os grandes anunciantes. Não existe, infelizmente, outro argumento capaz de sensibilizar os grandes empresários responsáveis pelos canais comerciais. Nem a importância da formação de gente crítica e consciente da realidade. Ao contrário, a manipulação do povo interessa diretamente ao objetivo principal: manter e ampliar o poder econômico, através da submissão a interesses políticos.

A esperança seria, portanto, a mudança de baixo para cima. O povo, ao se deparar com o real na programação das TVs públicas, obrigaria a mudança das estruturas vigentes. É uma tarefa quase utópica, mas sonhar não é proibido. E este sonho seria justamente a base de uma TV universitária. A produção de programas telejornalísticos nas universidades seria, evidentemente, pautado pela cobertura de fatos “paralelos” (pauta não-oficial) e eventos “alternativos” (pauta não-comercial). Mas o diferencial em relação às emissoras estatais abertas seria o investimento em debates sobre estas questões da estrutura social, com o objetivo de provocar o debate e a reflexão no meio acadêmico, principalmente. Com isto, estaria garantido o futuro sonhado para a televisão brasileira, pública ou comercial, pois o mercado só iria receber profissionais formados sob esta ótica. Os detentores do poder econômico seriam obrigados a se adequar a essa hipotética nova realidade. Lucros provavelmente mantidos, mas manipulação extinta para sempre. Se esta idéia de formação jornalística pudesse ser aplicada a fundo em todas as instituições de ensino superior, a marcha seguiria o rumo inexorável do sucesso, da formação de um novo pensamento, de um país livre de interesses restritos aos poderosos.

 

Zeca Martins

 

Desserviço por desserviço, tão estúpidas quanto a grotesca cobertura do nascimento da filha da famosa apresentadora de TV são algumas pequenas bobagens que a imprensa nos traz cotidianamente. Pululam aqui e acolá notinhas, comentários e – o que é pior – colunas assinadas por gente que só tem comprometimento com interesses de velhos focos da rapinagem do interesse social, vulgo “nóis é coroné e o povo é mané. Disgusting.

Por exemplo, estreou em 11 de agosto o colunista de agribusiness da Rádio CBN. E, como não poderia deixar de ser, o emérito ruralista já iniciou-se no ofício jornalístico com as tradicionais e previsíveis chorumelas do setor. De cara, gastando os hertz bons da CBN com o defunto ruim do setor sucroalcooleiro.

Nada contra a cana-de-açúcar em si mesma; mas tudo contra ocupar extensivamente as melhores terras (e os melhores espaços editoriais) deste país com a cultura daquilo que é, convenhamos, nada mais do que um doce capim metido a besta. Cana-de-açúcar nasce em qualquer lugar, até em areião.

Historicamente – especialistas que me corrijam – a inteligentsia (ou, melhor, ignorantsia) dos grandes cultivadores de cana-de-açúcar, usineiros e assemelhados nada acrescentou em qualidade social aos países ou regiões em que se fez presente.

Ao contrário, a sombra da escravidão, da semi-escravidão e da concentração de renda em níveis absurdos lamentavelmente sempre se projetou por trás do brilho financeiro do setor. É fácil constatar isso: basta fazer um passeio pela região de Ribeirão Preto, ou pelo Nordeste, e dar uma olhadinha nas magníficas condições em que os bóia-frias trabalham.

Cuba, por exemplo, há pouco mais de vinte anos, foi raptar mão-de-obra escrava em Angola para tocar suas usinas; houve um caso, até, em que seqüestrou uma usina inteira, peça por peça. Exemplos há à farta.

João Conrado do Amaral Gurgel estava coberto de razão ao se recusar a construir seus automóveis com motores a álcool. Ele sabia que terra boa é para produção de alimentação de pessoas, não de carburadores.

Então, que chorem aos cântaros suas mágoas, estes usineiros. E vão plantar sua cana-de- açúcar lá na… nos areiões. Ou plantem, como alternativa, a boa e velha receita de comida temperada com uma pitadinha de consciência social.

