Sábado, 17 de Novembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1013
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Rudolfo Lago

Por lgarcia em 08/07/2003 na edição 232

GOVERNO LULA

"O crítico sombrio da imprensa", copyright Correio Braziliense, 6/07/03

"Professor da USP faz análises de reportagens publicadas sobre o governo e avalia jornalistas. De acordo com a Secretaria de Comunicação, os relatórios têm por objetivo orientar o trabalho dos assessores de imprensa

É de uma apertada e escura sala no Bloco A da Esplanada dos Ministérios que o governo federal olha a produção dos jornais e dos noticiários de TV. Ali, diariamente, o professor licenciado da Universidade de São Paulo Bernardo Kucinski escreve um boletim chamado A Leitura da Mídia, distribuído, de forma reservada, aos assessores de imprensa da Presidência da República e dos vários ministérios.

O boletim tem por objetivo comentar o trabalho da imprensa e orientar os assessores na forma de prestar esclarecimentos e corrigir eventuais erros ou distorções no noticiário. Para quem está fora do governo, os textos ajudam a compreender como o poder, na era Luiz Inácio Lula da Silva, avalia o trabalho dos jornais e dos jornalistas. O Correio teve acesso a dez edições do boletim. E, pela leitura, constata: de um modo geral, não é com bons olhos que se vê a produção jornalística do país.

Bernardo Kucinski tem uma longa experiência como jornalista. Nos anos 70, foi um dos principais responsáveis pela criação da chamada imprensa alternativa, que denunciava os abusos da ditadura militar. Em 1988, escreveu o livro A Síndrome da Antena Parabólica: Ética no Jornalismo Brasileiro, em que já se dedicava a observar o comportamento da imprensa. Agora, na Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica (Secom), Kucinski de certa forma repete o que fez na campanha de Lula no ano passado, quando analisava os jornais no site eleitoral do então candidato do PT. O título que deu na ocasião para o espaço em que publicava seus artigos é sintomático: Cartas Ácidas.

De acordo com Kucinski, o trabalho que desenvolve na Secom tem de ser entendido a partir de um texto reservado que produziu para orientar o trabalho das assessorias de imprensa. Intitulado Proposta de criação de um serviço de pronta resposta – Como e quando apontar e corrigir erros da imprensa, o texto pretendia ser o primeiro passo para a articulação de um sistema capaz de identificar e corrigir erros nos jornais, de acordo com a visão do governo.

?Há muitos assessores de imprensa novos e inexperientes, que não conseguem sequer escrever uma carta de resposta?, afirma o jornalista. Nesse primeiro texto, Kucinski é benevolente com os jornalistas. Afirma que eles têm direito ao erro. ?As sociedades civilizadas são tolerantes em relação ao erro jornalístico a partir do pressuposto de que, para poder informar e denunciar abusos do poder, os jornalistas precisam de certa imunidade prévia?, escreve.

Assim, Kucinski orienta no texto que o primeiro contato com o jornalista tenha o objetivo de esclarecer e que só se seja mais duro quando for ?detectada malícia, relutância ou intenção de difamar?.

Não à verdade

O problema é que na grande maioria dos comentários de A Leitura da Mídia aos quais o Correio teve acesso, Kucinski só parece enxergar exatamente a ?malícia?. O erro não intencional não parece fazer parte de seus comentários. Kucinski não é o único a escrever para o boletim. Mas outros assessores aparecem como colaboradores. ?As análises têm por objetivo orientar o trabalho dos assessores de imprensa, e não predispô-los contra os jornalistas?, garante o assessor de imprensa da Secom, Maurício Lara, que trabalha na sala ao lado da de Kucinski. Abordado, porém, sobre alguns comentários específicos do jornalista, Lara defende-se: ?É importante notar que os artigos de A Leitura da Mídia são assinados. Não refletem, portanto, necessariamente, a visão do governo?.

