Quinta-feira, 18 de Outubro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1009
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Japonês expulso de Aceh

Por lgarcia em 08/07/2003 na edição 232

VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS

A Indonésia expulsou de seu território, no dia 29/6, o japonês Takagi Tadatomo, que fotografava a fuga de moradores da província de Aceh, sacudida há décadas por conflito étnico. O governo de Jacarta recentemente lançou ofensiva contra os rebeldes do Movimento Aceh Livre.

O repórter fotográfico, que não tinha credencial para trabalhar na região, ficou detido por duas noites pelas autoridades antes de ser colocado num avião para Cingapura.

O repórter americano William Nessen, que se entregou às autoridades indonésias no dia 24/6, após passar várias semanas com os guerrilheiros de Aceh, continua preso. As informações são do Comitê para Proteção de Jornalistas [30/6].

 

A organização Repórteres Sem Fronteiras [30/6] pediu às autoridades do Barein a imediata suspensão do processo contra os jornalistas Mansour Al-Jamri e Hussein Khalaf, que podem pegar até seis meses de prisão.

Eles publicaram no diário Al-Wasat reportagem denunciando que três suspeitos de terrorismo foram soltos pela polícia mediante pagamento de fiança. A acusação contra os dois é de que não teriam autorização para falar do caso. Contudo, em novembro de 2002, o rei do país, Hamad ben Issa Al-Khalifa, baixou lei garantindo aos cidadãos o direito de “expressarem suas idéias e disseminá-las oralmente ou por escrito”.

Fundado em setembro de 2002, Al-Wasat é o mais importante jornal independente do Barein.

 

O governo da República da Belarus [ex-república soviética da Bielo-Rússia] expulsou o jornalista Pavel Selin, correspondente da emissora russa NTV, por informar que as autoridades proibiram a participação do público no enterro do escritor Vasil Bykau, crítico ferrenho do autoritário presidente Aleksander Lukashenko.

O escritor estava fora da Belarus havia cinco anos, mas voltou uma semana antes de sua morte, causada pelo câncer, ciente de seu estado terminal. O governo quis evitar que seu enterro virasse manifestaç&atildatilde;o da oposição ? um equívoco, segundo a reportagem de Selin na NTV.

O repórter está proibido de retornar nos próximos cinco anos. Como informa o Comitê para Proteção de Jornalistas [30/6], o governo de Lukashenko exige retratação no ar da estação russa. A NTV é a única emissora independente da Rússia.

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