Sábado, 25 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

PRIMEIRAS EDIçõES >

Rádio do governador

Por lgarcia em 21/02/2001 na edição 109

CARTAS

DOSSIÊ PERFÍDIA

Cansado de ver matérias sobre a “grande imprensa” do eixo Rio-SP,
sugiro que abordem o caso da Rádio Cultura de Brasília, que teve sua
programação violentamente alterada para servir aos interesses
políticos do governador Joaquim Roriz. É um bom ponto de partida
para se discutir o papel das emissoras públicas de rádio e TV na
construção de uma sociedade.

Alexandre Sena

Achei e acho o máximo a forma como o livro sobre o ACM e a sua
inexistente repercussão na imprensa vêm sendo tratados pelo
Observatório. Assino embaixo, aplaudo, concordo. Fiquei
comovida e totalmente envolvida (por dias!) com a carta do Alberto
Dines sobre o programa que não foi ao ar. Deu um nó na minha cabeça
(e garganta) pensar que ele teve de admitir que o poder do ACM é tão
largo e incisivo quanto sua pança (dele, ACM). Tornei- me, de lá pra
cá, leitora assídua do Observatório.

Mas confesso que enxergar a realidade dói. Um livro sobre um dos
políticos mais importantes do Brasil é ignorado. Um programa deixa
de ir ao ar por falta de quórum de jornalistas e porque a TVE baiana
iria boicotá-lo. E nenhum jornalista, além da turma do
Observatório, fala nada sobre isso? Não consigo me conformar.
Fiz pesquisa nos arquivos de Folha, Estado e Jornal
da Tarde
, via internet, sobre o livro e realmente não há nada
além de notinhas dizendo que o ACM considera o livro um ataque do
PMDB. Ou seja, a crítica deixou a crítica por conta do ACM! Nem sei
a que conclusão chegar…

Gabriela Garcia
(Textos & Idéias)

Gostaria de parabenizar Alberto Dines pelo brilhantismo ao
dissertar sobre determinados assuntos. E, também, por ancorar um
programa de TV que está entre os melhores da grade brasileira. Cada
vez sou mais seu fã.

Luiz Carlos Calixto, Rio
de Janeiro

É lamentável o silêncio da grande imprensa sobre o livro
Memórias das Trevas. Onde está a imprensa de esquerda, tão
combativa e sempre presente? Com exceção da IstoÉ, nenhum
outro veículo faz qualquer menção ao livro! Por que será? O
comportamento é o mesmo com relação ao livro do Mino Carta,
Castelo de Âmbar. Ficamos órfãos. A imprensa livre e
independente é realmente obra de ficção.

Manuel Telo

Gostei muito dos comentários do Alberto Dines sobre o livro
Memórias das Trevas. Fiquei muito interessado. Penso que há
muita coisa a ser conhecida e discutida nesses “fundões” do Brasil.
Parabéns. Parabéns também pelo site, que é bastante funcional e com
muitíssimo conteúdo. Com certeza, uma fonte de referência
obrigatória para quem quer se manter antenado com o que existe de
mais importante no jornalismo brasileiro.

Edson Luiz Portella,
jornalista

Leia também

O
caso do Observatório na TV / Dossiê perfídia
– Alberto
Dines e outros

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