Durante o mês de junho, Kucinski publicou uma série de verbetes sob o título As muitas formas de não dizer a verdade. Os verbetes buscavam mostrar os variados tipos de artifício que podiam ser usados nos jornais para distorcer notícias sobre o governo, batizados por Kucinski como ?mecanismos específicos de manipulação da matéria jornalística?.

?A palavra manipulação aí não tem o tom pejorativo que costuma se dar. Mas o significado sociológico, no sentido de que muitas pessoas trabalham, manipulam um texto nos jornais?, afirma Kucinski. A afirmação do jornalista pode salvar o uso da palavra manipulação de um caráter negativo. Mas não salva os textos dos verbetes.

No dia 12 de junho de 2003, Kucinski critica reportagem do Correio Braziliense sobre o ex-secretário de Controle Interno da Controladoria Geral da República José Wanderley Pinheiro.

Omissão

A reportagem denunciava que o ex-secretário, responsável justamente por detectar casos de corrupção e outras irregularidades na administração pública, omitira que tinha um imóvel em Brasília para ter direito a um apartamento funcional. ?A mentira, se aconteceu, durou pouco, porque o funcionário logo corrigiu sua declaração?, diz Kucinski. Para completar no parágrafo seguinte: ?Qual a lógica do denuncismo? A lógica econômica. É muito barato dar um furo de reportagem e se mostrar como guardião do interesse público com esse tipo de matéria?.

Kucinski, no entanto, não diz que Wanderley ?corrigiu sua declaração? porque estava sendo denunciado por colegas por uma irregularidade que ele, como secretário de Controle Interno, tinha de conhecer. Não diz também que Wanderley acabou exonerado pelo controlador-geral da União, Waldir Pires. ?Acho que não fui muito feliz nesse exemplo?, diz Kucinski. Para, no entanto, completar em seguida. ?Vocês é que demitiram esse homem?, dando a entender que Waldir Pires pode simplesmente ter cedido à pressão dos jornais.

Em outro verbete, Kucinski volta suas baterias contra o jornalista Elio Gaspari. No dia 15 de junho, Gaspari, na coluna que publica nos jornais O Globo e Folha de S.Paulo, diz que Lula exerceu ?censura? contra o sociólogo Chico de Oliveira, impedindo a publicação de um texto que continha críticas à autonomia do Banco Central em um livro, organizado pelo próprio Chico de Oliveira, sobre reforma política, patrocinado pelo Instituto Cidadania, do PT.

O livro teve prefácio do presidente, e o texto tinha de ser retirado porque chocava-se com a visão de Lula. Para Kucinski, a notícia foi ?construída de modo a tornar os fatos especialmente torpes ou sórdidos?: o texto não constava do planejamento original, não tinha a ver ?diretamente? com reforma política, foi ?trazido de última hora? e ?criticava a postura de (Antonio) Palocci (ministro da Fazenda), que não tinha nada a ver com a história?. Para Kucinski, argumentos para que o texto não fizesse parte do livro. Era, para ele, um problema ?essencialmente político, e não de liberdade de expressão?. Leia no quadro alguns outros exemplos da visão do trabalho da imprensa, segundo a ótica de Bernardo Kucinski.

O analista do governo

Alguns temas dos comentários diários de Bernardo Kucinski em A Leitura da Mídia

Jornais podem deliberadamente não dizer a verdade

Durante vários dias, Kucinski publicou verbetes sob o título As muitas formas de não dizer a verdade. Tinham por objetivo orientar a redação de cartas das assessorias de imprensa e pedidos de resposta, partindo do princípio de que os jornalistas valem-se de subterfúgios para distorcer os fatos, de forma a valorizar denúncias e aspectos negativos, e prejudicar o governo. Os verbetes, segundo Kucinski, ?descrevem os mecanismos específicos da manipulação jornalística?.

Fatos são deturpados para torná-los ?torpes? e ?sórdidos?

