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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1000
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Por lgarcia em 02/10/2002 na edição 192

ELEIÇÕES 2002

“Eleição em sete dias”, Editorial, copyright Folha de S. Paulo, 29/09/02

“Após a redemocratização, nunca um processo de sucessão presidencial começou tão cedo e proporcionou tantas reviravoltas quanto o atual. Esse longo e movimentado processo entra, a partir de amanhã, na sua semana decisiva com um candidato muito à frente dos demais. Luiz Inácio Lula da Silva ampliou, oscilando positivamente dentro da margem de erro, a sua distância sobre o segundo colocado. Com 49% das intenções de votos válidos, o petista está a um ponto e um sufrágio de converter-se em presidente da República no primeiro turno.

Ao longo de todo o processo, Lula sempre se manteve líder nas pesquisas do Datafolha. A sua liderança foi ameaçada em duas ocasiões -com a ascensão da então governadora do Maranhão, Roseana Sarney, nos dois primeiros meses de 2002 e com a do ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, em meados deste ano.

Três semanas depois do fenômeno que ficou conhecido como a ?desconstrução? da imagem do candidato da Frente Trabalhista, a trajetória de subida de Lula, que chega aos 45% das intenções totais de voto, ainda não encontrou teto, enquanto a de José Serra, que manteve os 19%, não conseguiu romper a barreira dos 20%. Anthony Garotinho, que chegou ao empate técnico com Serra na pesquisa anterior, não logrou, uma semana depois, mover-se dos 15%.

A hipótese que surgiu na pesquisa anterior do Datafolha como uma possibilidade -a vitória da candidatura petista ainda no primeiro turno- ganhou probabilidade sete dias depois. Lula conseguiu manter-se no alto patamar a que chegara. Além disso, pelo fato de a distância entre as suas intenções de voto e as de seus adversários somadas ter diminuído três pontos percentuais, o petista está inteiramente dentro do intervalo estatístico que poderia lhe render os votos necessários à conquista da Presidência no primeiro turno.

Na semana que passou se notou uma tênue mas significativa mudança no tom de comentários de políticos, empresários e agentes de mercado influentes. Muitos já discutem como será um governo petista, deixando de problematizar o fato básico: não está garantida, ainda que se tenha tornado mais provável, a vitória de Lula já no domingo que vem.

É difícil que pelo menos dois de seus adversários diretos que têm chances reais de disputar um segundo turno caso ele ocorra, Serra e Garotinho, desistam de tentar impedir o triunfo do PT. É de esperar que redobrem as forças para tentar barrar a ascensão de Lula e qualificar-se para o turno final. Restam aos presidenciáveis dois dias para apresentação de programas no rádio e na TV, os quais devem ter maior audiência. Na quinta-feira está agendado um debate na TV Globo. Se faltam poucos votos para Lula vencer, falta também pouco para que seus adversários precipitem um segundo turno.

A única certeza que pode ser enunciada hoje é a de que serão dias de duríssima disputa os poucos que nos separam do 6 de outubro, temperados por mais uma rodada de instabilidade nos mercados financeiros.”

“Datafolha avalia atuação do jornal na eleição”, copyright Folha de S. Paulo, 27/09/02

“Desde 18 de agosto, data de lançamento do caderno Eleições 2002 e antevéspera do início do horário gratuito, o Datafolha vem monitorando a cobertura da Folha para medir e identificar o teor do acompanhamento dado aos principais candidatos.

O jornal utiliza o trabalho como um dos instrumentos para aferir a aplicação dos princípios de apartidarismo e pluralismo estabelecidos em seu projeto editorial.

Diário, o levantamento será realizado até o fim da campanha (texto nesta página explica a metodologia usada pelo instituto).

Os resultados consolidados até 22 de setembro permitem concluir que, na época de embate mais acirrado entre José Serra (PSDB) e Ciro Gomes (PPS) na propaganda eleitoral, esses dois presidenciáveis obtiveram na Folha uma cobertura jornalística de perfil semelhante, em que aspectos ?negativos? predominaram sobre ?positivos? e ?neutros?.

