Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1016
Menu

PRIMEIRAS EDIçõES >

Maria Carolina Maia

Por lgarcia em 03/10/2001 na edição 141

INTERNET

"iG troca de mascote para anunciar vice-liderança na web", copyright Cidadebiz (www.cidadebiz.com.br), 27/09/01

"?No segundo lugar em audiência, o iG está se achando um gato?, diz o anúncio criado pela Salles D?arcy para a – talvez – última campanha do portal este ano. Uma nova ação só será acionada, conta a diretora de marketing Gilceli Bastos, se algo de relevante acontecer até dezembro – como o anúncio do break even.

A campanha se baseia na última pesquisa Ibope, que confere ao iG o segundo lugar no ranking da web brasileira. No levantamento do Jupiter Media Metrix o portal figura na terceira colocação.

A primeira peça circula na próxima edição das revistas Veja e Playboy, mas tem veiculação prevista até o fim de 2001. O anúncio estreou no final de semana passado nas páginas da Meio e Mensagem, publicação especializada em publicidade.

Embora a campanha adote o gato como símbolo, Gilceli garante que o cão não foi destituído do posto de mascote. ?O ícone continua sendo o cachorro, nisso ninguém mexe?, diz. ?A escolha do gato foi só pela gracinha, pela brincadeira de dizer que o iG está se sentindo um gatinho?, explica.

Já no anúncio seguinte o cãozinho iG West Highland White Terrier volta à cena. Como o mascote felino, ele deve aparecer com uma coleira onde se vê o logo do iG pendurado – agora azul.

A ação teve direção de criação de Sérgio Valente, e foi aprovada por Carla Sá e Gilceli Bastos"

 

"UOL é o nome mais lembrado entre internautas e é o vencedor do iBrands", copyright Folha de S. Paulo, 26/09/01

"O UOL (Universo Online) foi o grande vencedor da noite. O portal foi o nome mais lembrado pelos internautas na pesquisa iBrands e ficou com os prêmios ?Top do top? e provedor de acesso.

A Som Livre e o Itaú venceram em dois itens, respectivamente, loja de CD, vídeo e livro e site de música e banco e seguradora.

A pesquisa segue o modelo do ?Top of Mind?, realizado pela Folha desde 93. Foram ouvidas 2.035 pessoas, que responderam quais empresas são as mais lembradas na internet nas categorias agências de turismo; alimentos; aparelhos de telefone celular; bancos; bebidas; carros; cartões de crédito; combustíveis e lubrificantes; companhias aéreas; computadores e componentes; eletroeletrônicos; lojas de CD, vídeo e livros; lojas de departamentos; operadora de telefonia celular; operadora de telefonia fixa; provedores de acesso; seguradoras; serviços públicos; sistema de busca; sites de música e supermercados.

A pesquisa traçou também o perfil completo dos usuários da rede. Os números mostram que o Brasil tem hoje 23 milhões de pessoas conectadas -8% acessam de casa, e 7% do trabalho.

Os homens (58%) com idade média de 26 anos são maioria. Solteiros (67%) que moram com os pais (56%) e pertencem às classes A e B (60%) também são a maior parte.

Participam da realização do prêmio Folha iBrands a Folha Online, o iBest Company e o instituto de pesquisas Datafolha."

 

"Napster paga US$ 26 milhões a gravadoras", copyright O Globo, 26/09/01

"O Napster – site que permite que 50 milhões de usuários troquem músicas via internet gratuitamente – anunciou segunda-feira à noite um acordo com detentores dos direitos autorais de artistas. A empresa concordou em pagar US$ 26 milhões para resolver uma disputa legal com editores e compositores, motivo para a suspensão do serviço desde 1 de julho. Mas continua aberto o processo que a empresa sofre, sob acusação de burlar direitos autorais.

Pelo acordo, os detentores dos direitos receberão um terço dos royalties pagos pelo Napster, deixando dois terços para as gravadoras, que detém direitos sobre 700 mil títulos. O site deve voltar a operar no fim do ano. A partir daí, vai cobrar cerca de US$ 10 mensais de seus usuários."

 

"Napster perto da volta", copyright Jornal do Brasil / The New York Times, 26/09/01

"Deixando de lado a postura combativa adotada na sua origem, o serviço na internet de troca de arquivos musicais concordou em pagar US$ 26 milhões para chegar a um acordo com compositores e as editoras de música. O objetivo do entendimento é encerrar um processo sobre os direitos autorais das músicas baixadas diretamente via internet. As editoras e os músicos passariam a receber assim que o Napster voltasse a funcionar como um serviço pago.

As duas partes disseram que o acordo significa um passo decisivo no esforço para regulamentar a venda de músicas pela internet. O entendimento também elimina um problema para o Napster, que ainda enfrenta um processo movido por músicos representados pelas maiores gravadoras. Até julho, o Napster era o fórum onde milhões de pessoas trocavam livremente músicas na internet. Desde que foi fechado há cerca de três meses, o Napster prometeu voltar até o fim do ano, dando início a um sistema de vendas que recompensaria os detentores dos direitos autorais.

Golpe – Konrad Hilbers, o diretor-executivo do Napster, sediado em Redwood City, na Califórnia, saudou o acordo, mas admitiu que representa um golpe substancial nas finanças da empresa, no momento desprovida de qualquer renda. ?Estamos desembolsando uma soma substancial agora, mas nossa marca é suficientemente forte para que nos recuperemos depois?, diz ele.

O acordo também enfatiza a complexa rede de direitos que os sites da internet precisam manter para vender músicas. Os sites dizem que, além dos desafios tecnológicos, a dificuldade em obter os direitos autorais é o grande responsável pelo adiamento dos serviços on line.

Hilbers revelou apenas as linhas gerais do acordo que compensaria os compositores e os editores de música pelos direitos que cobrem melodias e letras das músicas. A eles, o Napster teria que pagar pelo menos um terço do total acertado. O restante iria para gravadoras independentes e grandes companhias de disco.

Edward P. Murphy, diretor-executivo da Associação Nacional dos Editores de Música, que representa 27 mil editores e 150 mil compositores, afirmou que é a primeira vez que os grupos representados pela sua entidade concordaram em licenciar suas obras em colaboração com uma empresa da internet. Segundo ele, o acordo pode servir de base para negócios fechados com outras empresas on line."

    
    
                     
Mande-nos seu comentário

Todos os comentários

Siga o Observatório da Imprensa
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados. | Política de Privacidade | Termos de Uso
x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem