Sábado, 18 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

PRIMEIRAS EDIçõES > PAPAGAIOS DE PIRATA

Joaquim Ferreira dos Santos

Por lgarcia em 01/08/2001 na edição 132

DRIBLE DA VACA

"Um drible entre as pernas", copyright Jornal do Brasil, 29/7/01

"Quarenta por cento dos leitores do Jornal do Brasil que começaram a ler esta coluna no domingo passado acharam que tinham coisa melhor para fazer na vida quando chegaram mais ou menos nesta linha do texto. Caíram fora. Sei lá, foram ao Gugu, ao calçadão ou à Dora Kramer. Tudo bem. Sem mágoa.

Antes que eles batam em retirada novamente, saibam todos que o assunto hoje é sexo. A pesquisa do índice de leitura promovida pelo jornal, na verdade, nem foi cruel para com esta Esquina Carioca – e olha que se falava no óleo de fígado de bacalhau. O colunista poderia agradecer aos 60% que foram até o fim do texto lembrando hoje do emplastro Sabiá, uma maravilha curativa para o mal da espinhela caída que afligiu toda uma geração. Mas chega de doença aos domingos. O papo desta crônica é sexo – e quero ver alguém largar o texto agora.

Rumo ao 100% de leitores, o assunto de hoje poderia ser compreendido até como o passo seguinte na dança do casal no invólucro do bombom Sonho de Valsa, outro personagem da semana passada. Mas não é bem isso. Sexo, quatro letrinhas que molham. Não se fala de outra coisa na esquina – se é que você concorda que há muito sexo contido no drible da vaca.

O drible da vaca foi, não faz muito tempo, a prova final de bacharelato no grande curso de futebol que era esse país. Simples como a teoria da relatividade, fácil como uma marchinha de Mário Reis, econômico como uma caricatura do Loredano. Passava no teste da vaca quem, de frente para o adversário, lançava a bola pelo lado direito dele e corria na direção do esquerdo. Dava-se a volta no sujeito, pegava-se a bola do outro lado e avançava-se célere rumo aos tetras, às copas, às louras, aos gritos de ?sai do chão, sai do chão? e ao espanto mundial. Eram as cenas do nosso cotidiano.

O último drible da vaca que se tem notícia foi aquele que Pelé aplicou em Mazurkievicz, goleiro do Uruguai, na Copa do México. Com o plus de ter dado uma ?vaca? sem tocar na bola. A não ser que você tenha passado os últimos 31 anos dando voltas com a patroa num tour pelos anéis de Saturno, você já viu o lance fabuloso, uma espécie de obra prima da fase azul do esporte. Não por acaso foi o no tricampeonato de 1970, que consagrou também outra jóia do repertório nacional – o passe de 40 metros de Gerson, direto no peito de Jairzinho. Tudo tinha estilo e personalidade. Era a época em que a televisão assinava os gols com o autógrafo do jogador.

No tetra, já foram outros quinhentos. A jogada mais inesquecível ficou sendo a do Zinho. Com a bola retida no meio de campo, dando voltas infindáveis em torno de si mesmo, ele consagrou a movimentação da enceradeira nos campos de futebol. Os adversários ficaram todos tontos e o Dunga – lembra daquele gesto na hora do gol de pênalti contra a Itália? – e o Dunga crau! Ganhamos. Mas foi um crau! sem amor e é aí – como se o colunista estivesse servindo de cavalo ao mesmo tempo para João Saldanha e Nelson Rodrigues baixarem no seu raciocínio – que estamos falando do que foi prometido: futebol sem drible da vaca é como sexo sem amor.

Há quanto tempo não se vê um drible do elástico? Rivelino oferecia a bola, embaixo do pé, para o lado direito do beque. Quando este dava o bote, crente-crente, o canhoteiro cortava para a esquerda e fugia para definir o lance com uma patada atômica. O movimento de oferecer a bola parecia o abrir de um compasso e, da mesma maneira que Niemeyer quando abria o seu para arredondar os prédios, neste momento Rivelino inventava um país.