Personagens de um tiroteio que começou na primeira noite da propaganda televisiva, os dois candidatos registraram percentuais similares nas três categorias de classificação do noticiário.

Serra obteve 40% de informações ?negativas?, e Ciro, 41%. As positivas foram, respectivamente, 33% e 32%. As ?neutras?, 27% nos dois casos.

No mesmo intervalo de tempo, o inverso ocorreu com Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em confortável liderança nas intenções de voto, o que o desobrigou de envolver-se em confrontos, ele teve sua campanha retratada, nas páginas do jornal, de maneira mais ?positiva? (38%) do que ?negativa? (34%) ou ?neutra? (28%).

Foi o único presidenciável que recebeu tratamento no qual a primeira categoria prevaleceu.

Dos quatro principais postulantes ao Planalto, apenas Anthony Garotinho (PSB) recebeu tratamento mais ?neutro? (46%) do que ?positivo? (31%) ou ?negativo? (24%).

Contexto

Para Mauro Francisco Paulino, diretor-geral do Datafolha, as circunstâncias da atual campanha eleitoral explicam a diferença entre o perfil das coberturas de Serra e Ciro e o da de Lula.

?A disputa entre Serra e Ciro e a liderança folgada de Lula são fatores que têm reflexo nos resultados?, afirma Paulino, lembrando que o monitoramento começou a ser realizado no exato momento em que o embate entre o tucano e o candidato do PPS se tornou mais agressivo.

Segundo relatório do instituto, ?os teores das notícias publicadas pela Folha nesse período foram ditados principalmente pelos resultados de pesquisas e pela campanha de rádio e TV?.

Também a biografia de Lula ajuda a explicar um certo ?viés de condescendência? detectado pelo instituto. Diferentemente de Serra e Ciro, o petista não tem um passado administrativo pelo qual possa ser diretamente cobrado -não obstante as administrações petistas em municípios e Estados.

Critérios

Ainda que pautada por critérios rigorosos, permanentemente examinados pelo Datafolha em conjunto com a Redação, a tarefa de classificar as informações em ?positivas?, ?negativas? e ?neutras? sempre esbarra em uma dose de subjetividade, reconhece o diretor-geral do instituto.

?Apesar dessa limitação, o método sistematiza a análise da cobertura?, diz Paulino. ?O importante é que sejam sempre cotejados dados colhidos a partir de critérios semelhantes. Isso ameniza possíveis distorções provocadas por julgamentos subjetivos.?

Ele ressalta a importância de fornecer aos jornalistas subsídios para avaliar a cobertura do jornal ao longo da campanha, e não apenas depois da eleição, permitindo a correção de eventuais distorções no tratamento dispensado aos candidatos.

O Datafolha, que realiza medições desse gênero desde o pleito de 1989, neste ano está acompanhando, além do noticiário sobre os presidenciáveis, o material relativo à sucessão paulista.”

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“Veja como o instituto monitora o noticiário eleitoral da Folha”, copyright Folha de S. Paulo, 27/09/02

“O estudo conduzido pelo Datafolha tem por objetivo aferir o espaço e identificar o teor do noticiário eleitoral produzido pela Folha.

O instituto calcula a presença dos candidatos na cobertura e avalia em que medida o tratamento dado a eles é ?positivo?, ?negativo? ou ?neutro?.

Durante a etapa da quantificação, o Datafolha mede, em cm2, todos os textos, fotos, gráficos e ilustrações referentes ao candidato.

O esquadrinhamento abrange todo o jornal, não se limitando ao que é publicado no caderno Eleições 2002.

Como o propósito do trabalho é avaliar o tratamento jornalístico dispensado aos candidatos, a medição exclui o material relacionado às eleições mas sem referência explícita a algum deles.

A classificação do noticiário é feita do ponto de vista do candidato, ou seja, as informações são divididas em três categorias de acordo com seu efeito potencial para cada candidatura.

