Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

O vento não levou

Por lgarcia em 20/06/2001 na edição 126

TELETIPO

Após semanas de luta para impedir a publicação nos Estados Unidos do livro de Alice Randall, The wind done gone, os advogados que a acusaram de plagiar Gone with the wind (E o vento levou), de Margareth Mitchell, prevêem a derrota. No fim de semana passado, livrarias americanas receberam a primeira remessa do livro de Alice, uma compositora de música sertaneja. E, segundo David D. Kirkpatrick [The New York Times, 11/6/01], graças à enorme publicidade que envolve a batalha judicial muitas lojas colocaram o livro em destaque. Brian Lapidus, dono de uma livraria em Atlanta, não duvida que o livro será um best seller. Mas os advogados da família de Margareth Mitchell afirmam que não desistiram.

Como outros magnatas da mídia americana, John F. Welch Jr., presidente da General Electric, enfrenta algumas decisões difíceis na publicação de suas memórias: como promover seu livro sem fazer muitos favores aos concorrentes? Welch vendeu os direitos do livro à AOL Time Warner, por US$ 7,1 milhões, adiantados, e a empresa planeja gastar outro milhão em promoções, muitas das quais envolvendo outras publicações da AOL Time Warner ? como as revistas Time e Fortune, a America Online e a CNN. Segundo David D. Kirkpatrick [The New York Times, 11/6/01], Welch recusou-se a aparecer no programa Moneyline, da CNN, concorrente do Business Center, da CNBC, propriedade da GE.

Desde 11 de junho, visitantes do sítio Iwon.com podem assistir, com áudio, a comerciais de 30 segundos de automóveis Toyota e xampus ThermaSilk. Aaron Silverberg, diretor de produtos da ThermaSilk, disse que as novas tecnologias da rede permitem anúncios mais subjetivos que os da era "antiga" da internet. Iwon é um dos primeiros sítios a usar tecnologia da EyeWonder, pela qual vídeos são acoplados a páginas da internet mesmo que o internauta não tenha programa de vídeo. Esta pode ser a solução para o problema dos banners que, sem muito sucesso, convidam o internauta a clicar. Os sítios querem que a propaganda na internet pareça mais com a da TV. Os dois primeiros anúncios do sítio são pobres, na opinião de Saul Hansell [The New York Times, 11/6/01].

    
    
                     
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