Sexta-feira, 23 de Fevereiro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº975

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

Limites da publicidade

Por lgarcia em 30/10/2002 na edição 196

TELETIPO

Links para publicidade no sítio da CNN estão sendo criticados por especialistas em ética de mídia. Eles não estão claramente identificados como propaganda, enganando os usuários. "Claramente, eles precisam colocar ?publicidade? naquele espaço cinza, porque está muito parecido com o resto do sítio", reclama Sreenath Sreenivasan, professora de novas mídias da Escola de Jornalismo da Universidade Columbia. Porta-voz da CNN.com diz que os links, que ficam numa área em que antes havia remissões para reportagens do sítio ou de outras publicações da AOL Time Warner, proprietária da CNN, serão melhor identificados. A baixa da publicidade na internet faz com que os portais adotem novas estratégias de fazer o internauta acessar propaganda, ressalta o CNET News [16/10/02].

Thunder Road, da BBC, é a primeira série de TV totalmente interativa produzida por uma grande rede de TV. A produção, que será gravada e exibida na cidade de Hull, permitirá ao telespectador assistir trechos adicionais com seus personagens prediletos. "O público terá acesso aos pensamentos dos personagens", explica a editora executiva Helen Thomas. O sistema de TV multicanal e banda larga que transmitirá Thunder Road tem audiência potencial de apenas 12 mil assinantes. Mesmo assim, o projeto será importante teste para produções futuras. O seriado, que terá 30 episódios diários de três minutos, conta histórias de um clube social de Hull, segundo The Guardian [18/10/02]. Posteriormente, Thunder Road poderá ser assistida no canal BBC4 e na internet.

BBC World Service protestou junto ao governo chinês por interferir na freqüência de sua rádio internacional no idioma obceque. Desde o começo do ano, ouvintes têm reclamado que os programas, transmitidos em ondas curtas, se tornaram inaudíveis. Técnico da emissora britânica no Usbequistão verificou que a China vem sistematicamente causando interferências para impedir que a BBC chegue à província vizinha chinesa de Xinjiang, onde a maioria da população é de muçulmanos uigures cuja língua é muito parecida ao usbeque , o que não foi confirmado pelas autoridades comunistas. Os chineses temem uma escalada do movimento separatista em Xinjiang, rica em minérios. Pelo menos sete serviços de rádio em tibetano, mandarim e uigur sofrem interferências da China atualmente, segundo os Repórteres Sem Fronteiras [16/10/02].

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