Segunda-feira, 14 de Outubro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1058
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Keila Jimenez

Por lgarcia em 19/09/2001 na edição 139

REDE TV!

"RedeTV! negocia acordo com Portugal", copyright O Estado de S. Paulo, 17/09/01

"A RedeTV! está fechando um contrato com uma distribuidora de Portugal, que irá vender algumas das atrações da emissora para as TVs lusitanas.

Segundo o vice-presidente da RedeTV!, Marcelo Fragali, a negociação com os portugueses envolve a exportação de quatro atrações da emissora: o programa de entrevistas Gabi, o Te Vi Na TV, de João Kleber, o Superpop, comandado por Luciana Gimenez, e o TV Fama, de Nelson Rubens e sua turma.

Fragali explica que a distribuidora pretende comprar pacotes fechados com um mês de programas gravados de cada atração. Entre as emissoras interessadas em exibir as produções da RedeTV! em Portugal, diz, estão a RTP e a SIC – esta última tem a Globo como sócia-proprietária.

?Devemos vender pacotes fechados, com mais ou menos um mês de programas gravados de cada uma das atrações, e vamos enviando mais programa mês a mês?, diz Fragali. ?Essa proposta de Portugal acabou nos pegando de surpresa. Tivemos de criar um departamento de exportação às pressas, pois não existia nada parecido dentro da emissora. Agora vamos investir mais fichas nesse mercado.?

Um dos pontos da negociação com Portugal, conta ele, envolve a participação de uma personalidade portuguesa nas atrações que a RedeTV! exportar, pelo menos uma vez por mês. ?Não sabemos ainda se gravaremos uma edição especial só para Portugal ou se exibiremos aqui também, mas temos a intenção de trazer pessoas famosas de lá para participar, no mínimo, de um programa por mês?, diz Fragali. ?Pode ser um entrevistado no Gabi, ou um cantor no Superpop.?

O vice-presidente da RedeTV! acredita que o negócio com Portugal será fechado em poucos dias e que ainda este ano seus programas já estarão no ar do outro lado do oceano."

 

CULTURA & TV

"TV também é cultura?", copyright Jornal do Brasil, 15/09/01

"Cultura é uma palavra controversa que vai ganhando estatuto cada vez mais proeminente nas sociedades contemporâneas. Indústria cultural é o conceito que notabilizou o Instituto de Pesquisas Sociais da Escola de Frankfurt, cuja definição visionária da extensão da lógica de produção capitalista ao domínio da cultura gerou uma linhagem de pensamento ainda hoje fecunda. Cultura é assunto dos ?cultural studies?, estudos interdisciplinares inspirados na conceituação de cultura imaginada pelo pensador marxista italiano Antonio Gramsci. Cultura é o domínio das representações simbólicas, terreno do indeterminado, daquilo que é de difícil apreensão por instrumentos de medida sistemática, e do qual as ciências ?duras?, entre as quais a economia, muitas vezes desconfiam.

Cultura é um espaço, que, ao contrário dos prognósticos dos que teorizaram a emergência do chamado ?sistema mundial?, paradoxalmente se fortalece com a intensificação dos processos de globalização. Em cada uma dessas acepções, e provavelmente em outras não citadas aqui, a idéia de cultura assume contornos específicos, com implicações para as teorias e as práticas culturais.

A idéia de cultura ocupa lugar proeminente, mas pouco problematizado, nas elaborações que procuram dar conta de produtos televisivos, cinematográficos, musicais contemporâneos. Fala-se na ?cultura da mídia?, para citar o título do livro de Douglas Kellner, professor de Filosofia da Universidade do Texas, recentemente publicado no Brasil, ou na ?cultura da escrita?, ao qual a cultura televisiva se oporia, para citar a expressão do jornalista e cientista político italiano Giovanni Sartori, em seu livro Homo videns, televisão e pós-pensamento, também publicado recentemente no Brasil. Já Dominique Wolton, em seu polêmico Elogio do grande público: uma teoria crítica da televisão, refere-se à ?emancipação cultural? que teria se tornado possível graças à generalização do acesso a meios de comunicação como a televisão.

