Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

O último vespertino

Por lgarcia em 10/07/2002 na edição 180

TELETIPO

O último grande jornal vespertino da Nova Zelândia vai fechar devido à queda de circulação. O Wellington Evening Post vai se unir ao parceiro da manhã, The Dominion, para criar uma nova publicação; a editora de ambos, Independent Newspapers Ltd, pertence a News Corp. do magnata australiano Rupert Murdoch. Conta a AP (24/6/02) que os dois diários já lutam há tempos com a queda de faturamento publicitário e o aumento do preço de papel-jornal. A fusão deve custar o emprego de 80 a 90 funcionários, dois terços deles da equipe editorial.

Um dos maiores e mais tradicionais jornais suecos, Dagens Nyheter, anunciou o corte de 55 empregos ? a maioria em planos de aposentadoria ? e a publicação de algumas seções em formato tablóide. Embora a parte principal do diário permaneça a mesma, as seções de negócios, esporte e cultura serão impressas em tamanho menor para reduzir custos. O austero pacote aprovado pela direção prevê a economia de US$ 17 milhões; o jornal já perdeu US$ 4 milhões nos primeiros cinco meses do ano. Informações da AP (24/6/02).

A gráfica que publica as aventuras de Tintin, repórter que corre o mundo dos quadrinhos ao lado do cãozinho Milou, acaba de pedir falência. A belga Casterman Imprimerie tem os direitos exclusivos de impressão da série em língua francesa desde a primeira viagem de Tintin (à Rússia, em 1929) e é responsável pela publicação de um terço dos exemplares que circulam no mundo anualmente. Mas a criação de Hergé não vai desaparecer das livrarias: a editora Casterman Editions, que se separou da gráfica em 1999, garante que estocou edições extras. Informações da Reuters [28/6/02].

Os sindicatos de jornalistas americanos adotaram uma nova causa: a "igualdade contraceptiva" em planos de saúde oferecidos pelos jornais. Segundo a presidente da Newspaper Guild, Linda Foley, alguns planos cobrem Viagra, droga para impotência masculina, mas não aceitam pagar por métodos contraceptivos para as mulheres, como pílulas. Segundo Mark Fitzgerald [Editor & Publisher, 25/6/02], três funcionários, incluindo um do Wall Street Journal, já enviaram queixa a Equal Employment Opportunity Commission alegando que tal política é discriminatória.

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