Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

Bola fora da Newsweek

Por lgarcia em 03/07/2002 na edição 179

TELETIPO

Em edição que traz uma bola murcha na capa, a revista americana
Newsweek publicou reportagem declarando a Copa do Mundo de 2002 um grande
fracasso. “Cadeiras vazias” e “torcedores irritados” teriam destruído
o torneio. Em vez de enfocar a façanha da seleção dos EUA
de chegar às quartas-de-final, a reportagem se fixou nos ingressos não-vendidos.
Para Ramy Salameh, representante do turismo coreano em Londres, o tema foi escolhido
“por puro sensacionalismo”. Ele diz que a Copa foi “muito, muito bem” e que
a maioria dos estádios esteve lotada. Ao contrário do que diz
a Newsweek, é opinião quase unânime que o Mundial
sediado por Coréia e Japão foi um dos torneios mais bem-organizados
dos últimos tempos. As informações são de Julia
Day [The Guardian, 19/6/02].

 

Morreu no dia 15/6 o jornalista americano Scott Shuger, colunista da revista eletrônica Slate. Desde 1997 ele escrevia a coluna Today’s papers (jornais de hoje), com críticas de matérias dos cinco maiores diários dos EUA. Seu trabalho era acompanhado por jornalistas e políticos de destaque e pessoas interessadas em monitorar a mídia. “Tornou-se indispensável para a vida de muita gente", comenta Larry Prior, professor de Jornalismo da Universidade do Sul da Califórnia. "Sua coluna levantava problemas em que mesmo profissionais com experiência não pensavam automaticamente.” Influente no jornalismo online e mergulhador experiente, Shuger morreu nadando no Pacífico, perto de Los Angeles, aos 50 anos. As informações são do Los Angeles Times [18/6/02].

A famosa imagem de três bombeiros erguendo a bandeira dos EUA em meio aos escombros do World Trade Center virou selo do correio americano. É a primeira vez que uma foto jornalística sem retoque é usada para esse fim. O autor da fotografia é Thomas Franklin, do Record, de Hackensack, Nova Jersey. Foi necessária a aprovação do Congresso para que os bombeiros pudessem aparecer, pois geralmente a honra de ser retratado em selo é reservada aos mortos. Segundo Editor & Publisher Online [18/6/02], cada um custará US$ 0,45, mas terá valor postal de US$ 0,34. A diferença será doada à Agência Federal de Administração de Emergências.

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