São considerados ?positivos? itens como promessas de campanha, ataques de um candidato a outro (?positivo para quem ataca?), comentários de terceiros que visam promover o candidato em questão e manifestações de apoio.

São computados como ?negativos? críticas, referências a escândalos, divergências dentro do partido do candidato ou de sua coligação, menções a precariedade de campanha.

Quando o candidato recebe crítica e a revida com insulto, a informação é considerada ?negativa? para quem fez o ataque e para quem o rebateu.

Entram como ?neutros? os relatos de agenda (descrição seca das atividades do dia-a-dia do candidato) e reportagens relativas a resultados de pesquisas (desde que respeitadas margem de erro e demais características do levantamento).

A metodologia adotada pelo Datafolha contempla a possibilidade de a mesma reportagem conter elementos ?positivos?, ?negativos? e ?neutros?. Os pesquisadores cuidam de separá-los e de avaliar o espaço e o destaque de cada um.

Estudo de objetivo semelhante realizado pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (leia resultados na página ao lado) também divide o noticiário nas três categorias, mas trabalha com o conceito de ?enquadramento dominante?.

Diante de um texto que contenha informações de teores diferentes, os pesquisadores decidem qual deles predomina, e a partir daí a matéria como um todo é classificada como ?positiva?, ?negativa? ou ?neutra?.

Também há diferença importante na etapa de quantificação. À diferença do Datafolha, o Iuperj não mede fotos, gráficos e ilustrações. Conta o número absoluto de menções a cada candidato no jornal.”

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“Lula, Serra e Ciro recebem espaço semelhante”, copyright Folha de S. Paulo, 27/09/02

“O monitoramento realizado pelo Datafolha revela um quadro de equilíbrio no espaço dedicado pela Folha a Lula, Serra e Ciro no período que vai de 18 de agosto (data de lançamento do caderno Eleições) a 22 de setembro.

Das 213 páginas ocupadas por noticiário relativo aos presidenciáveis, 60,97 (28,6%) foram ocupadas pelo petista, 61,25 (28,7%) pelo tucano e 58,87 (27,6%) pelo candidato do PPS.

Hoje na fronteira do empate técnico com Serra na segunda colocação das intenções de voto, Anthony Garotinho obteve cobertura menor: 27,19 páginas, ou 12,8% do total.

O diretor-geral do Datafolha, Mauro Francisco Paulino, pondera que a tendência de crescimento do ex-governador do Rio nas pesquisas começou a se manifestar no final do período coberto pelo monitoramento.

Esse fator ajudaria a explicar a expressiva diferença entre seu espaço e os de dois adversários (Serra e Ciro) que estão em patamares semelhantes de intenção de voto.

O cientista político Marcus Figueiredo, que coordena no Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) estudo semelhante ao do Datafolha, concorda com a análise de Paulino.

?O novo embolamento no segundo lugar se caracterizou muito recentemente?, diz. ?As chances de Garotinho cresceram agora, na reta final.?

Figueiredo costuma observar que o loteamento do espaço, embora obedeça no geral às posições da ?corrida de cavalos?, também é influenciado pelo que ele chama de ?noticiabilidade? do candidato.

O cientista político acredita, por exemplo, que a condição de candidato do governo contribui para explicar por que José Serra recebeu nos jornais, em vários momentos da atual campanha, espaço maior do que o dedicado a adversários em situação semelhante nas pesquisas.

Também cabe observar que fatores como crises na campanha, recebimento ou perda de apoios, eclosão de escândalos ou mesmo declarações de impacto têm influência sobre a distribuição de espaço, que jamais é inteiramente ditada pela ordenação dos candidatos nas pesquisas.

Textos responderam por 74,1% do espaço dedicado pela Folha aos presidenciáveis no período analisado. Fotos, por 15,3%. Gráficos ficaram com 6,1%, e ilustrações, com 4,5%.”