Maniqueísmo – As relações entre cultura e política constituem um tema recorrente nesses estudos e a comparação entre eles pode ser sugestiva para delimitar os desafios que marcam esse campo de estudos na atualidade. Esses trabalhos compartilham um interesse em compreender as implicações da produção televisiva e midiática contemporânea para o futuro da democracia. Em alguma medida presos a estruturas maniqueístas, reproduzem um pouco da narrativa bipolar que criticam, aferrando-se a registros de bom ou ruim para caracterizar a televisão.

É possível pensar uma gradação entre esses livros, que iria da definição de um papel negativo, que degrada a democracia, em Sartori, ao ufanismo populista de Wolton, que, no pólo oposto, identifica na televisão um instrumento de realização democrática, passando pelo reconhecimento de polissemia e complexidade da cultura de mídia, em Kellner, o que significa o reconhecimento da convivência de empecilhos à democracia, com sinalizações de que é possível que a cultura de mídia venha a contribuir para o aprofundamento democrático.

Itália – Em um extremo dessa gradação estaria o trabalho de Sartori, que, como a pequena biografia publicada no volume sugere, notabilizou-se como polemista político em seu país. O pequeno volume, incisivo, enxuto e redondo, lembra, na forma e no conteúdo, outra publicação recente, também de origem européia, sobre o assunto, o livro Sobre a televisão do cientista social francês Pierre Bourdieu, que, como Sartori, denúncia a degradação crescente da informação produzida pela televisão.

Giovanni Sartori adverte no início, que sua esperança com o livro não é a de deter o curso inevitável dos acontecimentos, que estariam levando à saturação das sociedades pela imagem. O que o move é a esperança de que o livro chame a atenção de pais e educadores, agentes capazes de disseminar uma postura crítica, para que ao menos se crie alguma resistência ao domínio do que chama de ?nova classe?, aquela que detém ?a gestão do poder televisivo?.

O livro de Sartori será melhor entendido se pensado no contexto da conjuntura política de seu país, dominada por Berlusconi, magnata da mídia, eleito novamente presidente da República, apesar das acusações de corrupção que pesam sobre ele. É quase que um panfleto, que denuncia uma mudança dramática que estaria abalando a natureza humana, representada pela decadência do homo sapiens, e sua substituição pelo homo insipiens, em conseqüência do predomínio da imagem sobre a escrita no mundo dominado pela televisão e pela comunicação eletrônica. O homo sapiens se distinguiria dos animais na definição cunhada em 1758 por Lineu, por sua capacidade de abstração simbólica. Já o homo insipiens, ou o homo videns, tal como definido por Sartori, estaria associado à perda dessa capacidade simbólica. Enquanto o homo sapiens seria capaz de refletir sobre si mesmo através da linguagem, o homo insipiens teria perdido essa capacidade, teria se tornado presa do imediatismo da imagem.

Jornalismo – Sartori circunscreve sua crítica ao telejornalismo, gênero que seria responsável pela degradação crescente da qualidade da informação política difundida pela televisão. O autor descreve o material divulgado pelos telejornais como conformista e acrítico. Em resposta aos que acreditaram que uma ?ordenação pluralista e competitiva estimulada pela concorrência de televisões particulares? reverteria a tendência à baixa qualidade da informação veiculada, Sartori constata a uniformidade da programação, o nivelamento ?por baixo?. O autor nota ainda que ?quem tem a gestão do poder televisivo se defende das acusações, descarregando a culpa sobre os ouvintes?. E a sua contestação ao argumento defensivo de quem controla a televisão é um dos pontos contundentes do livro: ?no que diz respeito à televisão, mais do que a outras coisas, é o produtor que produz o consumidor.?

Os mecanismos de aferição e criação de audiências estariam articulando e dando voz a segmentos medíocres da sociedade, compostos de indivíduos apáticos e alheios, que existiram nas mais variadas sociedades através dos tempos, mas que agora, ao invés de dispersos e desarticulados, teriam sido alçados à posição de comando. Para o autor, é como se o avião estivesse sendo pilotado por alguém que não tem nenhum conhecimento técnico para isso. ?A teledemocracia estimula um dirigismo suicida?, configurando uma situação de ausência de comando que deturparia os princípios democráticos, acredita.

HOMO VIDENS: TELEVISÃO E PÓS-PENSAMENTO – Giovanni Sartori – Edusc, 150 páginas – R$ 15

O ELOGIO DO GRANDE PÚBLICO – Dominique Wolton – Ática, 350 páginas – R$ 25,60

A CULTURA DA MÍDIA – Douglas Kellner – Edusc, 455 páginas – R$ 39"

***

"Televisão: A arena da cultura contemporânea", copyright Jornal do Brasil, 15/09/01

"O livro de Dominique Wolton, publicado em 1990, é anterior ao trabalho de Sartori, inicialmente publicado em 1997, mas pode ser considerado como simetricamente oposto. Aqui a televisão aberta, em oposição à segmentação produzida primeiro pelo advento da TV a cabo, e, no futuro, pela disseminação da internet, é saudada como elemento democratizador da sociedade. Embora o subtítulo do livro, ?uma teoria crítica da televisão?, possa sugerir o contrário, o trabalho de Wolton em larga medida legitima o meio de comunicação eletrônica mais popular da segunda metade do século 20. Não deixa de ser curioso que um intelectual francês se aventure a provocar com tamanha incisão os cânones de alta cultura do pensamento daquele país.

Assim como o trabalho de Sartori se situa em uma conjuntura italiana específica, o de Wolton encerra a década de 80, uma década em que as televisões públicas, até então monopolistas na maior parte dos países europeus, inclusive na França, ganharam a concorrência de emissoras comerciais. A entrada do capital privado e (através da programação) em certa medida estrangeiro, especialmente norte-americano, gerou polêmica em sociedades sociais democratas de bem-estar social, acostumadas ao controle centralizado e metropolitano da cultura nacional.

Wolton reconhece as limitações do modelo e do meio de comunicação. Mas mais do que preocupado com a análise empírica da programação, seu foco se concentra no que denomina nível teórico ou conceitual. Sintomaticamente, embora em posições opostas, o intelectual francês e o italiano compartilham a opinião de que os produtores, e não os telespectadores, seriam responsáveis pela qualidade da programação. Wolton nota que pesquisas de audiência se restringem a medir reações a programas emitidos aos quais o público está limitado. O baixo nível da programação não seria portanto inerente ao meio, este sim foco da análise no livro.

Enquanto Sartori levanta os perigos que a televisão ofereceria à democracia, Wolton vê nesse meio de comunicação justamente a realização do sistema democrático. O autor salienta que a televisão difunde as mesmas informações para os segmentos mais diversos do público, superando autoridades discriminatórias de outras instituições. Mais do que um problema, a televisão representaria uma conquista democrática, tese defendida em cinco partes e 13 capítulos, que partem da televisão como objeto abstrato e vão se tornando mais concretos até atingir, na parte final, questões sobre identidade, cultura e Europa.

Brasil – A televisão brasileira merece um capítulo específico no livro de Wolton, como exemplo de sua tese de que sistemas televisivos privados podem ser inteligentes e atender ao interesse público e nacional. O livro defende a televisão generalista, (canais de sinal aberto), capaz de engendrar ?laços sociais?, em oposição à fragmentação introduzida pela televisão temática (canais a cabo especializados). Wolton trata com boa vontade as novelas brasileiras, mas adverte contra possíveis riscos da interpenetração excessiva entre realidade e ficção.

