Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1018
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Sem pornografia no quartel

Por lgarcia em 02/10/2002 na edição 192

TELETIPO

Uma comissão federal de três juizes manteve a Lei de Honra e Decência Militares, de 1996, autorizando o governo dos EUA a proibir a venda de material pornográfico, como vídeos e revistas, em bases militares. A lei foi contestada porque infringiria a Primeira Emenda, que garante liberdade de expressão. "O Talibã ficaria orgulhoso dessa decisão. É uma vergonha que os garotos que se dispõem a entregar suas vidas por este país não possam usufruir da liberdade por que lutam", reclama Gerald Goldstein, advogado que defendeu a liberação da venda. Segundo The New York Times [17/9/02], um comitê de oito integrantes analisa qual material pode ser vendido nos quartéis. Penthouse, Hustler, Playgirl foram proibidas e Playboy, Esquire e Cosmopolitan, entre outras, foram liberadas.

Promoção da revista britânica New Scientist premiará leitor com congelamento criogênico. A técnica, que consiste em colocar um corpo em nitrogênio líquido, a ?196o C, visa manter a pessoa conservada para ser reanimada no futuro. A uma temperatura como essa não há decomposição, pois todos processos biológicos são suspensos. Hoje, a ciência já consegue ressuscitar bactérias, esperma e embriões congelados. O sortudo terá de ser declarado clinicamente morto para receber o prêmio, que vale US$ 29 mil. Como informa Tim Radford, do Guardian [19/9/02], caso o vencedor não acredite na possibilidade de voltar à vida daqui a muitos anos, pode trocar o congelamento por uma visita a um observatório astronômico no Havaí.

A editora americana Public Sector Media publicará em Washington jornal semanal voltado para o poder executivo. O Federal Paper terá tiragem de 30 mil exemplares e será distribuído para funcionários do governo e seus assessores. "Criaremos uma comunidade de leitores onde ela ainda não existe", anima-se a editora associada Stacy Mason. A equipe do jornal, que pretende ser apartidário, conta com vários nomes experientes, como Ron Elving, colunista da Rádio Pública Nacional e Nina Easton, há 10 anos no Los Angeles Times, além do editor Mark Willen, ex-Bloomberg News. Daniel Leeds, dono da Public Sector, teve a idéia de fazer o semanário quando percebeu que o executivo era o único setor que não tinha veículo próprio. O Congresso, por exemplo, tem o Congressional Quarterly, o Roll Call e The Hill. As informações são do Washington Post [23/9/02].

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