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“Leitores identificam equilíbrio na Folha”, copyright Folha de S. Paulo, 27/09/02

“Pesquisa Datafolha realizada entre os dias 16 e 18 deste mês com leitores da Grande São Paulo revela que a maioria considera equilibrada a cobertura das eleições. Na avaliação dos entrevistados, a Folha não está favorecendo (75%) nem prejudicando (83%) nenhum dos presidenciáveis.

Os índices de quem identifica favorecimentos (14%) ou prejuízos (8%) oscilaram para menos em relação aos coletados no levantamento feito de 7 a 9 de agosto -19% e 12%, respectivamente.

Ao pedir que os leitores opinem sobre a isenção da cobertura, a Folha tem por objetivo monitorar a percepção dos princípios de pluralismo e apartidarismo que regem seu projeto editorial.

Para 10% dos entrevistados, José Serra (PSDB) é beneficiado pelo jornal. A seguir vêm Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 3%, e Ciro Gomes (PPS), com 1%.

Na opinião dos leitores, Ciro é o mais prejudicado pela Folha. Dos pesquisados, 4% fazem esse diagnóstico. Lula, com 2%, e Anthony Garotinho (PSB), com 1%, também foram mencionados.

Resultado positivo

A maioria (72%) avalia positivamente, como ótimo ou bom, o o noticiário a respeito das eleições produzido pelo jornal.

A fatia dos que consideram a cobertura apenas regular caiu de 10% para 4% desde agosto. Os descontentes, que avaliam-na como ruim ou péssima, mantiveram-se em 1%.

A aprovação se estende ao destaque dado à campanha eleitoral. Para 87%, o espaço dedicado está na medida certa. No mês passado, os satisfeitos eram 82%. Somente 4% julgam que a Folha deveria ampliar o número de páginas sobre o assunto, e 8% acham que o jornal exagera no espaço.

Para 37%, a cobertura da eleição presidencial está melhor do que a realizada pela Folha em 1998. Em agosto, essa taxa ficava em 31%. Para 2%, houve declínio de qualidade em relação ao trabalho feito quatro anos atrás.

Dos 386 entrevistados pelo Datafolha, todos leitores da edição que circula na região metropolitana de São Paulo, 78% declaram acompanhar reportagens e artigos do caderno Eleições 2002, lançado em 18 de agosto.

Como pontos positivos do trabalho da Folha, foram citadas a publicação de informações a respeito dos candidatos (35%), a imparcialidade (20%) e a qualidade do conteúdo informativo (16%). Não souberam responder 27%.

Como pontos negativos, foram mencionadas parcialidade (8%) e deficiências de conteúdo das reportagens (8%). Não souberam responder a questão 31%. Quase metade (44%) afirmou não encontrar pontos negativos.

O levantamento do Datafolha, com margem de erro de cinco pontos percentuais para mais ou para menos, também buscou a avaliação dos leitores sobre o desempenho do instituto.

Dos entrevistados, 82% disseram acompanhar as pesquisas de intenção de voto -cinco pontos a mais do que em agosto. Na opinião de 67%, elas são ótimas/ boas; na de 11%, regulares; na de 1%, ruins ou péssimas.”

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“Leitorado do jornal se divide entre Serra e Lula”, copyright Folha de S. Paulo, 27/09/02

“Apesar de o PT gozar da preferência de 31% dos entrevistados, mais do que o dobro do apoio registrado pelo PSDB (14%), Lula não disparou na intenção de voto dos leitores da Folha na Grande São Paulo.

Em levantamento realizado entre 2 e 4 de setembro pelo Datafolha, o petista tem 26%, contra 29% de José Serra, que subiu nove pontos percentuais em relação à pesquisa anterior (de 7 a 9 de agosto) e consolidou um empate técnico-a margem de erro é de cinco pontos para mais ou para menos.

Dos entrevistados, 11% planejam votar em Ciro Gomes (PPS). Apenas 2% mencionaram o nome de Anthony Garotinho (PSB). Estão indecisos 25%.