Havia também as embaixadinhas do Paulo César Caju, o finge-que-vai-e-vai do Garrincha, o gol de bunda do Túlio, a bicicleta do Leônidas, o lençol do Nilton Santos, a folha seca do Didi, o chute de três dedos do Zico, a ponte do Pompéia, o passe de letra do Romário – e dezenas de outras maluquices que só tem correspondência nos momentos em que a humanidade foi genialmente doida, como nos pulos de Armstrong no vácuo da lua, ou no desbaralhamento dos sentidos do bom sexo com amor.

O futebol brasileiro está apenas no papai-e-mamãe, quer dizer, está tocando a bola de uma maneira tão mecânica que a última grande jogada vista por aqui é quase uma fórmula matemática. Nada contra. A bola que Petkovic enfia de falta naquele canto impossível do goleiro, sempre no mesmo lugar, a mesma força, a mesma altura, vibra rente como a faca afiada do poema cabralino. Mas, definitivamente, ao contrário do que o poeta pedia, chegou a hora de perfumar a rosa. Vamos chamar de volta as redondilhas e reescrever Bandeira para o futebol: todas as jogadas, sobretudo os barbarismos universais! Em vez do lirismo funcionário público do 5-3-2, a sintaxe de exceção do capetinha Edilson tocando a bola como se camelo fosse, com uma das corcovas.

Só aí, quando o passe voltar a ser de calcanhar, como no tempo do doutor Sócrates, o futebol vai recuperar o lirismo bêbado de Garrincha e voltar a ser tão divertido e vitorioso quanto o sexo. Aí ninguém mais vai precisar chamar Freud para misturar os assuntos e, passando a bola entre as pernas, driblar os leitores para manter alto o índice de leitura até o ponto final do texto.

 

PAPAGAIOS DE PIRATA

"Vidrados no flash", copyright Jornal do Brasil, 29/7/01

"Eles fazem qualquer coisa em troca de algumas linhas em colunas sociais. Para ter uma foto estampada em revistas de celebridades são capazes de mover mundos. É ali, nas páginas, onde eles querem aportar: seguros, maquiados, felizes e com cara de chiques. Para isso, transformam qualquer efeméride em festas cinematográficas, dão sempre um jeito de aparecer ao lado de famosos de verdade, bajulam fotógrafos e colunistas e não tem a menor vergonha de cobrir o corpo com roupas extravagantes para atrair os flashes, muitos flashes. Em uma época que o culto às celebridades se tornou febre, eles querem a todo custo se transformar em uma.

Quando se fala em aparecer a qualquer custo, é difícil chegar aos pés dos cariocas André Ramos e Bruno Chateaubriand. Jovens, simpáticos e educadíssimos, eles abalam as estruturas do Edifício Chopin, onde moram há três anos, com festas regadas a muita champanhe Don Perignon e caviar. Receber muita gente (de preferência conhecida) é a principal arma dos rapazes de 26 anos, que juntos buscam impiedosamente deixar o anonimato. Os grandes eventos, que chegam a 300 pessoas, costumam ser encabeçados por colunistas sociais do Rio e de outras capitais do país. Em média, cada festinha sai em torno de R$ 100 mil. ?Ninguém acredita que sai tão barato. Tenho fornecedores que vendem o caviar que sobra da primeira classe da Varig?, diz Ramos. As latas, surrupiadas pelos comissários de bordo da empresa, chegam as suas mãos por R$ 90, preço similar ao do Free Shop. ?Nas importadoras, cada lata chega a custar R$ 500?, compara. Os misteriosos fornecedores também entregam salmão, vinho e champanhe com desconto. ?Tem gente que dá presentes para a minha governanta, Neta, pensando que ela vai servir de pistolão para ir para nossas festas?, diverte-se Chateaubriand, que em maio recebeu 300 convidados no Copa para comemorar seu aniversário com muito champanhe Peper. ?O mesmo do Festival de Cannes?, informa.

