Quinta-feira, 20 de Junho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1042
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Uma revista para Jordan

Por lgarcia em 16/01/2002 na edição 155

TELETIPO

No dia 12 de fevereiro chega às bancas dos EUA a revista Jordan, mais uma publicação americana vinculada a celebridades. Depois de Oprah Winfrey, Rosie O’Donnell e Martha Stewart, Michael Jordan é o famoso da vez a investir numa revista com seu nome. Com muita opinião, deverá ter duas edições este ano e quatro no próximo. Segundo Rich Thomaselli e Jon Fine [AdAge.com, 9/1/02], o produto é fruto da associação da Nike, detentora da marca Jordan, com a editora Hearst. Jordan voltou a jogar nesta temporada depois de abandonar o basquete pela segunda vez em 1998.

Sob o slogan “Coloque-se em melhor posição”, The New York Times lançará em breve seu sítio de anúncios de recrutamento e emprego. Entre as diversas atrações estarão um banco de currículos, matérias do jornal relacionadas a mercado de trabalho, um mecanismo de busca de empresas, listas de empregos no exterior e avisos por e-mail de novas oportunidades para os que buscam trabalho. Segundo Ryan Naraine [Atnewyork.com, 2/1/02], outra novidade é a parceria com o sítio de recrutamento do Wall Street Journal e o sítio Bostonworks.com, que permitirá que, com uma única inscrição, o candidato a uma vaga conste dos três bancos de currículos.

Um juiz federal americano decidiu que Osama bin Laden receberá pela mídia notificação formal do processo contra ele pelos ataques de 11 de setembro, já que se desconhece seu paradeiro. A sentença incomum será veiculada pelos jornais Hewad, Anis, Kabul News, Kabul Times (afegãos), Wahat (paquistanês) e pelas emissoras al-Jazira, CNN Turquia, BBC World, ARN e ADF. Segundo Gail Appleson [Reuters, 10/1/02], a sentença se refere a dois processos de famílias de vítimas dos atentados ao WTC. Outros acusados pela ação são o Emirado Islâmico do Afeganistão, o grupo terrorista al-Qaeda e o Talibã. James Beasley, advogado envolvido nos dois casos, diz acreditar que um retorno, ao menos financeiro, é possível, já que as propriedades dos réus estão congeladas nos EUA e em outros países.

Em conferência sobre mídia e telecomunicações no Arizona, o magnata da News Corp. Rupert Murdoch, afirmou estar presenciando "um verdadeiro renascimento" da publicidade na televisão americana. "Ainda não é nada para se gabar", ressaltou, "mas se as estações locais são um indicador, então acho que podemos ser otimistas." Segundo a Reuters (9/1/02), as vendas de anúncios de TV em dezembro tiveram pequeno aumento em relação ao ano anterior, enquanto as vendas marcadas para este primeiro trimestre estão na mesma situação de 2001. "Quanto ao resto do mundo, ainda não vejo boas notícias por enquanto", disse Murdoch, lembrando que América Latina, Ásia e principalmente Alemanha são "um problema".

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