Sábado, 21 de Outubro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº962

PRIMEIRAS EDIçõES > HIPÓLITO, A PESSOA

Notas genealógicas – o ramo brasileiro

Por lgarcia em 30/12/2003 na edição 257

HIPÓLITO, A
PESSOA

Fernando Hippolyto da Costa
(*)

José Félix da Costa foi o primeiro filho de Hipólito.
Nasceu de uma união amorosa, tanto quanto se sabe não
oficializada, com uma inglesa cujo nome nem os biógrafos
apontam. Supõem eles que essa “ligação
afetiva longa” tenha sido com a filha de W. Lewis, que imprimia
trabalhos de Hipólito em Londres, a qual pouco tempo depois
faleceu.

Antes do casamento de Hipólito com Mary Ann Troughton, na
Inglaterra, o menino Félix foi encaminhado ao Brasil a fim
de ser criado pelo tio José Saturnino da Costa Pereira. Ele
foi entregue aos cuidados do capitão James Northon, comandante
do navio Mary, que deixou a Inglaterra em 4 de maio e 1817.
Félix estava então com 10 anos de idade.

Entrou para a Marinha Imperial brasileira em 1824, aos 17 anos;
foi promovido a segundo tenente em 31 de dezembro de 1826; e veio
a dar baixa do serviço ativo da Marinha em 29 de outubro
de 1827.

Deixou grande descendência no Brasil. Há registros
nas cidades de Belo Horizonte, Juiz de Fora, Goianá, Rio
Novo, Astolfo Dutra, Pomba, Cataguazes e Além-Paraíba.
É desconhecido o nome da esposa de Félix, que deu
origem à descendência brasileira.

Ainda não foi possível identificar o nome do filho
de Félix e pai de Manoel Hippólyto. Sabe-se que o
sobrenome é Hipólito Simões da Costa, pois
a esposa chamava-se Cândida Ladeira Simões da Costa.
Esta é a segunda geração.

Tornando-se viúva, Cândida voltou a casar, com José
de Matos, de nacionalidade portuguesa. Ela era irmã de Belarmino
Dias Ladeira (casado com Carlota Dias Ladeira), cuja filha Preciliana
casou-se com Manoel Hippólyto Simões da Costa, bisneto
do jornalista Hipólito. Este nível configura a terceira
geração e começa então o registro HIPPÓLYTO
em lugar de HIPÓLITO.

O bisneto Manoel Hippólyto Simões da Costa nasceu
em Astolfo Dutra, Minas Gerais, em data não identificada
e faleceu a 15 de setembro de 1910. Casou-se com Preciliana, que
em solteira chamava-se Preciliana Dias Ladeira, e faleceu em 3 de
junho de 1907. Documentos divergem quanto à grafia de seu
nome: Preciliana Ladeira Hippólyto da Costa ou Preciliana
Ladeira Simões da Costa.

A quarta geração (trinetos de Hipólito) já
é mais numerosa: Aristotelina, casada com Palmério
(sem outras informações); João Hippólyto
Simões da Costa, casado com Maria de Lourdes Castello Branco
da Costa; Aristóteles Hippólyto Simões da Costa,
casado com Eugênia; Sebastião Hippólyto Simões
da Costa, casado com Letícia; Nízia Garoni, casada
com Garoni (sem outras informações); Alcype Hippólyto
Simões da Costa, casada com Alfredo Mattei; Maria Deoti,
casada com José Deoti.

Formando a quinta geração (tetranetos), estão
vivos: Maria Antonieta e Fernando (de João/Maria de Lourdes);
Jorge e Lurdinha (de Aristóteles/Eugênia); Azaury e
Moacyr (de Alcype/Alfredo).

Um quadro geral poderá auxiliar a compreensão da
descendênca brasileira de Hipólito. É o que
oferecemos adiante:

(*) Coronel-aviador, vice-presidente do Instituto Histórico
e Geográfico do Rio Grande do Norte, é tetraneto de
Hipólito da Costa, e autor de Santos Dumont, história
e iconografia
(2? ed., 1999) e Síntese cronológica
da aeronáutica brasileira, 1685-1941
(1? vol., 2000),
entre outros

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