Sexta-feira, 18 de Outubro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1059
Menu

PRIMEIRAS EDIçõES >

Unaspress, ferramenta para a prática jornalística

Por lgarcia em 08/05/2002 na edição 171

SALA DE AULA

Ruben Dargã Holdorf (*)

Allan Macedo de Novaes, Fernando Marcondes de Torres e Sergio Marques Telles (**)

Introdução(***)

A necessidade de um instrumental prático para o exercício jornalístico dos alunos de Comunicação Social do Unasp estimulou a criação do LabCom ? Laboratório de Comunicação, em parceria com o Paraná OnLine, site da Editora O Estado do Paraná S/A. Devido ao crescimento da demanda de notícias locais, professor e alunos lançaram o projeto do que viria a ser a Unaspress <www.unaspress.unasp.br>, inicialmente chamada de Agência IAE de Notícias.

Deve-se ressaltar que todos os projetos de design do novo site foram construídos pelo aluno Lisandro Winckler Staut, ficando a manutenção e adaptações sob a responsabilidade de outro graduando, Siloé João de Almeida Júnior, hoje na Universidade Católica de Brasília. Desde o início de 2000, duas turmas trabalharam diariamente, no decorrer do ano letivo, participando das reuniões de pauta, recebendo orientação e supervisão do professor responsável pelas disciplinas Introdução ao Jornalismo e Jornalismo Especializado.

Por ocasião do Encontro Anual de Iniciação Científica (Enaic), em novembro de 2001, apresentou-se o projeto da agência de notícias online e seus resultados práticos na formação básica daqueles que optaram pelo jornalismo. Portanto, trata-se de iniciativa experimental ímpar, desenvolvida exclusivamente neste campus, integrando professor-aluno ao processo de aprendizagem.

1. Prática jornalística

A exigência do competitivo mercado de trabalho e o recente aperfeiçoamento das tecnologias de informação conduzem as instituições de ensino em direção a adequações e modificações de suas metodologias, currículos e estruturas. O novo mercado de trabalho requer profissionais com sólidos conhecimentos em computação, capacidade para atuar nas várias seções do jornalismo (impresso e eletrônico), além da perícia em conteúdos e habilidades convergentes para a atividade jornalística profissional.

Na esfera educacional, mais precisamente no ensino superior de Jornalismo, tais características são ministradas aos graduandos mediante disciplinas práticas, que simulam a realidade da profissão e antecipam a rotina do ofício. Obviamente, o ensino de Jornalismo não deve ser considerado exclusivamente como tecnicista, mas prático por essência e finalidade. No jornalismo, a ausência da teoria revela uma prática alienada e não conscienciosa. Por conseguinte, a ausência da prática revela a teoria como desfuncional e antipragmática. Somente a harmoniosa integração entre teoria e prática fornece aos universitários habilidades e características indispensáveis de um jornalista competente.

Hélio Schuch (2000) defende a integração teoria-prática ao afirmar que o ensino de Jornalismo e seu plantel de disciplinas técnicas e não-técnicas devem convergir para o desempenho profissional ? a finalidade para a qual ambos se destinam ? para que haja união entre o conceito e a teoria. O debate intra e extra-universitário sobre a ênfase de matérias de ciências humanas e sociais versus técnicas ocorre quando os jornalistas, ex-universitários, percebem que não há retorno de conhecimento efetivo e prático no exercício da profissão em decorrência do tempo investido no estudo de disciplinas humanísticas e sociais desvinculadas do cotidiano das redações. A ausência de retorno efetivo no mercado de trabalho é fruto de um método de ensino não-integrado, no qual não há relação direta entre o estudo de disciplinas teóricas e a necessidade de mercado (Schuch, 2000).

Gerson Martins (2001), Adhemar Altieri (2000) e Schuch (2000) criticam o enfoque das disciplinas teóricas das instituições de ensino que oferecem o curso de Jornalismo e desaprovam a demora dos universitários em entrar em contato com a realidade da profissão. Nilson Lage (1999), a favor do exercício prático desde o início do curso, propõe, para a grade curricular, a presença percentual de 50% de disciplinas técnicas e práticas, e não mais que 10% de disciplinas direcionadas para o ensino das teorias da informação e da comunicação. A porcentagem restante seria voltada para as informações humanísticas e sociais básicas, comuns em cursos da área humana. Embora seja visível a insistência de inúmeros educadores em apregoar a implementação do exercício prático como finalidade e presença dominante no ensino de Jornalismo, são poucas as universidades e faculdades que operacionalizam essa proposta.