Em um dos verbetes de As muitas formas de não dizer a verdade, Kucinski afirma que algumas notícias são construídas de modo ?a tornar os fatos especialmente torpes ou sórdidos?. E cita como um exemplo um artigo do jornalista Elio Gaspari, ex-diretor da revista Veja na década de 80, que publica colunas em O Globo, Folha de S.Paulo e outros jornais do país. No artigo, Gaspari afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva censurou um texto do sociólogo Chico de Oliveira em um livro.

Informações são colocadas fora de contexto para reforçar aspectos negativos

No caso, se as informações estivessem contextualizadas, se diminuiria o aspecto negativo do que se está noticiando. Não cita exemplos.

Jornalistas guiam o juízo dos seus leitores

Manchetes e reportagens inserem opiniões no texto ?com intenção deliberada de guiar o juízo dos leitores?. Segundo Kucinski, esse é um ?fenômeno cada vez mais comum?. Também sem exemplos.

Informações são deturpadas

Alguns fatos são dimensionados ?de modo desproporcional à sua importância, com a finalidade de direcionar o seu sentido?.

Jornalistas mentem de forma difusa

As reportagens não atingem diretamente alguém ou algum grupo, mas têm ?o objetivo de formar opinião favorável ou desfavorável a interesses ou situações?.

Jornalistas mentem nos números

No caso, ocorre uma ?utilização maliciosa de dados estatísticos para dar verdade científica a informação falsa?. Segundo Kucinski, deliberadamente, jornalistas selecionam ?dois pontos de uma série estatística convenientes para provar uma tese que não resultaria verdadeira se fossem tomados outros pontos da mesma série?.

Jornalistas fazem ?denuncismo barato?

Tomando por base reportagem do Correio Braziliense sobre o ex-secretário federal de Controle Interno da Controladoria Geral da República José Wanderley Pinheiro, Kucinski critica o ?denuncismo?, que seria a prática de publicar denúncias baseadas em dossiês, ?sem o cuidado de verificar sua veracidade?. Diz que essa prática tem uma ?lógica econômica?. Segundo ele, ?é muito barato dar um furo de reportagem e se mostrar guardião do interesse público, com esse tipo de matéria?. Kucinski não menciona, porém, que José Wanderley foi exonerado depois das reportagens do Correio.

Repórteres de política fazem jornalismo mediúnico

Segundo Kucinski, o termo foi criado por um dos assessores de imprensa da Presidência da República, Fábio Kerche. No caso, os repórteres ?advinham intenções, visões, crenças, disposição de espírito e até mesmo os sentimentos dos protagonistas?. Kucinski insinua que os jornalistas inventam o que escrevem, nesses casos. ?A grande vantagem desse novo gênero é justamente essa: dispensa fontes. Essa é a sua lógica operacional?, diz. Como exemplo, cita um texto sobre José Dirceu publicado em ?um jornal de circulação nacional?."

 


"Planalto cria manual de defesa contra imprensa", copyright O Estado de S. Paulo, 6/07/03

"A comunicação do governo pode até não ir tão bem como desejaria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas seu governo se preocupa muito com os meios de comunicação. Há um mês está em funcionamento o Serviço de Pronta Resposta (SPR), criado por orientação da Secretaria de Comunicação de Governo, que visa a não deixar sem resposta imediata nenhuma notícia que o governo considere errada.

Desde que o SPR foi criado, as redações dos jornais são ?entupidas? de cartas. E há funcionário do governo se queixando de que não faz outra coisa na vida a não ser contestar notícias.

De acordo com o texto de seis páginas de um manual que ensina tudo para a pronta resposta, o governo não deve brigar com os jornais, mas também não deve deixar mentiras sem respostas. ?O embate entre governantes e imprensa é desigual porque a mídia sempre tem a última palavra. Basta uma linha na imprensa para destruir uma reputação. Já para desmontar a infâmia, não bastam muitas vezes nem centenas de páginas.?

Todos os funcionários do governo que trabalham nas assessorias de comunicação receberam o texto com as orientações de como devem se comportar ?para corrigir os erros da imprensa?. O manual foi criado pelo jornalista Bernardo Kucinski, assessor especial do ministro de Comunicação, Luiz Gushiken, e passou por vários aperfeiçoamentos. ?Esse modelo surgiu ainda quando o presidente Lula era oposição e o PT era um partido pequeno. As notas nos jornais eram muito agressivas?, disse Kucinski ao Estado.

?O PT precisava se defender das informações erradas. Mas, ao mesmo tempo, o partido tinha a obrigação de tentar melhorar a qualidade da notícia. Daí, resolvemos criar o serviço. Usamos isso também na campanha.?, contou Kucinski, que é professor de jornalismo da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo ele, desde que o manual foi criado as crises nos ministérios foram reduzidas. ?Antes, qualquer notícia negativa provocava uma crise. Agora, que o trabalho de pronta resposta se tornou rotina, já não temos tantos problemas?, contou. ?Se não fosse esse serviço, o Fome Zero teria sido arrasado.?

Kucinski disse que, como professor, fica impressionado com os erros dos jornais. ?A imprensa erra muito; o problema é que o governo erra mais?, admitiu.

Didático – O manual procura ser didático. Diz que as cartas de governantes aos jornais devem ter como objetivo corrigir um erro de informação ou responder a uma crítica ou infâmia. ?Erros de informação sempre devem ser corrigidos, mesmo os de pequena importância.

Críticas nascidas de discordâncias ideológicas ou doutrinárias ou de mera vontade de agredir não devem ser contestadas.? Patrulhamento ideológico e tentativa de interferência numa opinião jamais devem ocorrer. Reza ainda o manual que o jornalista tem direito ao erro não-intencional. ?Tivemos esse cuidado, porque podemos atrapalhar para sempre a vida de um jornalista. E não queremos isso. Não queremos tirar a ousadia de ninguém?, disse Kucinski.

?A existência do serviço de pronta resposta ajuda a organizar o processo discursivo e argumentativo, garante a qualidade das respostas e impõe um padrão de respeito na relação da autoridade com a imprensa?, ensina o manual. ?O SPR contribui para a melhoria da qualidade do jornalismo, que no Brasil se caracteriza pela imprecisão; nesse sentido, tem também uma função pedagógica.?

O manual, aliás, também explica que as respostas devem procurar ensinar algo, fornecendo mais informações. ?Apenas se for detectada malícia, relutância ou intenção de difamar, deve ser invocado direito de resposta e adotado um tom mais formal de repreensão.? No caso de o direito de resposta não ser atendido ou se o for de forma insatisfatória, deve-se então acionar a lei, ensina o manual.

?Caracterizado o impasse com o veículo, a unidade deve procurar a Secretaria de Comunicação para discutir o assunto, considerando que a decisão de processar um jornal deve ser de governo?, diz ainda o manual."

 


"Sem trégua", copyright Folha de S. Paulo, 4/07/03

"Ontem foi dia de afirmar ou reafirmar o império da lei, na administração Lula. Começou com José Dirceu, na Globo:

– O governo vai fazer sempre valer a lei do país… Nada justifica a violência, e o governo fará cumprir a lei… O governo não aceita que se desrespeite a lei… Quero repetir que o governo fará prevalecer a lei. Hipótese zero de ser conivente com qualquer violência…

E não parou aí, nem o ministro da Casa Civil nem o da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Dele, na Globo:

– Não existe nenhum movimento, quer do MST, quer dos fazendeiros, que possa estar acima da lei ou fora da lei… O Ministério da Justiça não vai admitir e vai tomar todas as providências legais de que dispõe para impedir…

Ele chegou a sublinhar que as ações do MST são monitoradas pelo serviço de inteligência da Polícia Federal, para agir, se for preciso.

