Quinta-feira, 27 de Junho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1043
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Contra o massacre de Chiapas

Por lgarcia em 05/02/1998 na edição 38

 

Beto Almeida, da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas, fenaj@nutecnet.com.br), distribuiu pela Internet o seguinte comunicado:

 

“Informo que durante a semana do Natal eu e Chico Sant’anna elaboramos uma nota de protesto ao presidente do México, Ernesto Zedillo, por causa do massacre de indígenas em Chiapas, executados por partidários do PRI.

Ao mesmo tempo, enviamos esta mensagem à FELAP (Federação Latino-Americana de Jornalistas) solicitando que se posicionasse, Sabemos de uma estreita ligação que a Felap, ou o seu
secretário-geral, tem com o governo mexicano, e por isso mesmo cobramos tal posicionamento.
Também enviamos a mesma mensagem para o Grupo da América Latina da Federação Interamericana de Jornalistas.

Obs.: O Embaixador do México no Brasil respondeu à nota da FENAJ dizendo que seriam
tomadas providencias.”

 

Sérgio Molina (smolina@pop03.ca.us.ibm.net), na ponta de uma longa lista, remeteu a seguinte mensagem:

 

“Terror in Timor East (in portuguese)

O Timor Leste é (ou era) um pequeno país da Asia e, por ser uma ex-colonia portuguesa, fala a nossa língua e conserva uma identidade cultural, em que há semelhanças com o Brasil. A Indonésia domina o país, através da macabra ditadura da família “Suharto”, e para manter seu poder e explorar o Timor Leste já dizimou mais de 250 mil timorenses, ou seja, cerca de 1/3 da população.

É um dos maiores genocídios da Era Moderna. As meninas são estupradas e empaladas em praça publica. Crianças são incendiadas diariamente e mortas como chamas-vivas. Já não existem praticamente velhos no pais: foram dizimados. Cidades e vilarejos foram riscados do mapa e já não existem mais. Há 25 campos de concentração no pais. Rios cobertos por cadáveres. Nenhum nascimento foi registrado em todo o ano de 1996!

O Timor Leste precisa voltar a ser um país independente: os timorenses desejam isto (conforme ouvimos dos dois ganhadores do Prêmio Nobel da Paz de 1996). O que cada um de nos pode fazer?

Passe esta mensagem adiante com um alerta para que deixemos de comprar produtos indonésios que estão em nossas lojas, como por exemplo:

Tênis Reebok e NIKE
Cerveja em Lata ANCHOR
Sapatos vulcanizados ALL STAR
Vestidos ou Cangas de “BALI”
Balas de Café, etc.

Recuse os produtos “Made in Indonésia”, pois eles estão sendo produzidos por mão-de-obra ESCRAVA! Coloque sua assinatura ao final desta mensagem e a remeta para, pelo menos, mais dez pessoas.”

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