A grade curricular de tronco comum na qual predomina com exclusividade nos dois primeiros anos a teoria, e que nos dois anos seguintes prevalece a prática, mostra-se mais propícia para prover o pseudojornalismo (Martins, 2000). A insistência em reunir sob um mesmo propósito e enfoque os alunos de diversas habilitações contribui para o aumento da indecisão quanto à escolha da profissão. A demora em se ter contato direto e real com a prática profissional produz um conhecimento superficial da habilitação escolhida, pois não há direcionamento de matérias ? toda a grade curricular visa a formação básica dos alunos de todas as habilitações, para só então, geralmente no terceiro ano, ocorrer a divisão de graduandos em suas respectivas áreas. Além de propiciar um estado de hesitação na escolha da área profissional, a divisão tardia de habilitações resulta em uma situação de dúvida quanto à certeza vocacional.

Tal contexto robustece as dificuldades dos graduandos em conhecerem, pela prática, a realidade do jornalista, uma vez que há proibição legal do estágio para universitários na maioria dos estados do país. Contudo, a relação consciente com as tecnologias midiáticas, o domínio do idioma e das linguagens audiovisuais e a habilidade nos processos desenvolvidos no exercício da profissão são características essenciais ao futuro jornalista, haja ou não possibilidade de se fazer estágio. Obviamente, esses requisitos tornam-se funcionais e completamente disponíveis apenas mediante a vivência e a prática jornalística, características pertencentes às disciplinas específicas e técnicas. Schuch (2000) define bem essa realidade:


"Colocação no mercado de trabalho é assunto e preocupação de qualquer curso universitário. É um assunto que deve fazer parte do desenvolvimento de um curso ? afinal, os alunos buscam uma profissão na universidade. Ocorre que esta profissão, estudada enquanto curso universitário, deve se realizar no mercado de trabalho. Em outras palavras, se a capacidade profissional é formada ao longo de um currículo, deve ser colocada em ação após a conclusão do curso. Por isso, deve haver vinculação entre o aprendido e o que deve ser executado."


1.1 pragmática e jornalismo

Não apenas a voz das evidências da experiência profissional e educacional e da realidade do mercado de trabalho dita argumentos sobre a necessidade do exercício prático na formação acadêmica do futuro jornalista. As pesquisas realizadas por Manuel Chaparro (1994), à luz da doutrina da pragmática de Charles Peirce, também facilitam a compreensão e a aceitação teórico-filosófica da importância da prática no ensino de Jornalismo.

No pragmatismo de Peirce, citado por Chaparro (1994), o conhecimento é uma ferramenta a serviço da ação, e a função do pensamento é gerar hábitos de ação. No seu entender, o significado de uma concepção se expressa em conseqüências práticas. Daí a sua máxima pragmática:


"Considerem-se quais efeitos ? efeitos que possam concebivelmente ter conseqüências práticas ? imaginamos possua o objeto de nossa concepção. Nesse caso, nossa concepção de tais efeitos constitui a totalidade de nossa concepção do objeto."


Por conseguinte, Chaparro (1994) comprova que, enquanto processo social de comunicação, o jornalismo situa-se no campo da pragmática ? doutrina que deriva do pragmatismo ? e sob os ditames da mesma pragmática, e em nenhuma outra teoria o jornalismo deve ter fundamentações teóricas para ser pensado, compreendido, realizado e aprimorado. A própria conexão teórica entre o jornalismo e a pragmática se assenta no reconhecimento de que a utilização da língua não se reduz a produzir um enunciado, senão que esse enunciado é a execução de uma ação social (Van Dijk, in Chaparro, 1994). Portanto, o jornalismo é um instrumento que visa a prática tanto quanto a pragmática visa hábitos de ação, conforme sua origem proveniente do pragmatismo.