Suas palavras ecoaram por todas as emissoras de TV e por CBN e Jovem Pan.

Da mesma maneira como ecoaram as palavras dele e de outros ministros sobre o boné vermelho do MST, que Lula usou -e que, inusitada e muito significativamente, repercutiu mais que as Sheilas em corpete de gala.

Para Bastos, a reação ao boné foi ?histeria absurda? sobre algo que ?não significa nada senão a cordialidade que o presidente sempre tem nas audiências?. Para José Dirceu, foi ?um despropósito?.

Até o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, apareceu para defender Lula, dizendo que em todas as feiras agrícolas o presidente veste os bonés dos fazendeiros. Dirceu completou o argumento:

– Ele é o presidente de todos os brasileiros, também do MST. Não ajuda o Brasil estigmatizar o MST.

Mas as palavras dos ministros todos podem ter chegado um pouco tarde.

Os canais de notícias já se excitavam ontem com a aprovação formal da CPI do MST, idéia do PSDB. E com as palavras sempre fogosas do líder tucano Arthur Virgílio, ao atacar Lula de novo:

– O governo é muito fraco com o MST.

No meio do tiroteio entre o governo e a oposição, sem falar da violenta reintegração de posse realizada em Pernambuco, quase ninguém notou que José Rainha declarou trégua nas invasões e disse:

– Nós vamos ter paciência e esperar.

Entro em licença. Até a volta."


***

"O boné e as Sheilas", copyright Folha de S. Paulo, 3/07/03

"Lula vestiu o boné vermelho do MST para as câmeras. Nada garantiu, mas brincou com uma bola presenteada pelos sem-terra.

João Pedro Stedile, líder do MST, entrou na brincadeira e saiu dizendo:

– O time dos latifundiários vai ser derrotado… O governo joga no nosso time… Cinco a zero no latifúndio…

Mas tudo que o governo fez foi prometer prioridade, nada de valores.

Importou mais o que Lula não fez, no encontro com o MST. Segundo o líder do PT na Câmara, o presidente não pediu trégua nas ocupações.

Vestiu o boné e não questionou ações como invasões e saques. Pelo menos foi assim que entenderam os principais opositores do MST.

Segundo a Globo, ?antes mesmo do fim do encontro, os líderes da oposição criticaram o presidente?.

Mas essa é só a oposição no Congresso. Os opositores das invasões e saques não se limitam a eles. Foi um parlamentar do PTB, que faz parte da base lulista, quem reagiu com maior agressividade.

Enquanto Stedile chamava a reunião de ?momento histórico?, o parlamentar ruralista questionava o presidente por não ter cobrado a suspensão das invasões. E ameaça com a implosão da base.

Contou a história de um velho fazendeiro do Pontal do Paranapanema que voltou a usar sua Winchester 44.

É desse clima de conflito armado que Lula, com sua reunião num ?clima descontraído?, na expressão da Globo, gostaria de escapar.

Mas ?bem diferente está o clima em vários acampamentos?. Sobretudo nos três do Pontal, onde um prefeito já fechou escola para não atender aos filhos dos sem-terra.

Geraldo Alckmin, que tem que lidar com os espíritos armados de lado a lado, telefonou para Lula e, segundo a Jovem Pan, avisou que a situação pode ficar insustentável.

Num tal ambiente, o ato de vestir o boné não é nada.

Quanto ao ruralista, vale ressalvar que é do PTB.

O mesmo partido que surgiu na Globo para ameaçar que, se não for tratado com mais ?carinho? por Lula, vai ?mostrar as unhas?. Reação de Alexandre Garcia:

– Só não se pode acusar o PTB de surpreender o governo e o distinto público.

Mas de nada importa o boné vermelho, quando no mesmo dia o presidente aparece ao lado das Sheilas."

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