Em dezembro passado, Ramos ganhou as colunas sociais ao fechar o Copa para festejar os 92 anos de sua avó. Havia 300 convidados sentados, mas a maioria não conhecia a aniversariante. Mero detalhe. ?Acabou sendo um pouco minha festa, até porque seria incrível que minha avó tivesse 300 amigos de 90 anos?, reconhece. Para o colunista Reynaldo Loyo, do jornal O Povo, há muito despeito. ?Eles são os grandes anfitriões do Rio, mas às vezes dão pérolas aos porcos?, diz, criticando a eclética lista de convidados, que reúne de Narcisa à Madeleine Saade, a ex-modelo Vanessa de Oliveira e Alberto Pittigliani Júnior, que costumar desfilar de Ferrari vermelha na Zona Sul.

André Ramos tem dinheiro de família, provenientes de aluguéis e venda de vários terrenos na Barra. Mas Bruno é um anônimo. A obsessão por se inserir no high society chegou a um ponto de quase ir à Justiça. Gilberto, filho de Assis Chateaubriand, quase o processou por uma espécie de ?falso parentesco?. ?Eu mesmo vi o Bruno na TV desfilando pela Grande Rio no Carnaval e dizendo que era neto do Chatô, o que é uma mentira?, diz o real herdeiro. Bruno Chateaubriand explica: ?Eu sempre fui conhecido por meu outro sobrenome, mas a mídia elegeu o Chateaubriand, que é de minha origem materna. O que eu posso fazer??, diz. E se um dia os holofotes se apagarem? ?Ai, temos que estar preparados para quando esse dia chegar?, diz Chateaubriand, que para se precaver faz um curso de ator.

Do outro lado da cidade, na Barra da Tijuca, Hosana Pereira também exercita seu lado festeira. Em seu caso, eventos megalômanos que a estão fazendo mais conhecida na cidade. Em abril passado, deu uma retumbante festa de aniversário na boate de sua casa para 300 pessoas. O local com paredes ?cor de jerimum? abrigou shows de dança do ventre e garçons que serviam drinques combinando com a cor da roupa do convidado. A platéia ia de Emílio Santiago a Rosamaria Murtinho, passando por Susana Werner e Gisele Fraga. Um batalhão de jornalistas e fotógrafos registrou a noite. ?Tenho amigas que vetam a imprensa, mas acho uma bobagem. Os jornalistas embelezam a festa?, diz Hosana. Atualmente, ela está construindo uma casa de 1.300 metros quadrados, que também vai ter boate. Hosana está cansada da vida de vagão social – quer virar logo locomotiva. ?Acho que tem que acabar com a panelinha Rio e São Paulo. Já levei a Vera (Loyola), a Narcisa (Tamborindeguy) e o Jorginho Guinle para conhecer a alta sociedade do Nordeste. As socialites vivem me chamando, é um assédio louco.? Nem todas as amigas de Hosana, segundo ela, conseguem escalar tantos degraus. ?Elas se vestem bem e estão sempre nos lugares, mas não vingaram?, diz Hosana. Qual é o segredo? ?Você tem que saber conduzir um papo. Acho que conquistei porque dou valor aos seres humanos?, explica.

A decoradora paulistana Brunete Fraccaroli se superou. Montou uma equipe de clipping para catalogar onde e como ela aparece na mídia. ?Tenho 30 álbuns da área profissional e 10 da parte social. No início, mostrava para os clientes, mas agora tenho medo que atrapalhe?, confessa Brunete, que é chamada de decoratriz pelos desafetos. A rotina da decoradora, de fato, é mais parecida com a de uma atriz do que com a de suas colegas de métier. ?O cabeleireiro me atende à meia-noite?, conta. Depois de uma boa escova, Brunete é presença certa em eventos que, em geral, não têm nada a ver com sua profissão. ?A vida social dá visibilidade, é divulgação de graça. Só complica quando o cliente reclama que fico na Ilha de Caras e não entrego o projeto dele?, brinca. Brunette diz ter implorado, feito ?mil concessões?, para que a filha Juliana, 17, aparecesse numa revista de fofocas. A aparição pública a deixa inebriada. ?No aeroporto sempre vem alguém falar comigo. Outro dia fui dar palestra numa cidade pequena e tinha bandinha e tudo. Perguntei que sertanejo estava chegando e descobri que era tudo para mim?, emociona-se.