Em São Paulo, Geraldo Alckmin tem 30%, contra 22% de José Genoino (PT) e 15% de Paulo Maluf (PPB).

Para o Senado, 35% dos leitores da Folha pretendem votar em Aloizio Mercadante (PT). Romeu Tuma (PFL) surge a seguir, com 17%. O tucano José Aníbal fica com 7%, mesmo índice de Orestes Quércia (PMDB).”

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“Jornais oscilam ao longo da campanha”, copyright Folha de S. Paulo, 27/09/02

Monitoramento de sete jornais brasileiros realizado pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro revela oscilações na cobertura eleitoral ao longo dos últimos sete meses.

Entre as publicações analisadas pelo Iuperj estão os três diários de maior penetração no país, que apresentam diferenças e semelhanças no tratamento dispensado aos quatro principais candidatos à Presidência.

A série de gráficos ao lado demonstra que, na Folha, o sobe-desce de reportagens consideradas ?positivas? e ?negativas? foi menos acidentado do que no ?Estado? e no ?Globo?.

O instituto também aponta que, na Folha, houve predomínio mais uniforme das matérias de cunho ?neutro? -e que a cobertura ?negativa? prevaleceu sobre a ?positiva? no período analisado.

Mas existem tendências partilhadas pelos três jornais.

Hoje numericamente em quarto lugar nas intenções de voto, Ciro Gomes tornou-se, a partir do final de julho e até meados de agosto, o principal personagem das páginas tanto da Folha como do ?Estado? e do ?Globo?.

Nos três diários, a ?arrancada? em termos de espaço coincidiu com sua passagem para o segundo lugar e determinou mudança acentuada no teor da cobertura.

Provável reflexo do tiroteio em que o candidato do PPS se envolveu, aumentou a incidência de matérias de cunho ?negativo? a respeito dele, e caiu a de reportagens ?positivas?.

Visibilidade

Para o cientista político Marcus Figueiredo, coordenador do estudo do instituto fluminense, maior visibilidade costuma corresponder a crescimento da cobertura ?negativa?. ?Quanto mais o candidato aparece, mais sujeito a crítica ele está?, diz.

Em contrapartida, o mapeamento do Iuperj, assim como o realizado pelo Datafolha, indica que Lula recebe um tratamento mais brando.

No ?Globo?, as matérias ?positivas? sobre o candidato do PT superam as ?negativas? desde o início da cobertura. No ?Estado?, isso ocorre a partir de julho. A Folha publica, proporcionalmente, mais reportagens ?negativas? sobre os adversários do que a respeito do petista.”

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“Leitorado se divide entre Lula Serra – RETIFICAÇÃO”, copyright Folha de S. Paulo, 28/09/02

“Apesar de o PT ter a preferência de 30% dos leitores da Folha na Grande São Paulo, mais do que o dobro do apoio dado ao PSDB (13%), Lula não disparou na intenção de voto dos entrevistados.

Em levantamento realizado entre 16 e 18 de setembro pelo Datafolha, o petista aparece com 31%, contra 26% de José Serra -o que configura um quadro de empate técnico, uma vez que a margem de erro é de cinco pontos para mais ou para menos.

Dos leitores paulistanos, 9% planejam votar em Ciro Gomes (PPS). Apenas 2% mencionam o nome de Anthony Garotinho (PSB). Estão indecisos 24%. Falam em votar em branco ou em anular seu voto 4%.

Na corrida para o governo paulista, Geraldo Alckmin (PSDB) é o preferido do leitorado, com 31% das intenções de voto. José Genoíno (PT) surge com 24%. Paulo Maluf (PPB), com 15%.

Para o Senado, 36% dos entrevistados pretendem votar em Aloizio Mercadante (PT). Romeu Tuma (PFL) surge a seguir, com 16%. O tucano José Aníbal fica com 8%, mesmo índice de Orestes Quércia (PMDB).”

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