Domingo, 22 de Outubro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº962

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

Larry Flynt de olho na Penthouse

Por lgarcia em 28/10/2003 na edição 248

TELETIPO

O polêmico Larry Flynt, publisher da revista masculina Hustler, está de olho na compra da sua principal concorrente, Penthouse, à venda por falência. A proprietária da revista, General Media, deve mais de US$ 67 milhões a credores e, por isso, está tendo aos poucos que desfazer o império. Penthouse é o carro-chefe da operação, com circulação de 530 mil exemplares. Outros bens incluem operadoras de TV a cabo. Bob Guccione, fundador da General Media, deve permanecer como novo dono. Informações de Paul Tharp [New York Post, 21/10/03].

O americano SCI FI Channel, que exibe, entre outras coisas, séries de ficção científica, se somou a um grupo que está processando o governo dos EUA para ter acesso aos documentos relativos à suposta queda de um óvni na cidade Kecksburg, na Pensilvânia, em 1965. Fazem parte do grupo um jornalista investigativo, um escritório jurídico de Washington e o ex-chefe de pessoal do presidente Bill Clinton, John Podesta. O incomum no caso é um veículo que trabalha com ficção pedir acesso a material confidencial ? algo que normalmente faz a imprensa noticiosa. Em dezembro de 1965, uma bola de fogo caiu perto de Kecksburg. A provável área de impacto foi isolada e a cidade passou um tempo sob lei marcial. Caminhões e helicópteros militares iam e vinham, mas a população nunca soube do que se tratava. O SCI FI já produziu um vídeo sobre a investigação que fez até o momento. Ele inclui depoimento de um especialista em botânica que aponta padrões de crescimento e defeitos em árvores que sugerem a ocorrência de um "evento traumático" no local em 1965.

O presidente da Motion Picture Association of America e lobista cinematográfico, Jack Valenti, anunciou que os 5.600 membros da Academy of Motion Picture Arts and Sciences, que concede o Oscar, receberão fitas VHS dos filmes a serem julgados. Ele iniciara uma reação quando os grandes estúdios manifestaram intenção de não enviar mais cópias das obras a jurados de prêmios por causa do risco de pirataria. A notícia da distribuição gerou protestos de organizadores de outros prêmios, como o Globo de Ouro, que se sentiram prejudicados. As fitas para os jurados da Academia terão codificação especial que permitirá reconhecer a origem, caso o filme apareça pirateado na internet, por exemplo. Todos os integrantes assinarão compromisso de não divulgar o conteúdo das fitas. O desrespeito ao termo poderá resultar em expulsão, noticia The New York Times [24/10/03].

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