Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

PRIMEIRAS EDIçõES > GUERRA DO IRAQUE

Dois brasileiros em Bagdá

Por lgarcia em 12/08/2003 na edição 237

GUERRA DO IRAQUE

Diário de Bagdá ? A guerra do Iraque segundo os bombardeados, de Sérgio Dávila e Juca Varella, 144 pp, Editora DBA, São Paulo, 2003; preço R$ 59,00


[do release da editora]

Em formato de diário, com 30 dias, o jornalista Sérgio Dávila narra no livro Diário de Bagdá ? A guerra do Iraque segundo os bombardeados (Editora DBA) os principais momentos da passagem dele e do repórter fotográfico Juca Varella por Bagdá, da noite do dia 19 de março, quando chegaram à capital do Iraque horas antes de terminado o ultimato do presidente dos Estados Unidos George W. Bush, até o dia da Páscoa, em 20 de abril, quando desembarcaram no aeroporto de Cumbica, em São Paulo.

O autor Sérgio Dávila diz: "Fomos os únicos jornalistas brasileiros no Iraque desde o começo da guerra até a queda do regime, em 9 de abril, e os primeiros jornalistas brasileiros a entrar de novo em Bagdá depois da queda do regime". O texto é inédito ("eu sentei e contei toda a história do ponto zero, não há um trecho que já tenha sido publicado em lugar nenhum", afirma Dávila), assim como a maioria das cerca de 120 fotos coloridas de Juca Varella.

Diário de Bagdá ? a guerra segundo os bombardeados foi lançado em noite de autógrafos dos autores no dia 7 de agosto, em São Paulo, e terá novo lançamento na segunda-feira, 18 de agosto, a partir das 19h, na livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio.

Os autores

O fotógrafo Juca Varella tem 39 anos, 18 anos de profissão, 12 deles na Folha de S.Paulo. De 1994 a 1999 trabalhou na sucursal do jornal em Brasília, cobrindo temas políticos e econômicos, viagens presidenciais e visitas de chefes de Estado. Formado em Jornalismo em 1991 pela Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo (SP), destaca em sua carreira profissional as seguintes coberturas: morte de PC Farias e seu envolvimento com a Máfia Italiana; assassinato dos 19 sem-terra em Eldorado dos Carajás, no Pará; reportagem-denúncia "Rota da adulteração de combustíveis", revista Quatro Rodas (Prêmio Confederação Nacional dos Transportes); duas Copas do Mundo (França-1998 e Coréia-Japão-2002); Olimpíadas de Sydnei-2000 e a guerra do Iraque.

Sérgio Dávila tem 37 anos, 15 anos de profissão, e é repórter especial da Folha de S.Paulo. Foi correspondente do jornal em Nova York entre 2000 e 2003 e editor da do caderno Ilustrada de 1996 a 2000. Antes, trabalhou na Revista da Folha, Veja São Paulo, Playboy e Exame. Em Nova York, cobriu a eleição presidencial de 2000 e o ataque terrorista de 11 de setembro ? nos doze meses seguintes, publicou mais de 500 reportagens tendo o ataque como tema. A experiência rendeu o livro Nova York ? antes e depois do atentado (Geração Editorial, 2002). Formado em jornalismo pela PUC-SP, Dávila participou dos livros-coletâneas Cinema Brasileiro (Publifolha, 1999) e Folha Explica a MPB (Publifolha, 2002). Pela cobertura do Iraque, recebeu o Prêmio Dom Helder Câmara de Imprensa, da CNBB, que dedicou a Juca Varella.

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