Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº962

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

Caso Daniel Pearl em aberto

Por lgarcia em 07/10/2003 na edição 245

TELETIPO

O caso do seqüestro e assassinato do jornalista americano Daniel Pearl no começo do ano passado continua indefinido judicialmente pelo governo do Paquistão. As audiências de apelação já foram adiadas seis vezes devido à ausência dos advogados de defesa no tribunal. O sexto adiamento ocorreu em 25/9 e a nova data é 21/10. O tribunal já avisou que se os advogados de defesa não aparecerem nesse dia, dispensarão seus serviços e indicarão um promotor público para defender os acusados. Em 15/7 do ano passado, um tribunal especial antiterrorismo considerou Ahmed Omar Sheikh, Syed Salman Saquib, Sheikh Mohamed Adil e Fahad Naseem culpados do crime. Pouco depois, os acusados recorreram da decisão. Informações de B Raman [Asia Times, 1o/10/03].

O ex-vice-presidente Al Gore há tempos demonstra interesse no mercado midiático, mas nunca se manifestou publicamente. Quando começa a fechar negócio, no entanto, não há como escapar dos holofotes. Segundo Phyllis Furman [New York Daily News, 1o/10/03], Gore está prestes a assinar acordo de US$ 70 milhões para adquirir a Newsworld International, pequeno canal a cabo da gigante Vivendi Universal. O ex-vice-presidente quer transformar o canal em uma emissora educativa liberal. Seus parceiros incluem Joel Hyatt, ex-arrecadador do Partido Democrata, e Steve Rattner, banqueiro que investe em mídia e que confirmou intenções de financiar. NWI é transmitida a apenas 20 milhões de domicílios em todo o mundo.

A Food and Drug Administration (FDA, órgão que regula alimentos e remédios nos EUA) está revisando alguns pontos da propaganda de drogas prescritas e tudo indica que deve continuar como está. Parte da análise deu-se em um encontro de dois dias, em que foram apresentados 29 estudos com resultados positivos do uso de propaganda ? como maior comunicação entre pacientes e médicos ? cujas pesquisas foram apresentadas por representantes de indústrias farmacêuticas e de mídia, como Pfizer e Time Inc. Anúncios de remédios à venda sob prescrição médica são queridinhos da mídia porque a indústria parece imune a instabilidades econômicas e é fiel cliente publicitária. Críticos da publicidade desses medicamentos afirmam que a propaganda não é focada no problema que se quer tratar, com muitas imagens e pouca informação sobre os riscos e efeitos colaterais. Informações de Nat Ives [The New York Times, 29/9/03].

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