Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1067
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Games na TV

Por lgarcia em 08/05/2002 na edição 171

TELETIPO

Em meio à batalha entre Sony, Microsoft e Nintendo pelo domínio do mercado de videogames, surge nos Estados Unidos o G4, canal a cabo exclusivamente sobre jogos eletrônicos. Estima-se que, em 2001, 145 milhões de americanos gastaram US$ 9 bilhões com este tipo de entretenimento. "É a diversão que mais cresce", disse o presidente da G4 Media, Charles Hirschhorn. A questão é se os jogadores vão deixar os joysticks de lado para ficar assistindo. "Comparadas às pessoas que querem só ficar sentadas olhando, são predominantes as que querem escolher o que ver. Penso que a internet está tão na frente dos outros meios que será interessante saber o que acontecerá", opina Ryan MacDonald, do sítio GameSpot.com. Segundo a CNN [24/4/02], o G4 só mostrará jogos violentos em horário noturno.

O novo editor da revista online da Microsoft, Slate, não comandará o sítio a partir de Redmond, onde ele é sediado. Jacob Weisberg ? a exemplo de seu antecessor, Michael Kinsley, que trabalhava em Seattle ? continuará morando em Nova York. "Penso que é vantajoso para o editor estar na Costa Leste", disse. "Fico em contato com os centros político, de negócios e de mídia do país.". Scott Moore, executivo da Microsoft, está de acordo: "Temos seis anos de experiência com uma equipe espalhada pelo país. Penso que será ótimo para os negócios." Da equipe de 32 funcionários da Slate, 18 ficam em Redmond. Segundo o Seattle Times [29/4/02], Weisberg deve reforçar as áreas de arte e cultura, mas manterá a linha editorial de Kinsley. "Quero fazer evolução, não revolução."

A polícia do Zimbábue prendeu dois repórteres do único jornal independente do país, Daily News: eles acusaram, em matéria de 23/4, simpatizantes do partido do presidente Robert Mugabe de decapitarem uma mulher na frente das filhas em Magunje. No dia 27, o diário admitiu que tinha dúvidas sobre o caso, pois o corpo não foi encontrado. "Até que a cova seja localizada e o corpo identificado, não temos outra opção senão pedir profundas desculpas ao partido, cuja imagem foi manchada com a reportagem", disse Geoff Nyarota, editor do jornal, preso diversas vezes. Na última, em fevereiro, foi enquadrado em lei que proíbe publicação de falsa informação: ele disse que o os resultados da eleição presidencial foram manipulados. Informações são da BBC [30/4/03].

As fotos da tenista Anna Kournikova fazendo topless que a Penthouse publica na edição de junho podem ser falsas. Segundo a Reuters [29/4/02], o agente da tenista nega sua autenticidade. "As fotos são tão diferentes de Kournikova que qualquer um que a conhece imediatamente perceberá que a revista as publicou com intenção de explorá-la e ganhar dinheiro. Pedimos cópias e nunca recebemos." A atleta deve processar a Penthouse, que diz não ter tido contato com seu agente ou advogado e garante que as imagens, compradas de um fotógrafo freelancer, são autênticas.

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