Acerca da conduta da imprensa, pergunto: editores em geral têm sempre comprometimentos estabelecidos com interesses determinados? Ou falta-lhes mesmo algum senso crítico, e vão publicando qualquer coisa? Afinal de contas, quem são estes caras? Não, não são perguntas tão idiotas assim: mais e mais, vejo apenas a reportagem de um extremo ideológico aqui; outro extremo, acolá. Cadê o meio termo? Cadê a bendita análise crítica, cadê o raciocínio do entre aspas, a tal isenção? E, finalmente mais uma vez, cadê a irreverência? Pensou que legal seria o editor da Globo colocar uma materiazinha sobre a miséria infantil logo após a escandalosa cobertura da ostentação e do bizarro que foi o nascimento da filha da Xuxa? Será que dava, ao menos, para respeitarem a inteligência de uns e a extrema pobreza de outros? Há esperança?

 

Guilherme Canela de Souza Godoi (*}

“Para que os homens dêem um único passo
para dominar a natureza por meio da arte
da organização e da técnica, antes terão
que avançar três em sua ética.”
Friedrich Leopold von Hardenberg (1772-1801),
poeta alemão

 

Caríssimos leitores ou caríssimas leitoras, venho dirigir-lhes algumas palavras na posição de leigo nesse meio jornalístico que por agora me aventuro. Achei-me na condição de expressar-me acerca de um tema que recentemente envolveu a categoria dos jornalistas no Brasil e que acabou por interessar-me enquanto leitor e, principalmente, enquanto cidadão.

O tema, caríssimos leitores ou caríssimas leitoras, é a suspeita de fraude nas eleições da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) ocorrida em 31 de julho último. Segundo matéria assinada pelo jornalista Luiz Maklouf Carvalho e publicada no jornal Folha de S. Paulo em 8 de agosto deste ano [ver remissões abaixo], diversos são os indícios de fraude nas eleições da categoria. Falta de quórum para realização do pleito; mudança nas regras do jogo em plena eleição (como o rebaixamento do quórum necessário); queima de listas de votantes; súbito aumento do número dos eleitores são algumas das suspeitas levantadas pela matéria.

Não é minha intenção aqui fazer uma análise investigativa sobre o ocorrido, longe disso. Meu intuito é fazer um pequeno exercício de questionamentos. De antemão já aviso que é um exercício para o qual apenas tenho as questões sem ter respostas concretas: creio que estas devem ser pensadas seriamente por cada um de nós, leigos ou profissionais da área. Vamos lá.

Tendo havido uma séria suspeita de fraude no processo eleitoral da principal entidade representativa dos jornalistas, por que o tema foi tão pouco explorado pela imprensa? Até que ponto esse caso pode manchar a imagem de toda uma categoria? Como fica a confiança nos profissionais da área? E nos veículos integrados por eles?

Ora, caríssimos leitores ou caríssimas leitoras, estamos em pleno processo de eleições gerais do país, no qual a ética é um tema constantemente trazido à tona pelos jornalistas. Como ficamos nós leitores diante deste fato – os mesmos jornalistas que cobram por ética num processo eleitoral, os mesmos que devem exibir ética na cobertura do processo, possuem uma séria suspeita de fraude nas eleições de sua própria categoria?

Percebo aqui uma questão a ser refletida muito seriamente. Parece-me que há uma ética jornalística apresentada aos leitores e primada pela categoria e pelos veículos, que clama por processos eleitorais e uma atividade jornalística claros e transparentes, mas, por outro lado, há uma ética dos jornalistas no seio de sua própria categoria que coloca a anterior em grave condição de fragilidade e dúvida.

É evidente que não estão todos os jornalistas envolvidos nesse caso, nem mesmo creio que seja a maioria, entretanto a diretoria que, teoricamente, representa toda a categoria foi eleita sob sérias suspeitas de falta de ética. Em quem confiar?

(*) Estudante de Relações Internacionais – UnB

 

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