Em contraste com as posições extremas e opostas defendidas por Sartori e Wolton, ambos trabalhando em um nível de abstração teórica que evita análises empíricas da programação, o livro de Douglas Kellner procura justamente interpretar materiais concretos. O professor norte-americano não se limita à análise da televisão. Seu foco na ?cultura da mídia? recai sobre filmes de Spielberg, Spike Lee, Oliver Stone, em desenhos animados como Beavis and Butt-Head, em estrelas como Madonna, em seriados como Miami Vice e no trabalho de teóricos como Jean Baudrillard.

Dividido em três partes com três capítulos cada, o trabalho de Kellner se insere no debate contemporâneo sobre a cultura. Reconhecendo a diversidade de abordagens existentes, identificando diferentes filiações teóricas, Kellner propõe uma postura heterodoxa, não sectária, aberta a contribuições provenientes de rincões teóricos diversos – um programa que se consolidaria em ?um estudo cultural, multicultural e multiperspectívico?. O objetivo seria alcançado através da realização da ?crítica diagnóstica? de obras escolhidas em função de sua repercussão político cultural no momento em que foram lançadas. Finalmente, o livro aborda as especificidades que a questão da identidade, elaborada anteriormente, assume na pós-modernidade, opondo-se à perspectiva de Baudrillard, defendendo, mas procurando superar as proposições dos romances cyberpunk de ficção científica, que extrapola tendências do presente para o futuro e problematiza o ambiente pós-moderno saturado de tecnologia e de relações mediadas pela internet, na esperança de fundamentar a possibilidade de um ?algo novo? mais ecológico, feminino, comunitário e inovador.

Ousadia – Diante da monumentalidade da tarefa proposta, à diferença do relato direto e contundente dos autores europeus citados, o texto do professor norte-americano é circular e repetitivo. Mas tem a vantagem de se situar explicitamente diante de diversas linhagens de pensamento, procurando aproveitar elementos aqui e descartar outros ali. O ecletismo aqui é uma vantagem, embora sua realização nem sempre corresponda aos objetivos definidos pelo autor.

Kellner descreve o ?rádio, televisão, cinema e outros produtos da indústria cultural? como fornecedores de modelos sociais. Para o autor, a cultura da mídia, tal como representada pelo conjunto de produtos desses meios, ofereceria modelos daquilo que significa ser ?homem ou mulher, bem-sucedido ou fracassado, poderoso ou impotente.? Essa cultura forneceria ainda as definições de identidades étnicas, raciais e de gênero. A cultura da mídia produziria parâmetros para a definição do que é bom e ruim, moral ou imoral. Ao difundir essas referências, essa cultura constituiria um repertório global comum, um terreno minado, uma arena privilegiada de lutas sociais e conflitos políticos contemporâneos.

Disposto a dissecar essa ?cultura de mídia?, a um só tempo mantendo a preocupação modernista com o conteúdo ideológico de objetos concretos, e a polissemia de sentido reconhecida por abordagens pós-estruturalistas, Kellner enfrenta a tarefa de analisar as contradições expressas, por exemplo em filmes de guerra ou em filmes de terror. ?Poltergeist? e outros produtos aparecem não como sinônimo completo de alienação ou de resistência, mas como trabalhos que podem ser interpretados de mais de uma maneira, contemplando tanto significados opressores, quanto conteúdos libertadores. Situados em uma determinada conjuntura política, de predomínio do que o autor caracteriza como reaganismo, essas obras carregariam tanto as estruturas convencionais que reproduzem representações discriminatórias por exemplo de raça e gênero, quanto elementos que acenam com elementos libertários levantados pelos movimentos sociais.

