Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº962

PRIMEIRAS EDIçõES > TELETIPO

Parcerias são o caminho para a AOL News

Por lgarcia em 30/12/2003 na edição 257

TELETIPO

A AOL americana está investindo nas parcerias para continuar sendo o maior portal de notícias ? sem um repórter próprio sequer. Matérias de grandes veículos como The New York Times, The Wall Street Journal e USA Today são complementadas com conteúdo leve como clipes de vídeo com Jon Stewart, do canal Comedy Central, e de áudio com Bill Maher, da HBO. A variedade de fontes e formatos, fazendo uso dos recursos multimídia, aparentemente é um fator que dá liderança de audiência ao portal. Outro aspecto importante é que todo o material só pode ser acessado pelos assinantes ? um número respeitável de 24,7 milhões nos EUA, sem contar familiares e amigos que compartilham acesso. Com a ajuda dos veículos que integram a empresa-mãe, a Time Warner, a cobertura das campanhas eleitorais americanas em 2004 deve ser acompanhada ali por um grande número de internautas. Segundo dados da ComScore Media Metrix, o portal AOL News teve, em outubro, 24,08 milhões de visitantes, à frente da MSNBC (21,08 milhões), Yahoo News (21,06 milhões) e CNN (20,98 milhões). As informações são do Washington Post [22/12/03].

O lorde canadense Conrad Black, ex-presidente da Hollinger International, companhia que controla os jornais Daily Telegraph, Jerusalem Post e Chicago Sun-Times, entre outros, recorreu ao seu direito de se negar à auto-incriminação para não responder a perguntas numa audiência da Securities and Exchange Comission (SEC), a autoridade reguladora do mercado financeiro americano, no dia 22/12. Seus advogados disseram que recomendaram tal atitude porque não houve tempo para que se preparassem adequadamente. As questões eram relativas a US$ 32 milhões que Black e três outros executivos receberam de companhias que compraram jornais da Hollinger, sem aprovação dos acionistas ou sem discriminação adequada em relatórios financeiros. Os valores foram pagos para que a Hollinger se comprometesse a não concorrer com os veículos que havia acabado de vender. Quando a história veio à tona, Black e seu sócio David Radler renunciaram a seus cargos na Hollinger, e prometeram devolver os US$ 7,2 milhões que cada um havia recebido. As informações são da Chicago Tribune [23/12/03].

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