A doutrina original de Peirce favorece uma maior compreensão da estreita relação entre o jornalismo e a pragmática. Sua doutrina fundamenta teoricamente a importância da prática jornalística nas instituições de ensino como simulacro da ação jornalística ? a finalidade pela qual existe o curso. Ora, se o jornalismo e a pragmática são indissociáveis, cria-se um forte vínculo entre o pragmatismo e o jornalismo; assim, espera-se que o ensino de Jornalismo não fuja a essa realidade.

É importante ressaltar a diferença conceitual ? não uma diferença de princípio e essência ? entre a pragmática e o pragmatismo. O primeiro termo refere-se ao campo da lingüística, que propõe integrar o estudo da linguagem ao papel dos usuários e é originada do pragmatismo; o segundo termo designa o sistema filosófico no qual a prática é o critério de verdade. Ambos relacionam-se com o jornalismo e apontam para a importância da ação e da prática jornalística como propósito de existência e finalidade da profissão e, conseqüentemente, do ensino do ofício.

2. Agência, um meio eficaz

De modo distinto e inovador, a agência de notícias proporciona aos graduandos de Jornalismo instrumentais técnicos para a prática. Rompendo a tradicional idéia de predominância de disciplinas técnicas somente aos dois últimos anos da graduação, possibilitou-se ao estudante o contato com a realidade da profissão.

A Unaspress (agência de notícias online do curso de Jornalismo) revela-se o meio mais eficaz para que os alunos se envolvam na realidade da profissão. O pioneirismo foi uma característica da agência. A Unaspress tornou-se a primeira agência de notícias online de uma instituição acadêmica cujos responsáveis são alunos do primeiro e segundo anos. Ressalta-se ainda a periodicidade diária da Unaspress comparada à periodicidade semanal, quinzenal e até mensal de agências e revistas eletrônicas de outros centros de ensino, comprovando assim superior volume de notícias veiculadas.

À luz da proposta de instituições de ensino de êxito que aderiram à ênfase prática do curso, a Unaspress surgiu como: 1)resposta aos requisitos do novo mercado de trabalho; 2)solução à fragilidade e ausência de prática do curso de Comunicação Social do Unasp devido ao tronco comum; 3)ferramenta para exercício da profissão por meio de estágios profissionais. A mais recente e promissora modalidade de jornalismo ? chamado instantâneo ou online ? foi escolhida para inserir os alunos na vida real do ofício desde o primeiro ano. Assim, a escassez ou falta de disciplinas específicas de Jornalismo desde o primeiro ano do curso e a carência de matérias que proporcionam instrumentais técnicos significativos e direcionados ? próprios de cursos de Jornalismo não-puros e não-plenos ? não comprometem a formação profissional, atendida com eficácia pela participação intensa dos universitários na Unaspress.

Fundada em 2 de maio de 2000, a Unaspress é um instrumento propício para a familiarização dos universitários com os veículos de comunicação de massa e com a realidade profissional. Os alunos atuam em funções diversas, como repórteres, revisores, redatores e fotógrafos, simulando, assim, o dia-a-dia das redações dos jornais e da equipe de reportagem de rua, proporcionando ao estudante contato direto com todas as modalidades e funções do jornalismo. Assumem também cargos de chefia, como secretaria de redação, chefia de reportagem e supervisão de editorias, de modo que haja melhor distribuição de tarefas e maior organização no cumprimento da pauta. Esta, por sua vez, é discutida semanalmente por professor e alunos para definição das matérias, ou seja, que fatos ou eventos devem ser atendidos e destacados, como fazer, fontes a serem consultadas ou pesquisadas ou mesmo para decidir-se qual enfoque terá a matéria. Todos os alunos, inclusive aqueles que assumem cargos de chefia, estão sob a tutela e a orientação do editor-chefe: o professor responsável. Essa integração orientada entre alunos e professor estimula a prática jornalística eficiente.

