Terça-feira, 21 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

PRIMEIRAS EDIçõES > CONCLUSÃO:

Mídia criticada no 10º Fórum Nacional

Por lgarcia em 20/06/1998 na edição 47


PALAVRAS FINAIS

 

Ao encerrar o painel, João Paulo dos Reis Velloso considerou que o objetivo com ele buscado pelo Fórum Nacional foi alcançado.

“Não fizemos jogo de faz-de-conta, como muito bem observou o Dines. Realmente, os representantes da imprensa que aqui compareceram de fato deram sua opinião. Podemos concordar, discordar deles, mas acho que as apresentações, comentários, debates foram muito relevantes e ricos”.

“Quero, a propósito, fazer um registro”, continuou Velloso. “Acho que houve um grande progresso na imprensa brasileira, a despeito de eventuais contratempos. Basta ler as memórias do Samuel Wainer, ou Chatô, o rei do Brasil, de Fernando Moraes, para ver o que é a imprensa brasileira hoje. Houve um progresso extraordinário. Mas devemos lembrar que isto não aconteceu apenas no Brasil. Quando lemos, no livro do David Halberstan, The Powers that Be, o que diz do passado do New York Times, Los Angeles Times, Chicago Tribune e de outros grandes órgãos da imprensa americana – para não falar no livro de Gore Vidal, Empire, que retrata a transição da imprensa americana do século XIX para o século XX -, vemos que também houve nos Estados Unidos conquista de independência profissionalismo, representatividade e daquilo a que Otavio Frias se referiu como sendo o direito e o poder que emanam da cidadania.

Pois é da cidadania que a imprensa retira todo seu poder.

 

Adendo dos Observadores:

A cobertura do debate pela imprensa, embora correta, foi insignificante.

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