Sábado, 19 de Agosto de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº954

PRIMEIRAS EDIçõES > REDE GLOBO

Luiz Carlos Merten

Por lgarcia em 02/12/2003 na edição 253

CELEBRIDADE

“O que seria da Globo sem Hollywood?”, copyright O Estado de S. Paulo, 30/11/03

“Alguém poderia, por favor, apresentar a certidão dos filhos de Marcos Palmeira em Celebridade? Um dos pobres garotos até já morreu, mas ambos eram no mínimo irmãos do pai. É um miscasting total. Aqueles garotos, até pela idade, não poderiam nunca ser filhos daquele pai. É o menor dos problemas da nova novela das 8, mas o público parece estar se lixando.

Celebridade é recordista de audiência do horário. Chega a bater a recordista anterior – O Clone, de Glória Perez. Ainda é cedo para dizer que Gilberto Braga está de volta aos tempos gloriosos de Dancin’ Days. Não só é prematuro, como não tem cabimento. A audiência pode estar alta, mas a novela anda rala, lá embaixo.

O que seria da Globo sem Hollywood? Dos autores de novelas sem os roteiristas e diretores do cinema americano? Um Sílvio de Abreu bebe não apenas na fonte de Hollywood, mas também na da Atlântida. Você se lembra das chanchadas. Praticavam uma estética da paródia, onde a regra era rir do cinemão. Eles faziam Sansão e Dalila e a gente, Nem Sansão nem Dalila.

Propunham Matar ou Morrer e a gente revidava com Matar ou Correr. Sílvio de Abreu é herdeiro dessa tradição. Gilberto Braga, não. Não é exatamente um chanchadeiro, recorrendo ao escracho de Oscarito e Grande Otelo. Gilberto Braga, o Balzac do folhetim televisivo, é um autor sério. Fantasioso, talvez, sofisticado, quase sempre. É o antichanchada, o anti-Boca do Lixo.

Mas ele também se alimenta de Hollywood.

Robert Redford poderia cobrar direitos autorais no texto da novela. O grande drama dos últimos dias foi a morte do filho de Palmeira. A mãe, que odeia o pobre, culpou o filho por não ter morrido no lugar do irmão, que era o favorito dela. Isso é Gente como a Gente, sem tirar nem pôr, com a mulher do diretor da novela, Dênis Carvalho – ela se chama Deborah Evelyn -, repetindo o modelito Mary Tyler Moore, como a mãe que odeia o próprio filho. Bem, para ser honesto, Mary foi indicada para o Oscar de Melhor Atriz. Perdeu para Sissy Spacek, que concorria por O Destino Mudou Sua Vida, mas se o prêmio fosse honesto Mary teria vencido. Sua interpretação de uma mulher fria e egoísta, que secreta as próprias emoções, é uma das mais perfeitas que se possa imaginar. Deborah não tem nem comparação e não por falta de esforço.

Gilberto Braga entrou na de Manoel Carlos e agora manda recadinhos. Marcos Palmeira, o Fernando, cineasta de prestígio internacional – só que ninguém o conhece -, anunciou que vem a São Paulo para o prêmio da APCA, a Associação Paulista dos Críticos de Arte. Não ficou muito claro se vem para receber.

Será um lembrete para os críticos de São Paulo, que fazem a escolha dos melhores do ano dentro de duas semanas? Humm, tem coisa aí. Fernando poderia até ganhar o prêmio na ficção, mas Celebridade, se também almeja o troféu, precisa melhorar bastante. A trama é inverossímil. Maria Clara, a produtora top que Malu Mader interpreta, nunca tinha ouvido falar de Fernando. Que raio de celebridades são essas?

A novela poderia sinalizar para um fenômeno contemporâneo, satirizado por Woody Allen num filme que se chama Celebridades (no plural) e analisado por um pensador americano chamado Neal Gabler no livro Vida – O Filme. Nos anos 60, o papa pop Andy Warhol vaticinou que, no futuro da civilização da imagem, a TV, todos teríamos direito a 15 minutos de fama. Esse futuro já chegou e tem gente disposta a tudo para reivindicar seus 15 minutos. A novela poderia ser muito mais incisiva, menos óbvia, se Gilberto Braga insistisse na trilha de O Dono do Mundo, da qual teve de recuar, por pressões da Globo e dos anunciantes, lembram-se? O público pode estar adorando e os números do ibope não mentem. Mas os críticos… Fernando pode até ganhar prêmios na ficção, mas, na realidade, te cuida, Gilberto. A coisa não vai ser mole assim, não.”

“‘Gosto de fazer a Laura com humor, para não pesar demais'” copyright O Estado de S. Paulo, 30/11/03

“Vida de celebridade não é fácil. E aqui falamos de celebridade de fato e de direito, estrela da novela das 8, que entra todas as noites nas casas de milhões de pessoas em todo o País, que contracena com o núcleo chique e o povo do Andaraí, que grava todos os dias da semana – exceto aos domingos -, de manhã, à tarde e à noite. E ainda tem família para curtir, com marido e filha de 2,5 anos. O que a platéia não vê, na rotina de alguém assim, é que a felicidade não está no glamour do make up, mas sim na necessidade de se dividir entre os afazeres de uma simples mortal e decorar o texto para a maratona seguinte. Sobraria tempo para conversar com uma jornalista, ainda que fosse por telefone?

A tentativa da reportagem do Estado em marcar um bate-papo com Cláudia Abreu, a Laura de Celebridade, é quase uma novela, e vale como demonstrativo da agitada rotina cumprida por uma protagonista de novela das 8 que se dedica com tanto empenho ao seu expediente. Cláudia, que faz sua primeira vilã em um folhetim, aceitou conversar com o jornal desde o primeiro contato, há mais de um mês. Mas foram dezenas de telefonemas entre a reportagem e sua assessoria de imprensa, e nada de a gente conseguir agendar um horário. Durante esse tempo todo, um consolo: segundo sua porta-voz, Cláudia deixou de marcar várias matérias porque realmente está sem tempo, mas manteve a palavra que atenderia apenas ao pedido do Estado e a um outro do Domingão do Faustão.

Nas vezes em que ela se programou para a entrevista por telefone, teve de alterar os planos – principalmente por causa das trocas nos horários das gravações. Há uma semana, ficou combinado que Cláudia responderia às perguntas por e-mail, ok, mas deixaria um canal aberto para réplicas e tréplicas. Só que as respostas só chegaram na quinta-feira, dia do fechamento desta edição, e não houve tempo para réplicas, sequer. O mais surreal é que, enquanto sua personagem conseguiu destruir o casamento de Maria Clara Diniz (Malu Mader) e Otávio (Thiago Lacerda) com um simples e-mail, a atriz acabou respondendo às nossas perguntas de próprio punho – coube à sua assessoria digitar tudo e enviar à redação do Estado por e-mail.

A mensagem começa assim: ‘Carol, mil perdões pela demora, beijos, Cláudia.’ Mas é claro que a gente perdoa: Cláudia Abreu vale o show, seja do jeito que for.

Com fama de arredia, por evitar exposição na mídia, ficou três anos longe da TV. Seu último trabalho, na pele de uma escrava branca, foi em Força de Um Desejo (2000), de Gilberto Braga, que também escalou Malu Mader e Fábio Assunção para o núcleo central. Cláudia, assim como Malu, pode se dar ao luxo de escolher seus papéis. Conta que é lembrada pelo público por Heloísa, de Anos Rebeldes, (1992), de Gilberto Braga, e por Clara, de Barriga de Aluguel (1990), de Glória Perez. Acredita que o primeiro personagem importante na TV foi em O Outro (1987), de Aguinaldo Silva, quando fez Zezinha, filha de Francisco Cuoco. Destaca, porém, a Princesa Juliette, de Que Rei Sou Eu? (1989), de Cassiano Gabus Mendes, como ?o primeiro que marcou?.

Laura, o papel da vez, é o principal foco de atenções de Celebridade, novela que, até aqui, supera a audiência de O Clone e de Mulheres Apaixonadas em seus 37 capítulos iniciais, com 43 pontos de média na Grande São Paulo, segundo o Ibope. E, na contramão dos atores que defendem seus personagens a qualquer custo, Cláudia tem pena de Laura.

Durante o jejum televisivo, a atriz dedicou-se ao cinema: fez uma cabeleireira suburbana em O Homem do Ano, dirigido por seu marido, José Henrique Fonseca, e, em seguida, uma retirante nordestina em O Caminho das Nuvens. Engravidou de Maria quando se despedia de Força de Um Desejo.

Dedicou-se à gravidez, prestou vestibular para filosofia, em 2000 – não freqüenta as aulas por causa da novela: apresenta trabalhos e depois recebe nota. Durante as gravações de O Homem, no set de filmagem, amamentou Maria.

Aceitou o convite de O Caminho e levou a filha para o Nordeste a tiracolo.

Cláudia não recuperou a forma – está ainda melhor que antes, graças a alongamentos e Pilates. Mas a dona do rosto bonitinho que você vê no horário nobre bem sabe que construiu sua imagem baseada em talento, não em aparência.

Estado – Como arruma tempo para ficar com sua filha em plena novela das 8?

Cláudia – A rotina de quem grava uma novela é sempre apertada, principalmente se o personagem circula por vários cenários como a Laura.

Faço malabarismos para dar atenção à minha filha e ao meu marido, pois ainda tenho muito volume de texto para decorar e gosto de assistir à novela. Mas é uma rotina que me dá prazer, pois gosto de trabalhar e ainda mais de fazer essa novela.

Estado – Essa é a sua primeira vilã. Por que não fez uma vilã antes? Prefere a vilã ou a mocinha?

Cláudia – É minha primeira vilã e gosto de um personagem consistente. Tanto faz se for vilã ou mocinha. A Laura tem várias caras. É muito rico poder fazer vários personagens em um.

Estado – O que gosta na Laura? Ela tem algum ponto fraco?

Cláudia – Gosto muito da Laura. Às vezes tenho pena dela também. No fundo, quem tem muita inveja deve ter um problema muito sério de auto-estima, de não se contentar com o que é, com o que tem. Gosto também de fazer a Laura com bastante senso de humor, para dar malandragem e também não pesar demais.

A maldade já está lá, eu não preciso carregá-la ainda mais.

Estado – O que poderia amenizar a raiva do telespectador em relação à Laura?

Cláudia – Talvez o senso de humor amenize a raiva, mas o bom é que o espectador sinta raiva mesmo. Não fui a nenhum lugar muito popular desde o início da novela para poder dizer mais sobre a reação das pessoas. Na rua tenho sido abordada de forma carinhosa. É engraçado, eu esperava apanhar na rua e tenho recebido elogios pelo trabalho. Acho que o telespectador está sabendo separar a atriz da personagem.

Estado – Qual o seu palpite para a Laura odiar a Maria Clara?

Cláudia – Ela tem uma inveja doentia, patológica mesmo e algum segredo que nem eu sei o que é.

Estado – Você gosta de comida japonesa e de dançar? Deve ter sido engraçado fazer aquelas cenas em que você imita a Maria Clara, mas não consegue dançar nem pegar o peixe cru…

Cláudia – É realmente difícil gostar de dançar e fingir numa cena que não sabe, que não tem ritmo, sem ficar caricato. Me esforcei para que isso não acontecesse, pois, para ela, aquilo é muito sério, ela está estudando a Maria Clara a fundo. Tenho pena dela nessas situações, mas é tão patético que chega a ser engraçado.

Estado – Você muda, nem que seja um pouquinho, o seu texto? Dá palpites para o autor?

Cláudia – O texto do Gilberto é muito bom, não precisa ser mexido. Mas boto uns cacos e dou sugestões. Trocar idéias é sempre bom, mas o personagem é muito bem construído.

Estado – Agora você contracena com o seu ex-namorado (Fábio Assunção)… e aí?

Cláudia – Somos grandes amigos e, se houvesse algum problema entre nós, não teríamos aceitado trabalhar juntos.

Estado – Seu marido é ciumento? Ele dá palpites no roteiro?

Cláudia – Nós dois somos ciumentos, mas lidamos relativamente bem com isso.

Ciúme bem controlado não tem problema. Às vezes é até bom.

Estado – O seu sogro (o escritor Rubem Fonseca) assiste &agragrave; novela?

Cláudia – Não, mas sempre vai assistir às minhas peças e filmes. Mas outro dia ele disse que deu uma espiadinha…

Estado – Você comentou que a Laura tem um ‘Q’ de Nelson Rodrigues. Você já fez Nelson Rodrigues?

Cláudia – Fiz A Vida Como Ela É. O lado rodriguiano dela é, sem dúvida, o lado pervertida de Bonitinha, mas Ordinária.

Estado – O que você já invejou de alguém (no bom sentido)?

Cláudia – Inveja é um sentimento tão ruim que se alguma vez senti não devo ter admitido nem para mim mesma.

Estado – Já teve problemas com a imprensa? Qual a revista de celebridade que você lê no cabeleireiro?

Cláudia – Nunca tive grandes problemas. Sempre fui de certa forma respeitada. Mas, como tenho um temperamento reservado, muitas vezes tenho de impor alguns limites. No cabeleireiro, leio a revista que estiver disponível.

Estado – É bom ser famosa? O que significa fama para você?

Cláudia – Tem o lado bom e o lado ruim. Gosto mesmo é de ter prestígio, de ver meu trabalho reconhecido. Fama é conseqüência e é fugaz.

Estado – Por que ficou tanto tempo longe das novelas?

Cláudia – Porque gosto de diversificar meu trabalho. Gosto de fazer cinema, teatro e TV. Se estou sumida da TV é porque estou trabalhando em outro lugar. Gosto de me desenvolver como atriz e trabalhar em áreas diferentes, com códigos diferentes de interpretação . Só aumenta a experiência, o traquejo.

Estado – Você já fez ‘Anos Rebeldes’, ‘Força de Um Desejo’, ‘Pátria Minha’… Tudo do Gilberto Braga. Por que gosta tanto dele?

Cláudia – O texto dele é maravilhoso, tem humor, é sofisticado e ele convida com tanto carinho que é impossível recusar.

Estado – Qual foi sua primeira novela?

Cláudia – Hipertensão. Eu morria no meio da trama e ficava um mistério. Em seguida fiz O Outro.

Estado – O que mudou após o nascimento da sua filha?

Cláudia – Tudo. O foco mudou e o afeto em relação a tudo se ampliou de maneira absurda.

Estado – Quando você era criança sonhava em fazer o quê?

Cláudia – Eu já era exibida e dramática, deu no que deu. Mas, engraçado, com o tempo fui ficando mais na minha, algumas vezes até tímida, talvez seja uma reação natural diante da exposição que a profissão requer.”

 

REDE GLOBO

“A líder traça seus planos para 2004”, copyright O Estado de S. Paulo, 30/11/03

“Em 2004, a Rede Globo vai focar seu investimento em dramaturgia, produzindo quatro minisséries, duas ou três comédias de situação, além das três novelas que estão na sua grade desde os anos 70. A terceirização de programas (como Cena Aberta, produzida pela Casa de Cinema, de Porto Alegre, e Cidade dos Homens, da O2 Filmes) deve crescer, enquanto o jornalismo continuará com espaço semelhante, cerca de quatro horas diárias. A música volta aos poucos com a transmissão de shows e festivais, mas é a grande lacuna, na opinião dos próprios diretores da emissora. A regionalização ainda fica para um futuro mais distante.

A estratégia da Rede Globo para traçar sua programação foi um dos temas da entrevista coletiva, na semana passada, em que o diretor de Programação, Roberto Buzzoni, e o diretor da Central Globo de Comunicação, Luiz Erlanger, anunciaram as atrações de fim de ano. Eles falaram sobre o assunto, mas não adiantaram o que entra e o que permanece na telinha. ?Nem sucessos como A Grande Família e Cena Aberta (que estreou há duas semanas) estão certos porque nada está decidido?, justificou Buzzoni. ?Essas escolhas dependem de muitos fatores. Até a novela que entra no ar no Vale a Pena Ver de Novo, no dia 12 de janeiro, tem que ser bem pesada. Podia ser Porto dos Milagres, mas tem o Marcos Palmeira, que está em Celebridade, como protagonista. Isso confunde o telespectador que é quem manda na emissora.?

É uma mudança no padrão da Globo que, quando tinha audiências acima de 80 pontos, delineava a programação do ano seguinte em novembro ou dezembro e os programas que estreavam – necessariamente perto da Páscoa – permaneciam no ar até o fim do ano. Hoje, com a emissora comemorando 43 pontos de Celebridade como campeã do horário nos últimos três anos, programas entram e saem do ar em qualquer época e são testados em poucos episódios. Se têm boa audiência e custo compatível com a receita, estendem-se por mais tempo. Foi assim com Os Normais, A Grande Família e até Cidade dos Homens. E, pelo menos metade das atrações de fim de ano (os especiais Papo de Anjo, A Diarista, Carol e Bernardo e Sob Nova Direção e a série A Terra dos Meninos Pelados) tem chance de voltar em 2004, se agradarem ao público.

Riscos – Isso não significa evitar riscos. ?Saber o que vai dar certo com antecedência é o sonho da área financeira da Globo?, brincou Erlanger. ?Mas é preciso arriscar e tivemos casos de sucesso inesperado. Os Normais é um caso típico: tinha linguagem sofisticada, tudo ao contrário do que se fazia até então, mas a emissora acreditou. Até o Big Brother Brasil era um risco, porque havia a Casa dos Artistas concorrendo e era um formato novo para nós.?

Buzzoni explica que esse risco existe sempre que se mexe no que está no ar, no que o público já se acostumou a ver. ?Mudar a programação é uma decisão difícil, mas necessária. Em janeiro, por exemplo, substituiremos as reprises do Jô Soares, de ótima audiência, por um seriado policial americano, 24 Horas, exibido todos os dias, ao contrário do que acontece nos Estados Unidos, onde é semanal?, adiantou. ?Mas é preciso inventar novas fórmulas antes que as que já existem se esgotem. Esse tem sido o segredo da Globo.?

Filmes de sucesso também estão previstos para 2004, mas a safra norte-americana predomina. Tudo sobre Minha Mãe, de Pedro Almodóvar, e títulos nacionais, como Copacabana, a serem exibidos na Semana do Cinema Brasileiro, em janeiro, são honrosas exceções. Mas a tendência é essa participação crescer a longo prazo, com a entrada da Globo Filmes no mercado. Ou então, sucessos da telinha podem virar filme, como aconteceu com O Auto da Compadecida, o primeiro da lista.

Janeiro – Se a programação de 2004 ainda não está decidida, a de janeiro já foi definida. A abertura oficial será no dia 6, com a estréia de Um Só Coração, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, um tributo aos 450 anos de São Paulo a partir de Yolanda Penteado (vivida por Ana Paula Arósio), que viveu os bastidores da Semana de Arte Moderna, em 1922. É uma superprodução dirigida por Carlos Manga e deve ser a primeira das três ou quatro minisséries do ano que vem. ?As outras ainda não estão nem em elaboração?, garantiu Erlanger. ?Tudo depende da disponibilidade de atores e autores. Mesmo as novelas não seguem a ordem estabelecida. Esperança, por exemplo, entrou para substituir a novela de Gilberto Braga, que já era Celebridade, porque o elenco não estava disponível.?

Mas a nova das 7, Da Cor do Pecado, já tem data, 24 de janeiro, assim como a quarta edição do Big Brother Brasil (dia 13) que dessa vez terá 2 dos 14 participantes escolhidos por meio de sorteio. O aniversário de 450 anos de São Paulo transbordará do dia 25, um domingo, com toda a programação do dia voltada para a data. Além da cobertura dos eventos previstos pela Prefeitura e pelas instituições da cidade, a Globo promoverá um show de 25 horas ininterruptas (começa às 23 horas do sábado), com a participação de todo o seu elenco e músicos contratados ou não.

?É uma data importantíssima para a emissora, nosso maior mercado, e estamos nos preparando para comemorá-la há alguns meses?, garantiu Buzzoni.”

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