Sempre sorridente, a professora de ginástica Solange Frazão sabe bem o que é batalhar pela mídia. ?Na tevê, é claro que alguém que se casou com o ator Humberto Martins, como eu, dá mais ibope do que um desconhecido?, diz. O apetite por aparecer lhe custou pedido de divórcio do marido, que na época afirmou estar farto de compartilhar sua intimidade com a imprensa. Comenta-se que o estopim foi a entrada de um repórter no quarto do casal enquanto o Martins ainda dormia.

Mesmo sem ter uma ocupação definida, Solange mantém uma assessoria de imprensa que entope e-mails das redações de jornais e revistas com palpitantes notícias do tipo: Solange vai lançar roupas de ginástica numa feira ou Solange vai a show de fitness em Maceió. Na revista Caras, os telefonemas da assessoria não são mais sequer atendidos. Ela não se dá por vencida. ?Sou muito solicitada, mas é bom ter alguém buscando outros espaços?, diz, incansável.

Outra que lutou muito para ser percebida foi a ex-atriz Kristhel Byancco. Famosa na década de 80 como uma versão carioca de Luz del Fuego, hoje ela é casada com o deputado federal Ricardo Rique, sócio da rede Iguatemi. Morando em Brasília, Krysthel (que já acrescentou e tirou várias letras do nome) continua escrava dos holofotes. ?Como me visto com roupas diferenciadas, acabo me destacando?, reconhece. Em maio passado, ela compareceu a um desfile beneficente trajando uma pouco discreta pelerine de zebra. Como a campanha era contra o câncer de mama, andou na passarela segurando os seios. ?Uma convidada me comparou a um cavalo manga-larga quando empina. Adorei!? A socialite diz que o marido a instiga a vôos mais altos. ?Ele vive dizendo que sou uma superstar, que Hollywood tem que me descobrir. Mas eu peço calma, lembro que há outras coisas na vida?, diz, modestamente. Para aparecer, Kristhel não poupa nem o aniversário dos filhos. No aniversário de um ano da {H1}{/H1}caçula Rebecca, comemorado na semana passada com uma recepção intitulada ?O reino encantado das flores?, o trabalho de fotógrafos e colunistas foi mais que facilitado. ?Convidei 200 pessoas e até preparei um release?, diz, referindo-se ao material de divulgação destinado a jornalistas.

Roupas extravagantes também são o forte da socialite Marininha Felfelli. Sempre montadíssima – gíria para pessoa muito produzida -, a morena faz sucesso na platéia da São Paulo Fashion Week. ?No ano passado apareci em 120 lugares, do jornal de Blumenau à Vanity Fair?, vibra. Não sei por que chamo atenção, acho que é meu DNA. Sou a feia que deu certo, minha fotogenia grita?, diz, acrescentando que continua simplíssima: ?Não tenho ego, mas minha auto-estima é do tamanho do Himalaia?. Marininha usa seu corpo manequim 36 – ?tenho 1,62 metro, sou uma mulher concentrada? – como território para experimentações estéticas. Um dia pode estar de Jackie O. e no outro surpreender com microssaia e top em pleno inverno paulistano. ?Saí da condição de socialite para virar um ícone fashion?, supira. Criativa, sua mensagem no telefone celular é ?Oi, aqui é Marininha. Bisou bisou?. Aparecer, para ela, é uma contingência da vida. ?Só não dou festa para cachorro?, diz ela, que aos 45 anos vive de mesada do pai, um empresário ligado a comércio exterior.

Os fotógrafos de eventos sociais adoram gente extravagante, mas têm pânico dos papagaios de pirata que se posicionam dentro do enquadramento do clique. Um dos mais notórios é o dermatologista Fábio Cuiabano. Numa festa na casa de Armínio Fraga, em novembro passado, Cuiabano praticamente se pendurou em Ruth Cardoso. Nas fotos da festa, apareceu sorridente ao lado da primeira-dama. Um desavisado pode achar que são amigos. Ainda mais porque ele costuma dizer que o primeiro-escalão do governo, incluído Ruth e o ministro Pedro Malan (Fazenda) frequentam seu consultório. Ambos desmentem categoricamente. Cuiabano gosta tanto de aparecer que, numa entrevista recente, confessou que o tema é assunto para sua psicanalista.

O promoter brasiliense Alexandre Ferreira, 24, não esconde de ninguém que gruda em artistas para aparecer nas revistas de celebridades. ?Não posso ver relâmpago que já penso que é um flash?, exagera. O jovem tem uma coluna social na obscura revista Nossa, mas gosta mesmo é de aparecer nas dos outros. Está sempre criando um fato: viagem, festa, implante de silicone no peitoral, plástica de nariz etc. Tudo é profissional. ?Festa é trabalho, quem quiser se divertir que vá para a Disney?, dispara. Ferreira chega cedo aos eventos para não perder o fotógrafo de Caras e aciona seu olhar de periscópio. ?Se vejo um famoso, já fico por perto?, conta.

Ferreira comemora seu aniversário com grandes feijoadas – o convite é uma camiseta decorada com seu nome em letras garrafais – e costuma viajar para eventos em outros estados. Tudo no truque. ?Sou amigo da Lulu Canhedo, da família dona da Vasp. Quando preciso de uma passagem falo com ela. Não custa nada, é como pedir doce a um baleiro?, compara. A feijoada também não pesa no bolso. Comida e bebida são oferecidas por uma amiga dona de bufê, e as camisetas são financiadas por alguma empresa, em troca de divulgação da marca. A deste ano, em 1? de setembro, será na casa de Eunícia Guimarães, a folclórica amiga de Rosane Collor. ?Existe um lado social por trás disso tudo. Se não fosse pela gente, salões de beleza, cirurgiões plásticos e butiques iriam à falência?, discursa. Para Alexandre, o único pecado é fazer forfait a um evento – qualquer um. ?Gosto de citar a Madeleine Saade, que não perdeu nem o almoço no dia seguinte ao enterro do marido. Ela subiu no meu conceito depois disso.?

João Ricardo Coelho, que formava a santíssima trindade dos aparecidos ao lado de André Ramos e Bruno Chateaubriand, já lançou pelo menos quatro vezes seu livro Profissão Viajante – publicado em março, que tem prefácio assinado pelo ex-ministro Rafael Greca. ?O João Ricardo já lançou o livro quatro vezes e sempre quer nota. A vaidade é tão grande que o próximo deve ser numa espelunca de Madureira?, provoca o colunista Reynaldo Loyo. Foi justamente o livro que azedou a amizade do trio. A dupla festeira não gostou do jeito que Coelho os descreveu em seu livro. André aparece medindo uma poltrona da classe executiva, e Bruno encarna o vaidoso de plantão.

A trajetória de João Ricardo rumo à condição de colunável é impressionante: de sócio da boate ipanemense Tiziano, em meados dos anos 90, o jovem passou a personagem constante dos salões cariocas. A amiga e decoradora Fátima Brizola – ex-mulher de João Otávio, filho de Leonel Brizola – deu uma mãozinha e tanto para a entrée social de Coelho, cuja família é de Vassouras. O fôlego para sair à noite ajuda. Na festa da Brasil Telecom, dia 14 de junho no Jockey Club, fez uma aparição-relâmpago de menos de meia hora – que lhe rendeu uma foto para uma revista. Na última Semana Barrashopping de Estilo, bateu ponto no desfile de Lenny Niemeyer, o mais badalado. Acabou despachado para a terceira fila. A morte para um caçador de holofotes."

    
    
              

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