Distinção – O trabalho de Kellner procura sintetizar e filtrar diversas tradições do pensamento ocidental. Sua sistematização critica as distinções entre alta e baixa cultura, reconhece as diferenças entre significados codificados e decodificados, salientando a importância de se levar a recepção em conta, e problematiza, ao menos em alguma medida, o significado da idéia de cultura, trazendo à tona por exemplo, as diferenças entre a concepção erudita e antropológica. Mas Kellner deixa de problematizar em suas análises concretas, as dinâmicas específicas de produção de sentido. O resultado é que os significados dos vários produtos abordados acabam por se parecer, reduzidos a combinações de conteúdos ideológicos pré-supostos. Poderia se dizer que seu estudo situa-se numa espécie de fronteira. E, para voltar ao início dessa resenha, talvez avançar essa fronteira implique em problematizar a noção de cultura.

O debate sobre a natureza da cultura constitui mesmo a antropologia. Da acepção funcionalista de Bronislaw Malinowski, à escola sociológica estrutural inglesa impulsionada pelo trabalho de Radcliffe Brown, ao estruturalismo francês e ao culturalismo americano, o pensamento antropológico clássico problematizou as relações entre dimensões teóricas e práticas da vida, sagradas e profanas, simbólicas e pragmáticas, história e estrutura, reprodução e mudança, que a bibliografia contemporânea questiona e avança.

A saturação das sociedades por meios de comunicação eletrônica não impede, e até estimula, como vimos no trabalho de Sartori, o questionamento de noções de progresso e evolução, que durante certo período orientaram o estudo das culturas. O enfrentamento de questões colocadas pelo debate em torno da noção de cultura talvez ajude a resolver falsos dilemas que perpassam produtos de mídia e contaminam os diversos estudos aqui citados. Por exemplo, a tecnologia, a televisão, ou a mídia, elas também manifestações intrínsecas da cultura, aparecem muitas vezes como forças externas, quase que entidades autônomas, que pairariam acima, e ameaçariam controlar a vida social. Talvez o enfrentamento dos desafios conceituais provocados pela alusão à cultura ajude a inovar teorias e práticas sobre relações de poder, criação, discriminação e libertação. (Esther Hamburger é professora do Departamento de Cinema, Televisão e Rádio da ECA/USP)"

 

MUDANÇAS NO CANAL 21

"Canal 21 muda perfil e privilegia filmes", copyright O Estado de S. Paulo, 14/09/01

"O Canal 21 vai se transformar no primeiro canal de filmes da TV aberta brasileira. A partir da semana do dia 23, o canal em UHF da Rede Bandeirantes centralizará sua programação em cinema e noticiário breve. Com a mudança, a emissora mantém sua produção em jornalismo voltado para a cidade de São Paulo, mas abandona sua linha de entrenimento calcada em revistas eletrônicas, documentários e talk shows. Saem do ar, por exemplo, o Circular, de Maria Cristina Poli, e Raio X, de Salomão Schwartzman.

Segundo Antônio Teles de Carvalho, vice-presidente da rede, cerca de 70% da programação do canal será tomada exclusivamente por filmes. ?Manteremos só os jornalísticos com informação local, sobre trânsito e rodovias, por exemplo?, diz Teles.

O vice-presidente afirma que a mudança no perfil da programação se deve a dois fatores. ?Pesquisas mostram que há um espaço não explorado na TV aberta para um canal só de cinema?, pontua Teles. ?Além disso, a medida racionaliza nossos custos de produção.? Ele acredita que, na nova fase, o Canal 21 economizará cerca de 30% de seus gastos com programas.

O cardápio de filmes do novo Canal 21 tende a privilegiar, diz Teles, produções cults e gêneros clássicos, como faroestes e filmes policiais. ?Não teremos blockbusters?, admite. Serão criados horários para filmes clássicos e longas em desenho animado. Um horário só com fitas em preto e branco ocupará a madrugada.

A modificação de perfil do canal não altera os planos da Band de ter um canal de filmes na TV paga em 2002. ?Os planos sobre isso estão mantidos?, assegura Teles.

Os apresentadores Maria Cristina Poli e Salomão Schwartzman migrarão para a Band. O último Circular do Canal 21 será exibido amanhã. Não está descartada a transferência para a Band das atrações canceladas.

    
    
                     
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