Domingo, 19 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

Cuidados com Sharon

Por lgarcia em 01/01/2003 na edição 205

TELETIPO

Funcionários do canal estatal de notícias egípcio Nile News receberam ordem de moderar o discurso contra Israel. Embora a diretora Sameha Dahroug negue, Mohamed el-Boluk, apresentador do documentário Sharon, bloody record, de crítica ao primeiro-ministro israelense, afirma que um aviso foi colocado no escritório da emissora dizendo que novas exibições do programa estão proibidas. O Nile News é um canal por satélite voltado para a audiência internacional, e passou o documentário várias vezes, o que irritou correligionários de Ariel Sharon, que prepara sua reeleição no pleito de 28/01/03. “Este não é o tipo de relação que deveria existir, particularmente com um governo que assinou acordo de paz com Israel”, reclamou Raanan Gissin, assessor de Sharon. As informações são da AP [18/12/02].

A megacorporação americana AOL Time Warner ganhou recentemente a patente dos sistemas de mensagens instantâneas na internet (“instant messaging”). Segundo a Reuters [19/12/02], a companhia não informou se pretende exercer seu direito de exclusividade. Dona dos sistemas AOL Instant Messenger e ICQ, a AOL trabalha com a Microsoft num novo programa do tipo, só que exclusivo para empresas, o que seria a primeira tentativa de ganhar dinheiro com uma modalidade de software que sempre teve distribuição gratuita. A Media Life [18/12/02] informa que a AOL ganhou na Justiça US$ 7 milhões da CN Productions, que enviou mensagens comerciais não-solicitadas aos assinantes do provedor. Em poucos anos ela venceu mais de 20 processos contra spammers.

Estudo publicado no British Medical Journal conclui que as mulheres nos pôsteres centrais da Playboy, desde sua criação, em 1953, foram ganhando formas menos “violonescas”, apesar de o peso médio ter se mantido. A questão é se o gosto dos homens mudou ou se a revista se descolou da preferência masculina. Martin Voracek, psicólogo da Universidade de Viena, acredita que se Playboy não refletisse o ideal masculino de beleza feminina não existiria depois de quase 50 anos. Bill Farley, porta-voz da Playboy, disse à AP [19/12/02] que a mulher hoje considerada bela incorpora hábitos como a ginástica e a atividade profissional, que proporcionam corpos menos curvilíneos. Mas afasta insinuações: “Ninguém que tenha olhos para ver considera as playmates andróginas.”

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