A comprovação da melhoria do desempenho dos estudantes que, mediante participação ativa na Unaspress, põem em prática os conceitos aprendidos em sala de aula desde o primeiro ano do curso, é demonstrada nas estatísticas das atividades realizadas na agência de notícias. Nestes dois anos, 57 alunos editaram 500 matérias, 53 editoriais, 60 textos para debate, 45 textos de opinião e cerca de 3.000 fotos. A divisão da Unaspress em sete editorias permite uma aproximação real das atividades realizadas nos vários setores do jornalismo profissional, oferecendo instrução básica geral sem restringir demais especializações.

Desse modo, o professor pode orientar os alunos de maneira mais bem-sucedida do que o faria em sala de aula. Por meio da vivência prática, os universitários imergem no mundo do jornalismo e tornam-se conscientes de seu dever como profissionais. Segundo Mário Erbolato (2001), as duas principais tarefas do jornalista são: 1)saber o que se deve publicar; 2)saber como se deve publicar. São exatamente essas duas características que, peculiares a jornalistas experientes, são transmitidas pelo professor aos alunos por ocasião das reuniões de pauta e durante o processo de preparação de matérias.

Entre as várias vantagens da prática jornalística desde o primeiro ano do curso superior pela participação na Unaspress está a melhoria visível na habilidade de escrita na linguagem jornalística, a conseqüente intimidade com os meios de comunicação, crescente interesse na leitura de periódicos relacionados ao jornalismo e satisfatório domínio das técnicas de reportagem ? características indispensáveis para a formação de um jornalista, como o curso almeja e propõe. Além disso, o ativo e interessado envolvimento na Unaspress desde o primeiro ano do curso adianta descobertas vocacionais que apareceriam somente a partir do terceiro ano da graduação, como acontece comumente em outras instituições educacionais de nível superior. A realização da prática jornalística, tão logo se inicie o curso, exige do aluno interesse, força de vontade e vocação. Proposital e conscientemente, a Unaspress é um meio de descoberta vocacional precoce, a fim de que haja identificação com a habilitação de sua preferência e escolha da área de atuação.

A superioridade e a excelência do ensino pragmático de jornalismo também são asseveradas mediante a inclusão de matérias e reportagens de alunos em grandes veículos de comunicação nas esferas regional, nacional e internacional, relacionadas à comunicação da mantenedora ou não.

Evidência dessa excelência e importância da Unaspress como ferramenta da prática jornalística universitária consta em algumas das matérias veiculadas pela agência de notícias que receberam destaque na imprensa secular.

A Unaspress não restringe sua área de atuação ao incentivar a prática jornalística universitária como solução para a fragilidade de cursos de tronco comum essencialmente teóricos e como escape à lei que proíbe o estágio. A Agência de Notícias também colabora com a divulgação da imagem da instituição, sua filosofia educacional e os recursos por ela oferecidos, similarmente à missão da publicidade e do marketing. Embora esta não seja sua meta, nem principal e mais eficaz atividade, a divulgação institucional é perfeitamente associada ao trabalho realizado pela Unaspress.

Em conformidade com o regimento e a filosofia educacional da instituição, assim como da ética profissional, a Unaspress assume como alvo secundário a publicidade da instituição educacional.

Sendo a Editoria Campus a principal seção temática da Unaspress, ditando o perfil da manchete e das matérias de destaque, vê-se o claro compromisso da agência em colaborar para a divulgação de eventos, fatos e projetos acadêmicos e sociais do campus. Esse compromisso de forma alguma anula o direito à informação e à liberdade de expressão, muito menos limita a ação jornalística ao jogo de interesses arbitrário de poderes e regimentos superiores (Michel Foucault, in Chaparro, 1994).

No ano de 2000 e 2001, a média de acessos diários ao site foi de 77,5. De 2000 a 2002, constataram-se aproximadamente 30.000 acessos. Esse poder de extensão da Unaspress é uma importante ferramenta de divulgação, que permite o acesso de milhares de internautas a informações de relevância que tratam, direta ou indiretamente, de assuntos relacionados ao campus. Usando o serviço de mala-direta via correio eletrônico e mediante informações fornecidas por sites que veiculam notícias da Unaspress, estima-se que as reportagens realizadas pelos universitários integrantes da agência de notícias sejam lidas por dois milhões de pessoas em todo o mundo, em oito idiomas. Além disso, a Unaspress está cadastrada em sites de busca de grande acesso, como Cadê, o que facilita a propagação das notícias relacionadas à instituição.

O poder de alcance das reportagens da Unaspress mostrou-se relevante a ponto de merecer, em 28 de novembro de 2000, uma Moção de Apoio e Congratulações. Aprovada semanas depois, essa moção ressaltou o trabalho acadêmico da agência como instrumento de disponibilização dos fatos locais para vários países, tornando a cidade de Engenheiro Coelho e as cidades da região conhecidas internacionalmente. De fato, o contador eletrônico constatou as origens dos acessos e revelou que inúmeras pessoas de outros países navegaram pelo site da Unaspress, a saber, Estados Unidos, Camboja, Argentina, Israel, Itália, Japão, Nova Zelândia, Espanha, Dinamarca, México, Canadá, Rússia, Albânia, Portugal e França. A Unaspress ainda conta com colaboradores em alguns estados da Federação e no exterior, como Estados Unidos e Usbequistão.

Considerações finais

A prática aliada às ferramentas laboratoriais não aliena de forma alguma os alunos do ensino teórico, mesmo porque a carreira jornalística requer ampla gama de conhecimentos das mais diversas áreas. A parceria professor-aluno se revela como troca de experiências e aperfeiçoamento acadêmico-profissional.

Enfatize-se que o melhor marketing institucional é aquele em que os próprios alunos repassam a imagem e a qualidade do curso onde se preparam para o mercado. O contato pessoal traz muito mais resultados positivos, em termos de retorno de alunos e novas matrículas, do que o investimento na mídia.

Esses objetivos poderão ser alcançados se houver investimento não só financeiro e de equipamentos, mas de apoio aos projetos criativos construídos em sala ou laboratórios. Somando todos os itens, podemos determinar que a Unaspress é o veículo de maior divulgação dessa instituição em extensão territorial por meio do correio eletrônico.

(*) Jornalista, professor do Curso de Comunicação Social no Centro Universitário Adventista (Unasp), Campus Engenheiro Coelho, São Paulo; mestrando em Educação/Unasp; ex-editor online de Paraná OnLine, jornal O Estado do Paraná, Curitiba; e-mail: <dargan_holdorf@hotmail.com>; sites: <www.unaspress.unasp.br>; <www.canaldaimprensa.com.br>

(**) Estudantes do curso de Comunicação Social-Jornalismo/Unasp; e-mails: <allannovaes@hotmail.com>, <fernandonews@hotmail.com> e <sergiotelles@yahoo.com.br>

*** Condensado do texto produzido para a revista Acta Científica/Humanas, da Imprensa Universitária do Unasp, n.? 2, maio 2002


Referências bibliográficas

ALTIERI, Adhemar. "Diploma, exigência absurda." In: Anuário de Jornalismo. São Paulo, ano 1, n.? 1, pp. 91, 93 e 94, 2000.

CHAPARRO, Manuel C. Pragmática do Jornalismo ? Buscas práticas para uma teoria da ação jornalística. Summus Editorial. São Paulo, SP; 1994, p. 14 a 25.

ERBOLATO, Mário L. Técnicas de codificação em jornalismo ? redação, captação e edição no jornal diário. Editora Ática. São Paulo, SP; 2001, p. 19 e 20

FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Citado em Chaparro, p. 79 e 80.

LAGE, Nilson. A formação universitária dos jornalistas. Site: www.saladeprensa.org ; Ano II, v. 2, outubro de 1999.

Manual da Redação ? Folha de S. Paulo, PubliFolha; São Paulo ? SP; 2001, p. 23 e 26.

MARTINS, Gerson. Produção e fluxo de informação: a qualidade da formação jornalística. Site: www.gersonmartins.jor.br ; 2001.

PEIRCE, Charles S. Lecciones Sobre el Pragmatismo. Citado em Chaparro, p. 15 e 16.

SCHUCH, Hélio A. Qualidade no ensino de jornalismo. Site: www.saladeprensa.org ; Ano III, v. 2, maio 2000.

VAN DIJK, Teun A. La notícia como discurso ? comprensión, estructura y producción de la información. Citado em Chaparro, p. 47 a 53.



Todos os comentários

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem