Domingo, 18 de Fevereiro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº974

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

Para árabe ver

Por lgarcia em 23/10/2002 na edição 195

TELETIPO

O Broadcasting Board of Governors (Comissão de Radiodifusão dos Governadores), agência que cuida de emissoras americanas internacionais, como Voz da América e Radio Sawa, pediu US$ 65 milhões ao Congresso para instalar um canal de TV no Oriente Médio. A idéia de colocar no ar uma estação americana em árabe para tentar contrabalançar a cobertura negativa dos EUA por TVs locais, como a popular al-Jazira, do Catar, foi até discutida com produtores de Hollywood. Recentemente, os EUA lançaram a Radio Sawa, que toca músicas árabes junto com pop americano e certa dose de mensagem ideológica. Informações da Reuters [9/10/02].

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A escritora italiana Oriana Fallaci está sendo processada na França por grupos anti-racistas por seu livro Raiva e orgulho, no qual chama os muçulmanos de "criaturas desprezíveis que urinam em pias batismais" e "se multiplicam como ratos". O grupo MRAP quer a proibição do livro, segundo Elizabeth Bryant [UPI, 9/10/02]. Já a Liga de Direitos Humanos pede apenas que seja acrescentado aviso dizendo que as passagens pejorativas não refletem com precisão a religião islâmica. Doente de câncer, Oriana não compareceu ao tribunal, mas seu advogado, Cristophe Bigot, disse que o processo é uma campanha pelo "politicamente correto", em detrimento da liberdade de expressão.

A França aprovou lei que aumenta imposto de produção de filmes pornográficos para 93% do lucro. Os importados também pagarão caro sob a política implantada pelo governo direitista de Jacques Chirac: um longa-metragem pagará US$ 90.390 para entrar no mercado. A nova regulamentação, que entra em vigor em janeiro de 2003, visa tornar o ramo da pornografia financeiramente inviável. Grupos de defesa dos direitos humanos e bastiões da tradição liberal francesa, como o jornal Le Monde, reclamam que os conservadores estariam promovendo uma cruzada repressiva. O parlamentar direitista Charles de Courson rebateu no Figaro, no entanto, que a lei foi aprovada com votos de esquerdistas. Informações da Reuters [11/10/02].

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